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Falar outra língua deixa você frio

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publicado na Super

Você desviaria um trem, fazendo-o atropelar um homem, se isso fosse salvar a vida de várias outras pessoas? Durante uma experiência* feita pela Universidade de Chicago, dois em cada dez entrevistados responderam “sim” para esse dilema moral. Em seguida, os psicólogos reuniram um segundo grupo e refizeram a pergunta. Só que, desta vez, utilizando um idioma que não era o nativo dos voluntários. Houve testes em inglês, espanhol, francês e hebraico. Resultado: a quantidade de pessoas que aceitaria matar o homem subiu 65%.

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“Quando usam uma língua estrangeira, as pessoas tendem a pensar de modo mais frio”, explica a psicóloga Sayuri Hayakawa, líder do estudo. Segundo ela, isso pode resultar em decisões menos emocionais e mais racionais – como, no exemplo proposto pelo teste, sacrificar uma vida para salvar várias outras. Os pesquisadores não sabem ao certo por que essa mudança acontece. Uma possível explicação é que, quando pensamos e falamos na nossa própria língua, o cérebro age de forma intuitiva, porque já está familiarizado com aquilo (você é capaz de falar sem pensar).

Já quando temos de nos expressar em outro idioma, é diferente. O cérebro é forçado a trabalhar mais, porque tem de raciocinar sobre as palavras que irá usar e como irá arranjá-las para construir frases. De acordo com o estudo, esse esforço intelectual atrapalha a chamada “ressonância emocional”, ou seja, a capacidade de se identificar com as emoções dos outros, o que resultaria em escolhas mais frias. Em outro idioma, todos nós ficamos mais propensos a matar o homem.

Stephen King diz estar nervoso com continuação de ‘O Iluminado’

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Escritor conta que não gostou de adaptação para o cinema do primeiro romance e afirma que leitores estão mais difíceis de assustar.

Publicado no G1

Stephen King admitiu estar nervoso sobre a reação para seu próximo livro, uma continuação do romance de horror O Iluminado, de 1977.

Stephen King diz estar nervoso com continuação de 'O Iluminado' (Foto: BBC)Stephen King diz estar nervoso com continuação de ‘O Iluminado’ (Foto: BBC)

Em entrevista à BBC, o escritor americano disse esperar que 95% das resenhas sobre o livro Doctor Sleep (ainda sem título em português) sejam uma comparação com a obra anterior.

‘Você se depara com essa comparação e é natural que ela te deixe nervoso, porque muitas águas já passaram sob a ponte (desde o primeiro livro). Sou um homem diferente’, afirmou.

Ele disse ainda que visita sites sobre literatura na internet para saber o que os fãs estão dizendo sobre o livro mesmo antes do lançamento.

Aos 65 anos, o veterano da literatura de suspense acredita que a qualidade de seus livros aumentou desde que escreveu O Iluminado, quando tinha 28 anos.

‘O que muitas pessoas estão dizendo é ‘okay, eu devo ler (Doctor Sleep), mas não vai ser tão bom quanto O Iluminado’. Mas eu sou otimista e quero que elas mudem de opinião ao terminarem de ler. O que quero realmente é que achem melhor que O Iluminado.’

Filme ‘frio’

O autor também afirma que não gostou da versão do diretor Stanley Kubrick para O Iluminado, uma das adaptações mais famosas de seus livros para o cinema.

‘(O filme) É muito frio. Eu não sou uma pessoa fria. Acho que uma das coisas que as pessoas gostam nos meus livros é que há uma proximidade, algo que diz ao leitor ‘quero que você seja parte disso”, disse.

‘E com O Iluminado de Kubrick era como (os personagens) fossem formigas em uma fazenda, pequenos insetos fazendo coisas interessantes.’

Durante a entrevista, ele também fez críticas às performances de Jack Nicholson, que interpreta Jack Torrance, e Shelley Duvall, que interpretou sua esposa Wendy.

‘O Jack Torrance do filme parece louco desde o início. Eu tinha visto todos os filmes de motoqueiro de Jack Nicholson nos anos 60 e achei que ele estava só trazendo de volta o personagem’, afirmou.

‘Já Shelley Duvall como Wendy é um dos personagens mais misóginos já colocados em um filme. Ela basicamente está lá para gritar e ser burra, e essa não é a mulher sobre a qual eu escrevi.’

O escritor revelou que o personagem de Jack Torrance é o mais autobiográfico que ele já escreveu.

‘Quando eu escrevi o livro eu estava bebendo muito. Eu não me enxergava como um alcoólatra, mas os alcoólatras nunca se enxergam assim. Então eu o via como um personagem heroico que estava lutando sozinho contra seus demônios, como os ‘homens americanos fortes’ devem fazer.’

Assustar ficou mais difícil

Em entrevista ao editor de artes da BBC Will Gompertz, King disse ter receio de que as pessoas que leram ainda jovens sua primeira história sobre a família Torrance no Hotel Overlook tenham as mesmas expectativas com Doctor Sleep.

‘Acho que as pessoas liam aqueles livros sob as cobertas com lanternas quando elas tinham 12, 14 anos de idade e por isso tinham medo. Meu receio é que elas voltem esperando se assustar novamente como naquela época, e isso simplesmente não acontece. Eu quis escrever um livro mais adulto’, diz.

Para ele, é mais difícil assustar os leitores hoje, porque ‘eles estão mais espertos a respeito dos truques que os escritores e cineastas usam para provocar sustos’.

No entanto, o autor ainda acredita ser possível assustar as pessoas ‘de um jeito honrado, se elas se importam com os personagens’.

‘Quero que o público se apaixone por esses personagens e se importe com eles. E isso cria o suspense de que se precisa. O amor cria o horror.’

O novo livro começa um ano depois que o hotel Overlook, onde a família Torrance se hospeda, é destruído e mostra o crescimento do garoto, Danny Torrence.

‘As pessoas me perguntavam o que aconteceu com o garoto de O Iluminado. Eu fiquei curioso sobre o que aconteceria com ele, porque ele era realmente um filho de uma família disfuncional.’

Já adulto, Danny trabalha como enfermeiro em uma casa de repouso, que usa suas habilidades psíquicas para ajudar pessoas que estão morrendo a passarem deste mundo para o próximo, de acordo com o autor.

Ele conhece uma menina que tem as mesmas habilidades e é perseguida por ‘vampiros psíquicos’, que vivem da essência de crianças como ela.

 

Brasileiros encaram frio de -30°C para estudar medicina na Rússia

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Cerca de 600 brasileiros foram para universidades russas desde 2007.
Preço é uma das vantagens, porém validação do diploma é necessária.

Lucirio Gonçalves de Morais, de 25 anos, enfrenta o frio da Rússia para estudar medicina há 7 anos (Foto: Arquivo pessoal)

Lucirio Gonçalves de Morais, de 25 anos, enfrenta o frio da Rússia para estudar medicina há 7 anos (Foto: Arquivo pessoal)

Vanessa Fajardo, no G1

Mesmo com rigorosos invernos, com temperatura negativa abaixo dos -30°C e idioma difícil de aprender, a Rússia tem sido um dos destinos procurados por brasileiros interessados em fazer faculdade de medicina. Dos 600 brasileiros que embarcaram para o país com o objetivo de cursar uma graduação, desde 2007, segundo a Aliança Russa, responsável pelo processo de seleção dos estudantes, a maioria optou por medicina. Ainda, de acordo com a agência autorizada pelo governo russo a fazer o intercâmbio, nos últimos anos houve um aumento da procura de 28% pelos cursos de ensino superior. Apesar da crescente demanda, o número de vagas não muda, gira em torno de 80 a 100 por ano.

O brasileiro Diego Gonçalvez em frente à faculdade de medicina na Rússia (Foto: Arquivo pessoal)

O brasileiro Diego Gonçalvez em frente à faculdade
de medicina na Rússia (Foto: Arquivo pessoal)

Diego Goncalves Gonçalez, de 28 anos, é de Mogi das Cruzes (SP) e chegou em Moscou, na Rússia há 8 anos. Ele já concluiu a graduação de seis anos no Primeiro Instituto Estatal de Medicina de Moscou Sechenova e há um ano foi convidado pelo governo russo para permanecer no país e fazer residência. Diego ganhou uma bolsa de estudos por conta do bom desempenho na faculdade – na Rússia, a residência é paga – e optou por anestesiologia e reanimação.

Do grupo de 35 estudantes que chegou na Rússia com Diego, só ele e mais três concluíram a faculdade. O restante desistiu, seja pela dificuldade de adaptação com o clima ou com o idioma. “No inverno os termômetros registram 30 graus negativos, no meu primeiro inverno, em novembro de 2005, foi um dos mais rigorosos da Rússia em 20 anos, com temperaturas de 43 graus negativos.”

Foi uma grande e revolucionária escolha ter vindo estudar em Moscou, com a descrença de muitos, e apoio de poucos. Diferente de hoje, quando cheguei em 2005 praticante não havia estudantes brasileiros aqui”
Diego Goncalves Gonçalez,
de 28 anos, há 8 na Rússia

O brasileiro também teve dificuldades com o idioma e com o povo. “Passei por momentos difíceis como agressão de skinheads, e me livrei por pouco de um atentado terrorista no metrô de Moscou próximo da onde eu vivo.”

Porém, segundo o estudante, também houve os momentos felizes. “Realizei o sonho que eu tinha desde pequeno de ser médico. Fui orador da minha turma, e na presença dos meus familiares aqui em Moscou, para uma grande plateia russa, falei um pouco do meu Brasil.”

Na Rússia, Diego também pode dar continuidade à natação, que praticava há 15 anos no Brasil, participou de competições e chegou a trabalhar como técnico.

Diego optou por estudar na Rússia porque não conseguiu vaga nas universidades públicas de São Paulo e não tinha condições financeiras de pagar por um curso de medicina no Brasil. “Foi uma grande e revolucionária escolha ter vindo estudar em Moscou, com a descrença de muitos, e apoio de poucos. Diferente de hoje, quando cheguei em 2005 praticante não havia estudantes brasileiros aqui.”

Uma vez por ano, ele volta ao Brasil para visitar a família. Em julho de 2014, termina a residência e retorna em definitivo para iniciar o processo de revalidação do diploma e trabalhar no Brasil.

Lucirio Gonçalves de Morais enfrentou baixas temperaturas na Rússia (Foto: Arquivo pessoal)

Lucirio Gonçalves de Morais enfrentou baixas
temperaturas na Rússia (Foto: Arquivo pessoal)

‘Vi a Rússia como oportunidade’

Lucirio Gonçalves de Morais, de 25 anos, é de São Paulo, e estuda medicina na Rússia há 7 anos. O jovem diz que sempre teve o sonho de estudar em outro o país e viu a Rússia como oportunidade. No início, sofreu um pouco com as diferenças.

“O clima e o idioma foram as principais dificuldades e depois os costumes e a diversidade de cultura por conviver com pessoas de diferentes países. O grande desafio foi ficar longe da minha família, porém eles sempre me apoiaram”, afirma.

Lucirio diz que na universidade fez amigos no mundo todo e é vizinho de moradores de vários países como Uzbequistão, Cazaquistão, Malásia e Índia. “Acabamos convivendo juntos, criei fortes amizades e hoje somos como uma família. A Rússia é um país de fortes raízes culturais e históricas, é comum hoje em dia as pessoas contarem histórias de suas famílias, o quanto sofreram na guerra e como era suas vidas na antiga União Soviética.”

A música clássica também o ajudou no processo de adaptação. “Comecei a participar de orquestras, tocar em teatros e aprender técnicas que me aperfeiçoaram, e me ajudaram a se relacionar mais com os russos.”

Marcelo Goyos no centro cirúrgico da faculdade no Brasil onde estudou quatro anos (Foto: Arquivo pessoal)

Marcelo Goyos no centro cirúrgico da faculdade no
Brasil onde estudou quatro anos
(Foto: Arquivo pessoal)

Embarque recente

Enquanto Diego e Lucirio estão prestes a concluir sua temporada na Rússia, tem brasileiro no caminho inverso. Marcelo Seiler Pinheiro Goyos, de 24 anos, deixou a casa da família em São Paulo há uma semana, para estudar na Universidade de Kursk, na Rússia nos próximos seis anos.

Marcelo cursou quatro anos de medicina em uma universidade particular de São Paulo, mas queria ter a experiência de estudar fora do Brasil. Trancou a faculdade no ano passado e agora parte para recomeçar o curso do zero. “Eu até conseguiria aproveitar o currículo, mas há muitos termos médicos que crescem a cada ano. Eu poderia ter dificuldade mais para frente do curso por conta dos termos.”

Entre julho e setembro, o brasileiro vai fazer um curso preparatório de inglês e russo. Em setembro, inicia as aulas na universidade. Marcelo nunca foi para a Europa, mas acha que não terá dificuldade de adaptação. “Eu já moro sozinho, isso não me preocupa. Vou chegar no verão, vou conseguir pegar a mudança para o inverno aos poucos, comprar as roupas certas. Com a comida, não haverá problemas também, me adapto fácil.” A maior saudade será da irmã de 2 anos.

“Foi uma decisão muito difícil, mas agora estou animado. Me dediquei a esse projeto. Meu pai e meus tios são médicos e medicina é minha paixão”, diz o brasileiro que já planeja fazer a residência fora do Brasil também. Se for em cirurgia plástica será na França, se for em cirurgia vascular, na Alemanha.

1Exame de validação reprova 92%

Os Estados Unidos, país preferido dos brasileiros para estudos no exterior, não oferecem medicina como faculdade, somente em nível de pós-graduação. Bolívia, Cuba, Espanha e Argentina são outros países buscados por brasileiros que querem se tornar médicos, segundo dados do Inep, órgão do Ministério da Educação, que aplica o Revalida, prova obrigatória para validar no Brasil o diploma de medicina emitido no exterior.

Esta validação pode ser um empecilho para os brasileiros que optam por estudar medicina fora do Brasil, mas querem atuar em seu país de origem. Para conseguir a permissão, os formados precisam fazer o exame aplicado pelo Inep, cujo índice de reprovação beira a casa dos 92%. Em 2011, dos 393 inscritos, só 31 foram aprovados. No ano passado, 42 de um universo de 560, passaram (veja tabela acima).

Se por um lado, o Revalida pode ser um problema, por outro, fazer medicina na Rússia, por exemplo, tem vantagens como uma seleção muito menos rigorosa do que a brasileira e um custo bem menor, se comparado ao de uma universidade particular. Por semestre, segundo Carolina Perecini, diretora da Aliança Russa, o aluno gasta, em média, com o curso de medicina russo, R$ 5.500, com as despesas de mensalidade, moradia e plano de saúde. O valor chega a ser o equivalente ao de um mês no Brasil.

A seleção, menos rigorosa, funciona assim: a Aliança Russa faz uma primeira triagem por meio de uma entrevista com o candidato e seus pais para avaliar as condições emocionais. “Falamos da realidade que ele vai encontrar lá, pois tem de sair daqui pronto para morar fora, se virar sozinho. Além do mais, o curso é bem puxado. Tem aula teórica, prova oral, trabalhos e todas as aulas perdidas têm de ser repostas”, afirma Carolina. Segundo ela, cerca de 40% dos candidatos são eliminados nesta primeira etapa.

Se aprovado na entrevista, o estudante deixa o Brasil com a vaga garantida na Rússia, mas para ocupá-la de fato precisa ser aprovado em provas de química, física e biologia. As aulas são em inglês e quem não tem fluência no idioma pode fazer um curso preparatório de três, seis ou nove meses, antes de iniciar as aulas na universidade.

Quem se forma na Rússia recebe o diploma europeu, por conta do Tratado de Bolonha, e o custo é bem menor do que em universidades da Inglaterra ou França, segundo a diretora da Aliança Russa. Por causa do tratado, vários países da comunidade europeia têm carga horária e o currículo padronizados no ensino superior.

‘Holocausto Brasileiro’ resgata história de 60 mil mortos em hospício mineiro

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Publicado por Livraria da Folha

O hospício conhecido por Colônia, em Barbacena (MG), foi palco de uma das maiores atrocidades contra a humanidade no Brasil. Lá, com a conivência de médicos e funcionários, o Estado violou, matou e mutilou dezenas de milhares de internos.

Divulgação

Pacientes protegiam sua gravidez passando fezes sobre a barriga / Divulgação

Epilépticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, tímidos e meninas que engravidaram antes do casamento engrossavam o número de “pacientes”. Aproximadamente 70% deles não tinham doença mental.

No hospício, perdiam seus nomes e suas roupas. Viviam nus, comiam ratos, bebiam água do esgoto, dormiam ao relento, eram espancados. Nas noites geladas, cobertos por trapos, morriam pelo frio, pela fome ou pela doença. Em alguns períodos, 16 pessoas morriam por dia nesse manicômio.

Os cadáveres eram vendidos para faculdades de medicina. Quando não havia comprador, os corpos eram banhados em ácido no pátio, diante dos internos.

Em “Holocausto Brasileiro: Vida, Genocídio e 60 Mil Mortes no Maior Hospício do Brasil “, a jornalista Daniela Arbex conta a história entre os muros da Colônia para evitar que atrocidades assim voltem a acontecer. Abaixo, veja o vídeo de divulgação do livro.

Livro revela segredos do guarda-roupa da rainha Elizabeth II da Inglaterra

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Imagem Google


France Presse, no G1

Da confecção ultrasecreta do modelo que utilizou no encontro com James Bond na abertura das Olimpíadas de Londres 2012 até os pesos colocados nas bainhas de suas saias para evitar voos inconvenientes, um livro revela alguns segredos do vestuário da rainha Elizabeth II.

Em ‘Dressing the Queen’ (‘Vestindo a rainha’, em tradução livre), lançado nesta segunda-feira, a personal stylist da soberana desde 2002, Angela Kelly, conta em primeira pessoa alguns dos detalhes do estilo meticulosamente cuidado da que continua sendo, com 86 anos, uma das mulheres mais fotografadas do mundo.

Kelly explica que trabalhou durante vários meses, em estreita colaboração com o diretor Danny Boyle, para criar o famoso vestido de renda e contas de cristal de cor pêssego que a rainha utilizou em agosto na cerimônia inaugural dos Jogos Olímpicos.

A personal stylist confessa que nem mesmo os outros estilistas do palácio sabiam por que estavam fazendo duas versões do mesmo vestido, um para a verdadeira monarca e o outro para o dublê que rodou a cena na qual Elizabeth II saltava de paraquedas sobre o estádio a partir de um helicóptero.

Kelly revelou que outra escolha fundamental foi a cor do traje, que tinha que se destacar durante a queda noturna da rainha de paraquedas e não podia se associar com nenhum país participante em particular.

Mas a equipe de estilistas da rainha está acostumada a pensar em todo tipo de detalhes em função de seus compromissos, como demonstram os dois anos de trabalho gastos para criar seu vestuário para o 60º aniversário de sua ascensão ao trono, marcado neste ano por diversas cerimônias.

Para o clímax das celebrações, a majestosa procissão fluvial liderada pela rainha no início de junho – realizada em meio ao frio e a uma intensa chuva -, Kelly criou um vestido com casaco combinando inspirado em sua antepassada Elizabeth I, e teve a feliz ideia de incluir uma pashmina.

‘Nunca pensamos que o tempo estaria tão ruim, mas estou feliz por termos dado a ela um pouco de proteção da chuva e do vento’, escreveu em seu livro.

Entre outros detalhes, Angela Kelly tambem descreve que a soberana não utiliza chapéu a partir das seis da tarde e que às vezes pede para que sejam colocados pesos nas bainhas de suas saias.

‘A rainha realiza uma ampla gama de compromissos, muitos dos quais ao ar livre, onde um vento inesperado pode provocar constrangimentos’, afirma neste livro com fotografias e esboços que está disponível por 24,95 libras (40 dólares, 31 euros).

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