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Vitrine de Dilma, Ciência sem Fronteiras tem futuro incerto

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Publicado em Folha de S.Paulo

Lançado em agosto de 2011, o PNPG (Plano Nacional da Pós-Graduação) trazia um capítulo com diretrizes para enviar mais alunos ao exterior. Mas, apenas cinco meses depois, o governo federal lançou o Ciências sem Fronteiras, o que deixou o documento original defasado.

“Tivemos de rescrever totalmente o capítulo sobre internacionalização”, diz Jorge Luis Nicolas Audy, coordenador da comissão de acompanhamento do PNPG.

O trecho revisto, publicado em 2013, não traz metas claras, mas descreve que “o envio de estudantes para fora não é um luxo” e deve ser incentivado.

Em relatório de 2013, a comissão apontou que a internacionalização havia “evoluído acima das expectativas, mantendo coerência com as diretrizes do PNPG, fundamentalmente em função do lançamento pelo governo federal do programa Ciência sem Fronteiras.”

O programa de bolsas do governo federal tinha como o objetivo enviar, até 2014, 101 mil estudantes brasileiros ao exterior, 25% deles de mestrado ou doutorado –a meta foi atingida no ano passado.

Esses números representaram um salto no envio de alunos para fora do país. Em média, foram mais de 6.000 estudantes de pós no exterior em cada um dos quatro anos de vigência do Ciência sem Fronteiras.

Como comparação, o país enviou 3.741 alunos de pós a universidades estrangeiras em 2008 (último ano de referência para o PNPG).

O principal destino foram os Estados Unidos, que receberam mais de um terço do total de estudantes. De acordo com o último relatório anual “Open Doors” (“Portas Abertas”), do Instituto de Educação Internacional dos EUA, o Brasil foi o país que mais cresceu no envio de estudantes para aquele país.

FUTURO

Manter os bons resultados da internacionalização, porém, parece um objetivo difícil para os próximos anos.

Os cortes no orçamento do governo federal fizeram minguar o dinheiro disponível para bolsas. Aliado a isso, a alta do dólar deixou mais caro manter um aluno lá fora –quando o programa foi lançado, em 2011, a moeda americana valia aproximadamente R$ 1,85. Agora vale R$ 4.

Segundo avaliação da ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos), até 2014, havia um esforço enorme para internacionalizar os cursos de pós-graduação. Agora, ele está sendo reduzido drasticamente.

Com tudo isso, o Ciências sem Fronteiras está atualmente congelado.

A Folha apurou que o Ministério da Educação está mais preocupado em fechar as contas internas do que em lançar a segunda edição do programa, que voltou a ficar em segundo plano.

A redução no orçamento das universidades federais, por exemplo, foi tão profunda que muitas não conseguiram pagar contas de energia elétrica ou de limpeza no ano passado.

A biblioteca do futuro

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DOKK1, na dinamarquesa Aarhus, a maior biblioteca pública da Escandinávia

DOKK1, na dinamarquesa Aarhus, a maior biblioteca pública da Escandinávia

 

Escandinávia exporta conceito de espaço dedicado não apenas ao empréstimo de livros, mas também ao lazer e a serviços, além de servir como ponto de encontro. Alemanha começa a aderir à ideia.

Rodney Eloy, no Pesquisa Mundi

Um burburinho em inúmeras línguas preenche uma das salas da Kölner Volkshochschule, em frente à Biblioteca Municipal de Colônia. Uma “sala de conversação” foi criada na escola para servir de ponto de encontro de refugiados e de todos aqueles que ainda precisam dominar o idioma alemão. Aqui, todos podem aproveitar gratuitamente as ofertas da Biblioteca Municipal, utilizar programas de aprendizado nos computadores ou emprestar livros e jogos.
Além de um espaço de encontro, a “sala de conversação” é palco de leituras em diversos idiomas e disponibiliza materiais didáticos em diferentes línguas. Mentores auxiliam famílias sírias, afegãs e romenas a se adaptar à cidade e à Alemanha.

A biblioteca de Colônia é reconhecida na Alemanha por suas inovações. Em 2015, ela recebeu o título de Biblioteca do Ano, por sua ousadia com projetos midiáticos e pela estratégia de transformar o local num espaço de encontros e não apenas de empréstimo de livros. A ideia não é nova: o conceito de “Makerspace” vem dos Estados Unidos e especialmente da Escandinávia. Na Finlândia e na Dinamarca, as bibliotecas públicas têm como papel serem espaços de conhecimento para todos.

Na Dinamarca, é lei que toda comunidade tenha uma biblioteca em bom estado. E para isso não há economia de verbas, como na Alemanha, por exemplo, onde muitas bibliotecas municipais já precisaram ser fechadas. Para atrair o público jovem, o Estado de bem-estar social dinamarquês criou locais vivos e atrativos, nos quais o empréstimo de livros e mídias tornou-se quase secundário.

Além de livros, DOKK 1 oferece opções de lazer para crianças e adultos

Além de livros, DOKK 1 oferece opções de lazer para crianças e adultos

 

Mais que livros
A biblioteca DOKK 1, na dinamarquesa Aaarhus, representa o novo conceito de biblioteca: um local para todos aqueles com fome de conhecimento. A cidade industrial e portuária no sul do país será a Capital Europeia da Cultura de 2017, e, para isso, toda a zona portuária ganhou um projeto arquitetônico completamente novo. E a DOKK 1 está lá, aberta 24 horas e ponto de encontro para jovens e adultos. A transformação num centro de conhecimento foi perfeitamente bem sucedida.

Na biblioteca, não se pode apenas emprestar livros, CDs ou DVDs, mas também estender o passaporte, entregar a declaração do imposto de renda ou emitir a carteira de motorista. A maior biblioteca pública da Escandinávia, inaugurada há alguns meses, é tanto um centro de serviços para o cidadão quanto espaço de conhecimento. Enquanto esperam para serem atendidas, as pessoas leem ou estudam.

A DOKK 1 abriu a cidade de Aarhus para novas possibilidades. Tudo é gratuito e equipado com novas e modernas tecnologias, que incluem uma impressora 3D. Ali, ler romances, escutar música e jogar xadrez no computador é tão importante quanto estudar livros especializados.

Schulz: "As bibliotecas do futuro devem realmente inspirar as pessoas, mesmo sem livros"

Schulz: “As bibliotecas do futuro devem realmente inspirar as pessoas, mesmo sem livros”

 

Espaços inspiradores

“As bibliotecas do futuro devem realmente inspirar as pessoas, mesmo sem livros”, constata Knud Schulz, diretor-geral da DOKK 1. Foram mais de dez anos de planejamento e implementação. Por todos os lados, há espaço para encontros e trocas. Uma área para pais e filhos, sala de brincadeiras, sala de leitura com vista para o porto e zonas de silêncio para estudo dão ao local um caráter cosmopolita.

Para Schulz, o futuro está na aprendizagem ao longo de toda a vida e no intercâmbio de conhecimentos entre gerações – e este é o principal objetivo de seu trabalho na biblioteca. Até um ateliê com máquinas de costura e equipamentos profissionais faz parte da DOKK 1, mostra ele. Jovens poderiam aprender com pessoas mais velhas como consertar uma torradeira estragada em vez de comprar uma nova, acrescenta.

“O conhecimento se forma em espaços que propiciam trocas entre as pessoas”, diz Schulz. Um conceito que a Biblioteca de Colônia já começou a adotar, fazendo do aprendizado uma forma de diversão.

24 livros que previram o futuro e estavam certos

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Jader Pires, no Papo de Homem

O mundo antes do meio do século 20 era muito mais vasto e desconhecido. Antes da Internet e do audiovisual, os livros é que incitavam a imaginação. Hoje, uma rápida pesquisa no Google e acha-se de tudo, da putaria mais escatológica a documentos complexos e profundos sobre pesquisas tecnológicas e espaciais.

Mas, naquele tempo, isso tudo era uma tremenda de uma viajada que grandes autores conseguiam imaginar e, mais ainda, botar isso no papel de maneira com que seus leitores entendessem e embarcassem na história, conseguiam fazer com que a entrega fosse absoluta e, por alguns instantes, muita gente estava de fato vendo e utilizando aquelas coisa todas.

Hoje, utilizamos essas coisas todas. Abaixo, 24 itens que escritores “previram” em seus livros e hoje estão em nossas rotinas.

24. Marte tem duas luas

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Em seu livro As Viagens de Gulliver (1735), Jonathan Swift escreve sobre Marte ter duas luas. Em 1877, 142 anos mais tarde, o americano Asaph Hall descobriu que Marte tem, de fato, duas luas.

23. Velas Solares

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Em 1865, quando Jules Verne escreveu Da Terra à Lua, ele relata a ideia de velas solares. Em 2010, 145 anos depois, o primeiro “veleiro solar” (IKAROS) foi usada com sucesso.

22. Submarinos Elétricos

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Cinco anos depois de publicar Da Terra à Lua, Júlio Verne escreveu Vinte Mil Léguas Submarinas (1870). Neste livro, ele conta as façanhas de um submarino de propulsão elétrica. Na década de 1960, 90 anos depois, os submarinos movidos a energia elétrica foram colocados em serviço.

21. Cartões de Crédito

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Quando Edward Bellamy escreveu Looking Backward, em 1888, ele previu o uso de cartões de crédito. Em 1950, 62 anos depois, eles foram inventados.

20. Escritas no céu

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O conto de Júlio Verne, O Dia de Um Jornalista Americano no Ano 2889 (1889) inclui o conceito de aviões escrever mensagens no céu (skywriting). 26 anos depois, em 1915, o que foi feito pela primeira vez em um show aéreo em São Francisco.

19. Portas automáticas (sensor de movimento)

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Em 1899, HG Wells incluiu a detecção automática de movimento nas portas em seu romance When the Sleeper Awakes. Cerca de 60 anos depois, em 1960, esse tipo de porta foi inventada.

18. Tanque de guerra

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Anos depois, em 1903, HG Wells também escreveu um livro chamado The Land Ironclads que é, basicamente, sobre tanques. Só 13 anos depois que, durante a Primeira Guerra Mundial, foram utilizados os primeiros tanques de guerra.

17. Detector de mentiras

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Em 1910, Edwin Balmer e William MacHarg escreveram The Achievements of Luther Trant, em que eles mencionam um teste de detector de mentiras. Em 1924, 14 anos mais tarde, foi utilizado o primeiro teste de polígrafo.

16. Energia Solar

Solar Panel with green grass

Era 1911 quando Hugo Gernsback escreveu Ralph 124C 41+ (sim, esse é o nome real do livro) em que ele previu o uso de energia solar. Em 1978, 67 anos depois, as primeiras calculadoras alimentadas por energia do Sol foram inventadas.

(mais…)

Concurso Cultural Literário (99)

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capa mate-me

LEIA UM TRECHO

Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.

Numa parceria com o blog Leitora Compulsiva, vamos sortear 4 exemplares de “Mate-me quando quiser“, lançamento da Gutenberg.

Frase comumente atribuída a Shakespeare diz que “o destino embaralha as cartas, mas nós somos os que jogamos”. Você acha possível driblar o destino? Responda na área de comentários em no máximo 4 linhas e você já estará participando.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

Tenha o dobro de chances ao participar também no Leitora Compulsiva. Serão 2 livros em cada blog.

O resultado será divulgado dia 28/10 neste post.

Boa sorte! 🙂

***

Parabéns: Ir Daiene FonteneleElaine Pereira =)

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

5 livros de ficção que acertaram em cheio sobre o futuro

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Fábio Jordão, no TecMundo

A realidade tem inúmeras influências na literatura, mas, às vezes, pode acontecer o caminho inverso. Seja de maneira involuntária ou proposital, muitas vezes o mundo real se inspira no fantasioso e acaba criando uma realidade nunca antes imaginada.

Não são raros os escritores que tiveram capacidades inacreditáveis para criar histórias sobre o futuro, com ideias pra lá de malucas na época, mas algumas foram tão certeiras que é assustador olharmos para trás e vermos que a riqueza de detalhes nas descrições é tão similar à nossa realidade.

Pensando nisso, resolvemos separar algumas obras de ficção científica escritas nos últimos dois séculos que têm diversas semelhanças com o nosso cotidiano. É importante ressaltar que há dezenas de livros desse tipo, mas escolhemos alguns mais peculiares e famosos. Evidentemente, você pode dar sua contribuição nos comentários.

Ralph 124C 41+

O ano era 1911, e um gênio chamado Hugo Gernsback publicava a primeira parte da história “Ralph 124C 41+” (que teria doze partes no total). Trata-se de uma obra que, em boa parte, praticamente previa nossa atual realidade. Em 1925, essa história foi reunida em um único livro, o que garantiu que muitas pessoas conhecessem as ideias inusitadas de Gernsback.

O nome por si só já é curioso, visto que não faz muito sentido para quem apenas visualizar um bocado de números. Todavia, esse código tem um significado em inglês: One (1) to (2) foresee (4C) for (4) one (1) another (+), que em português seria algo como “Um para prever para o outro”.

A grande genialidade aqui é que, basicamente, o autor conseguiu ter uma noção de quase toda a nossa tecnologia moderna, incluindo televisões (com canais), controles remotos, telefones com vídeo, aviões capazes de realizar voos transcontinentais, energia solar colocada em prática, filmes com som, comidas sintéticas, roupas artificiais, gravadores de fitas e até mesmo as viagens espaciais.

Falando assim, até parece que o escritor entrou em uma máquina do tempo e esteve no meio de nós para vislumbrar todas essas coisas (e talvez ele realmente tenha feito essa viagem), afinal são muitas ideias que deram certo. Não é de se duvidar que muitos cientistas tenham aproveitado algumas de suas ideias para bolar invenções fantásticas.

2001: Uma Odisseia no Espaço

A obra de Arthur C. Clarke escrita em 1968, que ficou mundialmente conhecida após a adaptação de Stanley Kubrick (filme de mesmo nome que foi lançado em 1969) para os cinemas, previa algumas coisas que realmente existiriam no futuro, ou seja, no nosso presente.

Clarke acertou em algumas ideias, incluindo viagens espaciais (ainda que não possamos viajar da mesma forma como ele descrevia, fazemos passeios até a Lua e bolamos planos de ir até Marte), computadores muito avançados (os nosso estão quase chegando ao mesmo patamar) e iPads.

iPads? Sim! Os personagens da história “2001: Uma Odisseia no Espaço” recebiam notícias e se comunicavam com “papéis eletrônicos”. O iPad não é tão fino quanto um papel, mas ele é bem parecido com o que também vimos no filme de Kubrick. A única coisa errada mesmo foi o ano: uma tecnologia que era prevista para 2001 acabou saindo apenas em 2010.

Neuromancer

William Gibson não teve uma visão de um futuro tão distante, mas é surpreendente perceber que o autor conseguiu descrever tão bem a nossa atual realidade quando a internet ainda estava dando seus primeiros passos. No livro “Neuromancer” , lançado em 1984, o escritor conta a história de um hacker que vive em um futuro totalmente conectado.

Até aí, nada de extraordinário, porém a grande sacada dessa história é que ele dá detalhes sobre uma avançada rede global de computadores chamada “Matrix” (soa familiar?). A internet aqui é diretamente ligada aos usuários, sendo necessária uma conexão com os órgãos da pessoa. O livro trata ainda de coisas mais complexas , como a transferência de consciência dos seres humanos para memórias de computador.

A verdade é que muito do que ele descreve ainda nem existe, mas essa rede mundial repleta de hackers é uma realidade que conhecemos por fazer parte do lado frágil da história (que sofre com as invasões e tem seus dados pessoais reféns dos bandidos digitais).

Da Terra à Lua

Escrito pelo autor francês Jules Verne, que no Brasil é comumente conhecido como Júlio Verne, o livro “De la Terre à la Lune” foi escrito lá em 1865, ou seja, mais de 100 anos antes da primeira viagem à Lua (que aconteceu em 1968). Esta obra é centrada na ideia de que seria possível enviar um objeto para a Lua com o auxílio de um enorme canhão.

O desejo de sair do planeta Terra não foi algo inédito no livro de Verne, mas os detalhes e as situações apresentadas mostram grande semelhança com o que aconteceu posteriormente. Neste livro, é apresentada a ideia de enviar um projétil cilíndrico para a Lua (o que lembra muito os foguetes usados para visitar o satélite natural do nosso planeta).

Quer mais? O escritor ainda teve a brilhante ideia de enviar seres humanos para o espaço. Na história de “Da Terra à Lua”, três astronautas embarcam no projétil, sendo que a viagem começa em Tampa, no estado da Flórida (EUA). Além de pensar que pessoas de fato poderiam ir ao espaço, Verne também acertou no local da partida (mesma região de onde saíram algumas missões Apollo).

Frankenstein

A história do cientista Victor Frankenstein é mundialmente conhecida, sendo que ela já recebeu inúmeras adaptações para a telona, televisão e outros tipos de mídia. A obra da escritora Mary Shelley narra o incrível nascimento de uma criatura (que normalmente é chamada de Frankenstein) que surgiu a partir de tecido morto, uma técnica que o tal doutor teria desenvolvido na faculdade.

Atualmente, não temos nenhum monstro bizarro andando por aí, mas, conforme a autora previu, a ciência de fato evoluiu, principalmente no campo da medicina. Hoje, temos inúmeros casos de cirurgias complexas bem-sucedidas, sendo possível fazer transplante de órgãos, inclusive dos mais vitais, como o coração.

A autora também acertou no fato de que a eletricidade seria de suma importância para que determinados procedimentos fossem tivessem sucesso. Felizmente, ninguém conseguiu montar uma criatura sinistra para aterrorizar as pessoas.

Como será o futuro?

Diante de tantas coincidências, é natural imaginar como será o futuro daqui a 20, 30 ou até 100 anos. Para ter uma boa noção, talvez seja válido começar a ler os livros de ficção científica, que certamente já têm boas pistas sobre as próximas invenções mirabolantes. Será que vamos visitar outras galáxias daqui a algumas décadas? Eu não duvido!

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