Contando e Cantando (Volume 2)

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Padre que queimou livros de “Harry Potter” e “Crepúsculo” pede desculpas

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Fogueira de livros na PolôniaReprodução / Facebook

Fundação católica polonesa organizou a fogueira por considerar que as obras incentivam a magia

Publicado na Gaucha Zh

O padre polonês Rafal Jarosiewicz, responsável pela queima de livros de Harry Potter e da saga Crepúsculo (Twilight) por considerá-los profanadores e incentivarem a feitiçaria, pediu desculpas nesta quarta-feira (3) pela ação que gerou uma onda de críticas dentro e fora da Polônia.

“Queimar os livros e outros objetos foi um ato infeliz”, declarou o padre Rafal Jarosiewicz na página do Facebook da fundação SMS of the Skies, que organizou a cerimônia de destruição.

“Não foi uma questão de zombar de qualquer grupo social ou de qualquer religião e não visava aos livros ou à cultura. Se alguém entendesse meu ato assim, peço sinceras desculpas”, escreveu o padre.

Rafal Jarosiewicz e dois outros padres católicos queimaram em público no domingo, em Gdansk, no norte da Polônia, os livros das famosas sagas infanto juvenis por considerá-los sacrílegos. O episcopado polonês reconheceu os fatos.

Segundo Jan Kucharski, exorcista e sacerdote da paróquia de Nossa Senhora Mãe da Igreja em Gdansk (nordeste), “não se tratava de queimar livros, mas de objetos associados à magia e ao oculto”.

Além dos livros, havia objetos como amuletos e talismãs trazidos pelos fiéis, além de máscaras e até uma sombrinha da Hello Kitty. A publicação original com as imagens foi deletada.

De Jane Austen a Tolstói: Confira sete clássicos para ler nas férias

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A escritora Jane Austen (VEJA.com/Divulgação)

Aproveite os dias de folga para se dedicar a obras como ‘Grande Sertão: Veredas’ e ‘Orgulho e Preconceito’

Publicado na Veja

Procura uma leitura de peso para levar na mala de viagem? Ou ficou em casa durante as férias e acha que finalmente chegou a hora de se dedicar àquele livro canônico de que todos falam? Confira na lista abaixo sete livros clássicos – de romances que retratam o Império Russo a brasileiros com sotaque regional – que são boas pedidas para a lista de leitura das folgas:

Guerra e Paz


(Companhia das Letras/Divulgação)

Obra-prima do escritor russo Liev Tolstói, é aconselhada para quem tem bastante tempo livre nas férias – são 1.536 páginas, divididas em dois volumes na edição em capa dura lançada pela Companhia das Letras. O livro acompanha cinco famílias da aristocracia russa entre os anos de 1805 e 1820, em meio às Guerras Napoleônicas – foi nesse período que o imperador francês invadiu o império russo. Tolstói trata de guerra, sim, mas também de festas de arromba da alta sociedade e das vidas amorosas e do cotidiano de Natacha, Andrei, Pierre, Nikolai e Sônia, traçando um perfil rico e preciso da Rússia do século XIX com a ajuda de seus personagens.

Grande Sertão: Veredas


(Nova Fronteira/Divulgação)

Criada a partir de vivências e observações do mineiro Guimarães Rosa em uma viagem ao Mato Grosso, é uma das obras mais relevantes da literatura brasileira. Único romance do autor de Sagarana, Grande Sertão: Veredas (Nova Fronteira) conta a história de Riobaldo, um ex-jagunço que narra as suas experiências de vida a um interlocutor desconhecido. Ele fala de suas reflexões sobre o bem e o mal, o diabo, as guerras entre jagunços no sertão e seu grande amigo, Reinaldo (ou Diadorim, que mais tarde ele confidencia ser seu nome verdadeiro). O livro é reconhecido e aclamado não só por sua narrativa e temática, mas principalmente por sua linguagem – Rosa usou o período em que ficou no interior do Brasil para aprender como falavam os populares que moravam longe das grandes capitais, uma linguagem que retrabalhou ao seu modo, empregando no romance palavras pouco conhecidas, regionalismos e neologismos.

Cem Anos de Solidão


(Record/Divulgação)

Obra mais conhecida do Nobel de literatura colombiano Gabriel García Márquez, Cem Anos de Solidão (Record) narra a trajetória de gerações e gerações dos Buendía e as transformações, boas e ruins, por que passa a fictícia aldeia de Macondo, onde mora a enorme família. A história tem início com José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán e segue até os trinetos do casal, cujos nomes são repetidos de familiares anteriores. O romance é salpicado de elementos fantasiosos, um dos motivos que tornaram García Márquez conhecido e o alçaram a um dos principais nomes do realismo mágico.

Orgulho e Preconceito


(Penguin Companhia/Divulgação)

O romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito (várias editoras) já foi citado por dezenas de outras obras literárias, ganhou adaptações para o cinema e até paródias – como Orgulho e Preconceito e Zumbis (sim, é isso mesmo). Nada se compara, porém, à leitura do clássico. No livro, a autora dá um panorama de como é ser uma mulher sem posses no final do século XVIII pelos olhos da protagonista, Elizabeth Bennet. A moça de 20 anos, no entanto, foge dos estereótipos de mocinha indefesa e inocente que sonha em encontrar o príncipe encantado que irá resgatá-la da miséria. É forte, decidida e até, por que não, petulante, até conhecer – e entrar em feroz embate – com o nobre Fitzwilliam Darcy.

Os Irmãos Karamázov


(Editora 34/Divulgação)

Obra do escritor russo Fiódor Dostoiévski escrita em 1879, Os Irmãos Karamázov (Editora 34) é uma das mais importantes da literatura mundial. O romance acompanha a história de uma família chefiada pelo mesquinho Fiódor Karamázov e formada também por seus filhos: Dmitri, movido pelo orgulho, Ivan, o intelectual, e Aliócha, considerado o mais puro e religioso – além deles, é possível que o criado da casa, Smirdiákov, seja também um filho bastardo do patriarca. Envolvido em um triângulo amoroso que tem em um de seus vértices seu filho Dmitri, Karamázov acaba morto e o romance ganha traços de gênero policial. Para muito além da trama do “quem matou?”, o livro se debruça sobre questões existenciais e filosóficas e promove um mergulho na alma humana.

Fundação

(Editora Aleph/Divulgação)

Livro que rendeu a Isaac Asimov o prêmio Hugo de melhor série de todos os tempos em 1966, Fundação (Editora Aleph) é o primeiro volume de uma trilogia clássica da ficção científica. Narra a história do Império Galáctico, em um futuro no qual a Terra foi deixada para trás e a humanidade se aventurou espaço afora. No planeta Trantor, Hari Seldon descobre que a época dourada do Império está prestes a acabar e 30.000 anos de trevas e barbaridades esperam a raça humana. O conhecimento é a única forma de salvação e Seldon cria a Fundação, entidade responsável por escrever a Enciclopédia Galáctica com todo o conhecimento humano reunido. Asimov vai muito além do espaço sideral, da tecnologia e das batalhas para explorar de forma crítica e realista a formação das sociedades e a construção da ideologia através da política e da religião.

O Morro dos Ventos Uivantes

(Zahar/Divulgação)

Único romance da britânica Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes (várias editoras) causou choque ao ser lançado, em 1847. Não é para menos – a história do romance de Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo, Heathcliff, passeia entre o amor e o ódio extremos, em uma trama intensa sobre paixão, repulsa e obsessão. Com personagens complexos, que fogem do maniqueísmo tradicional, o livro acompanha a história do órfão Heathcliff, tratado com desprezo por Hindley, irmão de sangue de Catherine, mas com carinho pela moça. Humilhado por vários anos, ele sai da casa da família apenas para voltar anos depois, rico e com sede de se vingar do irmão adotivo.

Apple vai produzir série baseada em Fundação, um dos maiores clássicos da sci-fi

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Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

A Apple está desenvolvendo uma série baseada na trilogia de livros iniciada com o clássico “Fundação”, de Isaac Asimov, uma das obras mais famosas da ficção científica.

Segundo a revista Variety, o projeto está sendo desenvolvendo pela dupla de roteiristas-produtores David S. Goyer (criador de “Krypton” e “Constantine”) e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance.

Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império e passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar os humanos e criar um novo império.

Em 1981, após a trilogia da “Fundação” ser incensada como um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna, Asimov foi convencido por seus leitores a escrever um quarto livro, que se tornou “Limites da Fundação” (1982). Inspirado, ele escreveu mais uma sequência, “Fundação e Terra” (1986), além de dois prólogos, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993), e interligou na sua série vários outros trabalhos, criando um universo ficcional unificado.

Não é a primeira vez que esta trama é considerada material rico para uma série. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld”, Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV.

Considerado um dos maiores escritores da ficção científica, Issac Asimov (1942-1993) formulou as chamadas “leis da robótica” e já teve um de seus livros mais conhecidos adaptados por Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004.

Projeto vai publicar livros de alunos da rede pública e da Fundação Casa

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Publicado no Catraca Livre

Virou lugar comum reclamar dos hábitos de leitura e erros de português do brasileiro. Que tal parar um pouco de se queixar e ajudar quem está fazendo algo? Além de aulas de língua portuguesa, o projeto Primeiro Livro incentiva jovens de colégios públicos e da Fundação Casa a escreverem.

As atividades ajudam não apenas no desenvolvimento da escrita dos alunos, mas também na criatividade. Eles têm liberdade para escolher os temas e ilustrar as histórias. Coordenado pelo professor Luis Junqueira, o projeto vinha sendo realizado desde 2009 na rede particular. Neste ano, ele iniciou as atividades em 4 escolas municipais de São Miguel dos Campos, em Alagoas, uma em Heliópolis, em São Paulo, e em duas unidades da Fundação Casa na Vila Maria, também na capital paulista.

Agora, o desafio é imprimir as obras criadas pelos alunos. Serão 25 unidades de cada um dos 300 alunos participantes do projeto, totalizando 7500 livros. Para viabilizar a produção, Luis Junqueira criou uma campanha de financiamento coletivo no Catarse e precisa arrecadar R$ 50 mil até o dia 4 de novembro. Conheça o projeto e, se puder, colabore! Se não puder, compartilhe o material para que mais pessoas conheçam essa iniciativa.

“Fundação”, de Isaac Asimov, pode virar série da HBO

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Adaptação do clássico de ficção científica estaria sendo desenvolvida por co-autor de “Interestelar”

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Jacqueline Lafloufa, no B9

Considerada um dos clássicos dos livros de ficção científica, a série “Fundação”, de Isaac Asimov, poderá se transformar em uma série da HBO em breve.

Segundo rumores, Jonathan Nolan, irmão de Christopher Nolan e co-autor de “Interestelar”, estaria responsável pela adaptação da trilogia para a TV, que será realizada em parceria com a Warner Bros.

Composta pelos livros “Fundação”, “Fundação e Império” e “Segunda Fundação”, a série de Asimov foi premiada com o Hugo Award de “Melhor série de todos os tempos” em 1966, antes mesmo que Asimov completasse a história com quatro outros títulos – “Prelúdio à Fundação”, “Origens da Fundação”, “Limites da Fundação” e “Fundação e Terra”.

Com uma trama densa, há quem diga que o material pode render uma série longuíssima, mas ainda não foram divulgados detalhes sobre quantas temporadas ou episódios a adaptação para a TV deverá ter.

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