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Convocação da semana tem poucas novidades

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Cinco editoras brigam pelo terceiro lugar no ranking das editoras

Cassia Carrenho, no PublishNews

A lista geral dos mais vendidos não viu muitas novidades desde a última semana, só velhos conhecidos no alto da tabela. As seis primeiras posições são um repeteco da última, com pouca variação até na quantidade: A culpa é das estrelas (Intrínseca), Destrua esse diário (Intrínseca), Ansiedade (Saraiva) e os três da Rocco, Divergente, Insurgente e Convergente.

Quem voltou ao primeiro lugar na lista de negócios, pela primeira vez no ano, foi o bestseller O monge e o executivo (Sextante) que desbancou Sonho grande (Primeira Pessoa). Por sinal, os quatro primeiros livros são do grupo editorial Sextante! Vale ainda destacar que O monge e executivo aparece em todas as listas anuais de negócios, desde a última Copa, em 2010.

O ranking das editoras embolou no meio de campo. Sextante é líder isolada com 20 títulos e Intrínseca vem logo atrás na tabela com 13. Depois disso é todo mundo brigando por pontos. Globo, Record e Rocco fecharam a semana com sete títulos, e Companhia e Santillana, com seis. Semana que vem, o Dia das mães deve ser o critério de desempate!

Já na lista anual, Sextante e Record brigam ponto a ponto. Nessa semana a Sextante fechou com 32 títulos, contra 31 da Record.

As novidades da semana foram: em ficção, Mar de rosas (Arqueiro) e O rei do amarelo (Intrínseca); não ficção, Guia politicamente incorreto do futebol (LeYa), O livro das religiões (Globo) e Pitadas da Rita (Panelinha), estreia da editora na lista.

 

Ana Paula Padrão fala de mulheres no trabalho

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Fernanda Reis, na Folha de S.Paulo

O título “O Amor Chegou Tarde em Minha Vida” pode dar a impressão de que o novo livro da jornalista Ana Paula Padrão, 48, é uma autobiografia centrada em seu casamento com o empresário Walter Mundell. Não é.

Ela própria esclarece em entrevista: “Tem vários períodos no livro que falam de mim, ou da minha história, mas não chega a ser uma biografia. Usei minha história como pano de fundo para falar das mulheres da minha geração”.

O cerne do livro é a relação das mulheres com o mercado de trabalho —principalmente daquelas que ingressaram nele, como Padrão, nos anos 1980—, tema ao qual a jornalista tem se dedicado desde que deixou a bancada do “Jornal da Record”, em 2013.

A jornalista Ana Paula Padrão / Divulgação

A jornalista Ana Paula Padrão / Divulgação

Ela toma como exemplo sua própria trajetória profissional, da jovem de roupas “dark” começando no jornalismo até suas passagens pelas emissoras Globo, SBT e Record para mostrar como as mulheres de sua geração tiveram de sacrificar lazer e vida familiar pelo trabalho.

“Nossa geração não tinha modelos femininos para copiar e tinha muito desejo de entrar no mercado de trabalho. Acabamos copiando os homens sem pudor”, diz.

Ela acrescenta que essas mulheres enfrentaram custos altos por colocar a carreira em primeiro lugar. “Algumas mulheres não tiveram família. Outras tiveram casamentos dificílimos, destruídos.”

Para ela, que hoje pesquisa assuntos femininos, as empresas foram criadas por homens e para homens.

Quando se casou com Walter Mundell, em 2002, ela diz ter sentido essas questões na pele. Quando ele acordava, ela estava dormindo; quando ele chegava em casa, ela estava no trabalho, se preparando para apresentar o “Jornal da Globo” (no ar por volta da meia-noite); quando ela chegava em casa de madrugada, ele já estava dormindo.

Padrão tinha outras prioridades, que levaram-na a deixar a bancada de um dos mais importantes jornais da Globo (onde começou a trabalhar em 1987) em 2005 e, anos depois, o telejornalismo.

“Não é possível estar 100% em todos os lugares, por um motivo muito simples. Isso é ser a Mulher Maravilha, e ela não existe. Dá para ter tudo, mas não ao mesmo tempo”, afirma Padrão.

Ela avalia que a postura feminina em relação ao trabalho vem mudando porque a jovem não quer repetir a vida de sacrifício da mãe.

“Para a menina que começa a trabalhar hoje, a família, o lazer, o tempo de ócio e de ser criativa também são importantes”, afirma.

 

“Minha metade silenciosa” inspira ator na composição de personagem de série

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Após viver personagem gay na Globo, ator protagonizará série bíblica na Record

prota

Publicado na Caras

Após interpretar o personagem homossexual Peixinho na novela Sangue Bom, na Globo, o ator Júlio Oliveira se prepara para estrear em um episódio da série Milagres de Jesus, na Record.

O ator de 23 anos protagonizará o episódio O Surdo de Decápolis ao lado das atrizes Bianca Castanho e Ana Paula Tabalipa.

Além de estudar o capítulo bíblico sobre esse surdo eu fui buscar referências externas para ajudar a compor o personagem. Me inspirei no Palito, protagonista do livro Minha Metade Silenciosa. A história dele tem tudo a ver com a personagem que faço e, por coincidência, eu ganhei esse livro na mesma semana que recebi o convite da Record“, contou Júlio.

O episódio deverá ir ao ar no dia 16 de abril.

 

Cresce em 300% a venda de livro que inspirou minissérie “Amores Roubados”, da Globo

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“A Emparedada da Rua Nova” oferece tristes finais aos seus principais personagens

Publicado no O Tempo

Adaptação para a televisão foi realizada por George Moura

Adaptação para a televisão foi realizada por George Moura

Mais de 100 anos depois de sua publicação, “A Emparedada da Rua Nova”, escrito por Carneiro Vilela, se tornou um sucesso de vendas. Após servir como inspiração para a minissérie “Amores Roubados”, que teve seu último capítulo exibido ontem (17), o livro inspirado em uma lenda urbana pernambucana teve um acréscimo de vendas de 300%, sobretudo no Rio de Janeiro e São Paulo. E isso é apenas uma estimativa.são paulo.

“Esperávamos essa repercussão, estamos recebendo pedidos do Brasil inteiro”, conta Alexandre Monteiro, gerente de marketing da Cepe (Companhia Editora de Pernambuco) que edita o livro.

Para dar conta desse montante e do alto crescimento, identificado apenas por estimativa, foi preciso, nas palavras de Monteiro, “colocar mais água no feijão”. “Precisamos reforçar e fazer reimpressões para dar conta dos pedidos”.

Folhetim. Publicado inicialmente em folhetins locais, entre 1909 e 1912, “A Emparedada” se passa no Recife da metade do século XIX, e relata um crime bárbaro, onde uma jovem burguesa, Antônia, é emparedada viva em seu próprio quarto, deixando no ar, até hoje, o mistério se o crime realmente aconteceu ou foi invenção de Vilela.

No livro, o sedutor Leandro morre com um tiro disparado por Jaime Favais, que atravessa o cérebro e sai por cima da cabeça.

Também há finais tristes para as outras duas mulheres que caíram de amores pelo Don Juan do sertão. Isabel, mulher de Jaime, fica louca, sem conseguir superar o fato de que seu amante é o mesmo homem por quem Celeste se apaixonou, nem suportar a culpa de ter traído o marido.

Já Celeste precisa enfrentar a ira do marido traído, que se vinga da mulher de forma violenta – segundo o autor, detalhes renderiam outro romance.

 

“Amor à Vida” emplaca dois livros na lista dos itens mais procurados pelo telespectador da Globo

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Publicado por F5

Dois livros estão na lista de itens mais procurados pelo telespectador da Globo, divulgada mensalmente pela CAT (Central de Atendimento ao Telespectador).

Na lista, geralmente figuram produtos de moda e beleza, como roupas, maquiagens, acessórios, cabelos e alguns itens de decoração.

Os dois livros foram recomendados na novela “Amor à Vida” pela personagem Bernarda (Nathalia Timberg).

No capítulo do dia 3 de dezembro, Bernarda aparece lendo “Fome de Deus”, de Frei Betto.

Em outra cena, que foi ao ar no dia 14 de dezembro, a mesma personagem presenteia a filha Pilar (Susana Vieira) com o livro “O que realmente importa?”, de Anderson Cavalcante.

Segundo a assessoria de imprensa da Globo, a aparição das obras na novela não foi ação de merchandising. Os livros são indicações espontâneas do autor da novela, Walcyr Carrasco.

Amor à Vida

Bernarda (Nathalia Timberg) dá livro de presente para Pilar (Susana Vieira) / reprodução glogo

Bernarda (Nathalia Timberg) dá livro de presente para Pilar (Susana Vieira) / reprodução glogo

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