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Posts tagged Guitarrista

Guitarrista do The Who lança autobiografia

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Vinicius Castelli no Diário do Grande ABC

DivulgaçãoUma das figuras mais representativas do rock internacional, Pete Townshend, líder da lendária banda britânica The Who, coloca nas prateleiras sua autobiografia. A obra, que leva o nome do autor (Globo Livros, 488 págs., R$ 49,90 em média), mergulha, faz viagem no tempo e volta ao ano 1945, data de nascimento de Townshend.

De uma família de músicos, o jovem, que tinha nos planos a escultura como forma de expressão, conheceu a guitarra e fez a rebeldia do The Who, anos mais tarde.

Crítico no livro, o parceiro – até hoje – do cantor Roger Daltrey fala dos shows, das mortes de Keith Moon (bateria) e John Entwistle (contrabaixo) e da acusação de ter acessado site de pornografia infantil em 2003.

Irmão de Jimi Hendrix lança livro sobre o guitarrista lendário

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Publicado no Jornal A Tribuna

Créditos: DivulgaçãoO irmão mais novo de Jimi, Leon Hendrix, soube da morte do guitarrista, em 1970, enquanto cumpria pena em Seattle por roubar uma fábrica de anfetaminas. Na mesma hora tocava no rádio, a música If 6 Was 9, de seu irmão mais velho. Leon viveu um grande pedaço da vida do irmão e decidiu descrever a infância ao lado maior de um dos maiores guitarristas de todos os tempos.

Nem só de alegrias viveu essa família, Leon alega no livro Meu Irmão Jimi Hendrix que sofreu com os reveses do irmão, que completaria 70 anos em novembro deste ano. Mesmo com as revelações, Leon revela que, para ele, Jimi é imortal. “Gente como ele não é desse mundo. Jimi sabia tudo sem nunca ter lido um livro, levava tudo na alma. Dizia que tinha nascido das estrelas, que era meio humano, meio alienígena e mostrava isso no palco. Ele se transformava com a música, explodia.”

Pobres, os irmãos Hendrix ajudavam o pai alcoólatra em trabalhos de jardinagem para sustentar a casa e viram seus irmãos mais novos, um menino e duas meninas, serem entregues para adoção.

Mesmo depois da fama, conta Leon, Jimi Hendrix vivia só da diária de US$ 50 que seus empresários liberavam e teve boa parte da fortuna surrupiada. Ele também suspeita de que os executivos estejam envolvidos de alguma forma na morte do irmão (o contrato com a gravadora venceria na semana seguinte àquela em que morreu).

No livro, ele descreve as baladas ao lado do irmão durante uma turnê pela Califórnia. “Púnhamos cocaína na mesa como se fosse um aperitivo, carreiras grossas, intermináveis”, conta Leon. Mais da vida oculta de Jimi Hendrix pode ser conferido no livro lançado em comemoração aos 70 anos do guitarrista, no valor de aproximadamente R$45,00.

Wanderléa e Thaeme avaliam best-seller erótico ’50 tons de cinza’

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Cantora Wanderléa reprova o best-seller britânico
por achar o livro ‘careta’ (Foto: Arquivo pessoal)


Publicado originalmente no G1

Ao ler um dos capítulos mais ousados de “50 tons de cinza” a convite do G1, a cantora Wanderléa, de 66 anos, não teve como não espezinhar: “Que coisa mais careta! Uma descrição de sensualidade muito antiga.” O livro britânico descreve a perda da virgindade da estudante Anastasia Steele e o início das relações sexuais sadomasoquistas com o misterioso Christian Grey.

Durante a leitura do best-seller, a cantora que lançou os primeiros sucessos aos 16 anos, na década de 60, se lembrou dos livros de sua adolescência. Para ela, foram mais excitantes e originais. “’O cortiço’, de Aluísio de Azevedo foi para mim de grande impacto. Obras como as de Jorge Amado nos trazem deliciosos momentos de exercícios da nossa tímida libido juvenil”, exemplifica a Ternurinha.

O rótulo de “pornô para mães” dado a “50 tons de cinza”, para a cantora, não é adequado. “As mães brasileiras da minha geração já não são assim, tão sem cor. Sua sensualidade já é mais exuberante e colorida”, opina. No casamento de mais de 30 anos com o guitarrista Lallo Correia, ela optou por morarem em casas separadas. O livro erótico nem passou pela pauta de conversas dos dois. “Não comentei com o meu marido, pois ele também não se interessaria”, explica.

A cantora tem duas filhas com idades próximas à da personagem Anastasia, de 21 anos. Mas Wanderléa acredita que nem elas se interessariam pelo livro. “As moças de hoje são bem informadas e experimentam o sexo sem culpa e não priorizam apenas o erotismo numa relação, mas sim o encontro amoroso, pois acreditam ainda que o sexo com amor é melhor”, opina a cantora.

Thaeme aprova

Cantora sertaneja Thaeme aprova a mistura de
romance e erotismo da escritora Erika L. James
(Foto: Arquivo pessoal)


Quadro décadas mais nova que a Ternurinha, a sertaneja Thaeme Mariôto, parceira de Thiago em canções como “Ai que dó” e “Tcha tcha tcha”, curtiu os capítulos indicados pelo G1. Quis ler mais. Ela deve adquirir os outros dois volumes, que completam a trilogia da autora britânica Erika L. James. Thaeme gostou, viu graça e boas lições no enredo.

“Pretendo ler os três livros. Não só pelo lado erótico”, diz ela. “E quero reler quando eu for mais velha. Achei a escritora muito criativa. As pessoas poderiam achar pesado, mas a autora deixou leve. Os pensamentos da personagem são puros, e achei muito cômico o livro.”

O sexo sempre foi tratado como um tabu na educação da jovem. Nascida e criada em Jaguapitã, interior do Paraná, Thaeme explica que nunca conversou abertamente sobre o assunto. Mas viu no livro uma espécie de “manual de dicas para mulheres casadas”, e recomendou a leitura às irmãs e até mesmo à matriarca da família. Ela concorda com um dos rótulos que a obra adquiriu após o lançamento mundial: pornô para mães. “Toda mulher deveria ler para não deixar o casamento entrar na rotina. Acho que agrega muito.”

Aos 26 anos, ela revela que se identificou com inúmeros pensamentos e dúvidas da protagonista de “50 tons de cinza”. Foi a primeira vez que a cantora teve contato com a literatura erótica. Recatada, ela comenta que ficou corada ao acompanhar as peripécias sexuais do casal Grey e Anastasia. “Foi engraçado ler um livro que expõe detalhes. Eu ficava com vergonha junto com ela.”

Solteira, Thaeme acredita que a mulher deva deixar os fetiches para realizar apenas com o marido. Para ela, as transas dos protagonistas em lugares públicos podem servir de inspiração e evitar matrimônios mornos. “No elevador, em cima do piano, lugares perigosos que eu nunca pensei antes. Mas de alguma forma, o proibido pode ser gostoso. Mas você só pode se comprometer se for casada.“

O sadomasoquismo e a dominação presentes no conto, entretanto, provocaram mais estranheza do que curiosidade em Thaeme. “Já pensava em usar algemas depois do casamento. Sabia que eu ia ter que inovar. Cabe ao homem e a mulher não deixar cair na rotina. São coisas simples, algema, amarrar a gravata no pulso – nem acho tão diferente assim. Mas as punições eu não gosto, não concordo e não faria. Ai já foge do prazer.”

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