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Posts tagged francês

Concurso Cultural Literário (114)

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VEJA UM TRECHO

Objetos cotidianos ganham vida e personalidade em Nova York nas mãos de artista francês

Um Batman feito de dobradiça enfrenta um ralador de queijo criminoso que atira pregos. Um Homem-Aranha de espátula de cozinha anda pelo metrô. Um Super-Homem de fole sobrevoa a cidade, enquanto King Kong com braços de chave de boca luta contra um pulverizador de inseticida que sobrevoa um arranha-céu, como ocorre no clássico do cinema. Essas e muitas outras cenas inusitadas acontecem nas ruas de Nova York em As pequenas coisas em Nova York.

Com muita criatividade, o ilustrador e escultor francês Gilbert Legrand dá vida e personalidade a objetos do cotidiano, como torneiras, trinchas, pincéis, utensílios de jardinagem e muito mais, transformando-os em simpáticos personagens, ambientados em diferentes situações e cenários desenhados a lápis que revelam a cultura e arquitetura da cidade.

Vamos sortear 2 exemplares de “As pequenas coisas em Nova York“, lançamento da Autêntica. #luxosó

Para concorrer, crie uma frase com as palavras Arte + Nova York. Se participar via Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

Aproveite a oportunidade para curtir as páginas dos envolvidos nesta edição:

O resultado será divulgado dia 22/1 neste post.

Boa sorte! :-)

***

Parabéns: Giovana OliveiraLetícia Alencar.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Site francês usa foto de mulheres de biquíni ao noticiar participação brasileira em evento literário

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Uma das revistas mais importantes da França, ‘Le nouvel observateur’ falou sobre os escritores convidados ao Salão do Livro de Paris

Site francês usa foto de mulheres de biquini ao noticiar participação brasileira no Salão do Livro de Paris - Reprodução

Site francês usa foto de mulheres de biquíni ao noticiar participação brasileira no Salão do Livro de Paris – Reprodução

Bolívar Torres, em O Globo

A lista dos 48 autores que representarão o Brasil no Salão do Livro de Paris, que acontece entre 20 e 23 de março de 2015, acaba de ser anunciada. E a polêmica já começou — não por causa dos nomes escolhidos, mas sim por causa de uma matéria publicada no site da revista francesa “Le nouvel observateur”, uma das mais importantes do país. Ao noticiar os escritores convidados do Brasil, país homenageado no evento, o semanário usou a foto de três mulheres de biquíni, na praia, em poses sensuais. Uma imagem que pouco diz sobre literatura — e que ainda reforça clichês sobre a imagem do Brasil.

Na legenda da foto, o site informa que se trata de “Torcedoras brasileiras, na última copa do mundo”. Mas uma simples busca no Google mostra que as modelos na foto sequer são brasileiras, e sim dançarinas inglesas que posaram num ensaio temático sobre o Brasil. Ironicamente, a matéria também destaca que a seleção de autores tem como objetivo “refletir a riqueza da produção intelectual contemporânea” do país. Nas redes sociais, editora e tradutora francesa Paula Anacaona, que publica alguns dos autores convidados na França, repudia a reportagem.

“Olhem o que uma revista francesa colocou para ilustrar o artigo sobre o convite do Brasil no Salon du Livre… Desesperador, né??”, escreveu em seu perfil no Facebook.

— Quando vi essa foto, pensei que era uma brincadeira. Mas não, o jornalista não fez uma brincadeira — diz Paula, em entrevista por email. — Ele quis ilustrar o seu artigo sobre o Brasil e a Feira do livro e pensou nisso: praia, biquíni… É justamente contra esse tipo de preconceito que eu batalho todo dia aqui, com minha editora especializada no Brasil. Na cabeça do francês, o Brasil não é um pais literário. Por mais que você tente, por mais dinheiro você gaste, parece que os franceses não querem deixar de lado esse estereótipo. Sou uma otimista, tenho fé que um dia isso mude, mas às vezes dá vontade de chorar de desespero.

Ela ironiza:

— Será que vou pedir para meus autores, quando chegarem em Paris, vestirem um biquíni nas palestras?

Para a escritora Carola Saavedra, uma das convidadas do evento, “não há como não comentar a foto”.

— É como se, ao anunciar a França como país convidado para um evento literário no Brasil, utilizássemos fotos de dançarinas de cancan — diz.

Outra representante brasileira, Tatiana Salem Levy definiu a matéria como “triste”.

— Significa que teremos trabalho pela frente, lá no salão mesmo, para ver se um dia conseguimos mudar esse clichê do Brasil — opina. — É sempre assim, onde há Brasil, há mulher de biquini e futebol. Por isso, é tão importante investirmos na exportação da literatura, do cinema, do teatro, das artes plásticas. Assim, com o tempo, pode ser que isso mude e em vez de fotos de mulheres de biquíni vejamos fotos de escritores.

‘Brasil precisa taxar ricos para investir no ensino público’, diz Piketty

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Para crítico-sensação do capitalismo, políticas para combater desigualdade são essenciais para impulsionar crescimento do país

Para crítico-sensação do capitalismo, políticas para combater desigualdade são essenciais para impulsionar crescimento do país

Ruth Costas, na BBC Brasil

 

Para o economista francês Thomas Piketty, o Brasil precisa ampliar os impostos sobre os ricos para ter mais recursos para investir em educação pública – e, com isso, avançar no combate à desigualdade.

Crítico-sensação do capitalismo, Piketty é autor do polêmico best-seller O Capital no Século XXI (Editora Intrínseca) em que defende, a partir da análise de dados inéditos de 20 países, que a desigualdade de renda estaria voltando a aumentar no mundo após décadas em queda.

Ele diz que o próximo passo de seu projeto é estudar países emergentes, entre eles o Brasil, e defende que a desigualdade é um dos fatores que inibe o crescimento brasileiro.

“Se o Brasil quiser crescer no século 21 precisa garantir que amplos grupos da população tenham acesso a educação de qualidade, qualificação e trabalhos que pagam bem”, diz.

Em visita ao país, para promover a versão em português do livro, Piketty concedeu a seguinte entrevista à BBC Brasil de um hotel de luxo no centro de São Paulo.

 

BBC Brasil: Como o Brasil pode reduzir seus níveis de desigualdade?

Piketty: Há uma série de políticas que contribuem para isso. Investir em educação e em instituições sociais, (implementar) um sistema de impostos progressivo, em que os ricos pagam mais que os pobres, (criar) boas políticas para o mercado de trabalho e aumentar o salário mínimo – algo que no Brasil foi importante nos últimos 10, 15 anos. Todas essas políticas são complementares. Não dá para escolher.

Se você só aumenta o salário mínimo, mas não aumenta a qualificação do trabalhador e sua produtividade terá problemas para sustentar isso com o tempo. O investimento em educação – e em especial na educação pública – é absolutamente essencial para se reduzir a desigualdade. E a taxação progressiva de rendas altas e grandes heranças pode ser uma forma de obter recursos para investir no sistema de educação pública.

É claro que é mais fácil taxar os pobres que os ricos. Talvez por isso em muitos países você tenha esse monte de impostos indiretos – como é o caso do Brasil. Mas provavelmente, a falta de progressividade no sistema de impostos é uma das razões pelas quais a desigualdade é tão grande no Brasil.

BBC Brasil: Como assim?

Piketty: A alíquota máxima do imposto de renda – algo em torno de 27%, 30% – é pequena para padrões internacionais. E é aplicada a partir de salários muito baixos. Seria possível ter impostos mais altos para quem ganha R$500 mil, R$1 milhão, R$5 milhões e por aí vai.

Os impostos sobre herança também são particularmente baixos para padrões internacionais e históricos. Se não me engano, aqui é de 4%. Nos EUA, por exemplo, esse imposto pode chegar a 40% para as maiores heranças. Na Alemanha, Grã-Bretanha e França também.

BBC Brasil: Mas a França aumentou a taxação sobre os ricos e há notícias de que alguns milionários teriam mudado de país. Esse risco não existe?

Piketty: Você não vê notícias de que esses países que têm imposto sobre herança de 40% tenham de reduzir suas taxas para o patamar brasileiro, de 4%, para reter milionários. Acho que é perfeitamente possível para o Brasil ter níveis mais altos (de imposto sobre os ricos) sem ter uma fuga massiva de capitais.

No caso da França, eu acho que de fato houve um aumento excessivo dos impostos nos últimos anos. Não tanto para os ricos, mas para a população no geral. O objetivo era reduzir o déficit público mas (a estratégia) foi um desastre. No fim, matou (as perspectivas de) o crescimento, o que dificultou a redução do déficit.

BBC Brasil: Enquanto a Europa acaba de anunciar um pacote de estímulos para reativar a economia de alguns países, no Brasil o governo anunciou o fim dos incentivos e cortes de gastos. Quem vai na direção certa? E quais os riscos a serem evitados no caso brasileiro?

Piketty: Não acredito que o governo brasileiro vá reduzir tanto os gastos totais do governo, nem que essa seria uma boa decisão. Talvez seja bom reformar os gastos e o sistema de impostos – e torná-los mais transparentes. Também fortalecer gastos sociais e reduzir outros gastos que não são tão eficientes. Mas não estou certo de que seria uma decisão inteligente reduzir de forma mais significativa o nível geral de gastos do governo com esse nível de crescimento. Se você tem uma recessão ou quase estagnação, austeridade não é uma boa forma de lidar com isso. E tanto no Brasil como na Europa a prioridade agora é voltar a crescer.

BBC Brasil: Se o Brasil já está conseguindo reduzir a pobreza, por que precisa se importar também com a desigualdade?

Piketty: Porque poderia ter uma redução ainda maior da pobreza e um crescimento maior da economia se tivesse menos desigualdade. É tudo uma questão de grau. Concordo que precisamos de um pouco de desigualdade para continuar crescendo. O problema é quando a desigualdade atinge níveis extremos, muito altos. Aí deixa de ser útil para o crescimento. Passa a se perpetuar por gerações, afeta a questão da mobilidade social. Os níveis de desigualdade no Brasil estão entre os maiores do mundo. Se o Brasil quiser crescer no século 21 precisa garantir que amplos grupos da população tenham acesso à educação de qualidade, qualificação e trabalhos que pagam bem. Para isso é necessário muito investimento social inclusivo.

BBC Brasil: Que tipo de programas sociais são efetivos? No Brasil, apesar de diversos grupos políticos abraçarem o Bolsa Família, por exemplo, o programa ainda causa polêmica. Os críticos dizem que é assistencialista ou populista …

Piketty: A aceitação das transferências para os pobres é um problema em vários países. No Brasil, como em outros países, precisamos abordar a questão das políticas sociais de forma equilibrada. O Bolsa Família e a transferência de recursos para os pobres são importantes. Mas mais investimentos em educação, também. Na realidade, o aumento do salário mínimo tem sido até mais eficiente em reduzir a pobreza que o Bolsa Família. A taxação progressiva também é crucial. Como disse, precisamos de todas essas políticas.

 

Piketty defende Estado mais eficiente para investir em educação e serviços públicos

Piketty defende Estado mais eficiente para investir em educação e serviços públicos

BBC Brasil: Não é possível reduzir a desigualdade com um Estado menos inflado?

Piketty: Acho que precisamos de um Estado eficiente para investir em educação e serviços públicos. Não há exemplos no mundo de um país que tenha se desenvolvido com um nível de imposto de 10% ou 20% do PIB. Também sou cético sobre aqueles que dizem que a filantropia privada vai substituir o governo no futuro e que não precisamos (mais…)

Criado em lixões, mendigo entra na melhor universidade do mundo

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Ex-mendigo que foi criado em lixões e aterros sanitários conquista vaga em Harvard. Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli e lingala

Justus viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo (Pragmatismo/The New York Times)

Justus viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo (Pragmatismo/The New York Times)

Publicado por Pragmatismo Político

Durante boa parte da sua infância, Justus Uwayesu, viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo. “Não havia chuveiro, e eu não tomava banho”, contou. Ele já chegou a ficar um ano sem tomar banho. As informações são do The New York Times.

Justus nasceu na zona rural do leste de Ruanda e quando tinha 3 anos perdeu seus pais, vítimas de um combate motivado por questões políticas, onde mais de 800.00 pessoas morreram em apenas 100 dias. A Cruz Vermelha conseguiu resgatar um irmão e duas irmãs.

Um casal começou a cuidar das crianças, mas a quantidade de órfãos na região foi crescendo e a família abandonou os quatro.”Foi um momento muito escuro, porque eu não podia ver um futuro. Eu não podia ver como a vida poderia ser melhor ou como eu poderia sair daquela situação de vida”, contou.

Certo dia, a criança viu sua vida mudar completamente. Clare Effiong, fundadora de uma ONG em New Rochelle, Nova York, decidiu no ano 2000, através de viagens pelo país, conhecer histórias de vida para ajudar crianças que se encontravam pelo mundo. Ao encontrar com Justus, perguntou qual seria seu maior desejo. “Eu quero muito ir para a escola”, contou.

Após completar seus estudos, ele conseguiu muito mais. Hoje, Justus Uwayesu, faz parte da maior universidade do mundo, Harvard. Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli (uma das línguas oficiais do Quénia) e lingala (idioma materno na região noroeste da República Democrática do Congo).

Ele começou a estudar e conseguiu vaga em uma escola especializada em ciência. Durante os estudos, trabalhou na caridade e abriu uma escola de culinária para garotas, no campus do próprio orfanato. Em Harvad ele estudou através de uma bolsa integral, matemática, economia e direitos humanos. Atualmente, ele diz ter 22 anos (ainda não se sabe a data exata do seu aniversário) e faz parte de 1.667 alunos da sua área.

dica da Luciana Leitão

Escritor francês Patrick Modiano vence Nobel de Literatura 2014

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Anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (9) em Estocolmo, na Suécia.
Segundo a academia, ele ‘evoca os destinos humanos mais inapreensíveis’.

Livros do escritor francês Patrick Modiano são disputados em uma livraria em Estocolmo, na Suécia, minutos após anúncio do Nobel de Literatura (Foto: REUTERS/Henrik Montgomery/TT News Agency)

Livros do escritor francês Patrick Modiano são disputados em uma livraria em Estocolmo, na Suécia, minutos após anúncio do Nobel de Literatura (Foto: REUTERS/Henrik Montgomery/TT News Agency)

Publicado no G1

O escritor francês Patrick Modiano, de 69 anos, foi anunciado na manhã desta quinta-feira (9) vencedor do Nobel de Literatura 2014. A escolha foi divulgada em um evento na cidade de Estocolmo, na Suécia. Além do título, o escritor ganha 8 milhões de coroas suecas (R$ 2,66 milhões).

Segundo o comitê da premiação, Mondiano foi escolhido por conta “da arte da memória com a qual evocou os destinos humanos mais inapreensíveis e jogou luz sobre a vida durante a ocupação”.

O escritor francês Patrick Modiano em foto de 2003 (Foto: AFP PHOTO/MARTIN BUREAU)

O escritor francês Patrick Modiano em foto de 2003
(Foto: AFP PHOTO/MARTIN BUREAU)

A Academia Sueca, que atribui o Nobel, se referia à ocupação alemã na França durante a Segunda Guerra Mundial. As obras de Modiano são centradas em temas como a memória, o esquecimento, a identidade e o sentimento de culpa. Sobre os contos do autor, o perfil destaca que “são construídos sobre uma base autobiográfica” e que jornais e entrevistas servem como ponto de partida. A cidade de Paris é cenário recorrente em seus romances, quase um personagem.

Mondiano é o 11º autor nascido na França a ser premiado. O mais recente foi Jean-Marie Gustave Le Clézio, em 2008. Antes do anúncio, eram apontados como favoritos nomes como o queniano Ngugi wa Thiong’o, o japonês Haruki Murakami e a bielorrussa Svetlana Aleksijevitj.

Peter Englund, secretário permanente da Academia sueca, afirmou que Modiano é um nome bem conhecido na França, mas não em todos os lugares. Disse que seu livro mais famoso é “Uma rua de Roma”, que conta a história de um detetive que perde a memória. “Você pode ler facilmente um de seus livros à tarde, ir jantar, e ler outro livro à noite”.

A Academia ainda não conseguiu entrar em contato com o autor.

Em 2013, a vencedora do Nobel de Literatura foi a canadense Alice Munro. Ela foi a 13ª mulher a ganhar o prêmio e também foi a primeira vez, em 112 anos, que a Academia premiou um autor que escreve apenas contos.

Público da feira de Frankfurt, na Alemanha, já garante livros do francês Patrick Modiano, vencedor do Nobel 2014 (Foto: REUTERS/Ralph Orlowski)

Público da feira de Frankfurt, na Alemanha, já garante livros do francês Patrick Modiano, vencedor do Nobel 2014 (Foto: REUTERS/Ralph Orlowski)

Biografia
Jean Patrick Modiano nasceu em 30 de julho de 1945 na comuna Boulogne-Billancourt, subúrbio de Paris. É filho de um homem de negócios judeu de Alexandria e da atriz belga Louisa Colpeyn.

Seu primeiro romance, “La place de l’étoile”, foi publicado em 1968. Ao longo de sua carreira, também escreveu roteiros para o cinema. Foi um dos autores do filme “Lacombe Lucien” (1974), dirigido por Louis Malle. O longa ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1975. Em 2000, Modiano integrou o júri do Festival de Cannes.

Antes do Nobel, Modiano já havia recebido os principais prêmios da literatura francesa, como o Grand prix du Roman de l’Académie française em 1972, por “Les boulevards de ceinture”, e o Goncourt em 1978, por “Uma rua de Roma”. Pelo conjunto da obra, recebeu o Grande Prêmio Nacional das Letras, em 1996, e o Prêmio Marguerite Duras em 2011, na França.

Lançamento no Brasil
Modiano teve sete livros publicados no Brasil. Editados pela Rocco, seis deles estão esgotados. São eles “Ronda da noite” (1985), “Uma rua de Roma” (1986), “Vila triste” (1998), “Dora Bruder” (1998), “Do mais longe ao esquecimento” (2000), e “Meninos valentes” (2003). “Filomena firmeza”, com ilustrações de Sempé, saiu pela Cosac Naify neste ano.

Abaixo, veja os vencedores do Nobel de Literatura dos últimos anos:

2013: Alice Munro (Canadá)
2012: Mo Yan (China)
2011: Tomas Tranströmer (Suécia)
2010: Mario Vargas Llosa (Peru)
2009: Herta Müller (Romênia)
2008: Jean-Marie Gustave Le Clézio (França)
2007: Doris Lessing (Reino Unido)
2006: Orhan Pamuk (Turquia)
2005: Harold Pinter (Reino Unido)
2004: Elfriede Jelinek (Áustria)
2003: John Coetzee (África do Sul)

Funcionário de livraria em Tóquio, no Japão, destaca livros do vencedor do Nobel de Literatura, Patrick Modiano, nas prateleiras (Foto: AFP PHOTO/Yoshikazu TSUNO )

Funcionário de livraria em Tóquio, no Japão, destaca livros do vencedor do Nobel de Literatura, Patrick Modiano, nas prateleiras (Foto: AFP PHOTO/Yoshikazu TSUNO )

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