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Estudante hétero convida aluno gay para ser seu par em baile de formatura

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Jovem fez uma faixa para surpreender o amigo: ‘Você é como um irmão’.
Anthony Martinez organiza bailes e nunca tinha sido chamado para um.

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Publicado no G1

Um convite para o baile de formatura de uma escola do ensino médio de Las Vegas, nos Estados Unidos ganhou grande repercussão nas redes sociais. Um aluno heterossexual convidou seu melhor amigo, que é homossexual, para ser seu par na festa. Para o convite, Jacob Lescenski fez uma faixa com a mensagem a Anthony Martinez: “Você é muito gay e eu sou muito hétero, mas você é como meu irmão. Então, quer ser meu par?”

A ideia de fazer a surpresa surgiu depois de Jacob ler um post no Twitter de Anthony Martinez, que queria um par para o evento. “Eu não quero um namorado. Eu apenas quero uma companhia para o baile. Eu sempre ajudo a planejar os bailes e nunca sou convidado para um”, escreveu Anthony.

Jacob então chamou um outro amigo para ajudá-lo com a surpresa. “Uma noite eu vi Anthony, que é meu melhor amigo, twittando sobre querer um par. Então, eu tive a ideia e chamei o meu amigo Mia para participar comigo e o convidei no dia seguinte. Foi uma surpresa gigante para todos, especialmente para o Anthony”, contou Jacob.

Os dois estudam na Desert Oasis High School.

Para expressar sua gratidão e emoção, Anthony escreveu em outra rede social: “Adivinhem quem foi convidado para o baile de formatura? Por um cara hétero!”, destacou.

“Ele é meu melhor amigo e um homem de verdade, dado o fato de que ele tem coragem de realizar meu sonho de estudante gay que sempre ajuda a planejar os bailes, mas nunca é chamado. Não poderia pedir por uma pessoa melhor na minha vida. Obrigado Jacob e eu mal posso esperar pelo dia 2 de maio [dia do evento]!”

O convite de Jacob se tornou viral nesta semana e muitos internautas elogiaram o adolescente pelo gesto de amizade.

Professor gay do DF ganha 45 dias de licença 10 meses após adotar 4 filhos

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Ele obteve mesmo direito dado a mães; licença de pais é de apenas 5 dias.
Casal não precisou ir à Justiça; meninos de 2, 4, 6 e 8 anos são irmãos.

Osmir Messora e o professor Carlos Eduardo Santos com os quatro filhos (Foto: Isabella Formiga/G1)

Osmir Messora e o professor Carlos Eduardo Santos com os quatro filhos (Foto: Isabella Formiga/G1)

Isabella Formiga, no G1

Um professor do curso de enfermagem da Universidade de Brasília (UnB) conseguiu, após dez meses de espera, o direito a licença-adotante de 45 dias para os quatro filhos, todos irmãos, que adotou com o marido no final de 2013. O benefício, que por lei é de cinco dias para pais e de 45 dias para mães, foi o primeiro a ser concedido a um homem servidor público federal sem que houvesse a necessidade de se acionar a Justiça. A decisão saiu no final de outubro.

Juntos há quase 30 anos, Carlos Eduardo Santos, de 54 anos, e o aposentado Osmir Messora Júnior, de 53, iniciaram o longo processo de adoção há dez anos, quando ainda viviam em São Paulo. À época, a relação do casal não era reconhecida pelo Estado e, por isso, Messora tentou sozinho entrar para o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), uma ferramenta que reúne dados das varas de infância e da juventude de todo o país. O processo, no entanto, não teve final feliz: mesmo já sendo chamado de “pai” pela criança que pretendia adotar, ele teve o direito à paternidade negado pela Justiça.

Carlos Eduardo Santos com o filho mais novo, Vinicius, de 2 anos (Foto: Isabella Formiga/G1)

Carlos Eduardo Santos com o filho mais novo,
Vinicius, de 2 anos (Foto: Isabella Formiga/G1)

“Ficamos muito mal, o processo foi muito longo e terminou mal. Cheguei até a ficar em depressão, precisei fazer tratamento”, lembra Messora. “Resolvemos dar um tempo então, porque ficamos muito passados pelo processo, travados. Você não se abre.”

Quando o casal se mudou para Brasília, há dois anos, precisou enfrentar novamente o longo trâmite burocrático para ser aprovado para o CNA: processo de visitas e entrevistas com assistentes sociais e psicólogos, pesquisa socioeconômica do casal e até um curso preparatório.

“Foi durante o curso que a gente teve a certeza e se abriu mais para a ideia de adotar um grupo de irmãos, porque tínhamos preferência por uma criança de até dois anos. Mas no curso perdemos o preconceito, a crença que todo mundo tem de que crianças mais velhas já vêm com personalidade formada, que é muito difícil modificar”, diz o professor.

“Nos decidimos por três irmãos, meninos ou meninas, de até oito anos, que é o que mais tem disponível”, afirma Messora. “Essa coisa de bebezinho não existe, a fila é muito grande, existem poucas crianças.”

Ele [Felipe, de 7 anos] olhava para a gente, mas não conseguia entender. Então a gente teve que explicar. Mostramos para ele o vídeo do nosso casamento, o álbum do casamento na união civil, da cerimônia tradicional, com juiz de paz, familiares. Aí eles entenderam e tiraram um pouco aquela coisa errada, aquela ideia que faziam dos homossexuais”
Carlos Eduardo Santos,
pai adotivo de quatro crianças

Em dezembro, dez minutos após entrarem oficialmente para o cadastro nacional, o casal recebeu a ligação pela qual esperou por dez anos.

Os meninos

O primeiro contato de Messora e Santos com os meninos de 3, 5 e 7 anos foi por telefone. Eles viviam em Pernambuco e estavam havia dois anos no abrigo, após serem tomados dos pais pelo Estado por negligência.

Quando partiram para Caruaru para conhecer as crianças, foram surpreendidos com a notícia de que as crianças tinham um irmão recém-nascido.

“Eles disseram que não éramos obrigados a ficar com ele e que inclusive não podíamos trazer ele junto com os outros, por ser um processo de adoção diferente”, disse o aposentado. “Mas nem precisamos pensar muito. Eles são irmãos. Na mesma hora falamos que sim.”

Messora conta que os irmãos já sabiam que teriam uma família “diferente”, com dois pais. “Ele [Felipe, de 7 anos] olhava para a gente, mas acho que não conseguia entender. Então a gente teve que explicar. Mostramos para ele o vídeo do nosso casamento, o álbum do casamento na união civil, da cerimônia tradicional com juiz de paz, familiares. Aí eles entenderam e tiraram um pouco aquela coisa errada, aquela ideia que faziam dos homossexuais”, diz Santos.

Meninos se divertem no quarto que dividem na Asa Norte (Foto: Isabella Formiga/G1)

Meninos se divertem no quarto que dividem na Asa Norte (Foto: Isabella Formiga/G1)

“Perguntamos ao mais velho se ele via algum problema nisso. Já tínhamos conversado por telefone com eles antes, e ele voltou a dizer que não, que entendia”, lembra o professor.

Em menos de 15 dias, o casal embarcou com os filhos com destino à nova casa deles. O processo de adoção de Vinicius ainda levaria outros cinco meses.

Adaptação

Com a chegada dos três irmãos, o professor universitário teve direito a cinco dias de licença para passar com os filhos. “Tive que voltar ao trabalho e as crianças ficaram basicamente com o Osmir. Tentamos minimizar o problema, mas ficamos um tempo numa situação difícil”, lembra o professor. “Naquela época eu era coordenador do curso, ficava muito tempo na faculdade e eles ficavam juntos comigo, chegaram a me acompanhar em reuniões. A gente dava lápis de cera, bolacha, banana, e dizia: ‘Vamos fazer um piquenique hoje’ e juntos eles se distraíam.”

A concessão da licença para as crianças levou mais do que o casal imaginava. “O processo ficou dois meses circulando dentro da UnB, um mês dentro do MEC [Ministério da Educação] e depois foi para o Ministério do Planejamento, que também deu parecer favorável.”

Quando finalmente buscou Vinicius, em maio deste ano, o professor conseguiu tirar férias de 45 dias. “Senti a grande diferença e a necessidade de todas as pessoas que adotam de terem esse espaço com a criança, porque minha relação com ele foi totalmente diferente dos demais, por ter mais proximidade e por ter criado um vínculo mais rápido”, conta Santos. “Esse tempo foi fundamental.”

“Acho que é um direito conquistado. O que é bacana nessa história toda é a jurisprudência, já que agora outras pessoas não precisarão mais passar por esse interstício”, disse.

Meninos na primeira festa de aniversario comemorada em família (Foto: Osmir Messora/Reprodução)

Meninos na primeira festa de aniversario
comemorada em família
(Foto: Osmir Messora/Reprodução)

Final feliz

Passado quase um ano da adoção, os pais dizem que nem se lembram mais como era viver sem as crianças. Atualmente, a família vive em um espaçoso apartamento na Colina da UnB, na Asa Norte. Os meninos dormem em beliches no mesmo quarto, decorado com imagens temáticas de super-heróis. As crianças frequentam a escola, fazem aulinhas de futebol e aos poucos vão conhecendo novos alimentos, já que no abrigo alimentavam-se apenas de arroz, feijão e carne.

“É uma coisa supergratificante. Adotar um grupo de irmãos é muito melhor porque eles se ajudam. É diferente, eles têm um elo de ligação entre eles. Eles dormem todos no mesmo quarto, a gente não quis separar. Quando chegaram, eles já se sentiram meio amparados. Não é uma relação solitária do eu sozinho com aquela pessoa estranha. Tem todo um contexto histórico deles, que eles já se adaptam”, conta Messora.

Chamado pelos filhos de “pai Carlos”, o professor se emociona ao falar da vida familiar. “Ser pai é uma realização pessoal. É poder transferir culturalmente, socialmente seus valores, fazer com que eles entendam seu próprio histórico de vida e como é bom ser honesto, como é bom construir sua vida pautada em valores. A gente espera deles exatamente isso: que consigam ser felizes da forma como quiserem, da forma como almejam, dentro desses princípios de honestidade, ética, de valores, e que possam ter uma formação religiosa, acadêmica, e que possam ser pessoas felizes e, tal como nós, realizar os sonhos deles. É o principal”, diz.

“Passado o tempo, a gente nem sente mais que eles não vieram do nosso seio familiar ou que eles nao estiveram inserido desde sempre”, afirma.

Adoção no DF

Pais que pretendem adotar crianças esperam até um ano e meio para conseguir vagas no curso de habilitação, que é a primeira etapa da adoção. De acordo com a Vara da Infância e da Juventude, faltam profissionais e estrutura para realizar os cursos. São apenas dez psicólogos e três assistentes sociais para preparar as cerca de 150 famílias que já deram entrada no processo de adoção. São 2,3 milhões de habitantes para uma única vara da infância cível, segundo o órgão.

Justiça autoriza lançamento de ‘Lampião, O Mata Sete’, biografia que diz que rei do cangaço era gay

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Reprodução/Benjamin Abrahão Botto

Reprodução/Benjamin Abrahão Botto

Rodolfo Viana, no Brasil Post

Virgulino Ferreira, o famoso cangaceiro nordestino, era gay. Sua mulher, Maria Gomes de Oliveira, vulgo Maria Bonita, era adúltera.

Estas são algumas das afirmações de Pedro de Morais, juiz aposentado que escreveu a biografia ‘Lampião, O Mata Sete’. Por causa dessas conclusões, o livro teve sua publicação proibida há dois anos, a pedido de Vera Ferreira, neta de Lampião. Graças à Justiça, a controversa obra deve chegar às livrarias em breve.

No último dia 30 de setembro, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE), por unanimidade, reformou a sentença de primeiro grau que proibia o lançamento e a venda da obra. No voto, o desembargador Cezário Siqueira Neto, relator do processo, entendeu que garantir o direito à liberdade de expressão coaduna-se com os recentes julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF).

“Não é demais repetir que, se a autora da ação sentiu-se ‘ofendida’ com o conteúdo do livro, pode-se valer dos meios legais cabíveis. Porém, querer impedir o direito de livre expressão do autor da obra, no caso concreto, caracterizaria patente medida de censura, vedada por nossa Constituinte”, afirmou.

Além disso, o relator afirmou que a liberdade de expressão é algo fundamental na ordem democrática, não cabendo ao Poder Judiciário estabelecer padrões de conduta que impliquem restrição à divulgação do pensamento. “Cabe, sim, impor indenizações compatíveis com ofensa decorrente de uma divulgação ofensiva”, completou.

Para o desembargador, “as pessoas públicas, por se submeterem voluntariamente à exposição pública, abrem mão de uma parcela de sua privacidade, sendo menor a intensidade de proteção”, citando em seu voto a doutrina do procurador federal Marcelo Novelino.

Processo

Em entrevista à CartaCapital, Morais disse que os questionamentos sobre a sexualidade de Lampião e o assédio dele aos cangaceiros “não chega a ser nem um capítulo do meu livro”. Além disso, o tema já foi abordado em outras publicações, como a tese do historiador e antropólogo Luiz Mott. “O professor já falava sobre isso 30 anos atrás. Tem uma tese na Sorbornne que cita esse lado feminino de Lampião. Todo mundo aqui no nordeste sabe que ele era um exímio estilista e gostava de plumas, paetês e perfumes franceses”, defende-se.

Ainda que “todo mundo no nordeste saiba”, em outubro de 2012, Vera Ferreira entrou com duas ações na Justiça: uma por danos morais, justamente, pelo autor discutir a sexualidade do cangaceiro; e outra impedindo o lançamento do livro.

Vera queria uma indenização de 2 milhões de reais nas duas ações, por danos morais e por Morais ter vendido os livros na 2ª Bienal de Salvador, que ocorreu em 6 de novembro de 2011. O escritor disse que Vera perdeu nas duas ações que moveu.

O livro, de 306 páginas, ainda não tem data para ser lançado. “Vou conversar com o meu advogado, Frederico Costa Nascimento, sobre o assunto. Também pretendo conversar com o escritor Oleone Coelho Fontes, que faz a introdução do livro, para decidirmos isso”, comentou o autor, que tem 1 mil exemplares em casa e outros 10 mil já encomendados.

O advogado de Vera Ferreira, Wilson Winne de Oliva, disse que vai recorrer da decisão no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele disse que, embora respeite a decisão do TJ de Sergipe, não concorda, pois o que está em jogo é a intimidade de uma família. “E intimidade não é história”, defende.

De acordo com o iG, o advogado ressalta:

“O livro agride por demais, afirmando que Lampião era gay, que Maria Bonita era adúltera e até que Expedita Ferreira Nunes não é filha dos dois. Isso causou transtornos a toda a família, aos netos, aos bisnetos na escola.”

O Brasil Post procurou no Diário Oficial da União, no Diário Oficial de cada uma das 27 unidades federativas, no vade-mécum de Direito Civil, no vade-mécum de Direito Constitucional e até mesmo no Yahoo Respostas informações a respeito da data em que ser gay — ou ser chamado como tal — se transformou em agressão, mas não encontrou resultado algum.

J.K. Rowling responde homofóbico no Twitter

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Diego Santos, no Literatortura

O nome de J.K. Rowling, autora de Harry Potter,mais uma vez tomou conta das redes sociais no fim de semana.

O que aconteceu desta vez foi que uma de suas mensagens escritas no mês de maio, pelo twitter, foi respondida por um usuário da rede social que fez uma tremenda demonstração de homofobia ao mencionar a revelação de Rowling sobre Dumbledore ser gay.

Ao afirmar no microblog que haviam se passado 16 anos desde a Batalha de Hogwarts e que havia odiado matar algumas daquelas pessoas, a escritora foi respondida por um dos usuários da seguinte maneira:

@jk_rowling once u revealed Dumbledore was homosexual I stopped being a fan. Nice how u blindsided us with that one. Enjoy your billion $
– @halfelven55ff.

T.L: @jk_rowling, desde que você revelou que Dumbledore era homossexual eu parei de ser fã. Legal como você nos iludiu com essa. Aproveite seu bilhão $

Rowling respondeu [e respondeu com classe!]

De forma direta e sarcástica, a escritora disse o seguinte:

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@halfelven55ff I advise you to start following Brian Souter at once. He’s much more your kind of person.

T. L.: @halfelven55ff Eu recomendo que você comece a seguir o Brian Souter imediatamente. Ele é muito mais o seu tipo de pessoa.

Para quem não sabe, Souter é um empresário escocês que doou um milhão de libras para financiar uma campanha que visava proibir a promoção de discussões sobre homossexualidade nas escolas. Além disso, doou também um milhão para o Partido Nacionalista Escocês, que diversas vezes afirmou ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Um tipo de Bolsonaro escocês.

Rowling, mais uma vez, mostrando porque é tão amada!

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Promoção: “Sexo na Casa Branca”

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Sexo_frente

Sexo e poder movem o mundo

Muito além do escandaloso caso entre Bill Clinton e Monica Lewinsky, a vida sexual dos presidentes e poderosos norte-americanos, desde o início, teve muito mais influência nos rumos da história do que supõe nossa vã imaginação. Movimentos sociais, políticas governamentais, eleições e até guerras tiveram seus destinos definidos entre as quatro paredes não de salas de reunião, mas de muitas alcovas.

Um mulherengo Benjamin Franklin garantiu assistência militar francesa aos Estados Unidos durante a guerra da independência com seus dotes sedutores. O romance gay entre o presidente James Buchanan e o senador William King, que era proprietário de escravos, estimulou a guerra civil. Relações lésbicas inspiraram Eleanor Roosevelt a empreender uma cruzada pela igualdade de direitos entre os sexos…

Essas e outras histórias são narradas neste fascinante livro por David Eisenbach, professor de História da Universidade de Columbia, e por Larry Flynt, livre ativista e lendário editor de revistas masculinas e filmes adultos.

Nesta obra, eles abrem as cortinas dos quartos da Casa Branca e documentam a verdade de fatos históricos, esclarecendo rumores e suposições que algumas vezes permaneceram inexplicados, mas que tiveram imensas consequências.

Em uma mistura divertida, que vai do sórdido ao romântico, do trágico ao cômico, do excitante ao assustador, estas páginas expõem o lado indecoroso da história e deixam claro como sexo e poder são duas imensas forças indissociáveis que movem o ser humano, para o bem e para o mal, e ditam o destino de milhares de pessoas quando é o futuro de uma nação que está em jogo.

Vamos sortear 3 exemplares de “Sexo na Casa Branca – Como a vida privada dos presidentes e poderosos norte-americanos mudou os rumos da história dos Estados Unidos e do mundo”, lançamento da Gutenberg.

Se você ficou curioso pra saber tudo o que está “debaixo dos panos” dessas histórias de arrepiar, faça o seguinte:

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Boa sorte! 😉

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