Posts tagged Gutenberg

Promoção: Red Luna – A Biblioteca do Czar

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Vamos sortear 3 exemplares de “Red Luna – A Biblioteca do Czar”, um superlançamento da Ed. Gutenberg.

Para participar você precisa:

* Fazer o login
* Seguir os requisitos do aplicativo abaixo:

 

a Rafflecopter giveaway

O resultado será divulgado no dia 18/2, no perfil do twitter: @livrosepessoas.

Os ganhadores terão 48 horas p/ enviar seus dados completos p/ [email protected].

O envio dos livros é de responsabilidade da editora e será efetuado num prazo de 30 dias.

Boa sorte!

As 20 editoras mais populares do Twitter (17)

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Ranking atualizado em 16/1.

O perfil @livrosepessoas tem 99.967 seguidores.

#1: 45.215 Intrínseca @intrinseca

#2: 42.638 Editora Sextante @sextante

#3: 42.052 Companhia das Letras @cialetras

#4: 41.341 Mundo Cristão @mundocristao

#5: 32.493 Editora Rocco @editorarocco

#6: 30.059 Editora CPAD @EditoraCPAD

#7: 29.026 Galera Record @galerarecord

#8: 28.437 Editora Novo conceito @Novo_Conceito

#9: 27.342 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 25.454 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 22.743 L&PM Editores @LePM_Editores

#12: 21.766 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#13: 20.719 Editorial Record @editora_record

#14: 19.731 Editora RT @editoraRT

#15: 18.653 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#16: 18.219 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 17.103 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 16.113 Ultimato @ultimato

#19: 13.877 Editora Agir @agireditora

#20: 13.668 Conrad @ConradEditora

Conhece alguma editora cujo número de seguidores a credencia a fazer parte deste ranking? Por gentileza, informe nos comentários.

As 20 editoras mais populares do Twitter (16)

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Ranking atualizado em 4/12.

O perfil @livrosepessoas tem 95.144 seguidores.

#1: 42.713 Editora Sextante @sextante

#2: 41.735 Intrínseca @intrinseca

#3: 40.028 Companhia das Letras @cialetras

#4: 39.447 Mundo Cristão @mundocristao

#5: 31.389 Editora Rocco @editorarocco

#6: 28.705 Editora CPAD @EditoraCPAD

#7: 27.589 Editora Novo conceito @Novo_Conceito

#8: 27.530 Galera Record @galerarecord

#9: 26.693 Cosac Naify @cosacnaify

#10: 24.591 Editora Saraiva @editorasaraiva

#11: 22.211 L&PM Editores @LePM_Editores

#12: 20.745 Editora Gutenberg @Gutenberg_Ed

#13: 19.885 Editorial Record @editora_record

#14: 18.984 Editora RT @editoraRT

#15: 17.893 Editora Autêntica @Autentica_Ed

#16: 17.511 Casa Publicadora @casapublicadora

#17: 15.690 Editora Leya @EditoraLeya

#18: 15.561 Ultimato @ultimato

#19: 13.665 Editora Agir @agireditora

#20: 13.262 Conrad @ConradEditora

Conhece outras editoras que têm perfil de Twitter mas que não estão neste ranking? Por gentileza, informe nos comentários.

Promoção: “Dark Eden – O medo é a cura”

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Vamos sortear 3 exemplares desse superlançamento da Ed. Gutenberg: “Dark Eden”.

Para participar é muito fácil:

– Faça o login e divirta-se! 😉

Boa sorte! =)

a Rafflecopter giveaway

‘E-books são primeiro passo de uma grande revolução’

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(Thinkstock)

Publicado originalmente na Veja.com

Garret Kiely comanda a maior editora universitária dos Estados Unidos, a da Universidade de Chicago, que publica em média 300 títulos por ano, edita 60 periódicos especializados e emprega 250 pessoas. À frente de seus concorrentes, Kiely aceitou prontamente o desafio de incorporar aos negócios os avanços tecnológicos dos últimos anos. Praticamente todos os lançamentos da editora podem ser adquiridos no formato tradicional, o papel, ou no digital, o e-book. Além disso, a comunidade da editora nas redes sociais é fiel e ativa. “Hoje, esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores”, diz Kiely. Ele compara a atual mudança à revolução protagonizada pelos tipos móveis de Gutenberg, que no século XV permitiram que os livros fossem produzidos em larga escala, ampliando o acesso de homens e mulheres à cultura escrita. “O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento.” Nesta semana, Kiely visita o Brasil pela primeira vez. Ele participa em São Paulo do Simpósio Internacional de Livros e Universidades, organizado pela Editora da Universidade de São Paulo (Edusp) para celebrar os 50 anos da instituição, a maior do gênero no país. Confira a entrevista que o americano concedeu ao site de VEJA:

A digitalização reduz os custos de produção dos livros, tornando-os mais acessíveis aos leitores. Isso também acontece com os livros das editoras universitárias? De certo modo, não. Diferentemente das outras editoras, as universitárias têm um foco muito claro na qualidade do material que é editado. Aqui em Chicago, por exemplo, todos os nossos livros são revisados pelo corpo docente da universidade. Esse tipo de investimento em qualidade custa muito caro e ele não ficará mais barato com as novas tecnologias porque, de certo modo, não dependente delas. De qualquer forma, nossa meta é oferecer preços que possam ampliar o acesso aos nossos livros.

Kiely: abraçado à tecnologia
PROSE Awards

De que forma, então, o livro digital e as novas tecnologias afetam a sua editora?Desde o surgimento das novas tecnologias, a Editora da Universidade de Chicago abraçou as inovações em todas as áreas do nosso trabalho. Por exemplo: quase todos os nossos novos livros estão disponíveis no formato digital. Apenas os livros que contêm muitas ilustrações ainda não estão na plataforma digital, mas já estamos trabalhando para que isso também seja possível. Todos os nossos periódicos já estão no formato digital e trabalhamos em parceria com uma livraria digital. Além disso, nossos perfis nas redes sociais (Twitter, Facebook e Tumblr) têm centenas de seguidores devotos. Acreditamos que esse é o meio mais eficaz de alcançar nossos consumidores.

Os tipos móveis de Gutenberg permitiram, no século XV, que um livro fosse reproduzido em larga escala, revolucionando o acesso à informação e ao conhecimento. É possível estabelecer um paralelo entre aquele evento e a popularização do livro digital hoje? Eu acredito que estamos perto de uma nova revolução. O desenvolvimento dos e-books é apenas o primeiro passo desse processo. O público consumidor está sedento por novas formas de descobrir e empregar conhecimento. Apesar de todas as recentes invenções e descobertas, ainda fazemos algumas coisas da mesma maneira que fazíamos há 500 anos. Nós, enquanto editoras, precisamos olhar além do livro e do periódico tradicional para que nosso produto tenha mais valor para os consumidores. Se não fizermos isso, outras empresas o farão e perderemos nosso público para a concorrência.

As universidades estão transformando sua maneira de ensinar com a ajuda da internet. Plataformas on-line permitem que estudantes de diversos países tenham acesso a aulas ministradas em Harvard ou Yale. Como essa mudança afeta as editoras universitárias? Concordo que existe uma grande mudança em curso. Essas plataformas são um desafio para a ideia tradicional de universidade que construímos ao longo dos anos. Apesar de ainda ser muito cedo para prever aonde essas mudanças nos levarão, é um bom momento para as editoras identificarem como elas podem usar toda a sua experiência para desenvolver e organizar conteúdos para esse novo meio. É onde temos que focar nossos esforços agora.

Os livros digitais e as publicações on-line incomodam autores pela facilidade com que esses conteúdos podem ser reproduzidos ou modificados. Como os autores acadêmicos têm reagido ao avanço dos meios digitais? Essa é uma questão interessante. Se, por um lado, a internet permitiu que periódicos e livros estivessem mais disponíveis do que nunca, por outro, os direitos autorais são muitas vezes desprezados. Andamos sob uma linha muito tênue porque queremos que nossos livros sejam mais e mais lidos, mas mantemos nossa patrulha para evitar abusos que o meio digital proporciona. Com o tempo, tanto as editoras como os leitores estarão mais educados sobre o que pode e o que não pode na internet. Mas, sem dúvida, vejo grandes desafios – e oportunidades – pela frente.

Com todas essas transformações acontecendo, o papel da editora universidade universitária se altera? As novas mídias permitem que o conhecimento produzido na universidade seja cada vez mais compartilhado e assim alcance mais e mais pessoas. Acredito que o papel das editoras universitárias seja fazer com que, de fato, o conhecimento chegue a essas pessoas.

O senhor trabalha há quase três décadas com a publicação de livros. O que o prende a essa profissão? Para mim, trabalhar em uma editora é mais que uma profissão. É a oportunidade de se conectar ao que está acontecendo no mundo. Eu gosto de pensar que, seja lá o que estiver se passando, nós sempre teremos um livro sobre isso ou veremos o acontecimento como uma oportunidade de publicar um novo livro. Especificamente sobre editoras universitárias, temos a chance de oferecer conhecimento e influenciar estudantes e pesquisadores de diferentes gerações. Isso é algo realmente extraordinário.

Dica do Jarbas Aragão

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