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James Patterson, John Green e Veronica Roth estão entre os escritores mais bem pagos do mundo

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O escritor James Patterson: o mais bem pago da lista da Forbes (Foto: Divulgação)

O escritor James Patterson: o mais bem pago da lista da Forbes (Foto: Divulgação)

Lista da Forbes traz autores de “A Culpa é das Estrelas”, da série “Divergente”, de Harry Potter e dos livros que deram origem a “Game of Thrones”

Publicado na Época Negócios

Pelo segundo ano consecutivo, James Patterson lidera o ranking dos escritores mais bem pagos compilada pela Forbes, atingindo US$ 89 milhões. O criador do personagem Alex Cross lançou 16 títulos em um ano, com a ajuda de coautores. Mais conhecido por seus livros que combinam crime e suspense, ele também é o autor com mais livros vendidos para crianças do que qualquer outro autor vivo.

Em segundo lugar aparece John Green e em terceiro, Veronica Roth. Os dois estrearam no ranking no ano passado, mas Green aparecia em 17° lugar e Veronica, ocupando a 7ª posição.

Green é um dos quatro autores de literatura juvenil a constar da lista, com aproximadamente US$ 26 milhões entre junho de 2013 e junho de 2014, em boa parte devido às vendas de “A Culpa é das Estrelas”. O livro vendeu mais de 3,5 milhões de cópias somente nos Estados Unidos em 2014, enquanto a adaptação para o cinema alcançou US$ 307 milhões no mundo inteiro (lembrando que o filme custou US$ 12 milhões). O autor totalizou US$ 17 milhões em direitos e vendas e graças a Hollywood, que acaba de lançar a adaptação de “Cidades de Papel”, seus ganhos não dão sinal de que vão diminuir.

Veronica Roth fez em torno de US$ 25 milhões este ano, um aumento de US$ 8 milhões em 2014, e aparece empatada com Danielle Steel. A trilogia “Divergente” vendeu mais de 3,9 milhões em 2014, em boa parte graças ao cinema, que lançou o segundo filme “Insurgente”, que bateu em US$ 295 milhões nas bilheterias pelo mundo.

Em quarto lugar na lista está Jeff Kinney, com US$ 23 milhões e em quinto, Janet Ivanovich, com US$ 21 milhões.

Completam a lista J.K. Rowling (US$ 19 milhões), Stephen King (US$ 19 milhões), Nora Roberts (US$ 18 milhões), John Grisham (US$ 14 milhões), Dan Brown (US$ 13 milhões), Suzanne Collins (US$ 13 milhões), Gillian Flynn (US$ 13 milhões), Rick Riordan (US$ 13 milhões), E.L.James (US$ 12 milhões) e George R.R. Martin (US$ 12 milhões).

Seleção Draft – Universidades

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Kaluan Bernardo, no Projeto Draft

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Empreendedorismo ainda precisa evoluir nas universidades brasileiras. (Imagem: NBCNews / Reprodução)

Pesquisa: o empreendedorismo nas universidades brasileiras.
Dentro do contexto acadêmico, muitos têm vontade de empreender, mas poucos conseguem sair da etapa do sonho — especialmente porque não se preparam para o salto. Uma recém-lançada pesquisa da Endeavor e do Sebrae, realizada em universidades brasileiras no ano passado, mostra que 85,9% dos alunos não se preparam para empreender. Não a tôa, só 20% deles se consideram confiantes para abrir um novo negócio. Veja a pesquisa completa aqui.

Como a lei de Moore ajudou o Google a nascer.
Uma famosa “lei”, atribuída a Gordon Moore, diz que o poder computacional praticamente dobraria a cada 18 meses. Isso, em uma curva exponencial, quer dizer que as mudanças tecnológicas se tornam cada vez mais rápidas e que o que era impossível há um ano é completamente possível hoje.

Foi com isso em mente que dois alunos de Stanford, Sergey Brin e Larry Page, perceberam que estavam autorizados a pensar realmente grande. E, assim, o Google nascia, com a presunçosa proposta de organizar e reunir todos os links da internet. Steven Levy, autor da biografia da empresa, conta essa história.

O que acontece quando robôs cometem crimes?
Dois artistas londrinos programaram um robô para, toda semana, comprar coisas aleatórias com bitcoins na deep web. Os objetos seriam todos reunidos em uma exposição artística. Algumas semanas depois, no meio das encomendas, estavam alguns pacotes de drogas ilícitas. E aí? Quando um robô comete o crime, quem deve ser punido: a pessoa que criou o código, o dono do robô, a própria máquina? A situação acendeu um debate interessante sobre inteligência artificial e leis, na Forbes e na Wired.

A ciência por trás das notificações.
Acredite, você não é a única pessoa que se distrai com notificações de redes sociais ou smartphones. E isso tampouce é algo novo, decorrente das novas tecnologias. Na verdade, é algo intrínseco à evolução humana: só sobrevivemos como espécie porque éramos capazes de dividir a nossa atenção a cada alerta ou sinal que nos chegava. Isso tudo é explicado pela psicologia e traz reflexões importantes para desenvolvedores de produtos, que devem pensar até que ponto é válido ou não bombardear seus usuários com notificações. O TechCrunch fala sobre o assunto.

James Patterson é o escritor mais bem pago do mundo, segundo a ‘Forbes’

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Revista divulgou lista com autores com os maiores rendimentos, e o norte-americano continua no topo da lista com US$ 90 milhões por ano

Imagem: Google

Imagem: Google

Publicado por Estadão

A lista de autores mais bem pagos do mundo de 2014 inclui três novatos, que tiveram rendimentos superiores a US$ 9 milhões neste ano (e nasceram depois de 1970): Veronica Roth (da série Divergente), John Green (A Culpa É das Estrelas) e Gillian Flynn (Garota Exemplar).

Os três são autores de literatura young adult, destinada a jovens leitores. Um estudo da Bowker Market Research, de 2012, sugeriu, entretanto, que 55% dos livros de YA são comprados por pessoas com mais de 18 anos, e na maioria dos casos são destinados para sua própria leitura.

O número 1 da lista continua sendo James Patterson – com uma média de 14 livros por ano (escritos com coautores) e um rendimento aproximado de US$ 90 milhões entre junho de 2013 e junho de 2014. Patterson publicou seu primeiro livro em 1976, e desde então vendeu mais de 300 milhões de cópias. Ele é o autor das séries de suspense de Alex Cross e Michael Bennet, e também escreve livros young adult, além de trabalhos esparsos na TV e no cinema.

O segundo lugar ficou com Dan Brown – que se juntou à lista em 2004, com O Código da Vinci, e nunca mais saiu. Em 2013, de acordo com a Forbes, seu mais recente livro, Inferno, vendeu mais de 1,4 milhão de cópias só nos EUA – rendendo US$ 28 milhões para Brown.

A lista segue com Nora Roberts (US$ 23 milhões), Danielle Steel (US$ 22 milhões), Janet Evanovich (US$ 20 milhões), Jeff Kinney, Veronica Roth, John Grisham e Stephen King (US$ 17 milhões), Suzanne Collins (US$ 16 milhões), J. K. Rowling (US$ 14 milhões), George R. R. Martin (US$ 12 milhões), David Baldacci (US$ 11 milhões), Rick Riordan e E. L. James (US$ 10 milhões), Gillian Flynn e John Green (US$ 9 milhões).

Sem nunca ter ido à escola, empresário cria negócio bilionário em Cingapura

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Publicado por UOL

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

SÃO PAULO – Goh Cheng Liang é um dos magnatas de Cingapura. Apesar de não estar na lista dos mais ricos e não conversar muito com a imprensa, a fama do empresário se deve a sua trajetória de sucesso.

Segundo a Forbes, Liang nunca foi à escola, pois nasceu em uma família pobre. Ainda menino, ele vendeu redes de pesca e trabalhou em uma loja de ferragens.

Em 1949, quando os britânicos estavam leiloando estoques excedentes da Segunda Guerra Mundial, Liang comprou todos os barris de tinta e com um dicionário chinês de produtos químicos na mão, ele passou a preparar mistura de solventes, pigmentos e produtos químicos para fazer a sua própria marca de tintas, chamado Pigeon.

Guerra criou oportunidade
No ano seguinte, quando teve início a guerra das Coreias, uma proibição de importação gerou um enorme lucro para o empresário.

O negócio foi crescendo até que Liang teve a oportunidade de se unir com a Nippon Paint, do Japão, e depois conseguiu uma participação em uma joint venture chamada Nipsea Management.

Liang comanda 15 mil funcionários
Hoje, a Nippon está presente em 15 países e conta com 15 mil funcionários.

O faturamento anual das empresas de Goh Cheng Liang chegam a US$ 2,6 bilhões.

Ao longo dos anos, ele investiu um pouco do seu lucro com o negócio de pintura em construção de shopping centers, hotéis, residências, em uma empresa de distribuição de varejo, fábrica de eletrônicos, embalagens, logística e até mesmo em uma empresa de mineração na China.

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