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Coisas que gostaria de ter ouvido quando estava no último ano da Universidade

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Coisas que gostaria de ter ouvido quando estava no último ano da Universidade

O que vamos ser quando crescer? Qual área devo escolher para meu futuro? Será que serei bem sucedido nessa área que escolhi?

Carlos Bramante, no Administradores

Essas são apenas algumas das várias perguntas que habitam na cabeça dos jovens que fazem Universidade. Após anos de estudo, como devemos nos preparar para o mercado de trabalho? Foi baseado nessa questão que elaborei algumas dicas, simples, mas valiosas para orientar você e auxiliá-lo nessa jornada.

SEJA HUMILDE: todos temos sonhos de sermos bem sucedidos e alcançarmos os postos mais altos das empresas. Porém, antes de vibrar com uma vitória é necessário “suar a camisa”. Muitos empresários reclamam dos profissionais que saem da Universidade com a exigência de cargo de gerência ou diretoria, sem ao menos ter qualquer tipo de experiência. Seja como um bom mineiro, que faz tudo quietinho e vai conquistando seu espaço aos poucos. Lembrando a máxima de Thomas Edison: a genialidade é 1% inspiração e 99% de transpiração.

LEIA, LEIA, LEIA: Estamos na era da Informação, inundados 24hs por dias por notícias, dados, etc. Porém de nada adianta ter a informação sem o CONHECIMENTO e habilidade para praticá-los no dia-a-dia. Eu aprendi a ler somente com 30 anos, após identificar meu interesse por livros biográficos, pois sempre quis entender como seres humanos como nós, se tornam em grandes gênios da humanidade.
No começo a leitura dá sono, o celular toca e nos distrai. Porém, com o tempo e interesse, mergulha-se em um mundo novo, que pode resultar em hábitos positivos ou grandes ideias para nossas vidas.

NET WORKING: Um ex-chefe me disse uma frase que carrego comigo: VOCÊ É QUEM VOCÊ CONHECE! Em todos os segmentos, principalmente na área de serviços, a comercialização depende muitas vezes dos contatos e indicações que você possui.
Seja estratégico e frequente lugares onde há potencial para novos negócios. Participe de palestras, eventos ou encontros que tenham a ver com sua área de trabalho ou com seus interesses particulares. Todos nós somos potenciais clientes e nunca o tal “boca-a-boca” foi capaz de impulsionar negócios como agora!

OUVIR SEMPRE: Ao sairmos para o mercado de trabalho, é natural a vontade de dar o melhor de si e provar a nossa capacidade. E isso é ótimo! Porém, muitas vezes a nossa ansiedade ou ímpeto pode atrapalhar nossas conquistas e avanços profissionais. Por isso, OUÇA MAIS DO QUE FALE, especialmente se estiver perto de pessoas mais experientes que você. Com toda certeza elas terão muito a colaborar com seu trabalho e desenvolvimento. Procure conversar com pessoas mais velhas e com vários anos de experiência de trabalho: além de dicas, elas podem ter diversos exemplos de sucessos e fracassos para lhe auxiliar.

PACIÊNCIA E PERSEVERANÇA: Desde muito cedo somos cobrados por parentes, amigos e a própria sociedade, o que queremos ser. Porém, essa decisão nem sempre vem no tempo em que as pessoas querem. Por isso é muito importante ter paciência consigo mesmo, para que as experiências mostrem qual o rumo certo a seguir. Também é importante ter PERSEVERANÇA, pois muitas vezes sabemos onde queremos chegar, mas nem sempre acertamos na primeira, segunda ou terceira tentativa.

NÃO FOQUE NO DINHEIRO: Todas as vezes em que coloquei o dinheiro antes do trabalho, infelizmente, fui mal sucedido. Com o tempo aprendi que o dinheiro é consequência de muito trabalho e resultado. Nem sempre é possível amar o que se faz, mas podemos sim identificar um trabalho que utilize-se de todo nosso potencial e resulte em sucesso e conquistas.

COMEMORE SEMPRE: Vencer e ser o melhor não é PECADO! Por isso, vibre e comemore sempre que atingir um objetivo! Muitas vezes passamos dias, meses ou anos lutando pela conquista de um objetivo e ao alcança-lo simplesmente ignoramos tudo o que passamos. Mas também não precisa passar 1 semana comemorando, afinal, assim que conquistamos um objetivo, devemos traçar o próximo e assim por diante.

SEJA ESTRATÉGICO: Comparo a vida profissional, e muitas vezes a vida pessoal, como um grande jogo de Xadrez. É necessário pensar muito bem e calcular qual jogada ou passo tomar. No dia-a-dia do mercado de trabalho, você terá que voltar algumas casas para trás, para dar passos a frente e conquistar um determinado objetivo. Infelizmente nossa sociedade prega o sucesso e não nos prepara para as derrotas que teremos na vida. Não há forma melhor do que aprender com o erro, desde que possamos tirar aprendizados dele.

PLANEJAMENTO E FOCO: A cada dia somos incentivados a viver o hoje, sem se preocupar com o amanhã. A juventude nos dá um ar de superioridade e imortalidade que nos cega na caminhada da vida. Porém, não é possível se alcançar sucesso ou conquistas, sem um planejamento prévio. Seria o mesmo que tentar fazer o trajeto SP para RIO utilizando-se da Rodovia Castello Branco! Você sabe onde está e qual o objetivo/destino a conquistar, porém sem estipular um plano e caminho é impossível conquista-lo. Portanto, reserve um tempo para mapear seus próximos passos e BOA SORTE!

Inclusão de autores americanos no Man Booker Prize causa polêmica

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Boatos dizem que principal prêmio literário da comunidade britânica vai aceitar escritores dos EUA
Críticos reclamam que láurea vai perder a identidade

Publicado em O Globo

RIO – O mundo literário britânico ficou atordoado com a notícia (ainda não confirmada oficialmente) que o Man Booker Prize vai permitir a participação de escritores americanos a partir do próximo ano, com autores questionando se o prêmio não vai perder sua “identidade” ou mesmo impedir o aparecimento de novos talentos britânicos. O Man Booker, que hoje aceita a participação de autores do Reino Unido, da Irlanda e da comunidade britânica, é o mais prestigioso prêmio da literatura da terra da rainha. A lista de vencedores inclui nomes como Salman Rushdie, Iris Murdoch e J.M. Coetzee. No domingo, surgiu a informação que romancistas dos Estados Unidos serão permitidos pela primeira vez, a partir da próxima edição. Jim Crace, finalista da edição deste ano, com seu romance “Harvest”, se pronunciou sobre o assunto.

— Em princípio, eu deveria achar que todos os prêmios serem abertos para todos. Mas acho que eles precisam ter sua própria personalidade e, às vezes, essa personalidade é definida pelas limitações dos prêmios — disse.

Uma porta-voz do Man Booker, no domingo, não quis comentar o assunto, mas afirmou que mudanças nas regras do prêmio seriam anunciadas esta semana.

— Abrir o prêmio para todos que escrevem em inglês daria um panorama fantástico da literatura escrita nessa língua, mas faria o prêmio perder o foco. Gosto muito da ideia de uma comunidade britânica. Há algo disso que se perderia caso o prêmio seja aberto para autores americanos — afirmou Jim Crace.
O locutor da Rádio BBC Melvyn Bragg acrescentou que o prêmio perderia sua “distinção”.

Susan Hill, finalista da edição de 1972 e membro do júri do Man Booker de 1975 a 2011, disse não ver razão para a mudança nas regras.

— Por que não podemos ter um prêmio só nosso? De todo modo, tenho pena dos pobres jurados. São eles que ficam sob pressão — disse Susan.

Kazuo Ishiguro, vencedor do prêmio em 1989, por “Os resíduos do dia” (Companhia das Letras), ouviu sobre as mudanças “há alguns meses, por alguém muito antigo da organização do prêmio, e o argumento era que as normas não eram rígidas o suficiente”. Ishiguro é a favor das mudanças.

— No começo, era bastante ambíguo. Por um lado, é triste, por conta da tradição do prêmio. Posso entender que algumas pessoas sintam-se um pouco ofendidas, mas a sociedade mudou, não faz mais sentido dividir o mundo literário dessa forma — afirmou o autor.

A mudança nas regras do prêmio de £ 50 mil (R$ 181 mil) é uma surpresa, uma vez que o diretor literário da Booker Prize Foundation, Ion Trevin, botou panos quentes sobre o boato, na semana passada.

— É um dos assuntos que sempre são discutidos. Mas, no momento, não temos planos de anunciar nenhuma grande mudança — disse Trewin na ocasião.

Fontes sugeriram que os organizadores do prêmio acham a ausência dos autores americanos anacrônica. O Man Booker também pode mudar as regras como reação à criação do Folio Prize, aberto para todas as nacionalidades, que acontece pela primeira vez em 2014.

— Acho que é uma reação ao Folio Prize. Minha preocupação é o grande número de romances que podem ser eleitos. Teria que haver um método para decidir que livros seriam levados ao júri, e o Man Booker perderia sua abertura — disse David Lodge, finalista em 1984.

A lista com os finalistas de 2013 foi anunciada semana passada. Jim Crace era o único britânico. Os críticos da mudança acham que ficaria ainda mais difícil para romancistas britânicos serem notados.

Alguns escritores reclamaram no Twitter. Nikesh Shukla, autor de “Coconut unlimited”, disse que autor como ele seriam “empurrados para fora do mercado.” Stuart Evers, que escreveu “Is this is home”, afimou que os autores da comunidade britância seria prejudicados. Will Wiles, autor de “Care of wooden floors”, chamou a mudança de “um chute na cara”.

Comenta-se que a lista de finalistas deste ano já aponta a inclusão de autores americanos, uma vez que quatro escritores na final moram e trabalham nos Estados Unidos. Uma das autoras, Jhumpa Lahiri, descedente de indianos nascida em Londres, é considerada uma autora americana.

Promoção: “O poder da esposa que ora – Mensagens de fé”

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opoderdaesposaqueora

Leia o trecho do livro aqui.

A vida a dois é um desafio diário. E é muito mais fácil reclamar quando algo não vai muito bem. Contamos para as amigas, para a mãe e até para os filhos. Expomos o nosso marido e o casamento para os outros, mas acabamos nos esquecendo de entregar o problema nas mãos da única pessoa realmente capaz de resolvê-lo: Deus.

Stormie Omartian enfatiza neste livro a importância e a necessidade da oração em prol do casamento, mas com o foco sobre você, esposa. Um terço do livro consiste em mensagens e orações para você orar por si mesma. As mulheres têm a tendência de descuidar de si, e é vital para o casamento que isso não aconteça.

As cem mensagens que você vai encontrar aqui abrangem os mais variados temas e vão ajudá-la a vencer os desafios que a relação conjugal apresenta todos os dias. Melhor ainda, vão fortalecer você como esposa e ensiná-la; a conquistar o que você tanto deseja para o seu casamento sem brigas e ressentimentos, mas no silêncio da sua oração para Deus.

Vamos sortear 3 exemplares de “O poder da esposa que ora – Mensagens de fé“, lançamento da Mundo Cristão especial para a ala feminina.

Para participar, deixe na área de comentários uma dica (máximo de 3 linhas) para tornar melhor a vida a dois.

O sorteio será realizado no dia 28/6 às 17h30. O nome das ganhadoras  será divulgado aqui e no perfil @livrosepessoas.

Participe!

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Parabéns aos ganhadores: Ivan Paes, Thiago Fel e Helenna Iluminar. =)

Plataforma usa game para medir desempenho de alunos

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Ferramenta une jogo educativo, dados sobre o aprendizado e desempenho de cada estudante

Ainda em fase de desenvolvimento, jogo já tem sido usado em duas escolas de São Luís Reprodução / Internet

Ainda em fase de desenvolvimento, jogo já tem sido usado em duas escolas de São Luís Reprodução / Internet

Publicado em O Globo

Foi durante o ensino fundamental que Leandro Santos descobriu que a causa para sua dificuldade de aprendizado era a dislexia. Por conta disso, ele precisou, muitas vezes, procurar outros meios para compreender o conteúdo que era dado em sala de aula. Passado algum tempo, percebeu que outros estudantes tinham a mesma dificuldade e, o melhor de tudo, muitos deles tinham mais facilidade de aprender por meio dos games. Foi aí que veio a ideia de criar a Zeppelin Game Studio, que une jogo educativo, dados sobre o aprendizado e desempenho de cada estudante e, claro, seu gosto por rock (o nome é inspirado na banda Led Zeppelin).

— Nossa proposta é auxiliar, acrescentar e não mudar de vez. O ensino e a educação não mudam, mas a forma de aprendizado é perfeitamente mutável — afirma André Bayma, cofundador da plataforma.

O “Questão de Escolha” é o primeiro jogo desenvolvido pela equipe que apresentou seu projeto durante o Transformar 2013. Ainda em fase de desenvolvimento, ele já tem sido usado em duas escolas de São Luís, no Maranhão, mas outras instituições já estão em negociação para implementar o programa. Mesmo no começo, a equipe não deixa de ter ideias e fazer planos. Até março do ano que vem, pretendem desenvolver outros jogos que englobem o conteúdo de todos os anos no ensino fundamental.

Por enquanto, o game aborda todo conteúdo de história para o 6o ano do ensino fundamental, desenvolvido com o apoio de dois pedagogos e uma psicóloga.

— Nosso foco na construção dos games é o entretenimento. O aluno que está jogando aqui é aquele que vai chegar em casa e jogar videogame. Para garantir o conteúdo correto, nós contamos com a ajuda de especialistas para dizer qual a melhor forma de abordar o assunto — diz Bayma.

O “Questão de Escolha” é um jogo de aventura em formato de quiz, em que o aluno guiará o navegante português Diogo, enfrentando piratas, marinheiros e criaturas sobrenaturais. A cada resposta correta, o estudante ganha munição para vencer seus inimigos e, assim, avançar pelos três níveis de dificuldade. E quando erram?

— O jogo não diz que errar é errado. Por isso, quando ele erra, ganha um pato que não serve para nada, mas não atrapalha a continuidade da história. Além disso, depois de cada erro, nós oferecemos explicações e a resposta correta — explica.

E a vida do professor também fica mais fácil com a plataforma. A escola que adotar o Questão de Escolha, também recebe o Ados, sistema de métricas de aprendizado que aponta, a partir dos dados coletados no game, onde os alunos tem maior dificuldade, permitindo que o professor acompanhe individualmente cada um deles.

— O professor é ferramenta fundamental em nosso projeto. Por isso, todos eles terão um treinamento para compreender a plataforma, além de um acompanhamento nas primeiras semanas.

Apesar de ser desenvolvido para alunos do 6o ano, outros educadores já adaptaram o game para inserir o conteúdo de outros anos.

— Eles têm liberdade para inserir suas próprias perguntas no quiz quando quiserem.

André conta que cada professor encontrou a sua maneira de usar o game. Alguns deles preferiram passar como lição de casa, outros usam na própria escola, intercalando com aulas expositivas e teve até quem usou para dar aulas de informática.

— Acreditávamos que haveria uma barreira maior para implementar o projeto mas o professores estão mais engajados, todo mundo está querendo fomentar a tecnologia na educação.

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