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Posts tagged Fotografias

Uma campanha chocante para denunciar o quão pouco ganham os escritores

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Você pode ficar rico com a literatura? É bem provável que não. Embora as manchetes destaquem escritores que ganham milhões com seus livros, sabemos bem que isso não é o que acontece com a maioria dos autores. De acordo com um estudo britânico recente, apenas um em cada dez escritores conseguem viver apenas do que escrevem. Na verdade, o mesmo estudo conclui que apenas uma elite de 5% de escritores dominam 42,4% de toda a receita gerada pelos livros.

Infelizmente essa realidade é ignorada por parte dos leitores que, de forma contraditória, continuam pirateando PDFs de autores que dizem admirar. Para elucidar essa discrepância, uma associação francesa que representa escritores e ilustradores, lançou uma campanha que nos convida a pensar sobre o caso.

As imagens ilustram a situação econômica dos autores, mostrando o número de livros vendidos necessários para se conseguir comprar coisas básicas do nosso dia a dia.

Confira abaixo:

530 livros para comprar um óculos novo

530 livros para comprar um óculos novo

 

13 livros para comprar um livro de bolso

13 livros para comprar um livro de bolso

 

2.646 para comprar um notebook

2.646 para comprar um notebook

 

2 livros para comprar uma bisnaga

2 livros para comprar uma bisnaga

 

7 livros para comprar um pacote de café

7 livros para comprar um pacote de café

 

4 livros para uma caixa de paracetamol

4 livros para uma caixa de paracetamol

Esta bebê fantasiada de Harry Potter é a coisa mais bonitinha que você vai ver hoje

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Publicado no Brasil Post

A fotógrafa Kayla Glover não pensou duas vezes quando o assunto era decidir o tema do álbum de fotografia de sua filha de apenas três meses, Lorelai Grace.

Fã da saga de Harry Potter desde criança, ela fez uma sessão de fotos inspirada nos livros e filmes e o resultado foi incrível.

Glover, moradora de Illinois, nos Estados Unidos, é fã da saga desde os 10 anos de idade. Ela conta que sempre quis passar para a filha um pouco das histórias de Harry Potter.

“Eu queria ter certeza que incluiria os livros nas fotos porque eles significam muito para mim e re presentam uma parte feliz da minha infância”, disse Glover ao Huffington Post dos EUA.

O álbum não precisou de uma megaprodução, garantiu a fotógrafa. Além dos livros, que ela já tinha, ela usou decoração de Halloween, um cachecol de Gryffindor e um óculos que ela ganhou quando comprou o quinto livro, muitos anos atrás.

Veja abaixo a sessão de fotos que é o sonho de todos os papais que são fãs de Harry Potter:

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O estranho mundo de Ransom Riggs, autor do livro que inspirou novo filme de Tim Burton

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Cena do filme 'O Lar das Crianças Peculiares', de Tim Burton - Divulgação

Cena do filme ‘O Lar das Crianças Peculiares’, de Tim Burton – Divulgação

 

Autor de série best-seller que inspirou filme de Tim Burton usa bizarra coleção de fotos antigas para criar histórias de suas ‘crianças peculiares’

Liv Brandão, em O Globo

Ransom Riggs não pretendia escrever livros. Nem imaginava que essa se tornaria sua principal ocupação, ou que suas obras virariam best-sellers. Formado em Cinema, sonhava que um roteiro seu chegasse à tela grande, é claro. Mas não sabia que, quando isso acontecesse, seria justamente pelas mãos de um de seus ídolos, Tim Burton. Pois o autor da trilogia “O lar da srta. Peregrine para crianças peculiares” (Intrínseca), cujo último volume acaba de ser lançado no Brasil, alcançou tudo isso quase sem querer.

Atualmente, os três volumes da sua série (“O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares”, “Cidade dos etéreos” e “Biblioteca de almas”) estão entre os cinco livros de ficção mais vendidos no país, e nesta quinta-feira chega aos cinemas a adaptação “O lar das crianças peculiares”.

Dirigido por Burton, estrelado por Eva Green, Samuel L. Jackson e Judi Dench, o filme traz o clima meio sombrio, meio fantástico, típico do cineasta (e do autor) (Leia a crítica de ‘O lar das crianças peculiares’). Nos livros (e no longa), todo dia é uma espécie de Dia da Marmota, 3 de setembro de 1940, para o qual o jovem Jacob (encarnado por Asa Butterfield nas telas) volta ao investigar as histórias fantásticas contadas pelo avô, morto recentemente.

— Acho difícil definir esses livros. Eles são romances de fantasia, histórias de aventura, mas também são sobre família e amor. E eles têm elementos de mistério, horror e ficção científica. Mas, no coração dos personagens, eles fazem parte de uma aventura fantástica sobre encontrar sua verdadeira família — diz o escritor, de 37 anos, em entrevista por e-mail.

Essa combinação agradou em cheio o público jovem adulto, um dos principais pilares de sustentação do mercado editorial. Riggs chegou a eles por acaso. Aspirante a roteirista que tentava a sorte escrevendo “roteiros especulativos” para séries — conhecidos em inglês como spec scripts, ou histórias simuladas passadas no mesmo universo e com os mesmos personagens — enquanto tirava uns trocados como jornalista e escritor freelancer, foi questionado por um editor se não tinha um livro na manga para lhe oferecer. A resposta imediata? Não. Mas Riggs encontrou a solução ao olhar seu maior hobby: sua coleção de fotografias antigas.

Uma das fotografias que inspirou os livros de Ransom Riggs - Divulgação

Uma das fotografias que inspirou os livros de Ransom Riggs – Divulgação

 

— Sempre me atraí por fotografias que parecem ter uma história para contar, mas que precisam de ajuda para isso. São fotos misteriosas, que te fazem questionar o que está acontecendo nelas. Detalhes que posso preencher como um contador de histórias — explica Riggs, que usou as imagens para ilustrar seus livros. — Comecei a colecionar essas fotos em uma escala muito pequena, ainda criança, mas ficou sério em 2009 (o primeiro livro da saga foi publicado em 2011). Tenho alguns milhares de fotos, o que é muito pouco em comparação com a maioria dos colecionadores que eu conheço.

ESCRITOS DESDE A INFÂNCIA

As imagens anônimas em preto e branco, com ar de freak show e garimpadas em mercados de pulga, foram ponto crucial para a criação das histórias. Incluindo os “Contos peculiares”, livro também recém-lançado por aqui, que expande o universo de sua trilogia, reunindo as histórias que a senhorita Peregrine lê para seus pupilos na trama original.

— Escrevo desde que era garoto, e sempre sobre pessoas encontrando portas para mundos ocultos. Depois que comecei a colecionar essas fotos “peculiares”, me ocorreu que essa poderia ser uma outra maneira de contar as histórias. As fotos são parte do mistério que o avô de Jacob deixa para trás quando morre, e o neto segue as pistas durante todo o caminho até a ilha das crianças peculiares. Deixei que as fotos determinassem detalhes pelo caminho, um rosto, uma característica…

E esse clima “peculiar” ele leva para tudo na vida. Foi Riggs quem dirigiu o trailer de sua série de livros, e para isso foi à Europa em busca de casas abandonadas. Foi assim que encontrou aquela que serviria de inspiração para a da senhorita Peregrine, onde os personagens vivem: no interior da Bélgica (sua mulher, a escritora Mafi Tahereh, mandou construir uma réplica em miniatura do imóvel). Ao ver o livro pronto, com capa em preto e branco e recheado de imagens sombrias, sua editora nos EUA teve dificuldades de emplacá-lo nas livrarias. Ledo engano: ao todo, sua saga vendeu mais de 1,5 milhão de exemplares lá.

— Amo escrever sobre esse universo, as possibilidades são infinitas. O mundo peculiar é antigo e global e tem uma diversidade incrível, e ainda coexiste em segredo com nosso próprio mundo, então consigo deixar um pé na realidade e comentar isso também. É muito divertido — comemora Riggs, que rechaça a tese de que seus livros seriam muito obscuros para o público alvo. — Acho que os jovens são muito mais capazes de lidar com a escuridão do que a gente pensa. Quando eu tinha 12 anos, não me cansava de ler Stephen King, e isso não entortou minha cabeça tanto assim!

O que o deixou maluco foi a possibilidade de enfim ver uma obra sua ganhando as telas do cinema, meio com o qual sempre quis trabalhar. Ainda mais com um diretor do qual é fã “desde os 15 anos”.

— Tim colocou todo seu coração e sua imaginação gigante nisso, e o resultado me empolgou — conta o autor, que se envolveu no processo. — Participei da fase de roteirização e visitei o set várias vezes. Eu sabia que Tim estava honrando o espírito do meu livro e não precisaria de muita ajuda. Sou o autor mais sortudo do planeta.

A triste história de como a biblioteca mais espetacular dos EUA acabou convertida num parque de estacionamento (fotos)

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Publicado no Idealista

A velha biblioteca pública de Cincinnati (EUA) poderia ter servido de inspiração a filmes como Harry Potter. As estantes verticais com capacidade para 300.000 livros, as escadas de caracol, os solos de mármore e os seus altíssimos tetos fizeram dela durante 85 anos um lugar único, mítico. Entrar ali era como passar para outro mundo. Um mundo iluminado por um impressionante teto envidraçado, que inundava de luz o salão principal.

Sempre vigiada pelos bustos de William Shakespeare, John Milton e Benjamín Franklin, que ladeavam o acesso através da porta principal, este monumento à literatura foi demolido em 1955 pelas obrigações do progresso. No seu lugar construíram um parque de estacionamento e um edifício de oficinas.

Erguido em 1874, o edifício estava destinado a albergar a ópera de Cincinnati, mas o projeto ficou sem fundos e as autoridades locais decidiram que o melhor era reconvertê-lo em biblioteca. “A mais espetacular dos EUA”, segundo reclamava a imprensa da época.

Apesar da sua extrema beleza, a velha biblioteca pública estava destinada à partida. Durante pelo menos 30 anos, tentou-se fechar o projeto de construção de um novo edifício, mas devido a problemas legais e financeiros, além da enorme inflação após à guerra mundial, permitiram ganhar algum tempo.

Mas acabou, finalmente, por fechar as portas na primavera de 1955. A sua coleção de 1,5 milhões de livros foram transladados para um novo lugar. O edifício foi demolido em apenas umas semanas e, o mais curioso, não houve sequer um protesto. A ninguém lhe pareceu um crime acabar com a biblioteca mais espetacular dos EUA.

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Fotógrafo lança livro com série de retratos íntimos e expressivos de animais domésticos

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Publicado no Hypeness

O fotógrafo britânico Robert Bahou cresceu numa casa onde os animais transitavam livremente. Gatos, cachorros e até mesmo cavalos marcaram sua infância e fizeram com que seu olhar pudesse captar, no futuro, a “Alma Animal”.

Animal Soul é o primeiro livro de fotografias do artista, financiado via Kickstarter. Para compor a publicação, Robert contou que fez uma cuidadosa curadoria dos animais, a fim de captá-los de perto; e acrescenta que os animais têm uma relação diferente da nossa ao serem fotografados: “Eles não se ajustam, não escolhem seu melhor lado, já têm o rosto preparado e não escondem nada. O que nos resta é um momento verdadeiramente honesto entre eles e a câmera”.

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Todas as fotos © Robert Bahou

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