Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged guia

Minissérie de Bryan Cranston baseada no Perigoso Livro para Garotos ganha primeiro trailer

0

The Dangerous Book for Boys — Pictured: Gabriel Bateman as Wyatt McKenna (screen grab) CR:Amazon Prime Video

Marcel Plasse, no Pipoca Moderna

A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Dangerous Book For Boys”, série infantil com temática dramática de superação.

A atração é baseada no best-seller “O Perigoso Livro para Garotos” dos irmãos Conn e Hal Iggulden, originalmente um guia prático sobre atividades ao ar livre para meninos, que foi transformado num drama familiar sobre a importância da imaginação fértil das crianças. A trama gira em torno das dificuldades de uma mãe para lidar com a morte do marido e criar seus três filhos que, desde a perda do paí, mergulharam em videogames e celulares, ignorando o mundo.

A solução se encontra num livro escrito a mão e repleto de colagens, feito pelo pai dos meninos, que serve de guia para aventuras ao ar livre que ele pretendia compartilhar com eles. Por meio desse livro, o filho mais novo volta a ver o pai e, ao embarcar na diversão, acessa a imaginação necessária para se reconectar com o mundo real.

Curiosamente, a Disney tentou transformar o livro dos irmãos Iggulden num filme em 2007, mas o projeto nunca saiu do papel. Assim, o ator Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) conseguiu os direitos em 2014 com o objetivo de fazer uma série.

Com seis episódios, “O Perigoso Livro para Garotos” virou um minissérie criada por Cranston e o cineasta Greg Mottola (“Superbad” e “Férias Frustradas de Verão”).

O elenco liderado pelo jovem Gabriel Bateman (“Quando as Luzes se Apagam”) ainda inclui Chris Diamantopoulos (“Os Três Patetas”) como o pai, Erinn Hayes (série “Childrens Hospital”) como a mãe, Drew Powell (a versão mirim de Weller na série “Blindspot”) e Kyan Zielinski (do vindouro terror “They Reach”) como os irmãos.

“The Dangerous Book for Boys” estreia na plataforma de streaming no dia 30 de março.

Livrarias se reinventam para enfrentar crise e internet

0

xlivraria-da-feb.jpg.pagespeed.ic.igfpq0SeNq

Publicado no Extra

RIO – Vista de fora, a Livraria Camerino, na Zona Portuária, parece uma loja de fotocópias, miudezas e artigos de papelaria. Mas quem cruza uma das três portas do antigo imóvel, em frente ao Jardim Suspenso do Valongo, descobre lá dentro um mundo de estantes e prateleiras abarrotadas de publicações usadas, entre elas, livros didáticos, romances, guias, almanaques e revistas raras. São 15 mil títulos à venda no sebo aberto desde 1971 e que pertence, há várias gerações, à família do livreiro Paulo Félix, de 55 anos. Já a livraria Lumen Chisti é especializada em edições novas, com conteúdos religiosos, mas quem procura a lojinha no pátio do Mosteiro de São Bento, também na área do Porto, encontra, ainda, chocolates e doces produzidos no Sul do país, imagens e medalhas.

Os dois endereços estão no “Guia de Livrarias da Cidade do Rio de Janeiro”, lançado pela Associação Estadual de Livrarias (AEL-RJ), no mês passado. Editado após dois anos de pesquisa, o material, no entanto, já chega às mãos dos leitores com necessidade de correção: dos 204 estabelecimentos listados, oito já fecharam as portas. Há três anos, eram 252.

Segundo o presidente da associação, Antônio Carlos de Carvalho, esse foi o primeiro guia do gênero produzido pela instituição e, como o objetivo era fazer um mapa completo, o levantamento incluiu todos os tipos de estabelecimentos do ramo. Há pequenas livrarias de rua, sebos, as que têm bistrô, as religiosas, as que diversificam com papelaria e as megalivrarias, que também vendem artigos eletrônicos. A diversificação pode ser a razão de essas casas resistirem aos tempos céleres da internet e dos e-books.

A MAIS ANTIGA É DE 1897

Das 204 apresentadas no guia carioca, a da Federação Espírita (Avenida Passos 28), fundada em 1897, é a única em atividade desde o século XIX. Além disso, sete foram abertas em 2016. No texto de abertura, o guia explica que esta mudança de perfil das lojas é, na verdade, uma volta às origens, “quando o livro era apenas um dos itens oferecidos”:

— Infelizmente, algumas que estão no guia, como a Casa Cruz e uma filial da Saraiva no Centro, fecharam. Mas ele mostra que ainda existem muitas. A realidade é que a grande maioria não vende só livros. Vende jogos, CDs, revistas e até café. Muitas se transformaram quase em bazares. Mas acredito que ainda é possível viver só de vender livros na cidade. Tanto que nossa família esta há mais 40 anos nesse ramo, e minha livraria só vende livros — defende Antônio Carlos, dono da Galileu (Rua Major Ávila 116, Tijuca).

Das livrarias cariocas, 25% são de títulos gerais, de várias áreas de conhecimento. As outras são segmentadas. Há 33 livrarias religiosas (sendo 15 evangélicas) e 27 sebos, segundo o guia. As que vendem livros didáticos e paradidáticos somam 28. A Livraria Camerino (Rua Camerino 52, Centro), por exemplo, tem principalmente livros de ciências exatas, para estudantes de graduação.

— Vendo pela internet para estudantes de 38 faculdades do Brasil, principalmente livros de engenharia e matemática. Metade do meu movimento vem daí — conta Paulo Félix, que, nos dias de visita guiada à Zona Portuária, costuma receber turistas à procura de livros sobre a história da região.

A Solário (Rua Sete de Setembro 169) é uma das tradicionais que resistem no Centro. Mas, como a maioria, também aderiu às vendas pela internet:

— Nos meses de janeiro e fevereiro, o forte são os didáticos. Ao longo do ano, vendemos os outros tipos de livros, como romance, esoterismo, autoajuda e infantis. Estamos sempre brigando com as vendas pela internet, com redes que compram em atacado e dão descontos. Tem até rede de eletrodomésticos vendendo livro no site. Mas, pela minha experiência, quem gosta de ler não vai desistir nunca de um livro. Temos que continuar — diz o gerente Alfredo Silva, há 15 anos na Solário.

Uma folheada no guia mostra que muitos proprietários diversificaram os negócios para garantir a sobrevivência. A Antiqualhas Brasileiras (Rua da Carioca 10, Centro) exibe na vitrine cachaça, objetos antigos e algumas capas de obras sobre o Rio Antigo. A Letra Viva (Rua Luís de Camões 10) é outro exemplo. No amplo salão, estantes de livros usados dividem espaço com as mesas de um bistrô. O proprietário Luiz Barreto acredita que o caminho para atrair os leitores é o ambiente:

— Somos um sebo, mas não aquele modelo antigo, escuro, empoeirado, mal-arrumado. O cliente vem e tem vontade de ficar mais tempo. Também fazemos leilões virtuais de livros de arte. O importante é diversificar os negócios.

ZONA NORTE TEM MAIS ESPAÇOS

Os endereços indicados no guia são divididos pelas regiões da cidade, com mapas e um pequeno resumo de cada estabelecimento. A Zona Norte aparece em primeiro lugar, com 63 lojas; seguida do Centro, com 60; da Zona Sul, com 54, e da Zona Oeste, com 28. A publicação, que não será vendida, foi distribuída para editoras, livrarias e órgãos públicos.

Em 2014 e 2015, a cidade perdeu 18 estabelecimentos, segundo a associação. Para Bernardo Gurbanov, diretor-presidente da Associação Nacional de Livrarias, a crise do setor não pode ser interpretada como o fim do livro:

— O desafio de manter uma livraria é muito grande. O livro concorre com muitas outras alternativas de entretenimento, com as novas tecnologias. E cabe às livrarias e às editoras buscarem alternativas, como oferecer serviços agregados. Mas acredito que o livro vai manter seu espaço, porque um mundo sem histórias é inconcebível.

Segundo o Painel das Vendas de Livros no Brasil, pesquisa que o Sindicato Nacional dos Editores de Livros divulga mensalmente em parceria com a Nielsen Bookscan, apesar da crise, houve um crescimento de 6,02% na quantidade de livros vendidos no país. Estudos mostram que o número de leitores voltou a aumentar: em 2011, representava 50% da população e, em 2015, chegou a 56%. O índice de leitura indica que o brasileiro lê, em média, 4,96 livros por ano. A média anterior era de quatro.

Harry Potter terá dois novos livros sem J. K. Rowling

0

capa-harry-potter-pedra-filosofal-livros-novos-760x428

Priscila Ganiko, no Jovem Nerd

Em outubro teremos mais dois livros de Harry Potter, mas eles não são exatamente o que a gente gostaria que fossem. Com o aniversário de 20 anos de publicação do primeiro livro da franquia, a editora Bloomsbury irá lançar mais duas obras inspiradas no universo de magia e bruxaria criado por J. K. Rowling – que não assina nenhuma delas – e na exposição que acontecerá na British Library.

O primeiro livro, chamado de Harry Potter: A History of Magic – Harry Potter: Uma História de Magia em tradução livre, trará rascunhos originais de J. K. Rowling além de dissertações e estudos de peças da exposição escritos por autores como Anna Pavord, Lucy Mangan, Major Tim Peake e Steve Backshall.

O segundo livro, Harry Potter – A Journey Through A History of Magic – traduzido informalmente como Harry Potter – Uma Jornada Através da História de Magia, será como um guia da história da magia ensinada em Hogwarts, além de destacar alguns itens da exposição de 20 anos. Nenhum dos dois é assinado por Rowling.

A exposição, também chamada de Harry Potter: A History of Magic, acontecerá na PACCAR Gallery em Londres, Inglaterra, entre os dias 20 de outubro de 2017 e 28 de fevereiro de 2018. A Bloomsbury pretende publicar cópias dos livros no site Pottermore.

Volta às aulas: 7 passos para ajudar seu filho a ter um ano excelente

0

aula

Andrea Ramal, no G1

Para muitas famílias, a volta às aulas é também o retorno de uma série de preocupações. As primeiras notas serão boas? E se não forem, como recuperar isso, antes de virar uma bola de neve?

Aqui você encontra um miniguia com sete passos para ajudar seu filho a construir, desde já, uma trajetória escolar excelente. Vale sobretudo para estudantes do ensino fundamental, período em que a participação dos pais na escola é decisiva.

1. PLANO DE TRABALHO DIÁRIO
Elabore, junto com seu filho, um plano de trabalho diário. Reserve os melhores horários do dia para as atividades escolares. Fazendo isso agora, a matéria não ficará acumulada para as vésperas das provas. Assim o estudante retoma o ritmo logo no primeiro mês.

2. CONFIRA AS LIÇÕES TODO DIA
Olhe os deveres de casa todos os dias. Entenda isso como algo tão inegociável quanto escovar os dentes. Essa rotina favorece o compromisso das crianças com as tarefas da escola, além de funcionar como um espelho para saber como seu filho está avançando.

3. INVERTA A SALA DE AULA
Inverta a sala de aula. Funciona assim: o aluno lê ou assiste a explicações em casa e, desta forma, chega mais preparado para entender o conteúdo e esclarecer dúvidas com seu professor. Você não precisa ensinar nada, conte com os recursos que a internet oferece, como videoaulas e blogs. Peça orientação da escola para esse método.

4. AMPLIE O REPERTÓRIO
Amplie o repertório cultural do seu filho. Estudantes que frequentam museus, assistem e debatem filmes, vão ao teatro, têm aulas de música ou leem livros com frequência (entre outras atividades desse estilo) costumam ter mais facilidade na leitura e interpretação de textos e, em consequência, elevam o desempenho escolar.

5. XADREZ E QUEBRA CABEÇAS
Desenvolva competências ligadas a autodisciplina e foco. Muitos pais reclamam que seus filhos parecem hiperativos ou que não conseguem se concentrar. Há práticas que estimulam essas disposições mentais, como por exemplo o xadrez e os quebra-cabeças, para potencializar a concentração, ou os esportes, para fomentar a autodisciplina.

6. SEJA UM TREINADOR/ORIENTADOR
Atue como um coach. As empresas se valem deste perfil para melhorar o desempenho de seus colaboradores e ajudá-los a crescer na carreira. Seu papel é colaborar no alcance de metas com planos de ação, despertando qualidades às vezes desconhecidas. Como nas equipes esportivas, o coach é uma espécie de “treinador”: conhece fraquezas e potencialidades, encoraja cada membro da equipe para que ele se torne um protagonista e faça suas escolhas. Os pais são nossos maiores coaches!

7. CONVERSE COM A ESCOLA
Mantenha diálogo permanente com a escola. Não espere as reuniões de pais. Procure saber como foi o período de adaptação na volta às aulas (sobretudo em casos de mudança de colégio), peça orientação quando perceber que algo não vai bem e fique atento se seu filho não estiver motivado. Receber uma educação de qualidade é um direito da criança, seja na escola pública ou particular. Se isso não ocorrer, cobre melhorias.

aula2

(FOTOS: Volta às aulas em 2016 foi tema de piadas no Twitter. CRÉDITOS: Reprodução/Twitter)

Go to Top