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Posts tagged Gato

Gato do filme Alien ganha livro com sua história

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Pedro Prado, no Pipoca Moderna

Um dos personagens sobreviventes do filme “Alien – O Oitavo Passageiro” (1979) finalmente está tendo a chance de ter sua história conhecida. Para quem não lembra, Ripley (Sigourney Weaver) não foi a única a escapar com vida da nave Nostromo. O gato Jonesy também terminou o filme vivo e inteiro.

Sua história está sendo contada agora em livro ilustrado lançado pela editora britânica Titan Books.

Chamado de “Jonesy: Nine Lives on the Nostromo”, a obra tem desenhos fofinhos, que nem de longe lembram o clima de terror que tomou conta da nave espacial assombrada pela terrível criatura.

O projeto é uma criação de Rory Lucey, um ilustrador de Nova Jersey, que teve a ideia após mostrar o filme original para a mulher. “Ela queria saber apenas uma coisa: o gato sobreviveu?”, disse o artista ao site io9. Isto porque eles tinham um gato parecido e o felino passava vários momentos sumidos da trama tensa.

“Para um filme que acaba com dois sobreviventes, sendo um deles o gato Jonesy, a gente não consegue perceber o que aconteceu com ele durante o filme. Como sou um artista que vive com um felino bobão e laranja, eu comecei a pensar como as nove vidas na Nostromo poderiam ser”, completou.

A explicação para o estilo menos assustador dos desenhos e até o bom humor com que algumas situações são retratadas se devem ao ponto de vista felino da situação, já que “gatos não reagem da mesma forma que humanos”, apontou Lucey.

“Jonesy: Nine Lives on the Nostromo” foi lançado nesta semana nos Estados Unidos.

Gato ‘estudante’ acumula títulos de melhor aluno em faculdade de SP

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Branco acompanha aula de direito na Fatec de Santos (Foto: Arquivo Pessoal)

Branco acompanha aula de direito na Fatec de Santos (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Orion Pires, no G1

Branco é daqueles ‘estudantes’ largados, que não levam nem mochila para a faculdade, e vivem rodeados de amigos. Apesar de não usar lápis, caneta ou borracha, há pouco mais de cinco anos ele frequenta aulas de todos os cursos da Fatec Rubens Lara, em Santos, no litoral de São Paulo, e faz questão de ser notado. Recentemente, ganhou até uma página em uma rede social de tão especial que é para os alunos, professores e funcionários. A fama seria até normal, caso Branco não fosse um gato.

O felino que frequenta as aulas como se fosse um aluno apareceu na unidade que fica na Ponta da Praia em meados de 2010 e, desde então, se tornou o mascote da Fatec e figura querida por todas as turmas. “O Branco é muito querido por todos. Ele é de uma vizinha da faculdade, mas começou a visitar e frequentar há algum tempo. O pessoal adotou ele como um verdadeiro mascote”, conta a ex-professora e voluntária Gisele Esteves Prado.

Branco dorme em cima da mochila de aluno (Foto: Arquivo Pessoal)

Branco dorme em cima da mochila de aluno (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Já Andressa Serpa que trabalha no setor administrativo da escola, garante que o jeito dengoso ganhou o coração dos estudantes. “Ele era xodó de uma senhora que fazia o café. Ela ficava sozinha na cozinha e o Branco acompanhava. Depois, ele começou a participar da secretaria. Diversas vezes eu chego para trabalhar e ele está no colo de algum aluno, deitado na mochila ou na porta de alguma sala de aula esperando para entrar. Já aconteceu de um professor dar aula e ele sentado na mesa ou na cadeira do professor”, comenta.

Foi graças a essa popularidade involuntária que Branco ganhou uma página oficial no Facebook. O “Branco da Fatec Silva” tem quase 2 mil curtidas e muitos ‘memes’ sobre o dia a dia do ambiente universitário. O moderador da página também aproveita o carisma do animal para dar recados importantes.

Branco adora ficar no laboratório da faculdade (Foto: Arquivo Pessoal)

Branco adora ficar no laboratório da faculdade (Foto: Arquivo Pessoal)

 

“É muito legal, porque ele realmente parece um estudante. Todo dia ele está na faculdade. Acompanha às aulas, vai na secretaria e fica nos laboratórios brincando com os mouses ou dormindo nos teclados. Como ele é muito mansinho e carinhoso, o pessoal dá comida para ele e ajuda a cuidar, mesmo sabendo que ele tem uma dona. Ele gosta tanto de lá que durante o período de férias fica até deprimido por não ver os alunos”, acrescenta a professora, cujo marido também é professor na unidade.

Para se ter uma ideia do currículo de Branco, a página oficial faz questão de descrever os principais títulos conquistados por ele ao longo dos anos nos vários cursos que frequentou. “Melhor Aluno ADS 2011, Melhor Aluno Gestão 2012, Melhor Aluno SI 2013 e Melhor Aluno Logística 2014”.

Independente das conquistas do pequeno felino, Andressa garante que o importante é a relação de amizade criada com toda a comunidade a partir da chegada de Branco. “Esse gato é um fofo. Eu já tive gato e tenho certeza que não teria tanta graça trabalhar se não tivesse ele. O ambiente fica mais alegre”, afirma.

Branco recebe carinho de aluna (Foto: Arquivo Pessoal)

Branco recebe carinho de aluna (Foto: Arquivo Pessoal)

8 escritores russos e seus bichinhos de estimação

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Musas de Tchékhov e Sorókin não são só mulheres, mas bassês e galgos.

Publicado na Gazeta Russa

Ernest Hemingway tinha quase 50 gatos no seu quintal, e os bichanos amestrados de Mark Twain se fingiam até de mortos. O poeta inglês William Wordsworth sempre lia poemas para seu cão, e o americano Kurt Vonnegut, certa vez, disse: “O cachorro serve mais como musa que a mulher porque, diferentemente da última, ele está sempre ao seu lado”. A Gazeta Russa compilou uma lista dos gênios clássicos e contemporâneos da literatura do país e suas paixões por bichos de estimação:

1. Lev Tolstói e os cavalos

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Tolstói montado a cavalo em sua propriedade em Iásnaia Poliana / RIA Nôvosti

O conde Lev Tolstói amava cavalos e montou toda a vida. Ele dizia que isso o ajudava a dar a volta na melancolia e se sentir em comunhão com a natureza. Os cavalos eram também protagonistas em muitas de suas obras – a mais famosa delas sobre o tema é o conto “Kholstomér”, que tem um cavalo como narrador. Há também o cavalo Fru-Fru, com o qual cai Vrônski durante a corrida no romance “Anna Karênina”

2. Antón Tchékhov e os bassês Brom e Khina

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Tchékhov em “Melikhovo” em 1897. / Domínio Público

Tchékhov era um grande fã de bassês. Em sua propriedade “Melikhovo”, nos arredores de Moscou, dois cães dessa raça viveram por muitos anos: Brom Issáievitch e Khina Markôvna. Médico, o escritor tirou os nomes de seus cachorrinhos de medicamentos do século 19. Ele podia conversar por horas a fio com Brom e Khina, que hoje têm monumentos de bronze em sua homenagem no museu-propriedade “Melikhovo”. Ali também ocorre, todos os anos, o Festival Pan-russo de Bassês.

Certo dia, Tchékhov trouxe do Ceilão um mangusto, diante do qual os bassês recuaram. O mangusto fazia uma grande bagunça na casa de Tchékhov: destruía tudo o que lhe cruzasse o caminho, cavava os vasos de flores, subia pelas barbas do pai de Tchékhov.

3. Vladímir Maiakóvski e o buldogue Bulka

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Maiakóvski e seu buldogue francês / Foto de arquivo

Maiakóvski amava ir à França e sempre trazia de lá compras chiques. Em uma dessas viagens, ele retornou com um cachorro popular entre os boêmios, um buldogue francês. O poeta levava Bulka consigo em todas as viagens. Segundo as recordações de amigos de Maiakóvski, o cachorro dava trabalho: frequentemente era preciso doar seus filhotes para conhecidos.

4. Vladímir Nabôkov e seus cachorros

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Vladímir Nabôkov (3° da esq. para a dir.) e sua família / Foto: vladimirnabokov.ru

Uma ninhada inteira de cachorros vivia na casa dos Nabôkov. A mãe do escritor amava bassês marrons e, com o tempo, o próprio Nabôkov passou a adotar cachorros dessa raça. O primeiro se chamava Lulu, seu filhote, Boks Primeiro. O último da família foi o Boks Segundo, da linhagens dos famosos bassês de Tchékhov. Foi justamente com Boks Segundo que Nabôkov emigrou e viveu em Praga. Seus contemporâneos relembram que ele sempre passeava pelas ruas com seu bassê vestido com um paletô de lã costurado especialmente para ele.

5. Iossif Bródski e seus gatos

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Uma das muitas fotografias retratando Bródski e seus gatos. / Foto: iosif-brodskiy.ru

Os gatos eram companheiros de viagem constantes na vida de Bródski, e o escritor aparece com eles em muitas fotos. Existem até piadas sobre a afeição do escritor aos felinos. Um dia, um jornalista foi encontrá-lo e, depois da conversa, para mostrar seu grande apreço pelo convidado, o escritor sugeriu que esse acordasse para ele seu gato preferido.

“Sou como um gato. Olhe, veja, gato. O gato está se lixando se existe a sociedade ‘Memória’. Ou os órgãos de propaganda do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética. Para ele também tanto faz se o presidente dos EUA existe ou não. No que eu sou pior que esse gato?”, disse ele durante a entrevista.

6. Serguêi Iessiênin e o cachorro Seriôjka

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O poeta Serguêi Iessiênin era um grande fã e amigo dos animais. / Foto: esenin.ru

Certa vez, o poeta Serguêi Iessiênin viu em uma feira um cachorro ruivo tremulante, não se aguentou e o comprou. O vendedor passou o cão como sendo de raça. O poeta deu seu nome ao cachorro, estava muito satisfeito com a compra e o mostrava a todos que vinham visitá-lo. Alguns dias depois, e o cachorro Seriojka (apelido de Serguêi), começou a ganir e mexer nas longas orelhas com as patas. Acontece que ele era um simples vira-lata, e suas orelhas pendiam porque estavam costuradas.

O tema do amor aos animais sempre aparece nos poemas do escritor. Em cada pássaro, vaca e cavalo, o poeta crescido no interior via uma alma viva, relacionava-se come sses com carinho e compaixão. O poeta confia aos cães suas aflições, como no conhecido poema “Dê-me sua pata, Jim, para uma boa sorte”. Já a forte história de uma cadela que perde seus filhotes é contada pelo poeta em “Canção sobre um cão”.

7. Vladímir Sorókin e os galgos Rom e Fom

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Estrela da Flip de 2014, Sorókin diz gostar de estar rodeado de beleza. / Foto: Kommersant

O escritor contemporâneo Vladímir Sorókin, estrela da Festa Literária Internacional de Paraty de 2014, aparece em muitas de suas fotografias com dois cães de feições aristocráticas. São seus amados whippet Rom e Fom. O escritor diz gostar de sentir rodeado de beleza: “Eu até arriscaria fazer coro à máxima de Dostoiévski que diz que ‘a beleza salvará o mundo’”, afirma Sorókin.

8. Dária Dontsóva e os pugs

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Escritora de detetives bestsellers, Dontsova aparece rodeada de pugs nas capas de todos seus livros. / Foto: Grigoriy Sisoev/TASS

A escritora ultrapopular de livros de detetives irônicos Dária Dontsóva sempre foi associada por seus leitores aos cães da raça chinesa pug. Na atualidade, ela lança anualmente alguns bestsellers de literatura de segunda, mas todas as capas de seus livros têm algo em comum: uma foto da escritora rodeada por cachorros dessa raça. A autora intitulou até seu palacete nos arredores da cidade de “Pugs House”, e reconhece que ali se pode encontrar praticamente qualquer objeto em forma de pug: sua coleção tem milhares de suvenires, assim como luminárias, cortinas e até roupas.

Gato frequenta tanto uma escola na Califórnia que ganha carteirinha de estudante

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Bubba assiste atentamente à aula na escola Leland, em San Diego, na Califórnia (Reprodução/Facebook/Bubba the Cat)

Bubba assiste atentamente à aula na escola Leland, em San Diego, na Califórnia (Reprodução/Facebook/Bubba the Cat)

 

Silvia Haidar, no Gatices

Bubba é um gatinho que vive em San Diego, na Califórnia. Ele foi adotado em 2009 por sua dona, Amber Marienthal, e mora em uma casa que fica entre as escolas Leland, de ensino médio, e Bret Harte, de ensino fundamental.

Bubba é um gatinho que gosta de estudar

Bubba é um gatinho que gosta de estudar

 

Segundo Marienthal, por mais que ela tentasse manter Bubba apenas dentro de casa, ele é um gatinho muito independente e gosta de tomar suas próprias decisões.

Ele vive em San Diego, na Califórnia, e sempre frequenta as duas escolas perto de sua casa

Ele vive em San Diego, na Califórnia, e sempre frequenta as duas escolas perto de sua casa

 

Ao notar a impaciência do bichano, Marienthal decidiu deixar Bubba dar umas voltinhas, e foi durante esses passeios que ele descobriu as escolas perto de casa.

Bubba sai de casa e espera pacientemente para entrar na escola

Bubba sai de casa e espera pacientemente para entrar na escola

Bubba passa as tardes com os alunos das escolas, assiste às aulas, dorme em cima das mesas e computadores e, claro, também presta atenção no que dizem os professores.

De tanto frequentar a Leland, o gatinho até já ganhou uma carteirinha de estudante

De tanto frequentar a Leland, o gatinho até já ganhou uma carteirinha de estudante

 

De tanto frequentar a Leland, Bubba até ganhou uma carteirinha de estudante – não se sabe se o gatinho já tentou usá-la para ganhar desconto no pet shop.

Os alunos adoram Bubba

Os alunos adoram Bubba

 

Depois de passar o dia estudando, o gatinho (mais…)

Best-seller “Um Gato de Rua Chamado Bob” vai virar filme

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João Carlos Correia, no Observatório do Cinema

Está confirmado: o livro Um Gato de Rua Chamado Bob vai virar filme. O Best-seller internacional – inclusive no Brasil – conta a história de James Bowen, um sem-teto que se recuperava do vício de drogas que, um dia, encontrou na rua um gatinho cor de laranja que mudou toda a sua vida.

O filme será estrelado pelo ator inglês Luke Treadway (de Fúria de Titãs) e terá a participação da atriz inglesa Ruta Gedmintas (do seriado The Strain: Noite Absoluta). A direção será de Roger Spottiswoode (de 007 – O Amanhã Nunca Morre) e o roteiro será de Tim John (Dr. Jekill and Ms. Hyde), que também é produtor executivo do filme juntamente com Paul Brett (O Discurso do Rei).

Em sua página oficial no Facebook, James Bowen disse que gostou da escolha de Luke Treadway para interpretá-lo nas telas dos cinemas. Para o dono do gato que sempre está usando um cachecol no pescoço, o ator “é um perfeito James”.

O início das filmagens está previsto para começar no final de outubro deste ano. Ainda não há uma data prevista para o lançamento do filme.

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