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Jeff Bezos, o bilionário que empacotava livros

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Fundador da Amazon vive em uma mansão perto de Bill Gates, mas chegou a empacotar livros quando criou a Amazon

Publicado na revista Veja

CEO da Amazon, Jeff Bezos, e sua mulher Mackenzie Bezos

Jeff é casado com MacKenzie Bezos, escritora (Kevork Djansezian/Getty Images)

O empresário Jeff Bezos, fundador da Amazon, atraiu todos os holofotes ao anunciar a compra do jornal ‘Washington Post’, um dos mais influentes do mundo, por 250 milhões de reais. Trata-se do negócio mais emblemático fechado pelo empreendedor desde a criação de seu site de comércio eletrônico, em 1995. Com a Amazon, ele não só revolucionou a forma como as pessoas compram produtos pela internet, como também sua maneira de ler livros – a empresa é a responsável pela popularização dos leitores digitais em muitos mercados.

 

Com a aquisição, o bilionário natural de Albuquerque, no Novo México, expande sua influência na mídia americana e mundial. Em abril, ele já havia anunciado um investimento de 5 milhões de dólares no site de notícias financeiras ‘Business Insider’.

Aos 49 anos, Bezos ostenta uma trajetória que poderia ser atribuída a célebres visionários americanos, como Howard Hughes e Henry Ford. Do menino que ajudava o avô a cuidar de um sítio no Texas durante as férias de verão, restou a teimosia – excessiva, por vezes. “Uma das coisas que se aprende com a vida rural é a autossuficiência. As pessoas fazem tudo sozinhas. Meu avô era um grande exemplo pra mim nesse aspecto: ‘se algo está quebrado, vamos consertar’. E para fazer algo novo, é preciso ser teimoso e ter foco até um limite que outras pessoas possam achar irracional”, disse Bezos ao escritor Richard Brandt, autor do livro ‘One Click: Jeff Bezos and the Rise of Amazon.com’.

Foi a teimosia que fez com que, em 1994, aos 30 anos, quando já era vice-presidente de firma D.E. Shaw, Bezos abandonasse a carreira em Nova York e partisse rumo à costa oeste para fazer parte do movimento de startups de internet que pipocavam de São Francisco a Seattle. O empresário, que hoje tem um patrimônio avaliado em 25,2 bilhões de dólares, segundo a Forbes, viveu por vários anos com a esposa, a escritora MacKenzie Bezos, numa casa de três quartos cujo aluguel custava 890 dólares, em um bairro operário de Seattle. A Amazon, que foi inaugurada em 1995 e funcionava num espaço sem mobília de 500 metros quadrados, faturou 61 bilhões de dólares em 2012. Segundo reportagem do Wall Street Journal, durante muitos anos Bezos ajudou a empacotar os livros vendidos pela empresa.

Da casa de aluguel, restam apenas memórias. Hoje, o bilionário vive com sua esposa e quatro filhos (três meninos e uma menina adotada na China) numa mansão em Medina, estado de Washington, não muito longe da casa de Bill Gates. A propriedade possui até mesmo um acesso ao Lago Washington, onde o bilionário costuma velejar. Ele também possui uma mansão em Beverly Hills, avaliada em 30 milhões de dólares, além de três apartamentos interligados em uma das torres do complexo Century Tower, em Manhattan.

Apesar de ter nascido no centro dos Estados Unidos, Bezos passou boa parte da infância em Miami, para onde sua mãe Jacklyn e seu padrasto Mike Bezos se mudaram durante a década de 1970. O pai de Jeff, Ted Jorgensen, abandonou a família quando o bebê tinha apenas um ano. Até os dez anos de idade, Jeff acreditou ser filho biológico de Mike.

Na escola, Bezos ganhou uma competição promovida pela Nasa ao escrever uma tese intitulada “O efeito da gravidade zero no ritmo de envelhecimento da mosca comum”. Como prêmio, ele foi chamado pela agência para conhecer o Centro de Voos Espaciais, setor especializado em foguetes e sistema de propulsão de espaçonaves. Depois de arqueólogo, a segunda opção de carreira para Jeff era ser astronauta. Alguns anos mais tarde, ele começou a desenvolver outra paixão: o interesse por computadores, talento que se revelou quando estudava física na Universidade de Princeton, uma das mais renomadas dos Estados Unidos.

Em 1999, apenas quatro anos após a criação da Amazon, Bezos foi eleito Personalidade do Ano pela revista ‘Time‘.

Negócios excêntricos – O bilionário é conhecido por suas ideias incomuns. Uma delas é a de uma espécie de “airbag para celulares”, objeto capaz de detectar quando o aparelho está caindo e abrir a proteção antes de ele chegar ao chão, reduzindo o impacto. A ideia está patenteada mas o seu criador ainda não terminou de desenvolvê-la. Outro ponto inusitado na vida do empresário é a fundação da Blue Origin, uma empresa que desenvolve projetos de viagens espaciais.

Além disso, ele tem um projeto em andamento para construir um relógio de 70 metros de altura e fazê-lo perdurar por tantos anos quanto a humanidade existir. Para isso, Bezos financia um grupo, a Fundação Long Now, que está construindo o que ele chama de “O relógio de 10 mil anos” no interior de uma montanha em sua propriedade no Texas, próximo ao local onde a Blue Origin lança foguetes. Ele afirma estar construindo o relógio como um símbolo de responsabilidade e respeito ao longo prazo. Até agora, Bezos investiu cerca de 42 milhões de dólares no relógio.

Outras grandes ambições do empresário estão no campo astronômico. No ano passado, ele contratou especialistas para explorar o fundo do mar e encontrar os motores que impulsionaram o foguete Apollo 11 para o espaço. O fundador da Amazon espera encontrar ao menos um dos cinco motores e devolvê-los para a Nasa.

 

Philip Roth: “A cultura literária acabará em 20 anos”

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O escritor americano afirma que a tecnologia deverá acabar com o livro em papel e que a literatura tende a perder a influência na formação dos jovens

Luís Antônio Giron, na Época

CONSAGRADO O autor Philip Roth em Nova York, em 2010 (Foto: Steve Pyke/ContourPhotos/Getty Images)

CONSAGRADO
O autor Philip Roth em Nova York, em 2010 (Foto: Steve Pyke/ContourPhotos/Getty Images)

O edifício Austin, com seus 20 andares, fica a um quarteirão do museu de História Natural de Nova York. O porteiro indica o elevador que leva ao 12° andar. Ali, à porta de um apartamento despojado, com vista para a região plana e repleta de prédios do Upper West Side de Manhattan, uma criatura mitológica dá boas-vindas. “Entre, por favor!”, diz Philip Roth, sorrindo. Ele é mais simpático do que se esperaria do criador de personagens beligerantes, frequentemente à beira do desvario. Tampouco lembra o fauno lúbrico descrito pelas feministas. Magro, alto e em forma, Roth tampouco parece um verbete da enciclopédia do romance. Aos 80 anos, 54 de carreira, ele é tido por críticos respeitados como o maior escritor vivo e figura há décadas na lista de possíveis ganhadores do Prêmio Nobel. É o único autor vivo a merecer a edição de suas obras na editora The Library of America, dedicada a escritores consagrados. Roth chegou a declarar que não escreveria mais. Nesta entrevista a ÉPOCA, no entanto, diz por que mudou de ideia e já está pensando numa novela em um gênero que jamais praticou: o fantástico.

ÉPOCA – Não há nenhum computador nesta sala. O que o senhor pensa sobre os avanços tecnológicos como tablets e e-readers? Eles melhoram a compreensão do mundo?
Philip Roth –
Não sou fanático por tecnologia. Tenho o mesmo telefone celular há anos e não pretendo trocá-lo. Escrevo em computador, como fiz antes com a máquina de escrever. É óbvio que as máquinas facilitam a finalização de um texto. Só que as coisas estão se transformando muito rapidamente para meu gosto. Não consigo achar graça em ler livros em formato eletrônico em e-reader. Outro dia passei numa loja Apple com a forte disposição de comprar um iPad. Cheguei lá, vi tanta gente se acotovelando para ver como funcionava o aparelho e cheguei a testá-lo. Acabei desistindo. Não sei por que, mas o iPad não me convenceu, talvez porque pareça chato escrever nele, e ler nele é dispersivo. Quem vai conseguir ler um livro inteiro meu naquele tablet? É mais um totem do culto à tecnologia. Hoje, toda a cultura se encontra a nossa disposição. E isso me preocupa. A cultura literária como conhecemos vai acabar em 20 anos. Ela já está agonizando. Obras de ficção não despertam mais interesse nos jovens, e tenho a impressão de que não são mais lidas. Hoje, a atenção é voltada para o mais novo celular, o mais novo tablet. Daqui a poucas décadas, a relação do público e do escritor com a cultura será muito diferente. Não sei como será, mas os livros em papel vão acabar. Surgirá outro tipo de literatura, com recursos audiovisuais e o que mais inventarem.

ÉPOCA – Sua trajetória foi ascendente, de um autor quase maldito de O complexo de Portnoy, de 1969 – que era lido pelos meninos como eu como uma iniciação aos segredos do sexo –, ao mestre canonizado dos romances filosóficos, que tratam da velhice e da morte. O que mudou em sua vida nestes 42 anos?
Roth –
Não sei, você sabe? O que terá sido? No tempo de O complexo de Portnoy, muita gente disse que eu tinha inventado a masturbação! Quanto à consagração, a vida e a atividade literária se confundem. Para mim, escrever foi sempre a prioridade. Foi um caminho natural, de juventude, amadurecimento e velhice. Talvez o mundo tenha ficado mais parecido comigo. Hoje, ninguém precisa ler meus livros atrás de nenhuma técnica sexual! (risos)

ÉPOCA – O senhor tem milhares de fãs jovens no Brasil, obviamente não mais por causa dos métodos de masturbação de Portnoy.
Já pensou em visitar o país e se encontrar com seus leitores?
Roth –
Já fui convidado a participar de eventos literários no Brasil. Gostaria de ir, mas recusei muitas vezes, pois na minha idade não tenho mais ânimo para viajar. Em junho, me convidaram para ir a Londres receber o Man Booker Prize. Agradeci e disse que não poderia ir. A organização gravou um vídeo com uma mensagem minha, e tudo correu muito bem. Não pretendo mais fazer viagens fora dos Estados Unidos. Aliás, minhas viagens têm sido entre minha casa de campo, em Warren, Connecticut, e Nova York. Gosto dessa rotina segura.

ÉPOCA – Que referências o senhor tem do Brasil?
Roth –
Infelizmente não conheço nada do país nem de sua cultura. Nunca ouvi falar de um autor brasileiro atual. Não tenho nenhum contato por lá. Nem sei nem o nome de meu editor em São Paulo. Você sabe que li um único autor brasileiro? É a imagem que tenho do Brasil. Não me recordo do nome dele, mas é um romance irônico, de narrativa descontínua, sobre um homem morto que conta suas paixões e confusões em primeira pessoa. Adorei…

ÉPOCA – É Memórias póstumas de Brás Cubas, publicado aqui sob o título de Epitaph for a small winner. O autor é Machado de Assis.
Roth –
Isso! Alguns amigos meus como (o crítico inglês) John Gledson me recomendaram a leitura, e gostei demais. Outro amigo, o crítico Harold Bloom, colocou o livro entre os maiores exemplos do cânone ocidental e chamou Machado de Assis de gênio. Como não conheço outros livros dele, não sei dizer. Ele me parece bastante influenciado por Tristram Shandy (romance do irlandês Laurence Sterne). Mas com uma abordagem menos pilhérica, mais consistente e aforística. Acho que deveria ler mais autores brasileiros. Ler é o que mais gosto de fazer, além de ouvir música e nadar.

ÉPOCA – O que o senhor tem lido ultimamente?
Roth –
Estou num momento da vida em que ler significa reler. Permaneço no século XVIII!(risos) Releio clássicos. Mas, de uns meses para cá, parei de ler ficção. Leio história, sobretudo livros que tratam de meus tempos de menino, o período da Segunda Guerra Mundial, que vivi em Newark, (cidade vizinha a Nova York), onde nasci. Eu não tinha a dimensão dos fatos. Os historiadores me ajudam a entender aqueles tempos. Sou fascinado pela era Roosevelt, e há ensaios e estudos recentes sobre o período – parecido com o atual, com os problemas da recessão econômica. Um livro que me impressionou foi O jovem Stálin, de Simon Sebag Montefiore. Ele traça um perfil aterrador do futuro ditador russo. Stálin é tão mau que faz Ivan Karamázovi parecer uma criança de jardim de infância.

ÉPOCA – Seus pais eram judeus, filhos de imigrantes da Europa Central. O senhor manteve tradições como o hebraico e o ídiche e o culto a símbolos religiosos?
Roth –
Não. Meus pais eram cidadãos americanos pragmáticos. Eles criaram a gente sem obrigações religiosas. Fiz meu bar mitzvah aos 13 anos, mas desde então nunca mais entrei numa sinagoga! Nunca entendi uma só palavra em hebraico que tive de recitar na ocasião e até hoje não sei o que o rabino disse naquele dia. Não sou religioso nem mantenho em casa símbolos judaicos. Os judeus americanos de minha geração não sentiram o fardo da tradição. Ser judeu em Nova York hoje é uma espécie de modo de vida cultural. Meus livros trazem personagens que carregam a tradição de forma bem mais pesada do que eu.

“Não sou religioso nem mantenho
em casa símbolos judaicos.
Os judeus americanos de
minha geração não sentiram
o peso da tradição”

ÉPOCA – Muitos de seus livros se passam em Newark. Quanto de realidade contêm suas tramas?
Roth –
Retirei muitos dos personagens e das situações do ambiente da Newark dos anos 1940 e 1950. Mas nem tudo em minha obra é Newark, como dizem alguns críticos. Como escritor, misturo várias referências – inclusive geográficas.

ÉPOCA – A moralidade e a mortalidade são os temas centrais de sua obra?
Roth –
Em minhas histórias, a trama conduz a determinado tipo de problema moral. Os personagens caem sozinhos nas armadilhas de seus destinos. Não sou assombrado por dilemas morais nem temo a esperada vitória da morte. Mas o fato de ter perdido amigos aparece em meus livros. Há um ano morreu o mais brilhante de todos, John Updike. Perdi parentes, amores, amigos. A impressão é de que meu mundo está encolhendo. Não há como não se entristecer.

ÉPOCA – Apesar da fama de eremita, o senhor parece cercado de gente…
Roth –
Sim, meus melhores amigos são colegas de profissão. Sou próximo a Joyce Carol Oates, Don DeLillo e Doctorow. Procuro manter uma vida social ativa, na medida do possível, já que decidi viver a maior parte do tempo no interior. Quando estou em Nova York, como você está vendo, todo mundo me liga para marcar encontros.

ÉPOCA – Como é seu dia a dia?
Roth –
Acordo cedo, escrevo no computador, saio, converso com os vizinhos de Warren e vou nadar. Nado cinco vezes por semana: nado crawl e costas. Aqui, frequento uma piscina no centro da cidade. Nadar para mim não melhora só a musculatura. Nadar me faz pensar, me obriga a refletir sobre o que estou fazendo. Já inventei muitas histórias debaixo d’água! Depois de nadar, almoço, volto a escrever até cansar. Aí ouço música, vejo um filme e vou dormir.

ÉPOCA – Qual é seu método para criar uma história?
Roth –
Não monto um esquema como alguns autores. Sou intuitivo. Começo com uma ideia e vou testando para ver se ela gera uma ação. Os personagens ganham vida, e o livro toma corpo. Minhas histórias surgem da surpresa da escrita.

ÉPOCA – Quais escritores mais o influenciaram?
Roth –
Depende da idade. Aos 10 anos, lia um autor que me marcou: Thomas Wolfe. Foi um grande contador de histórias – e seus romances me ensinaram o valor da ação, da reviravolta e da veracidade dos personagens. Aos 20, fiquei fascinado pela ideia do grande romance americano. Com as obras de Theodore Dreiser e Henry James, aprendi a lidar com vários planos narrativos. Em 1953, aos 30, descobri As aventuras de Augie March, de Saul Bellow. Ele abriu o caminho para mim. Meu estilo não tem a ver com o de Bellow, seu humor é mais corrosivo. Mas ele me inspirou, pois mostrou que o mundo judaico americano podia atingir a universalidade.

ÉPOCA – Cite escritores inócuos em sua formação.
Roth –
John Cheever, com seus dramas suburbanos, criou uma obra maravilhosa, fui amigo dele, conversamos muito, mas em nada me afetou. Há também Jack Kerouac. Os livros dele têm sido supervalorizados. Ele nunca passou de um narrador banal, um eterno adolescente.

ÉPOCA – Os críticos europeus denunciam o isolamento cultural da ficção americana. O senhor concorda com a análise?
Roth –
Não. O que vejo é surgir um bom romance americano a cada semana. Só para mencionar meus amigos, há a Joyce Carol Oates e DeLillo. Entre os novos, Nicole Krauss tem produzido romances excelentes, como Great house. E Mollly Molloy, autora de El Sicario. A ficção americana cresce nos momentos difíceis.

ÉPOCA – O senhor anunciou que não vai mais escrever. É verdade?
Roth –
Sinto desapontá-lo, mas tive de rever meu anúncio. Por sugestão de uma amiga, já estou trabalhando numa novela curta fantástica, com figuras mitológicas. É só o que tenho a dizer por enquanto.

30 bibliotecas famosas mundo afora

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Conheça verdadeiros paraísos para quem é fã de literatura

Lorena Dana, no Superinteressante

BIBLIOTECA DO CONGRESSO – É a instituição cultural mais antiga dos Estados Unidos. Possui mais de 140 milhões de itens. Está localizada no Distrito de Columbia.

Foto: Getty Images

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BIBLIOTECA NACIONAL MARCIANA – Não, não fica em outro planeta. Esta é a principal biblioteca de Veneza, na Itália. Foi dedicada ao padroeiro da cidade, São Marcos. É conhecida por abrigar mais de 13 mil manuscritos!

Foto: Flickr / senex_magister26

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BIBLIOTECA GEORGE PEABODY – Fundada no século 19, possui mais de 300 mil itens. Está localizada em Baltimore, Maryland (EUA).

Foto: Flickr/ n_s_gittings

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BIBLIOTECA DO MOSTEIRO BENEDITINO DE ADMONT – Construída no século 18, é a maior biblioteca monástica do mundo, com mais de 70 mil volumes e 1400 manuscritos. Está localizada na região central da Áustria.

Foto: Getty Images

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BIBLIOTECA CENTRAL DE SEATTLE (EUA) – O prédio feito de vidro e aço tem 11 andares e pode comportar até 1,4 milhão de livros. Foi inaugurada em 2004.

Foto: Getty Images

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BIBLIOTECA JOANINA – É uma biblioteca do século 18, situada na Universidade de Coimbra, em Portugal. É conhecida por seu estilo rococó. Possui mais de 70 mil volumes.

Foto: Flickr / 8724323@N06

Foto: Flickr / [email protected]

BIBLIOTHECA AUGUSTA – Foi fundada em 1573, em Wolfenbüttel, na região central da Alemanha. Tem mais de 900 mil livros, incluindo importantes obras da Idade Média.

Foto: Wikimedia Commons

Foto: Wikimedia Commons

BIBLIOTECA DO MONASTÉRIO DE STRAHOV – Construída no século 17, tem dois salões principais: o teológico e o filosófico. Guarda mais de 400 mil volumes.

Foto: Wikimedia Commons

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BIBLIOTECA DO PARLAMENTO – Fundada no início do século 18, foi parcialmente destruída pelo fogo em 1906. Tem mais de 600 mil volumes e 300 funcionários. Localiza-se em Ottawa, no Canadá.

Foto: Getty Images

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BIBLIOTECA DA ASSEMBLEIA NACIONAL – Possui itens raríssimos, como as minutas do processo de Joana D’arc e manuscritos originais de Jean Jacques-Rousseau. Está localizada no Palais Bourbon, em Paris (França).

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

(mais…)

De 78 países, Brasil está entre os 10 piores no domínio de inglês

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Com pontuação de 3,27, o Brasil ficou atrás da média geral – de 4,75 pontos – e também da média da América Latina, de 3,38 pontos

A empresa responsável pela pesquisa aponta que o desempenho do Brasil é preocupante, ainda mais que o País vai sediar importantes eventos esportivos Foto: Getty Images

A empresa responsável pela pesquisa aponta que o desempenho do Brasil é preocupante, ainda mais que o País vai sediar importantes eventos esportivos
Foto: Getty Images

Publicado por Terra

Uma pesquisa divulgada esta semana pela GlobalEnglish Corporation, empresa que realiza testes em todo o mundo sobre a proficiência de inglês nos negócios, aponta que o Brasil está entre os piores países no domínio do idioma. Entre as 78 nações analisadas, o País ficou na 71ª colocação. Nas primeiras posições do ranking estão Filipinas, África do Sul e Noruega. El Salvador e Chile são os piores colocados.

Com pontuação de 3,27, o Brasil ficou atrás da média geral – de 4,75 pontos – e também da média da América Latina, de 3,38 pontos. Porém, os números melhoraram em comparação ao ano passado, cujo desempenho foi de 2,95 pontos. Segundo a GlobalEnglish, o resultado é preocupante para um nação que receberá, nos próximos anos, três eventos esportivos internacionais: Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olímpiadas.

A pontuação no Índice de Inglês para Negócios 2013 (BEI, na sigla em inglês) de 1,0 indica uma capacidade de leitura e de se comunicar usando apenas perguntas e frases simples, enquanto uma pontuação mais elevada de 10,0 representa a capacidade de se comunicar e colaborar no ambiente de trabalho muito parecido com um falante nativo de inglês. Para fazer a escala foram realizados 212.883 testes no mundo. A média geral, de 4,75, representa um aumento de 14% em comparação com 2012. Apesar destas melhorias, quase um terço (30%) dos profissionais foram classificados como principiantes e apenas 7% deles mostraram ter inglês fluente.

Apesar das deficiências, 91% dos entrevistados disseram que consideram a proficiência em inglês como um requisito necessário para o avanço na carreira e 94% acreditam que o conhecimento do inglês de negócios é fundamental para ganhar uma promoção na empresa.

A pesquisa é focada no mercado corporativo, já que é resultado de testes aplicados em empresas multinacionais que utilizam as ferramentas da GlobalEnglish dentro do ambiente de trabalho para o aperfeiçoamento da língua inglesa entre seus profissionais. Veja os resultados do estudo no site da GlobalEnglish.

dica do Jarbas Aragão

Biografia de Steve Jobs ganha versão em mangá

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Escrito por Walter Isaacson, livro que conta a história do ex-CEO da Apple é adaptado para o tradicional quadrinho japonês pela consagrada artista Mari Yamazaki

Steve Jobs: cofundador e ex-CEO da Apple faleceu em outubro de 2011 depois de uma dura batalha contra o câncer (Justin Sullivan/Getty Images)

Steve Jobs: cofundador e ex-CEO da Apple faleceu em outubro de 2011 depois de uma dura batalha contra o câncer (Justin Sullivan/Getty Images)

Gabriela Ruic, na revista Exame

A biografia de Steve Jobs, escrita por Walter Isaacson, está sendo reproduzida em mangá, famosas HQs japonesas. Adaptado através das mãos da consagrada artista Mari Yamazaki, o primeiro capítulo da história está disponível na edição de maio da revista Kiss, publicada mensalmente no Japão e que tem como foco o publico feminino.

Imagens do mangá que conta a história de Steve Jobs: história começa com o encontro entre o ex-CEO da Apple e o escritor Walter Isaacson, autor de sua mais famosa biografia (Reprodução/Exame.com)

Imagens do mangá que conta a história de Steve Jobs: história começa com o encontro entre o ex-CEO da Apple e o escritor Walter Isaacson, autor de sua mais famosa biografia (Reprodução/Exame.com)

A história começa com o encontro entre Jobs e Isaacson, no qual o ex-CEO da Apple pede que o escritor escreva a sua biografia. Além disso, segue contando sobre a infância de Jobs e sua adoção. Já durante a adolescência, Mari mostra as primeiras experiências de Jobs com as drogas até o momento em que conhece outro Steve, o Wozniack, com quem fundaria, anos depois, a Apple.

A loja virtual do Yahoo no Japão publicou as primeiras imagens da adaptação da biografia de Isaacson. Os desenhos mostram um Steve Jobs desenhado de modo realista, com seus conhecidos óculos de grau e blusa preta de gola alta. Contudo, não perde de vista traços tradicionais dos mangás japoneses, especialmente no que diz respeito ao modo como o ex-CEO foi retratado enquanto criança.

Mari Yamazaki é conhecida por ter concebido outro quadrinho de sucesso, a comédia adulta Thermae Romae. A história, que tem como personagem principal um arquiteto romano chamado Lucius, ganhou importantes prêmios como o Manga Taisho e o Tezuka Osamu Cultural Prize, honrarias recebidas pela artista em 2010.

O vídeo abaixo, em japonês e sem legendas, mostra Mari trabalhando na concepção da transformação do livro que conta a história de vida de Steve Jobs em mangá.

dica do William Vidal

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