Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Fotografia

Artista Javier Bellomo imprime retratos em folhas de livros

0

javier_-belomo-parte__4_

Publicado em O Beijo

Para o artista Javier Bellomo, um livro é mais do que um livro. É um suporte para impressão de fotografias. O argentino produz retratos que depois ganham dezenas de páginas de publicações diversas.

A mescla entre as imagens e as letrinhas miúdas é quase hipnótica. “O que está escrito tem relação com a expressão do personagem retratado”, é uma das perguntas que surge quando o trabalho é visto.

Em seu site, o artista conta que a fotografia surge de um processo intenso. Há muita conversa antes da câmera ser disparada. A fragmentação também é um aspecto a ser discutido, Bellomo intitula esta série de “Quebra-Cabeças”.

javier_-belomo-parte__1_

javier_-belomo-parte__2_

javier_-belomo-parte__3_

javier_-belomo-parte__4_

javier_-belomo-parte__6_

javier_-belomo-parte__7_

javier_-belomo-parte__8_

Fotos mostram o primeiro e último dia na escola

0

Publicado no Catraca Livre

O primeiro dia no jardim de infância é sem dúvida um dos mais importantes em nossas vidas. Como é o último no ensino médio ou na universidade, que marca o amadurecimento e um novo ciclo.

Com o fim do verão no hemisfério Norte, que o significa o início do ano escolar em alguns países que ficam acima da linha do Equador, o site BoredPanda fez uma seleção de dez fotos que mostram estes dias tão importantes na vida de uma pessoa.

first-day-of-school-vs-last-day-8-57c7e05f334c6__700

first-day-of-school-vs-last-day-2-57c7e05035822__700 first-day-of-school-vs-last-day-3-57c7e052253cd__700 first-day-of-school-vs-last-day-15-57c7e07531cd7__700 first-day-of-school-vs-last-day-16-57c7e0791ee6b__700 first-day-of-school-vs-last-day-19-57c7e084143a2__700 first-day-of-school-vs-last-day-23-57c7e0944d2af__700 first-day-of-school-vs-last-day-24-57c7efa719cd9__700 first-day-of-school-vs-last-day-25-57c7f06e6e5f0__700 first-day-of-school-vs-last-day-26-57c7f0f89897b__700

 

 

 

 

 

 

 

 

Literanua: fotografia + literatura = arte

0

Metrópoles-5

Naira Amorelli, no Embarque na Viagem

A Arte sempre fez parte do ser humano e da sociedade desde a pré-história até os dias de hoje. Toda e qualquer produção cultural do homem, introduz novos modos de pensar, novas perspectivas, novas ideias, novas formas de observar o mundo, novas relações, emoções e anseios que habitam em nós. E com este olhar desafiador, ousado e emocional o Fotógrafo brasiliense Diego Ponce de Leon registra brilhantemente a relação entre o nu artístico e a literatura.

Crítico de teatro, performer e jornalista cultural, o carioca radicado em Brasília também se aventura como fotógrafo. Depois de alguns anos, clicando pela cidade de forma livre, Diego resolveu propor um projeto próprio, que levasse sua assinatura. Assim nasceu o Literanua, que traz a relação entre o nu artístico e a literatura.

Uma das preocupações é naturalizar a nudez por meio da arte, do lírico, e aproveitar para lançar algumas provocações específicas sobre o tema: os livros podem ser mais íntimos do que o corpo? Podem dizer mais sobre você? Podem servir como máscara, como vestimenta?”, pergunta.

O desafio inicial foi convocar os voluntários para o projeto. Em pouco tempo, mais de 40 pessoas se ofereceram para participar do projeto em um convite aberto no Facebook. E, para surpresa de Diego, a maior parte dos voluntários são pessoas comuns, estudantes, publicitários, engenheiros, geeks, fisioterapeutas… além de atores, atrizes, bailarinos e profissionais do teatro. “Estava esperando artistas e pessoas mais familiarizadas com essa temática do corpo” afirma Diego. Muitos destes voluntários posaram nus pela primeira vez. “Impressionante como há gente interessada nessa desconstrução cultural, dispostos a quebrar paradigmas obsoletos e alcançar um senso maior de liberdade”, aposta o fotógrafo e jornalista. Algumas sessões renderam, além de boas fotos, momentos especiais. “Há quem experimente uma sensação de catarse na hora, uma ruptura”.

Além de fazer uso de residências e lugares fechados, Diego investiu em locais conhecidos da capital federal, como o Jardim Botânico e a UnB, e contou com o apoio de estabelecimentos ligados ao universo literário: Sebinho, Ernesto Café, o sebo Achei! e a casa-produtora Medusa. Ele ainda ousou ao agendar registros pelas ruas da cidade, a exemplo da Rodoviária do Plano Piloto, do Espaço Cultural Renato Russo e de paradas de ônibus da W3. “Foram as fotos mais difíceis. De forma a evitar transtornos ou ofender alguém, fizemos esses cliques na madrugada, sem qualquer movimento por perto”.

O resultado, que não traz qualquer nudez explícita, apenas sugerida, pode ser conferido no Instagram por meio do perfil @literanua. “Não imaginava que o projeto pudesse receber essa acolhida e apoio. Só agradeço. São muitos depoimentos de pessoas sensibilizadas pelas fotos, repensando o nu, refletindo sobre tabus que, muitas vezes, estão apenas na nossa cabeça. Esse retorno já justifica o esforço. A literatura é essencialmente poética. E muitos estão descobrindo que a nudez também pode ser”.

Um viva a toda forma de arte!

Acervo organizado por bisneta de Marc Ferrez vira livro e exposição

0
Memória. Helena, bisneta de Marc Ferrez: acervo doado ao Arquivo Nacional - Daniel Marenco / Daniel Marenco

Memória. Helena, bisneta de Marc Ferrez: acervo doado ao Arquivo Nacional – Daniel Marenco / Daniel Marenco

Carioca é uma das grandes referências da fotografia no Brasil do século XIX

Simone Candida, em O Globo

RIO — A ligação da documentarista e museóloga Helena Ferrez com a história do Rio pode ser entendida por sua árvore genealógica: ela é filha do historiador Gilberto Ferrez; neta de Julio Ferrez, fotógrafo amador e um dos idealizadores da Cinelândia; e bisneta de ninguém menos que Marc Ferrez, uma das grandes referências da fotografia no Brasil do século XIX. Com a morte do pai, em 2000, Helena descobriu que sua contribuição para a preservação da memória da cidade seria justamente organizar o rico acervo de fotos, obras de arte e documentos que seus ancestrais reuniram ao longo de cinco gerações. Por intermédio de Helena, que convenceu as irmãs de que esta era a vontade do pai, o acervo da família Ferrez, com mais de 40 mil documentos, foi doado em 2007 ao Arquivo Nacional.

— Nesses documentos havia até papéis do meu tataravô, Zeferino Ferrez, um artista que veio para o Brasil e se incorporou à missão francesa de 1816 — conta Helena, que levou mais de oito anos organizando o material que Gilberto armazenou em sua casa no Largo dos Leões e em um imóvel da família em Petrópolis.

Graças à determinação da museóloga de vasculhar e organizar os muitos pacotes do pai, a cidade ganhou dois presentes nos 450 anos de sua fundação: a republicação de um livro e uma exposição. Em 1965, ano do IV Centenário de fundação do Rio de Janeiro, Gilberto Ferrez foi convidado pelo colecionador Raymundo Castro Maya para lançar “Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”, com reproduções de gravuras, pinturas e documentos que narravam a história da cidade. Cinquenta anos depois, a publicação volta a ser editada, numa versão fac-símile, e o making off da produção da obra virou uma exposição, batizada com o nome do livro, em cartaz até dia 26 de julho no Centro Cultural dos Correios. São apresentadas 97 obras das 237 incluídas no volume — que terá parte de sua edição de mil exemplares posta à venda, a R$ 140. Algumas imagens, explica Helena, ficaram de fora por estarem prometidas para outras mostras, enquanto outras não foram localizadas.

— Uma aquarela muito bonita de uma favela, identificada apenas como sendo de Portella, não conseguimos encontrar. Não descobrimos quem era o autor, nem o paradeiro dele — relata.
Na mostra, Debret e Taunay

A exposição tem obras de Marc Ferrez, Debret, Taunay e outros artistas que retrataram o Rio. Há obras originais, como a tela de João Francisco Muzzi (um retrato do incêndio que destruiu o antigo recolhimento de Nossa Senhora do Parto, em 1789), e litografias de G.Engelmann, do início do século XIX, com vistas da entrada da Baía de Guanabara e da Igreja da Glória, além de mapas, correspondências e documentos.

— Papai não só era cuidadoso como também muito organizado. E este livro já nasceu como uma obra de arte. Ele e Raymundo Castro Maya (responsável pela comissão de festejos do IV Centenário) decidiram fazer apenas 1.100 exemplares. Quando começamos a organizar o acervo, percebemos que a história da realização deste livro estava toda guardada e dava uma exposição — conta. — Ele guardou todas as correspondências trocadas com o editor, Marcel Mouillot, e até informações sobre os tipos de papel testados para usar na publicação.

Com cenografia de Daniela Thomas e Felipe Tassara, a mostra revela detalhes do projeto editorial, considerado inovador na época. O livro, editado na França, foi feito com técnicas artesanais.

Livro reúne fotos de bebês debaixo d’água

0

bebe

Eduardo Vanini, no Catavento

Depois de fazer sucesso no mundo inteiro com as séries em que clicou cães e filhotes debaixo d’água, o fotógrafo americano Seth Casteel volta a pipocar na web com um trabalho irresistível: bebês submersos. Assim como as produções anteriores, as fotos foram reunidas em um livro. “Underwater Babies”, inclusive, será lançado no Brasil no segundo semestre deste ano pela editora Intrínseca.

Para produzir o ensaio, ele fotografou 750 bebês e produziu mais de 10 mil imagens, das quais cerca de 70 foram publicadas no livro. Alguns “modelos” ganharam acessórios, como equipamentos de mergulho e até uma cauda de sereia, que deixam o clima ainda mais divertido.

bebe2

bebe3

bebe4

(mais…)

Go to Top