Publicado em O Globo

Foto: Wikimedia Commons

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Alexandria, 48 a.C.

O incêndio na Grande Biblioteca de Alexandria ocorreu durante a invasão romana e é considerado até hoje um exemplo mítico da destruição de livros. Estima-se que foram queimados entre 40 mil e um milhão de documentos.

Foto: Reprodução

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Granada, em 1501

Durante os primeiros conflitos com os muçulmanos, o cardeal Cisnero, inquisidor de Castilha, ordenou a queima de milhares de livros islâmicos. No dia 12 de outubro do mesmo ano, foi criada uma lei que obrigava a queima de todos os livros islâmicos na região.

Foto: Reprodução

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Louvain, em 1914

Soldados alemães queimaram a Biblioteca da Universidade Católica de Louvain pela primeira vez durante a Primeira Guerra. Depois de reconstruída, a biblioteca foi atacada pelos alemães novamente em 1940, durante a Segunda Guerra.

Foto: CIA Freedom of Information Act / Wikimedia Commons

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Chile, 1973

Depois do golpe militar, vários livros considerados subversivos foram queimados com o objetivo de acabar com as ideologias marxistas no país.

Foto: AFP

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Mossul, 2015

Militantes do Estado Islâmico colocaram fogo na biblioteca pública de Mossul e queimaram pelo menos 8 mil livros e manuscritos raros no último domingo. Segundo testemunhas, eles fizeram uma foqueira com livros culturais e científicos e levaram embora livros infantis e religiosos.