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Posts tagged Foram

As 20 editoras mais populares no Twitter (25)

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Reportagens sobre a Bienal do Livro do RJ foram unânimes ao apontar o crescimento expressivo das vendas de obras dirigidas a jovens e adolescentes.

Emo-cionante andar nos pavilhões do Riocentro e ver a galera em filas gigantes para pegar autógrafo de seus escritores favoritos e, claro, tirar uma fotenha para colocar no Instagram.

Cada vez + antenadas, editoras investem tempo e recursos para se aproximar do público via redes sociais. Hora de conferir o que aconteceu durante o mês de agosto.

Apenas duas trocas de posições no mês. A CPAD ultrapassou a Galera Record e está na sexta posição. A Novo Conceito perdeu uma posição e o oitavo lugar agora é ocupado pela Gutenberg.

Vamos aguardar o que vai rolar no mês de setembro. Sucesso a todos! 🙂

Ranking Agosto

#1: 61.300 Intrínseca @intrinseca

#2: 55.300 Companhia das Letras @cialetras

#3: 52.400 Mundo Cristão @mundocristao

#4: 42.090 Editora Sextante @sextante

#5: 42.040 Editora Rocco @editorarocco

#6: 37.650 Editora CPAD @EditoraCPAD

#7: 37.610 Galera Record @galerarecord

#8: 34.500 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#9: 33.500 Editora Novo Conceito @Novo_Conceito

#10: 32.800 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 30.300 Cosac Naify @cosacnaify

#12: 28.800 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#13: 28.400 Editorial Record @editorarecord

#14: 25.700 L&PM Editores @LePM_Editores

#15: 24.800 Editora RT @revtribunais

#16: 23.400 Editora Leya @EditoraLeya

#17: 23.000 Casa Publicadora @casapublicadora

#18: 20.300 Suma de Letras @Suma_BR

#19: 19.300 Ultimato @ultimato

#20: 18.200 Editora Nemo @editoranemo

Ranking atualizado em 2/9

Pinturas secretas são encontradas nas páginas de um livro do século 19

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Livros escondem muitos tesouros. E alguns destes tesouros aparecem nas bordas das páginas.

Margarete Morrissey, no Sphere

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Autumn

 

As pinturas aparecem ao folhear as páginas dos livros ‘Spring’, ‘Summer’, ‘Winter’ e ‘Autumn’ de Robert Mudie. Os livros foram mantidos nas Coleções Especiais e Arquivos da Universidade Iowa e escondiam verdadeiras obras de artes.

 

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Autumn

 

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Spring

 

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Spring

 

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Summer

 

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Summer

 

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Winter

 

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Winter

Dica do João Marcos

Imagina na Copa #16 – Projeto Bibliocicleta

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Mariana Ribeiro, no POP News

Bibliocicleta? Bicicloteca? Biblioteca? Bicicleta? Toin! É, confesso que no começo eu me enrolei um pouco também. E o correto é Bibliocicleta mesmo, segundo o Augusto e seu orientador de TCC…

Foi em Simões Filho, município da região metropolitana de Salvador, que fica a cerca de 25km da capital baiana, que esta história nasceu e se desenvolveu.

A Bibliocicleta é uma tecnologia social desenvolvida a partir de um trabalho de conclusão de curso de Design, na Universidade Federal da Bahia. O Augusto é o responsável por tanta criatividade! Esta história começa com dois pepinos: o primeiro deles, um problema com o primeiro tema escolhido para elaboração do TCC; o segundo, com um contratempo que cancelou os planos que ele tinha para montar uma biblioteca popular em uma casa no Centro da Cidade.

O Augusto sempre foi do tipo de pessoa que quis construir alguma alternativa para tudo aquilo que de certa forma o incomoda. E a história do Augusto é muito ligada com a vivência na cidade e com a carência de experiências culturais. Ele e um grupo de amigos, sempre com esta característica de se incomodar e se mexer para modificar o que poderia ser melhor, estavam pensando em construir algum equipamento cultural em sua cidade. As primeiras ideias estavam ligadas a ter uma sede para amigos artistas se reunirem em um espaço pensado para ser ambiente de criação de novos projetos. De cara eles pensaram em construir um Cinema ou Teatro, mas quando foram colocar o projeto no papel, perceberam que não era o momento e que o investimento financeiro ia além do que eles estavam preparados. Foi daí que surgiu a ideia de se criar uma biblioteca comunitária!

A primeira biblioteca pensada por eles teve o apoio dos amigos na arrecadação de livros. Eles fizeram um chamado para os amigos tirarem os livros empoeirados das prateleiras e doarem para que eles pudessem disponibilizar estes materiais pra mais gente. Eles tinham acabado de conseguir o empréstimo de uma casa (uma casa grande, no centro da cidade, um sonho – como o próprio Augusto nos disse). Mas aí, com cerca de duas ou três semanas que tudo estava caminhando bem, eles precisaram devolver o espaço, a pedido do dono do estabelecimento, que teve um problema pessoal.

Obviamente, eles não desistiram! Com os livros já em mãos, e agora pegando poeira em um outro lugar que não era mais as prateleiras de seus antigos donos, os meninos correram para criar uma solução para aquele problema.

Foi em um processo de criação pelo Design que eles chegaram na solução mágica e itinerante da Bibliocicleta! Depois de muita pesquisa e de encontrar referências incríveis de bibliotecas intinerantes espalhadas pelo mundo, o projeto foi pensado com algumas premissas: ser facilmente replicável; usar recursos humanos disponíveis; reutilizar ou reciclar materiais disponíveis; ser de baixíssimo custo de implementação.

No primeiro modelo da Bibliocicleta foi desenvolvido um carrinho para ser conectado na parte traseira da bicicleta, assim eles não precisariam de fazer adaptações na bike. O material escolhido para fazer o carrinho foi o PVC, por uma série de motivos: ele é super flexível e tem os mais diversos tipos de conectores disponíveis no mercado, assim é possível desenhar quase todo tipo de formas geométricas com ele, sem muita dificuldade; é super barato e facilmente encontrado em sobras de obras e reformas; é leve e não requer grandes ferramentas ou habilidades para manusear etc.

Bicicleta adaptada e livros arrecadados? “Bora” pras ruas! Chegou a hora de levar os livros para ganharem novos donos. A galera sempre escolhe locais públicos para levarem os livros. Normalmente, praça, escolas ou campos de futebol. Regiões onde há mais crianças e adolescentes costumam fazer mais sucesso, mas o público do projeto não é só este, eles atendem a todas as faixas etárias e enchem a cabeça de crianças e adultos com histórias incríveis! O Augusto estava nos contando que chega a doar 150 livros por saída (e, olha, você acha que ele passa o dia todo embaixo do sol? É nada! A gente presenciou. No dia em que estávamos com ele, foram doados cerca de 100 livros em menos de uma hora!).

Depois de implantado, o projeto começou a ter um reconhecimento orgânico incrível. Uma série de pessoas procurou o Augusto para saber mais do projeto e ele acabou ganhando voz para falar do projeto em espaços como TEDx e na Bienal Brasileira de Design! Foi aí que eles enxergaram uma boa oportunidade de replicar o projeto e foi com recurso de um edital do Ministério da Cultura, que estava buscando projeto de incentivo à leitura, que eles desenvolveram a Metodologia e promoveram Oficinas para replicação do projeto. Hoje, o projeto já ganhou muito mais regiões e por ser muito bem pensado para ser facilmente replicado vem evoluindo super rápido!

Se liguem em mais informações:

> Algumas Bibliocicletas replicadas:

> Jequié

> Coroa da Lagoa

> Algumas referências utilizadas no processo de construção da Bibliocicleta baiana:

> Bibliobus

> Bibliomula

> Biblioburro

Galeria de fotos:

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O uso da bicicleta pelo mundo:

 

 

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dica do Jarbas Aragão

Cartas de soldados da I Guerra são disponibilizadas on-line

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Historiadores digitalizaram documentos extraviados para que descendentes possam ter acesso às mensagens deixadas por seus familiares

Barão Manfred von Richthofen saúda na frente funcionários com agentes do esquadrão de combate ( Hulton/Getty Images)

Barão Manfred von Richthofen saúda na frente funcionários com agentes do esquadrão de combate ( Hulton/Getty Images)

Publicado por Veja

Milhares de cartas de soldados europeus que serviram na I Guerra Mundial foram digitalizadas e disponibilizadas na internet para que os descendentes dos combatentes, que nunca receberam os escritos, possam finalmente conhecer seus conteúdos.

Segundo o historiador Jon Cooksey, editor do jornal Stand To!, publicação da Western Front Association, associação que zela pela memória de soldados que lutaram na guerra entre 1914 e 1918, as tropas costumavam escrever cartas e testamentos e guardá-las junto a seus pertences, para que as mensagens pudessem ser entregues a seus familiares no caso de morrerem em combate.

No entanto, muitas dessas cartas foram censuradas e arquivadas, segundo reportagem do jornal inglês The Guardian. No total, cerca de 278 000 delas estão guardadas em um centro de segurança na cidade de Birmingham, na Inglaterra. Acredita-se que os textos foram barrados por relatarem detalhes da guerra, que o Exército não queria que fossem divulgados.

A partir desta quinta-feira, as cartas estarão disponíveis em um site do governo inglês, no qual os familiares podem digitar o nome do soldado, o ano de sua morte e, após encontrar a carta, pagar 6 libras para receber uma cópia dela.

Confira alguns trechos de cartas divulgadas pelo Guardian:

Trechos de cartas de soldados da Primeira Guerra Mundial

“Estou me preparando para lutar e só me arrependo de não ter visto vocês antes de partir, mas, mãe querida, não perca a esperança. Eu posso voltar para casa um dia.”

“Mãe, seja corajosa, eu vou ficar bem. Há milhares de outras mães e relacionamentos passando pela mesma situação. E se eu morrer, morrerei com um bom coração e todo seu amor em minha mente.”

“Querida Clara, sexta pela manhã vamos cercar a costa e partir para a Bélgica. Eu não deveria te contar isso.”

“Nós recebemos um pequeno acessório com nosso número, nome e esquadrão, que devemos usar no pescoço para podermos ser reconhecidos se, por acaso, morrermos.”

“Temos que lutar como tigres e pegar nossa comida o mais rápido que pudermos quando ela chega. Alguns conseguem pegar muito, outros não conseguem nada. Quando temos dinheiro é muito difícil gastá-lo. Se você for à cantina tem que esperar cerca de duas horas para ser servido.”

“Querida, está guerra será pior do que imaginei. Alguns acham que não durará mais que um mês, e outros dizem que vai durar pelo menos três anos. Nossos oficiais nos falaram esta manhã que será uma guerra longa e difícil.”

“Se eu morrer em combate haverá uma medalha para mim. Eu espero que você a pegue e guarde para nosso menino usar quando ele crescer.”

Maior biblioteca pública da Europa é inaugurada

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Complexo possui quatro volumes retangulares, que são escalonados de forma a criar várias coberturas e terraços. Projeto é do escritório holandês Mecanoo.

Rodrigo Louzas no Piniweb

Título original: com referência a metais como ouro e prata, maior biblioteca pública da Europa é inaugurada

Foram concluídas em Birmingham, na Inglaterra, as obras da biblioteca pública que é considerada a maior da Europa. Com projeto do escritório holandês Mecanoo, o complexo possui quatro volumes retangulares, que são escalonados de forma a criar várias coberturas e terraços.

Divulgação

A biblioteca é situada entre dois edifícios históricos, um construído em 1930 e outro em 1960, e uma praça. Segundo os arquitetos responsáveis, o projeto tem como objetivo fazer referência ao quarteirão de joalharia da cidade, inserindo anéis de metal que vão do ouro à prata na fachada da biblioteca.

Internamente, os andares inferiores abrigam os espaços de leitura e os superiores, os acervos e espaços reservados para pesquisa. O último andar do edifício, um espaço de forma oval, receberá uma extensa coleção de obras do escritor inglês William Shakespeare. Já no topo há terraços com espaços reservados para leitura. O complexo abriga também um anfiteatro.

Divulgação
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