Posts tagged Garota

Professora descobre abuso sexual por desenho de aluna no sul da Bahia

0

“Fui perguntando o que ela estava desenhando e ela falando…”, descreve.
Suspeito era o responsável por levar e buscar vítima e irmãos na escola.

Publicado por G1

1Está preso na cidade de llhéus, no sul da Bahia, um homem de 57 anos suspeito de abusar de uma menina de cinco anos. Ele era conhecido da família e era responsável por levar e buscar a criança e seus dois irmãos na escola. A prisão foi realizada na segunda-feira (20).

Desconfiada, foi a professora quem percebeu a mudança de comportamento da menina na sala de aula. Depois de conversar com a criança e pedir para ela fazer um desenho, veio a confirmação do abuso sexual. “Ela estava fechada no ‘eu’ dela. Fui perguntando o que era aquilo que ela estava desenhando, e ela falando… ‘É isso aqui, isso daqui dele… Ele fez desse jeito…’ As partezinhas íntimas estavam com lesão mesmo”, descreve a professora Adilma Ramos.

Imediatamente, ela avisou o caso a uma tia da menina, que disse que também percebeu o problema e denunciou à polícia. “Ela falou que estava doendo muito e que tinha um tio que tinha mexido nela, na casa dele. Viemos diretamente na delegacia falar com a polícia. Todos os dias ele ia às 7h levar as crianças na escola e às 17h pegava e levava a criança diretamente para a casa dele. Quando era 20h, pegava e levava elas para a casa da mãe”, afirmou a tia.

O suspeito de praticar os abusos descritos foi preso em flagrante no bairro Hernani Sá, conhecido como Urbis, em Ilhéus, quando ia para o colégio buscar a garota.

A mãe das crianças informou que não desconfiou de nada. “Ele sempre foi muito lá em casa, todo mundo conhece, os vizinhos todos sabem, eu nunca tive problema com ele, não tem passagem, nada, os meninos já gostam dele, nunca chegaram para me falar nada”, disse a mãe.

A polícia investiga se o suspeito abusava os outros dois irmãos da garota – uma menina de 7 anos e um menino de 8. As três crianças já passaram por exames de corpo de delito. O resultado deve sair em 10 dias. O homem vai ser levado para o presídio Ariston Cardoso, situado em Ilhéus, e vai responder por estupro de vulnerável. A pena para este crime varia de oito a 15 anos de prisão.

As crianças estão com a mãe. Nesta terça-feira (21), membros do Conselho Tutelar vão se reunir com a família para apresentar um relatório ao Ministério Público. A polícia vai investigar se houve negligência por parte da mãe. Se for confirmada, ela pode responder por maus-tratos, abandono material ou por estupro de vulnerável, nesse caso, por omissão.

Criança consegue vaga em escola de MT após campanha no Facebook

0

Mãe publicou fotos da filha pedindo uma vaga em escola de Rondonópolis.
Menina ficou dois anos sem ir à escola e, nesta segunda, foi matriculada.

Júlia segura último cartaz após conseguir vaga em escola de Rondonópolis. (Foto: Arquivo/Facebook)

Júlia segura último cartaz após conseguir vaga em escola de Rondonópolis. (Foto: Arquivo/Facebook)

Dhiego Maia, no G1

Uma semana depois de uma campanha iniciada em uma rede social, a mãe da pequena Júlia Jasche Quadros, de quatro anos, comemorou o ingresso da filha em uma escola de educação infantil na rede pública da terceira maior cidade de Mato Grosso, Rondonópolis, localizada a 218 quilômetros de Cuiabá.

Sem conseguir matricular a garota em nenhuma unidade escolar da cidade desde 2011, Melissa Jasche Quadros, de 36 anos, passou a publicar fotos da filha segurando um cartaz com uma mensagem informal ao prefeito Percival Muniz e à secretária de Educação da cidade, Ana Carla Muniz. Nos cartazes, as mensagens diziam as seguintes palavras: “Hoje não fui para a escola, pois não há vaga para eu estudar”.

A Secretaria de Educação de Rondonópolis reconheceu ao G1 que há um déficit de vagas para alunos na idade de Júlia. De acordo com a pasta, 49 unidades escolares contam, no momento, com 8.373 crianças de zero a cinco anos. Outras 2.933 crianças estão na fila de espera. A secretaria disse ainda que foram criadas neste ano 530 vagas e que mais 1,4 mil vagas devem ser criadas quando novas unidades estiverem construídas.

Nesta segunda-feira (6), Júlia estampou o último post da campanha com um cartaz mostrando a escola em que foi matriculada. Ela participou da primeira aula na Escola Municipal de Educação Infantil Elaine Aparecida e, segundo a mãe, saiu do local feliz. “Ela gostou muito da escola e disse que uma professora é legal. A escola fica bem longe da minha casa, mas o mais importante é que a Júlia está estudando”, afirmou Melissa.

Até conseguir a vaga para a filha, Melissa contou ao G1 que enfrentou vários problemas. Ela é estudante de Geografia no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Sem ter onde deixar Júlia, ela perdeu as contas das vezes que levou a menina para a universidade.

Mãe pediu vaga para a filha em rede social. (Foto: Reprodução/Facebook)

Mãe pediu vaga para a filha em rede social. (Foto: Reprodução/Facebook)

Em 2011, para atenuar o problema, a família resolveu economizar para pagar uma escola particular para a menina. A mensalidade de R$ 220 por mês pesou no orçamento da família e Júlia teve que abandonar as aulas. “Não tive condições de pagar e ainda estou devendo duas mensalidades”, declarou Melissa.

No início deste ano, Melissa afirmou ter passado por uma decepção. Ela colocou o nome da filha em uma lista de espera em uma escola próxima da casa dela. Dias depois, quando retornou, o local estava fechado. “O espaço para os pequenos era anexo a uma escola. Quando fui lá para ver se tinha vaga para minha filha, o local não estava funcionando”, disse.

Mudança
Segundo o Ministério da Educação (MEC), uma alteração na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), de 1996, tornou obrigatória a matrícula de crianças na educação básica a partir dos 4 anos de idade. De acordo com a lei 12.796, publicada no dia 4 de abril deste ano, estados e municípios têm até 2016 para garantir a oferta a todas as crianças a partir dessa idade.

Nos EUA, ‘aluna-modelo’ cria bomba em aula de ciências e pode ser presa

0

Aos 16 anos e sem suspensões na escola, Kiera Wilmot acabou expulsa.
Ela diz que misturou produtos em uma garrafa em um experimento.

Publicado por G1

A jovem Kiera Wilmot foi expulsa da escola (Foto: Reprodução/Change.org)

A jovem Kiera Wilmot foi expulsa da escola
(Foto: Reprodução/Change.org)

Por causa de um experimento científico, uma estudante de 16 anos considerada modelo de bom exemplo e sem nenhum registro negativo em seu histórico escolar acabou expulsa do colégio em que estudava, no estado americano da Flórida. Segundo o jornal britânico “The Guardian”, a estudante pode responder na Justiça por crimes federais com penas de até 20 anos de prisão. O episódio levantou um debate no país sobre o rigor da aplicação de leis contra violência dentro de escolas dos Estados Unidos.

De acordo com informações do canal de televisão WTSP 10 News, na manhã de segunda-feira (29), Kiera Wilmot usou uma pequena garrafa d’água para misturar materiais de limpeza caseiros dentro da Bartow High School. A combinação provocou uma pequena explosão que fez com que a tampa da garrafa pulasse e criou fumaça.

Testemunhas contaram que ninguém se feriu. O “The Guardian” afirmou que, segundo as informações do boletim de ocorrência, o diretor do colégio, Dan Durham, estava andando pelo gramado quando ouviu a explosão. Ao abordar a estudante, ela teria dito que realizava um experimento para uma feira de ciências. Mas, depois que o professor de ciências da garota afirmou que o experimento não fazia parte de nenhuma tarefa da aula, Durham decidiu chamar a polícia.

Ainda de acordo com o jornal, os produtos usados pela estudante são papel alumínio e líquidos químicos usados para limpar sanitários.

Expulsão e ficha corrida

Mesmo sem feridos ou manchas em seu currículo escolar, a aluna foi expulsa e acusada de posse de armas e de disparar um instrumento destrutivo. Apesar de ter 16 anos, Kiera vai responder às acusações como se fosse adulta.

A família não deu declarações à imprensa. Mas, segundo reportagem da quarta-feira (1º) do WTSP 10 News, repórteres que se aproximaram à casa de Kiera ouviram gritos de uma garota reclamando que a reação ao episódio foi desproporcional.

Por causa do ocorrido na segunda-feira, Kiera não poderá se matricular em outra escola e seguir uma vida normal de estudante do ensino médio. Ela deverá concluir o ciclo básico de ensino em um “programa para alunos expulsos”, diz a imprensa norte-americana.

Na quarta-feira, o Departamento de Educação do Condado de Polk, ao qual a escola faz parte, divulgou um comunicado afirmando que o episódio foi uma “quebra de conduta séria” por parte da estudante. “Para garantir um ambiente de aprendizado seguro e ordenado, simplesmente precisamos seguir as regras do nosso código de conduta”, diz a nota.

O órgão pediu que os pais participassem da tarefa de “passar a mensagem de que há consequências para as ações”.

Petição

Mesmo assim, o debate sobre a intolerância com que Kiera foi tratada se espalhou pela internet, e há até uma petição para que as acusações sejam retiradas, com mais de 4.600 assinaturas.

O próprio diretor da escola afirmou ao WTSP 10 News que, além de ter um histórico imaculado na Bartow High School, Kiera ainda colaborou para explicar o ocorrido. “Ela nos contou tudo e foi muito honesta. Ela não fugiu ou tentou esconder a verdade. Tivemos uma longa conversa com ela”, disse Durham.

Colegas da estudante e internautas afirmam que o bom comportamento da jovem deve ser levado em conta na hora de decidir se o que ela fez foi apenas por curiosidade científica ou se ela realmente tramava um ataque contra a escola. Ativistas ainda reclamam da desigualdade entre as punições a estudantes negros em relação aos brancos.

Escola proíbe calça legging pra manter atenção dos alunos

0

Apesar do desapontamento de estudantes, pais apoiam a medida

Segundo a rede de TV norte-americana ABC News, colégio chamou todas as garotas para informar que calças de yoga, calças legging e mesmo jeans apertada estavam proibidas

Segundo a rede de TV norte-americana ABC News, colégio chamou todas as garotas para informar que calças de yoga, calças legging e mesmo jeans apertada estavam proibidas

Publicado por R7

Depois de banida das salas de aula em escolas dos estados de Minnesota e Pensilvânia, nos Estados Unidos, a calça legging tem seu uso cada vez mais apertado nos colégios da Califórnia, um dos mais liberais do país.

Segundo a rede de TV norte-americana ABC News na segunda-feira (15), o colégio Kenilworth chamou todas as garotas da instituição para informar que calças de yoga, calças legging e mesmo jeans apertada estavam proibidas porque desviam a atenção dos alunos.

O uso da legging só é permitido se acompanhado de uma saia um short. Segundo a diretora da Kenilworth Junior High, Emily Dunnagan, o tipo de calça se tornou popular entre as garotas, mas muitas são excessivamente finas.

— O problema é quando a garota se abaixa.

Apesar do desapontamento de alunos e alunas, os pais apoiaram a medida. Segundo pais de alunos da escola entrevistado pela revista Time, a proibição ajuda a conter a fase de explosão hormonal dos garotos e estimula o uso de roupas mais apropriadas ao ambiente escolar.

Estudante sofre bullying depois de estuprada por colegas e se mata

2

Eles teriam distribuído foto da cena pela escola

Mãe quer que pessoas entendam como as mídias sociais permitiram que estudante fosse continuamente violada depois do estupro

Mãe quer que pessoas entendam como as mídias sociais permitiram que estudante fosse continuamente violada depois do estupro

Publicado por R7

Um caso de bullying virtual abalou o Canadá no último domingo (7). A canadense de 17 anos Rehtaeh Parsons cometeu suicídio ao não suportar o bullying virtual depois que quatro colegas distribuíram fotos do ataque no qual ela foi estuprada, de acordo com a mãe da garota, Leah Parsons.

Rehtaeh se enforcou no banheiro da família na quinta-feira (4) após meses de tormento e morreu no domingo, contou a mãe ao inglês Daily Mail nesta quarta-feira (10).

Segundo o jornal, nenhuma acusação foi feita aos supostos estupradores desde 2011, ano em que teria ocorrido o estupro. As autoridades entendem que não há provas o suficiente para acusá-los.

No entanto, a mãe de Rehtaeh alega que a garota mudou para sempre desde o ocorrido. A adolescente era “estudante nota A” e teria se tornado uma pessoa imprevisível e de mau humor.

— Ela foi com um amigo na casa de outro amigo. Nesta casa, ela foi estuprada por quatro garotos. Um deles tirou uma foto do estupro e achou que seria divertido distribuir pela escola e comunidade dela, onde rapidamente se espalhou. As pessoas mandavam mensagem para ela perguntando “você quer fazer sexo comigo?”.

Os pais se mudaram de cidade e matricularam Rehtaeh em outro colégio, mas em pouco tempo os colegas a antiga escola entraram em contato com os novos amigos da estudante por meio das redes sociais.

Leah Parsons disse ao site inglês que quer que as pessoas aprendam com a tragédia e vejam como as mídias sociais permitiram que ela fosse continuamente violada depois do estupro.

O antigo colégio de Rehtaeh, o Cole Harbour District High School, em Nova Scotia, no Canadá, disse que não poderia comentar o caso, uma vez que teria ocorrido há mais de um ano.

Go to Top