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As 15 melhores cidades para estudar no mundo; Paris no topo

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Cidade Luz no topo

Franck Fife/AFP

Franck Fife/AFP

Camila Pati, na Revista Exame

São Paulo – Pela terceira vez seguida, Paris é considerada a melhor cidade para estudantes no mundo inteiro, segundo ranking da Quacquarelli Symonds (QS), consultoria britânica especializada em ensino superior.

Para classificar os destinos mais atraentes para estudantes, a QS avalia a qualidade das universidades de uma cidade, bem como a qualidade de vida que ela proporciona aos seus habitantes, além da acessibilidade em termos econômicos. Ao todo, são 18 critérios, segundo a equipe da QS.

A lista leva em conta a classificação das universidades de cada uma das cidades avaliadas no QS World University Rankings, um dos mais respeitados do mundo, que ranqueia centenas de instituições de ensino superior nos quatro cantos do planeta.

Vale destacar que só as cidades com mais de 250 mil habitantes e com ao menos duas universidades incluídas no World University Rankings são avaliadas. De acordo com a QS, 116 cidades entraram no páreo, e o ranking completo tem as 50 melhores.

Confira nas fotos, quais são as 15 cidades mais bem posicionadas, e a melhor universidade de cada uma delas:

1. Paris, França

Creative Commons

Creative Commons

Cidade: Paris
Pontuação: 412
Posição no ranking 2015: 1º
Posição no ranking 2014: 1º
Número de universidades no ranking da QS: 17
Melhor universidade no ranking: École normale supérieure ENS Paris – 17º melhor do mundo

2. Melbourne, Austrália

Creative Commons/ Rene Cunningham

Creative Commons/ Rene Cunningham

Cidade: Melbourne
Pontuação: 397
Posição no ranking 2015: 2
Posição no ranking 2014: 5
Número de universidades no ranking da QS: 7
Melhor universidade no ranking: University of Melbourne – 33ª melhor do mundo

3.Londres, Inglaterra

Mark Ahsmann/Wikimedia Commons

Mark Ahsmann/Wikimedia Commons

Cidade: Londres
Pontuação: 392
Posição no ranking 2015: 3
Posição no ranking 2014: 2
Número de universidades no ranking da QS: 18
Melhor universidade no ranking: Imperial College London – 2ª melhor do mundo

4. Sydney, Austrália

Wikimedia Commons

Wikimedia Commons

Cidade: Sydney
Pontuação: 388
Posição no ranking 2015: 4
Posição no ranking 2014: 4
Número de universidades no ranking da QS: 5
Melhor universidade no ranking: The University of Sydney – 37º melhor do mundo

5. Hong Kong

Sanfamedia / Flickr Commons

Sanfamedia / Flickr Commons

Cidade: Hong Kong
Pontuação: 387
Posição no ranking 2015: 5
Posição no ranking 2014: 7
Número de universidades no ranking da QS: 7
Melhor universidade no ranking: University of Hong Kong – 28ª melhor do mundo

6. Boston, Estados Unidos

Wikimedia

Wikimedia

Cidade: Boston
Pontuação: 386
Posição no ranking 2015: 6
Posição no ranking 2014: 8
Número de universidades no ranking da QS: 7
Melhor universidade no ranking: Massachusetts Institute of Technology (MIT) – a 1ª do mundo

7. Tóquio, Japão

Tomohiro Ohsumi/Bloomberg

Tomohiro Ohsumi/Bloomberg

Cidade: Tóquio
Pontuação: 385
Posição no ranking 2015: 7
Posição no ranking 2014: 17
Número de universidades no ranking da QS: 12
Melhor universidade no ranking: University of Tokyo – a 31ª melhor do mundo

8. Montreal, Canadá

Divulgação/ Flickr Ville de Montréal/ Denis Labine

Divulgação/ Flickr Ville de Montréal/ Denis Labine

Cidade: Montreal
Pontuação: 380
Posição no ranking 2015: 8
Posição no ranking 2014: 9
Número de universidades no ranking da QS: 3
Melhor universidade no ranking: McGill University – 21ª melhor do mundo

9. Toronto, Canadá

Alberto E. Rodriguez/Getty Images

Alberto E. Rodriguez/Getty Images

Cidade: Toronto
Pontuação: 375
Posição no ranking 2015: 9
Posição no ranking 2014: 13
Número de universidades no ranking da QS: 3
Melhor universidade no ranking: University of Toronto – a 20ª melhor do mundo

10. Seoul, Coreia do Sul

Wikimedia Commons

Wikimedia Commons

Cidade: Seoul
Pontuação: 372
Posição no ranking 2015: 10
Posição no ranking 2014: 14
Número de universidades no ranking da QS: 14
Melhor universidade no ranking: Seoul National University – a 31ª melhor do mundo

11. Zurique, Suíça

Mike Hewitt/Getty Images

Mike Hewitt/Getty Images

Cidade: Zurique
Pontuação: 370
Posição no ranking 2015: 11
Posição no ranking 2014: 11
Número de universidades no ranking da QS: 2
Melhor universidade no ranking: ETH Zurich – 12ª melhor do mundo

12. Vancouver, Canadá

Bruce Bennett/Getty Images

Bruce Bennett/Getty Images

Cidade: Vancouver
Pontuação: 364
Posição no ranking 2015: 12
Posição no ranking 2014: 21
Número de universidades no ranking da QS: 2
Melhor universidade no ranking: University of British Columbia – a 43ª melhor do mundo

13. São Francisco, Estados Unidos

Getty Images

Getty Images

Cidade: São Francisco
Pontuação: 360
Posição no ranking 2015: 13
Posição no ranking 2014: 12
Número de universidades no ranking da QS: 4
Melhor universidade no ranking: Stanford University- a 7ª melhor do mundo

14. Munique, Alemanha

Wikimedia Commons

Wikimedia Commons

Cidade: Munique
Pontuação: 359
Posição no ranking 2015: 14
Posição no ranking 2014: 10
Número de universidades no ranking da QS: 2
Melhor universidade no ranking: Ludwig-Maximilians-Universität München – a 53ª melhor do mundo

15. Cingapura

JeCCo/Creative Commons

JeCCo/Creative Commons

Cidade: Cingapura
Pontuação: 357
Posição no ranking 2015: 15
Posição no ranking 2014: 3
Número de universidades no ranking da QS: 3
Melhor universidade no ranking: National University of Singapore – a 22ª melhor do mundo

Agora veja as melhores universidades do Brasil no ranking da consultoria QS

Marcos Santos/USP Imagens

Marcos Santos/USP Imagens

Brasileiros ganham espaço no mercado francês de quadrinhos

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Paulo Ramos, na Folha de S.Paulo

A obra “Estórias Gerais” foi rebatizada de “Le Brigand du Sertão”. “Morro da Favela” se tornou “Photo de la Favela”. “Cachalot” perdeu o “e” final. Já o título de “Copacabana” foi mantido na versão editada na França, país onde os quadrinhos brasileiros estão sendo publicados.

Mercado editorial de difícil penetração para os quadrinhos, a França agora considera e publica trabalhos de artistas nacionais.

“Copacabana”, que começou a ser vendido por lá em setembro, é o mais recente trabalho brasileiro a engrossar as estatísticas do mercado francês de quadrinhos.

Capa da edição francesa da HQ brasileira 'Le Brigand du Sertão', de Wellington Srbek e Flavio Colin

Capa da edição francesa da HQ brasileira ‘Le Brigand du Sertão’, de Wellington Srbek e Flavio Colin. Divulgação

Lançada no Brasil em 2009 pela Desiderata e ambientada no Rio de Janeiro, a obra mostra fragmentos da vida de prostitutas e de figuras urbanas de Copacabana. Os desenhos são de Odyr Bernardi e o roteiro é do gaúcho S. Lobo, 44, responsável pelo contato com a editora francesa, intermediado por uma conhecida.

Na leitura de Lobo, a produção brasileira alcançou um nível de qualidade internacional. A inserção no mercado europeu seria uma consequência disso. Mas o fato de a história ser ambientada no bairro carioca com maior apelo turístico fora do país teria ajudado a fechar o negócio.

“Tenho certeza de que isso foi decisivo. Pensei muito nisso antes de dar nome ao álbum, queria um título que melhorasse as possibilidades dele no exterior”, diz. “Mas me parece que o mercado francês se interessa por temas sociais, o que ajudou.”

A publicação de “Morro da Favela”, de André Diniz, 39, ajuda a comprovar a tese. Ambientado numa favela carioca, o livro é uma biografia do fotógrafo Maurício Hora. Publicado no Brasil em 2011, ganhou versão francesa há dois anos.

Hoje, Diniz tem apalavrada outra publicação no país: uma versão em quadrinhos de “O Idiota”, de Fiódor Dostoiévski (1821-1881).

“A França é o oposto dos EUA”, diz o quadrinista. “Os franceses estão realmente interessados pelo que se faz e pelo que se vive fora do país.” Poucos meses depois de “Photo de la Favela”, a editora Cambourakis publicou “Cachalote”, da dupla Daniel Galera e Rafael Coutinho.

No primeiro semestre deste ano, chegou ao mercado francês a tradução de “Estórias Gerais”, roteirizado pelo mineiro Wellington Srbek, 39, com arte de Flavio Colin (1930-2002). A história retrata o conflito entre grupos rivais de jagunços no sertão brasileiro.

Livros físicos podem ter preços congelados no Brasil por causa da Amazon

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Imagem: Google

Imagem: Google

Nilton Kleina, no Tecmundo

A venda de livros físicos pela Amazon no Brasil, iniciada na última quinta-feira (21), pode desencadear uma verdadeira guerra no comércio nacional de livros. Segundo o site PublishNews, grupos do setor editorial não descartam pedir o congelamento dos preços para evitar que a mais nova concorrente receba muito destaque por conta de descontos e promoções.

Uma reunião entre CBL (Câmara Brasileira do Livro), Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), Libre (Liga Brasileira de Editoras) e ANL (Associação Nacional de Livrarias) teria acontecido na semana passada, durante a Bienal do Livro de São Paulo, para analisar a situação e buscar um consenso.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, uma carta será produzida e entregue aos candidatos à Presidência do país contendo propostas de regulamentação do mercado. Elas incluiriam incentivo a pequenos e médios editores e publicadores, melhorias na distribuição de produtos e a tão polêmica medida para fixar preços — algo que ainda não é unânime nem mesmo entre os tais órgãos, mas é defendido por uma boa parcela.

Essa medida impediria descontos, especialmente em lançamentos, e fixaria um preço por tempo limitado para obras. Ainda assim, ela talvez não vire uma realidade, já que nem foi formalizada porque não são todas as entidades que concordam com a proposta.

A França já adota essa fórmula e outros países criticam duramente a Amazon por conta da prática “predatória” de descontos considerados abusivos ou muito abaixo da taxa de mercado e frete grátis, entre outros exemplos.

Trezentos livros de Júlio Verne leiloados por 277 mil euros

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Foto: Félix Nadar, en.wikipedia.org

Foto: Félix Nadar, en.wikipedia.org

Cerca de trezentos volumes das “Viagens Extraordinárias” de Júlio Verne foram leiloados esta quinta-feira na França por 277 mil euros, notificou a casa de leilões parisiense Artcurial.

 

Publicado na Voz da Rússia

Trata-se de livros impressos durante a vida do escritor pelo editor seu amigo Pierre-Jule Hetzel. Este ano, a França comemora o 200º aniversário do nascimento de Hetzel, pioneiro na ediçao de livros ilustrados, destinados para todos os leitores.

Vários lotes foram leiloados por preços que superaram significativamente a estimativa inicial. Assim, um exemplar de “A Ilha Misteriosa” foi vendido por 14,5 mil euros, enquanto seu valor inicial era de 1,5-1,8 mil euros. O romance “Hector Servadac” com uma capa rara atingiu um valor ainda maior – o livro foi comprado por 17,7 mil euros.

O lucro total obtido com o leilão superou duas vezes as expectativas dos organizadores do evento. Além disso, foram leiloados 96% dos lotes.

 

‘Brincadeira do desmaio’ alarma pais e escolas no RJ

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Aluno do colégio Liceu Franco-Brasileiro, em Laranjeiras, bateu a cabeça e sofreu escoriações após perder consciência

No YouTube, proliferam vídeos em que crianças e adolescentes usam métodos diferentes para desmaiar

A fachada do Liceu Franco-Brasileiro, que registrou um caso de desmaio em que um aluno bateu com a cabeça e sofreu escoriações (foto: Marcelo Piu)

A fachada do Liceu Franco-Brasileiro, que registrou um caso de desmaio em que um aluno bateu com a cabeça e sofreu escoriações (foto: Marcelo Piu)

Mariana Cohen, em O Globo

Um jogo perigoso está ganhando popularidade nas escolas do Rio com a divulgação de vídeos na internet. A “brincadeira (ou jogo) do desmaio” consiste em provocar a perda da consciência por meio de asfixia, o que pode ser feito com estrangulamento ou pressão no peito — “método” mais utilizado nos colégios —, sempre com a ajuda de outros colegas. No Rio, um episódio ocorrido no Liceu Franco-Brasileiro fez o colégio distribuir, esta semana, um folheto que alerta os alunos sobre o perigo da prática. Entre as possíveis consequências, segundo médicos, estão hematomas, parada cardíaca, lesões cerebrais, coma e até a morte.

Mês passado, na escola do bairro carioca das Laranjeiras, um aluno do 1º ano do ensino médio desmaiou em pleno pátio, na hora do recreio, durante a o jogo. Ainda tonto, ao tentar se levantar ele bateu com a cabeça num banco, sofrendo escoriações. O estudante de 14 anos foi encaminhado para casa, e seus pais foram chamados à coordenação. Ele e mais três alunos que participavam da “brincadeira” foram suspensos por um dia.

— Eu não sabia o que estava fazendo. Como outros meninos estavam brincando, resolvi tentar. Mas, quando fiquei tonto e percebi que ia apagar, me dei conta de que foi uma péssima ideia — afirma o garoto.

Alguns alunos relataram ter visto “sangue e convulsões”, mas, segundo o estudante, o desmaio durou poucos segundos:

— Acordei sem me lembrar de nada. Detestei a sensação. Sei que poderia ter acontecido algo grave. Pelo menos eu aprendi.

De acordo com ele, outros alunos já haviam tentado desmaiar antes no colégio, sem sucesso.

— É uma brincadeira estúpida, e, depois do que aconteceu, ninguém quis fazer mais — comentou uma das alunas do primeiro ano que testemunharam o incidente.

A decisão de suspender os alunos, segundo o coordenador pedagógico do Liceu Franco-Brasileiro, foi tomada como uma forma de reprimir o comportamento de risco.

— Não podemos de forma alguma estimular brincadeiras que comprometam a integridade física e psicológica dos alunos — ressaltou Luciano Moraes, coordenador pedagógico no Liceu. — Também nos reunimos com os pais e professores para alertá-los. Eles devem ficar atentos.

Psicólogos relatam ‘muitos casos’

O colégio ainda promoverá, na segunda-feira, uma palestra para os alunos sobre os benefícios e os riscos do conteúdo disponível na internet. A ideia de tentar o “jogo” surgiu depois que alguns deles assistiram a demonstrações em sites de compartilhamento de vídeos.

— Nem sempre os adolescentes sabem avaliar o perigo do que veem. Por isso é importante que os pais monitorem a navegação deles pela web, por mais que não gostem, e também conversem sobre os riscos — alertou Moraes.

Cardiologista do hospital Pró-Cardíaco, no Rio, Claudio Tinoco explica que as consequências da “brincadeira” podem ser graves, principalmente se o aluno tiver um problema cardíaco desconhecido.

— A brincadeira causa queda de pressão, falta de oxigenação no sangue e a síncope, conhecida como desmaio. A falta de oxigenação pode levar a uma parada cardíaca ou a uma lesão no cérebro, com sequelas permanentes. A área da memória é a primeira a ser danificada, mas o adolescente pode ainda ter parte da visão afetada. Em casos mais sérios, pode haver coma e morte cerebral — explica Tinoco. — É uma prática muito arriscada que eu não recomendo de forma alguma.

Muitos jovens têm relatado experiências com a brincadeira mortal em seu consultório, afirma o psiquiatra Fábio Barbirato, especialista em transtornos na infância e adolescência da Santa Casa da Misericórdia do Rio.

— Um menino precisou ir para o hospital recentemente porque perdeu a consciência. Os colegas não conseguiram acordá-lo — relata Barbirato, que atribui a brincadeira a duas razões. — É uma espécie de demonstração de força típica dessa fase de formação de grupo, quando os jovens fazem de tudo para serem aceitos pelos outros, expondo-se a consequências graves. Por outro lado, há relatos de que a asfixia dá uma sensação de euforia e prazer, mas não existe nenhuma comprovação médica disso.

A psicóloga Fernanda Reis, especialista no tratamento de crianças e adolescentes, é outra a ter ouvido relatos da prática no seu consultório.

— Os adolescentes buscam se destacar por meio desses desafios. Mas há riscos com os quais eles não têm capacidade para lidar. O que você vai fazer se o seu amigo tiver uma parada cardíaca ou entrar em coma? — questiona.

Mortes nos EUA e na França

Fora do Brasil, o “jogo do desmaio” já deu origem a manchetes trágicas. Na França, as terríveis consequências da prática levaram à criação de uma associação de pais de vítimas desse jogo de estrangulamento, a Apeas. Segundo a organização, dez mortes são registradas anualmente, em média, no país europeu desde 2000 devido à perigosa prática.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), pelo menos 82 crianças e adolescentes com idades entre 9 e 16 anos morreram no país por causa da brincadeira, entre 1995 e 2007. Como as mortes geralmente são registradas como suicídio, pois acontecem mais comumente quando os adolescentes se arriscam sozinhos, é difícil computar números. Mas um caso famoso deu mais visibilidade ao problema. Em 2006, o campeão mundial de surfe Shaun Tomson perdeu o filho, Matthew, enquanto o menino de 15 anos brincava do “jogo do desmaio”. O surfista sul-africano escreveu um livro, “The code” (O código), direcionado a adolescentes, em que pede aos jovens para pensarem duas vezes antes de correr esse risco. A esperança é que relatos com o seu consigam influenciar mais os jovens do que os muitos vídeos com cenas de simulação de estrangulamento espalhadas pela internet.

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