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Editoras brasileiras apostam no segmento infantojuvenil, tendência mundial

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Reforçada por compras do governo federal, a estratégia beneficia autores nacionais

Publicado no Diário de Pernambuco

Não é só no Brasil que a literatura infantil e infantojuvenil vem ganhando cada vez mais força, com milhares de títulos lançados no mercado. Tem-se consumido de tudo: de série de aventuras à fantasia, passando por romances para garotas e histórias de terror e vampiros. A garotada devora livros com a avidez própria da idade, ajudando a gerar receitas da ordem de milhões de reais.

O gênero infantojuvenil veio para ficar, pelo menos durante um bom tempo – isso é consenso entre editores, livreiros e agentes literários. A carioca Lúcia Riff, por exemplo, tem negociado muitos títulos de autores brasileiros e estrangeiros dedicados ao segmento. “O sucesso da literatura infantojuvenil não ocorre apenas no Brasil, mas em vários países. Tenho observado o fenômeno durante minhas viagens para participar de feiras e eventos”, informa.

A carioca Ana Lima concorda com Lúcia. Ela é responsável pelo selo Galera, voltado exclusivamente para o público juvenil, que representa cerca de 30% do faturamento da Record, uma das maiores editoras da América Latina. Lançado em 2007, o selo emplacou diversos títulos na lista dos mais vendidos. Alguns autores ultrapassaram a marca de 1 milhão de exemplares, caso das nortes-americanas Meg Cabot e Lauren Kate e do britânico Oliver Bowden. “A tendência é o segmento continuar forte e o mercado cada vez mais competitivo”, aposta Ana.

À frente da Editora Autêntica, Rejane Dias revela que jovens brasileiros estão se interessando por literatura policial

À frente da Editora Autêntica, Rejane Dias revela que jovens brasileiros estão se interessando por literatura policial

Destaque

De acordo com a editora, brasileiros têm se destacado no mercado infantojuvenil, inclusive fechando contratos fora do país. “A mineira Paula Pimenta, autora de Fazendo meu filme, que integra nossa coletânea de releituras de contos de fadas, é um bom exemplo. Carina Rissi, que escreveu Perdida, vendido para o cinema recentemente, é outro. Temos projetos com ambas para este ano”, informa Ana Lima.

Rejane Dias, responsável pelo Grupo Autêntica, afirma que o crescimento da literatura infantil e infantojuvenil se deve à ampliação das compras do governo, sobretudo de programas do Ministério.

“Em 2013, quase 300 editoras inscreveram livros no Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), contra cerca de 140 em 2012. Para continuarmos com bons resultados relativos às compras governamentais, mantivemos a regularidade de nossas publicações. Em média, a Autêntica lança de 20 a 25 títulos por ano nesses gêneros”, diz a responsável pela editora mineira.

Rejane observa que os leitores têm dado preferência a livros de personagens, como Diário de um banana e Capitão Cueca. O público juvenil, especificamente, procura títulos de sucesso no mercado internacional, como histórias voltadas para a fantasia, chick lit (preferido das garotas) e, recentemente, obras com temáticas vinculadas a problemas da vida real. “No momento, há a sinalização de que o público teen está se interessando por literatura policial e thrillers”, revela.

De acordo com Rejane, embora o estrangeiro faça sucesso no Brasil, os selos vêm dando preferência ao autor brasileiro. “Isso ocorre, sobretudo, pela disponibilidade deles para se envolver na divulgação dos livros, principalmente via mídias sociais. A temática abordada favorece a identificação com os leitores de nosso país”, analisa Rejane. Ela cita a belo-horizontina Paula Pimenta, um dos destaques da Autêntica, que a lançou nacionalmente. Ano passado, a autora vendeu 230 mil exemplares.

Copa

Lourdinha Mendes é editora das mineiras Lê, Abacate e Compor, que mandam para as lojas livros voltados para o público infantil e infantojuvenil. Apesar das boas perspectivas, ela prefere a cautela. “Estou um pouco apreensiva, principalmente devido à realização da Copa do Mundo e das eleições. É um ano atípico”, pondera. As três empresas programaram 16 lançamentos para 2014.

Lourdinha aposta nas compras do governo. “Além de possibilitar o investimento em novas publicações, o programa proporciona o acesso à literatura em lugares onde isso dificilmente ocorreria sem a ação institucional”, conclui.

Três perguntas para…
Lúcia Riff

Agente literária

Por que as editoras apostam as fichas na literatura infantojuvenil?

A aposta não é apenas para este ano, veio para ficar. A literatura infantojuvenil vem ganhando força em todo o mundo, assim como no Brasil. Isso se dá especialmente no segmento crossover. Ou seja, o livro para o jovem adulto pode ser lido tanto por adolescentes e jovens quanto por adultos. Eles agradam a públicos de todas as idades.

Diante da sedução das mídias eletrônicas, o livro impresso seduz os jovens?

De modo geral, ainda se leem mais livros de papel. Não sei a proporção de jovens que já passaram para o e-book. As redes sociais têm papel importantíssimo entre essa turma, pois elas divulgam livros, estimulam a troca de informações sobre autores e sobre as obras, além de facilitar conversas diretas do público com o escritor. Mas daí à adesão ao e-book como leitura preferencial… Não sei dizer. De minha parte, posso responder: já aderi ao iPad. Atualmente, quase todas as minhas leituras se dão em via eletrônica.

Ao apostar no segmento infantojuvenil, as editoras se tornam dependentes dos programas do governo?

Publicar pensando só no governo é um perigo. As vendas passam a ser esporádicas e podem não ocorrer. A obra morre. O certo é trabalhar pensando nas vendas escolares e nas adoções por colégios, mas sem esquecer as livrarias. Deve-se fazer um trabalho de aproveitamento das vendas de governo possíveis, mas sem basear o trabalho editorial apenas nessa possibilidade.
(AFP)

Com açúcar e com afeto

Voltado para o público feminino, o gênero chick-lit fala da garota contemporânea. Com enredos ágeis e destinados ao entretenimento, a chamada “literatura para mulherzinha” compartilha anseios de jovens ligadas em blogs, marcas fashion e nas inovações do universo virtual. A matéria-prima dessas histórias, porém, é o amor. As protagonistas sempre estão às voltas com romances e corações partidos. Não é à toa que o ícone do gênero é Bridget Jones, “heroína” da série escrita pela inglesa Helen Fielding, que se transformou em fenômeno cinematográfico na pele da atriz Renée Zellweger – eternamente apaixonada por Mark Darcy, interpretado por Colin Firth.

Gasto por aluno do ensino básico cresce acima de 100% em apenas seis anos, graças a mais gastos e menos alunos

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Publicado por Folha de S.Paulo

Uma das deficiências mais notórias do ensino público brasileiro foi drasticamente atenuada da década passada para cá, como mostram dados ainda pouco divulgados e analisados.

De acordo com números apurados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, ligado ao MEC), o gasto dos governos por aluno da educação básica mais que dobrou em apenas seis anos.

Em média, cada aluno da educação básica mereceu dos cofres federais, estaduais e municipais, em 2011, R$ 4.267. O valor não passava de R$ 1.933 em 2005, em valores corrigidos pela inflação.

A expansão das despesas foi impulsionada pelo Fundeb (Fundo da Educação Básica), uma das principais inovações da administração petista. Além dos repasses obrigatórios ao fundo, o governo Dilma também elevou as verbas para convênios com Estados e prefeituras.

Já a queda do número de alunos resulta das transformações demográficas do país: as famílias, incluindo as mais pobres, têm cada vez menos filhos.

A educação é a principal despesa dos governos estaduais e municipais, e uma das que mais crescem na União. Nos Estados e nas prefeituras, a saúde é possivelmente a despesa que mais cresce.

Com tais progressos, caiu a disparidade entre o gasto público no ensino básico _infantil, fundamental e médio_ e no ensino superior, uma das distorções do modelo brasileiro.

Cada aluno das universidades públicas custou, em média, R$ 20.690 em 2011, quase cinco vezes a despesa nas escolas da educação básica. Em 2001, eram mais de dez vezes.

Apesar de obviamente positivos, os números são tratados com discrição no setor; possivelmente, porque enfraquecem a bandeira dos militantes que defendem a elevação do gasto público em educação dos atuais 5% para 10% do Produto Interno Bruto.

A elevação da despesa por aluno não produziu, ao menos até agora, um ganho da mesma proporção do desempenho dos estudantes _o que pode ser interpretado tanto como um sinal de necessidade de mais dinheiro quanto como uma evidência de gestão insuficiente. Ou, simplesmente, de que é preciso mais tempo.

Maior biblioteca pública da Europa tem 10 andares, jardim suspenso e wi-fi

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Publicado no UOL

http://imguol.com/c/entretenimento/2013/09/18/fachada-da-maior-biblioteca-publica-da-europa-em-birmingham-com-wi-fi-gratuito-em-seus-10-andares-e-jardins-suspensos-o-predio-faz-parte-do-plano-de-renovacao-da-segunda-maior-cidade-1379473483953_956x500.jpg

Esqueça a imagem de livros de páginas amareladas, acumulados em prateleiras poeirentas. Combinando arquitetura, inovações e raridades shakespearianas, a maior biblioteca pública da Europa em número de visitantes redefine o conceito de local de conhecimento.

Localizada a cerca de 2 horas de Londres, a nova biblioteca de Birmingham deve atrair 3,5 milhões de frequentadores por ano, de acordo com as expectativas da organização. Com wi-fi gratuito em seus 10 andares e jardins suspensos, o prédio faz parte do plano de renovação da segunda maior cidade inglesa, mas já serve como referência a outras grandes bibliotecas no velho continente.

O UOL visitou o local, inaugurado no dia 3 de setembro pela jovem paquistanesa Malala Yousafzai. A ativista, que foi levada para Birmingham para receber tratamento após ser baleada pelo Talibã por defender a educação de meninas em seu país, mora atualmente na cidade.

Em um momento em que o governo britânico tem fechado bibliotecas públicas pelo país, abatidas pela recessão, os números estimados para o espaço impressionam.

O prédio de 31 mil metros quadrados foi projeto por arquitetos holandeses para abrigar um milhão de volumes impressos – o maior acervo público no Reino Unido. Desses, 400 mil estão disponíveis para o público.

Conforme o diretor, Brian Gambles, o projeto totalizou £ 188,8 milhões (cerca de R$ 680,95 milhões) – £ 4,2 milhões (R$ 15,15 milhões) a menos do que o orçado.

“É sobretudo um local de transformação: sobre como temos transformado a vida das pessoas, com educação, e sobre como tornar uma biblioteca para a era digital”, ressalta.

Após passar cinco anos trabalhando no projeto, a arquiteta Francine Houben, do escritório holandês Mecanoo, conta que tentou refletir no prédio uma cidade de população jovem e multicultural. Sua obra foi criada para desenvolver os sentidos.

“É uma ode ao círculo”, explica Francine, em referência às formas circulares de diferentes elementos do edifício, como a rotunda de livros, que compreende três andares e conta com luz natural.

Não é apenas a leitura que deve atrair cerca de 10 mil visitantes por dia: o local inclui dois jardins suspensos, anfiteatro ao ar livre, área musical, biblioteca infantil e espaços para estudos com diferentes configurações, entre outros.

“Cada biblioteca é diferente. O que é único na de Birmingham é seu acervo e seu patrimônio”, ressalta a arquiteta, que deve ir a São Paulo no final de outubro para uma palestra.

Área dedicada a Shakespeare tem 43 mil livros, incluindo as quatro primeiras coleções publicadas das peças teatrais do autor (conhecidos como “Folios”) e edições raras de obras individuais impressas antes de 1709

Shakespeare no topo

A biblioteca de Birmingham conta com uma das maiores coleções de William Shakespeare no mundo. O dramaturgo inglês – nascido em Stratford-Upon-Avon, cidade na mesma região inglesa – é homenageado em um espaço histórico, remontado no topo do moderno edifício.

A sala fazia parte originalmente da segunda biblioteca da cidade, inaugurada em 1882 (após um incêndio ter destruído o primeiro prédio). Em estilo vitoriano, com painéis de madeira e gabinetes de vidro, ela foi removida inteiramente e restaurada.

Apesar de a coleção shakespeariana ter se tornado maior do que a capacidade da sala já no início do século 20, ela ainda está abrigada no prédio. São 43 mil livros, incluindo as quatro primeiras coleções publicadas das peças teatrais do autor (conhecidos como “Folios”) e edições raras de obras individuais impressas antes de 1709.

As prateleiras do espaço também dispõem de outros importantes acervos, que passam por digitalização para ser disponibilizado ao público. Alguns podem ser conferidos em mesas com touch screen, desenvolvidas especialmente para a biblioteca.

Uma das preciosidades é o arquivo da empresa Boulton & Watt, o mais importante da Revolução Industrial, com cerca de 29 mil desenhos industriais da época.  No catálogo online, há menção da venda de uma máquina a vapor para a cunhagem de moedas para o Brasil, em 1811.

Entre as mais de 8,2 mil publicações datadas antes de 1701, estão três livros impressos em 1479 pelo primeiro gráfico inglês, William Caxton, em perfeito estado. A edição do “Birds of America” (“Aves da América”), publicado pelo naturalista John James Audubon na primeira metade do século 19, figura entre os mais caros do mundo devido sua raridade e é um dos destaques.

http://3.bp.blogspot.com/-sL9kur9sKWE/UiX2NGXpqUI/AAAAAAAAFmw/h06Gnoa9EHk/s1600/3.jpg

Além disso, a biblioteca pública de Birmingham é a única no Reino Unido a ter uma das coleções nacionais de fotografias, com mais de 3,5 milhões de imagens.

Em outubro, o espaço deverá receber escritores renomados como Lionel Shriver (autora de “Precisamos Falar sobre Kevin” e “O Mundo Pós-Aniversário”) e Carol Ann Duffy (escritora e poetisa escocesa, primeira mulher a ser indicada como “Poeta Laureado” do Reino Unido) durante o festival de literatura de Birmingham.

A expectativa é que a biblioteca se torne um novo destino turístico na região central da Inglaterra.

Bienal do Livro RJ: abertura marcada por tom político e cobranças ao governo

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Ministra ouve pedidos de proteção a direitos autorais e liberação de biografias

Sem visitas de escolas na quinta-feira, primeiro dia da Bienal do Livro do Rio foi pouco movimentado (foto: Daniela Dacorso / O GLOBO)

Sem visitas de escolas na quinta-feira, primeiro dia da Bienal do Livro do Rio foi pouco movimentado (foto: Daniela Dacorso / O GLOBO)

Maurício Meireles, em O Globo

RIO — O primeiro dia da 16ª Bienal do Livro do Rio, que começou na quinta-feira, no Riocentro, foi marcado pelo tom político. Na cerimônia de abertura, com a presença da ministra da Cultura, Marta Suplicy, a presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Sônia Jardim, cobrou do governo o respeito aos direitos autorais e uma posição a favor das biografias não autorizadas.

Em seu discurso, Sônia falou dos avanços do mercado em 30 anos de história da Bienal do livro, mas apontou dois retrocessos: a pirataria de livros e o veto das biografias não autorizadas estabelecido pelo Código Civil.

— De 1983 para cá, avançamos, mas demos alguns passos para trás. Naquele ano, eu me lembro de um concurso de cartazes para uma campanha contra a reprografia. Já se falava, então, do prejuízo que as cópias causavam para as editoras. Hoje, a ameaça é ainda maior — afirmou Sônia. — Por isso, defendemos que a nova lei de direitos autorais proteja o autor, sem permitir a cópia integral ou de grandes trechos dos livros, sob pena de desestimular a produção intelectual do país.

A presidente do Snel também pediu que provedores de internet continuem a aceitar notificações extrajudiciais para tirar do ar conteúdos que violem os direitos autorais. Para Sônia, a Justiça brasileira “não tem agilidade” para combater a pirataria na internet. Ela afirmou, ainda, que, com a proibição das biografias, histórias de grandes personagens deixam de ser escritas. Sônia lembrou que os editores movem, no Supremo Tribunal Federal, uma ação para declarar inconstitucionais os artigos 20 e 21 do Código Civil, que vetam biografias não autorizadas.

A ministra da Cultura falou sobre os direitos autorais, mas ignorou a polêmica das biografias.

— Temos clareza de que o autor precisa ser protegido, mas quem ignorar a internet vai ficar no século passado. O autor deve poder viver do que ele cria. Como autora de nove livros, entendo essa reivindicação, mas temos que ver a questão com um pé no século XXI. O projeto (de uma nova lei de direitos autorais) já está na Casa Civil — disse Marta.

A ministra da Cultura comemorou ainda a regulamentação do Vale-Cultura, benefício de R$ 50 para trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos. Marta espera que o benefício passe a funcionar em outubro e disse querer o apoio do setor livreiro, pedindo que as livrarias estampem em suas vitrines que aceitam o Vale-Cultura.

Veja dicas de filmes recentes que podem ajudar a estudar para o Enem

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G1 separou dez títulos de filmes e documentários lançados desde 2011.
De domésticas à Revolução Francesa, eles ajudam a reforçar conteúdos.

Publicado por G1

Cena do filme 'Lincoln" (Foto: Globo News)

Cena do filme ‘Lincoln” (Foto: Globo News)

Além dos livros, apostilas e aulas presenciais ou on-line, uma estratégia de estudo e revisão para o vestibular é assistir a filmes ou documentários. No caso dos conteúdos exigidos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), muitas questões abordam temas de conhecimentos gerais e, principalmente, atualidades, que podem ajudar o candidato com maior familiaridade com temas atuais.

Muitos filmes clássicos, como “Tempos modernos”, de Charlie Chaplin, já são conhecidos e usados por estudantes e professores para reforçar conteúdos vistos na sala de aula.

O G1 selecionou dez filmes menos antigos, lançados entre 2011 e este ano e que passaram, em algum momento de 2013, pelas salas de cinema do país. Eles tratam –direta ou indiretamente– de temas da história geral e do Brasil, além de assuntos que mobilizaram a opinião pública e o governo recentemente.

Veja os títulos e sinopses na tabela abaixo:

FILMES E DOCUMENTÁRIOS QUE ABORDAM TEMAS EXIGIDOS NO ENEM

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Doméstica [Brasil, 2013]

Gênero: Documentário
Sinopse: O diretor do filme entregou equipamentos para que sete adolescentes registrassem, durante uma semana, o cotidiano das mulheres que trabalham na casa deles como empregadas domésticas. (75 min.)
Conteúdo: ciências humanas
Veja a resenha

 

 

 

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O dia que durou 21 anos [Brasil, 2011]

Gênero: Documentário
Sinopse: O documentário investiga documentos que permaneceram sigilosos durante décadas e que mostram a participação dos Estados Unidos no golpe militar de 1964 no Brasil. (78 min.)
Conteúdo: história do Brasil

 

 

 

 

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Lincoln [EUA/Índia, 2012]

Gênero: drama
Sinopse: O premiado filme mostra o processo da abolição da escravidão nos Estados Unidos pelo presidente Abraham Lincoln, durante a guerra civil. (145 min.)
Conteúdo: história geral
Veja a resenha

 

 

 

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A cidade é uma só [Brasil, 2012]

Gênero: documentário
Sinopse: Os moradores de Brasília são os personagens deste documentário que tenta contar a história da capital do país e mostrar sua luta por uma cidade mais justa com seus habitantes. (73 min.)
Conteúdo: história do Brasil
Veja a resenha

 

 

 

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Uma garrafa no mar de Gaza [França/Canadá/Israel, 2011]

Gênero: drama
Sinopse: Uma adolescente francesa e judia vive em Jerusalém, e começa a se aproximar de um jovem palestino que mora em Gaza por meio de uma carta em uma garrafa jogada ao mar. (100 min.)
Conteúdo: ciências humanas

 

 

 

 

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Dossiê Jango [Brasil, 2013]

Gênero: documentário
Sinopse: Nesse documentário, a vida e a morte do presidente João Goulart, o Jango, é discutida com base em fatos da história brasileira que permanecem pouco conhecidos. (102 min.)
Conteúdo: história do Brasil

 

 

 

 

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O Impossível [Espanha, 2012]

Gênero: drama
Sinope: O longa conta a história de uma família que passa férias na Tailândia e é atingida pelo tsunami que devastou diversos países da Ásia em 2004 e deixou centenas de milhares de mortos. (107 min.)
Conteúdo: ciências humanas
Veja a resenha

 

 

 

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Hoje [Brasil, 2011]

Gênero: drama
Sinopse: Uma mulher que foi militante na época da ditadura recebe do governo uma indenização porque seu marido desapareceu durante o regime militar. Porém, o homem retorna assim que ela compra um novo apartamento. (90 min.)
Conteúdo: história do Brasil
Veja a resenha

 

 

 

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Adeus, minha rainha [França/Espanha, 2012]

Gênero: drama
Sinopse: Às vésperas da Revolução Francesa, em 1789, os moradores do palácio de Versalhes ignoram a mobilização e a agitação das ruas de Paris e seguem vivendo como nos dias de bonança e estabilidade. (100 min.)
Conteúdo: história geral
Veja a resenha

 

 

 

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As hiper mulheres [Brasil, 2012]

Gênero: documentário
Sinopse: Um índio pede a realização de um grande ritual indígena feminino no Alto Xingu, para proporcionar à esposa idosa a chance de cantar uma última vez. O filme mostra os ensaios e a doença grave da idosa, a única conhecedora de todas as músicas do ritual. (80 min.)
Conteúdo: ciências humanas
Veja a resenha

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