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Livro escrito pelo compositor das músicas de Björk chega ao Brasil

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Em “Pela Boca da Baleia”, os islandês Sjón usa a mitologia nórdica como pano de fundo do romance

Paulo Lannes, no Metrópoles

O islandês Sigurjón Birgir Sigurðsson ganhou fama mundial pela voz da cantora Björk. As músicas de “Biophilia”, um de seus discos mais famosos, foram compostas por Sjón – apelido artístico que o islandês utiliza –, bem como as canções do filme “Dançando no Escuro” (2000), de Lars Von Trier, postulante ao Oscar de melhor canção original (“I’ve Seen It All”).

Há um outro lado de Sjón que é menos conhecido pelo público, mas vem sendo aclamado pela crítica: o da escrita literária. O islandês lançou o livro “Pela Boca da Baleia” (ed. Planeta, R$ 39,90) em 2008 e, com a obra, angariou uma série de prêmios internacionais, como o Independent Foreign Fiction Prize (hoje chamado de Man Booker International Prize) e o Icelandic Literary Prize.

Björk

Björk

Porém, foi apenas neste mês que a obra traduzida para o português foi lançada no Brasil. Para comemorar a chegada de Sjón nas livrarias do país, o escritor foi convidado para compôr a programação oficial do Festival Literário Internacional de Paraty (Flip) deste ano.

História
A narrativa de “Pela Boca da Baleia” começa em 1635, ano em que a Islândia se via obscurecida pela combinação de superstição, pobreza e crueldade.

Nesse lugar, a curiosidade científica dos homens se confundia com a magia e o misticismo: enquanto alguns admiravam o chifre dos unicórnios, os mais pobres idolatravam a Virgem em segredo.

É nesse cenário, no qual livros e pessoas eram lançados à fogueira, que o velho curandeiro Jónas Pálmason recorda passagens dramáticas de sua vida, como a morte de três de seus filhos, o exorcismo de um cadáver ambulante e o doloroso fim de um grupo de baleeiros espanhóis.

Condenado ao exílio por heresia, após entrar em conflito com o magistrado local, o personagem tece um enredo repleto de elementos fantásticos da mitologia nórdica.

Estudantes perdem vagas em Harvard por memes ofensivos no Facebook

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Posts ofensivos compartilhados em grupos privados de mensagens na rede social teriam causado a expulsão de 10 calouros da universidade.

Publicado no IDGNow

Pelo menos 10 calouros perderam suas vagas na universidade de Harvard, nos EUA, uma das mais prestigiadas e caras do mundo, no último mês de abril após a direção da instituição descobrir a participação dos estudantes na criação e publicação de memes preconceituosos e ofensivos em grupos no Facebook.

Segundo o jornal da universidade, o Harvard Crimson, que obteve screenshots dos memes, os posts ofensivos que causaram a expulsão dos estudantes faziam piadas com assuntos como o Holocausto, abuso infantil, assédio sexual e minorias – um dos memes chamada o hipotético enforcamento de uma criança mexicana de “piñata time”.

A reportagem do Crimson aponta ainda que esses memes eram compartilhados principalmente em um grupo privado de mensagens chamado “Harvard Memes For Horny Bourgeois Teens” (algo como “Memes de Harvard para Jovens Burgueses Excitados”).

Esse grupo de mensagens privado teria sido criado por alguns alunos que participavam de outro grupo no Facebook, chamado Harvard College Class of 2021, no Facebook, segundo revelou a estudante da turma Cassandra Luca em uma entrevista ao Crimson, sem ter nenhuma relação direta com a universidade.

“O Comitê de Admissões ficou desapontado em saber que vários estudantes em um grupo privado de mensagens para a Turma de 2021 enviaram mensagens que continuam mensagens ofensivas e explícitas”, afirma um e-mail obtido pelo Crimson que teria sido enviado pela universidade para os estudantes envolvidos no caso.

De acordo com o Crimson, a decisão de Harvard pela não aceitação dos calouros é final. A expulsão dos estudantes foi chamada de radical por algumas partes, que destacaram que tratava-se de um grupo privado na rede social e sem nenhum afiliação oficial com a universidade.

4 motivos científicos para começar a escrever mais

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(Foto: Reprodução/Tumblr/psychicdisco)

(Foto: Reprodução/Tumblr/psychicdisco)

 

Publicado na Galileu

Não é à toa que tantas pessoas são entusiastas dos diários e agendas: escrever faz bem para a saúde. Separamos cinco estudos que mostram os diferentes efeitos da prática. Leia abaixo — e separe um bloquinho e caneta para começar suas anotações:

1 – Escrever pode literalmente te curar

Em pesquisa conduzida pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, um grupo de pessoas entre os 64 e 97 anos escreveu sobre seus problemas pessoasi durante três dias seguidos. Duas semanas depois, uma biópsia foi feita em seus braços e um acompanhamento foi feito durante 21 dias: 76% daqueles que escreveram sobre seus sentimentos já haviam se curado totalmente no 11º dia, em comparação com apenas 42% do grupo que não fez nada. Os pesquisadores acreditam que a prática ajuda a acalmar o indíviduo, reduzindo os hormônios ligados ao estresse no corpo, melhorando o sistema imunológico.

2 – Escrever ajuda você a lidar melhor com seus problemas

Um estudo que acompanhou engenheiros em situação de desemprego mostrou que aqueles que escreviam sobre as dores do fracasso conseguiram achar um novo trabalho mais rapidamente. Após oito meses, em torno de 48% deles já estavam empregados em comparação com apenas 19% dos que não tinham esse hábito. Segundo a pesquisa, os profissionais relataram sentir menos raiva em relação ao chefe antigo, além de beberem muito menos.

3 – Usar sua letra cursiva te ajuda a reter melhor a informação

Em um experimento realizado na Noruega, um grupo de adultos precisou aprender um novo alfabeto. Aqueles que aprenderam a nova língua a partir de escrita manual se saíram muito melhor do que aqueles que utilizaram um teclado. Os especialistas acreditam que isso acontece por causa do tempo e esforço dispensados na escrita manual, o que facilita a fixação da memória.

4 – Fazer uma lista de coisas pelas quais você é grato pode melhorar sua qualidade de vida

Cinco frases simples, uma vez por semana. Essa é a receita para dormir melhor, ser mais otimista, ter menos problemas de saúde e até mesmo ter mais vontade de fazer exercícios físicos. É o que indica um estudo na Universidade da California. Os resultados não foram só observados pelos participantes, mas também por suas esposas e maridos, que notaram grande melhora na qualidade de vida dos parceiros.

Fnac anuncia saída do Brasil

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Fnac no Shopping Morumbi (Foto: Divulgação Shopping Morumbi)

Fnac no Shopping Morumbi (Foto: Divulgação Shopping Morumbi)

 

Grupo francês busca um sócio para assumir operações brasileiras

Publicado na Época Negócios

O grupo francês Fnac anunciou nesta última terça-feira (28/02) que pretende vender suas lojas de livros e eletrônicos no Brasil. O comunicado, que integra o balanço de resultados de 2016, afirma que o grupo busca um sócio para assumir as operações brasileiras.

“Iniciamos um processo ativo de busca por um parceiro o que pode levar a um desligamento do grupo do país”, diz o comunicado.

A Fnac chegou ao Brasil nos anos 1990 e, até o final de dezembro, possuía 12 lojas no país.

Recentemente a Fnac uniu-se à concorrente Darty formando uma nova varejista de livros e eletroeletrônicos. A empresa anunciou um lucro líquido das operações continuadas de 22 milhões de euros no ano passado – frente a um prejuízo de também 22 milhões de euros das chamadas “operações descontinuadas”. O balanço de 2016 já considera o Brasil como uma “operação descontinuada”.

Michelle Obama denuncia obstáculo das “crenças culturais” na educação de meninas

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Publicado em UOL

Doha, 2 Nov 2015 (AFP) – No início de sua viagem ao Oriente Médio, Michelle Obama pediu que se questionem as várias “crenças culturais” que constituem obstáculos para o acesso das meninas à educação.

A primeira-dama chegou na noite (pelo horário local) desta segunda-feira a Doha, capital do Catar, onde na terça-feira discusará na Cúpula Mundial sobre a Inovação na Educação (WISE).

“Não podemos responder à crise da educação das meninas se não abordaRmos a questão mais ampla das crenças culturais e práticas que contribuem para perpetuá-la”, escreveu Michelle Obama em um artigo publicado no The Atlantic.

Michelle pede que se questionem as “leis e costumes que silenciam as mulheres, as rebaixam e as brutalizaM; desde as mutilações genitais passando pelos casamentos forçados e leis que autorizam a violação conjugal, até sua discriminação no trabalho”.

Embora considere “compreensível” que esse assunto seja tratado pela perspectiva econômica, Michelle acredita que o investimento não é suficiente para solucioná-lo.

Durante sua estadia no Catar, a primeira-dama visitará os militares americanos na base aérea de Al Udeid, utilizada para lançar ataques contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque.

Na Jordânia, ela visitará uma escola construída com o apoio técnico e financeiro da Agência americana de Ajuda (USAID) e as ruínas de Petra.

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