Posts tagged Gutenberg

Concurso Cultural Literário (104)

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façaamor2

LEIA UM TRECHO

Viver a plenitude do amor é o desejo senão de todas, ao menos da maioria das pessoas. Amar e ser amado incondicionalmente, contar com o apoio de alguém para as horas difíceis e para os momentos alegres, e saber que independentemente do que fazemos, alguém estará ao nosso lado simplesmente pelo que somos é o ideal de vida de muitos.

Viver esse amor na prática, no entanto, nem sempre é fácil. E é exatamente sobre felicidade, vida e amor que Ique Carvalho fala neste livro. O autor, que começou escrevendo em seu blog e já tocou o coração de milhares de pessoas que se envolveram e se emocionaram com suas palavras, descreve com perfeição o amor que muitos procuram e poucos realmente encontram. E ele fala do amor em todas as suas expressões: desde o romântico entre duas pessoas até o mais puro e verdadeiro dos laços familiares, que ele tem com seu pai e mentor.

 

Em parceria com o blog Avec Mes Louboutin, vamos sortear 2 exemplares de “Faça amor, não faça jogo“, lançamento da Gutenberg.

Para participar, basta completar a frase: “Amor é…”. <3

Se usar o Facebook, por gentileza informe seu e-mail de contato.

Aproveite a oportunidade para curtir as páginas dos envolvidos nesta edição:

Participe também no Avec Mes Louboutin. Serão sorteados 2 livros em cada blog.

O resultado será divulgado dia 13/11 neste post.

Boa sorte! :-)

 

***

Parabéns para: Giorgia LeoniaEva Miranda Gonsaga da Silva. \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Concurso Cultural Literário (101)

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capa shooting

LEIA UM TRECHO

Shooting my Life’s Script 1: Fani’s Premiere is a charming book, one of those we read compulsively, and miss after we’re done. It’s impossible not to connect with Fani, her discoveries, her aspirations, so typical of a teenager. This is a light-hearted and fun story that captivates the reader with every page.

Whether it’s her relationship with her family, with herself and the world; whether it’s the everyday life with her friends, at school and at parties; or the relationship with her best friend and confidant – everything changes in Estefânia’s life when the opportunity comes to live overseas as an exchange student for one year. The ever so revealing talks on-line and on the phone, as well as the notes frequently passed arround in classe, begin to cover a new subject: the upcoming trip.

This is what this book is about: the fascinating universe of a teenage girl bursting with expectations, facing the conflict between carrying on with her daily life with friends, family, studies, and her newfound love, or risk going to another country and dive into a world filled with new possibilities.

The best scenes in Fani’s life may be yet to come…

Em parceria com os blogs Serendipity e Mudando de Assunto, vamos sortear 3 exemplares de “Shooting my life’s script 1 – Fani’s premiere“, lançamento da Gutenberg.

Para participar, basta responder a esta pergunta: “Qual a importância de ler em Inglês?

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

Acesse também o Mudando de Assunto e o Serendipity para triplicar suas chances. Cada blog vai escolher um vencedor.

O resultado será divulgado dia 6/11 neste post.

Good luck! 🙂

***

Parabéns para a ganhadora: Camila da Silva Ramos Leite \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Concurso Cultural Literário (99)

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capa mate-me

LEIA UM TRECHO

Decidindo que sua vida deveria chegar ao fim, mas sem coragem de cometer suicídio, uma mulher contrata Soares, um matador de aluguel. Resolve que sua morte acontecerá na bela cidade de Barcelona, e para isso envia ao seu futuro algoz a passagem de avião e o endereço de onde ficará na Espanha. Ele deverá matá-la no prazo de quatro meses, quando for mais conveniente. Junto com o pagamento, manda também uma foto sua, para que ele saiba quem ela é. Mas ela não quer saber como é a aparência de seu matador. O destino, porém, nem sempre cumpre à risca os planos que costumamos traçar para ele.

Numa parceria com o blog Leitora Compulsiva, vamos sortear 4 exemplares de “Mate-me quando quiser“, lançamento da Gutenberg.

Frase comumente atribuída a Shakespeare diz que “o destino embaralha as cartas, mas nós somos os que jogamos”. Você acha possível driblar o destino? Responda na área de comentários em no máximo 4 linhas e você já estará participando.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe e-mail de contato.

Tenha o dobro de chances ao participar também no Leitora Compulsiva. Serão 2 livros em cada blog.

O resultado será divulgado dia 28/10 neste post.

Boa sorte! 🙂

***

Parabéns: Ir Daiene FonteneleElaine Pereira =)

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Resenha: A Extraordinária Garota Chamada Estrela

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Lucy, em Por essas páginas

Assim que anunciaram o lançamento desse livro, eu o solicitei para leitura. Infelizmente, ele demorou um pouco para chegar e eu demorei muito para ler… Imprevistos acontecem e acabou que levei mais tempo do que pretendia para terminar essa leitura. Uma pena, porque esse é o tipo de livro que você consegue ler em até um dia.

A_EXTRAORDINARIA_GAROTA_CHAMADA_ESTRELA
Sinopse:
A garota chamada Estrela. Ela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela captura totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução de liberdade e autenticidade no espírito de sua escola. No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum. Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e emocional sobre os percalços de precisar ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor. Fonte

 
 
O livro é narrado em primeira pessoa por Leo Borlock, aluno de 16 anos, com uma vida normal e comum na Escola Estadual Mica. Aliás, todos ali da escola tem uma vida normal e comum, sem grandes novidades. Até que surge Estrela.

Ela já começa chamando a atenção pelo nome. As pessoas não sabem ao certo de onde ela vem, só que antes estudava em casa. Ela é diferente de tudo o que os alunos estavam acostumados a ver: tem um rato de estimação chamado Canela, tem um modo excêntrico de se vestir e gosta de tocar seu ukulele no refeitório. Além disso, sempre distribui sorrisos e cartões para as pessoas e canta parabéns em seus aniversários. Ela é extremamente cativante e seu nome condiz com seu espírito, porque ela tem realmente uma luz própria.

É com essa luz que ela consegue fascinar e também surpreender as pessoas.

“Ela era fugaz. Ela era hoje. Ela era amanhã. Ela era o aroma mais suave da flor de um cacto, a sombra fugidia de uma coruja marrom. Nós não sabíamos o que fazer com ela. Em nossa mente, tentávamos fixá-la em um quadro de cortiça como uma borboleta, mas o alfinete simplesmente se soltava e ela voava para longe”. (página 24)

Embora no início ela tenha sido querida por todos e também incentivado a mudança em várias pessoas, mesmo que indiretamente, com algumas atitudes incomuns e controversas ela passou de a garota mais popular para a garota mais odiada da escola. Ela passou a ser alvo de gracinhas e bullying e, posteriormente, passou a ser ignorada e se tornou “invisível” para as pessoas.

Enquanto isso, Leo observava tudo de longe. Mas sua curiosidade foi maior e ele foi aos poucos descobrindo quem era Estrela e também seu modo peculiar de pensar. Ele se encantou de tal modo que mal percebeu que estava apaixonado. Sua sorte é que ele era correspondido. Os dois então começaram a namorar.

O único problema foi que a impopularidade de Estrela passou a afetá-lo. As pessoas passavam a ignorá-lo também e, embora ele gostasse muito de Estrela, ele começou a se sentir incomodado com o fato de ser ignorado. Ele não almejava ser popular, mas ele queria ao menos que as pessoas tomassem conhecimento dele. E quando ele expôs isso à Estrela, não pensou nas consequências de seus atos.

“Eu nunca tinha me dado conta de que precisava da atenção dos outros para confirmar minha própria presença”. (página 133)

Não quero contar mais da história, mas esse livro me trouxe sentimentos bem conflitantes: eu gostei, ao mesmo tempo que me deprimiu um pouco. Foi realmente um lembrete de como os seres humanos que se julgam “normais” não conseguem se adaptar ao diferente e forçam o diferente a se adaptarem ao seu universo “normal”, “comum”, “insosso”. Você acaba achando necessário se anular, fingir ser outra pessoa, para ter aceitação. Mas será que é realmente necessário ter a aceitação dos outros? Até que ponto você precisa dela? E desde quando você precisa da aceitação dos outros para ser feliz?

“… Tudo se resume a isso (…): você dá mais valor ao afeto de quem? Ao dela ou aos dos demais? (…) Tudo acontecerá a partir daí”. (página 111-112)

O livro nos faz refletir sobre isso: Não temos que ser iguais e rotulados; pessoas que ousam ser diferentes são mais felizes, porque elas não se importam com a opinião dos outros, embora sejam julgadas e muitas vezes colocadas em patamares muito baixos na nossa sociedade.

A leitura não foi tão rápida para mim, porque quando eu percebi o que Leo estava fazendo, eu acabei me decepcionando com ele e quase me fez parar de ler. Mas eu voltei à leitura aos poucos, mesmo porque Estrela é uma personagem tão marcante que ficamos curiosos com o que vai ser dela.

Recomendo a leitura. O livro é muito bem escrito e narrado e, pelo que andei vendo por aí, existe uma continuação do ponto de vista de Estrela. Uma ótima oportunidade de desvendar essa garota mais um pouco.

Esse livro foi gentilmente cedido para resenha pela Editora Gutenberg.
gutenberg

Ficha técnica:
Nome: A Extraordinária Garota Chamada Estrela
Autor: Jerry Spinelli
Páginas: 192
Editora: Gutenberg
Onde Comprar:Livraria Cultura
Minha avaliação:

Resenha de “Exorcismos, amores e uma dose de blues”

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Cristine Tellier, no Cafeína Literária

Tiago Boanerges é um mago nada convencional. Responsável por exorcizar oníricos fugitivos do mundo dos sonhos, viu o sucesso escorrer pelos dedos ao cometer um erro em uma missão. Demitido, sem amigos e com uma doença misteriosa, descobriu que a sorte é uma amiga traiçoeira e fugaz. Agora, anos depois de recuperar a saúde e transformar a má fama em uma profissão lucrativa, a sorte parece ter se lembrado dele mais uma vez. Uma proposta de seu antigo chefe pode ser a chance que esperava para dar a volta por cima e colocar a vida nos eixos – mas também mergulhar novamente nas armadilhas de um amor que pode lhe custar a vida.
(fonte: goodreads.com)

Exorcismos+Amores+e+Uma+Dose+de+Blues

Mesmo que o mundo de EABD seja de certa forma uma versão estendida do ambiente do bar que dá nome a talvez seu livro mais conhecido, Neon Azul, não é necessário ter lido os livros anteriores de Novello para entender este. Mas os que leram terão a satisfação de reencontrar a prosa cativante do autor e terão a oportunidade de adentrar uma vez mais o universo urbano criado por ele, sempre com um pé, ou dois, no fantástico. Brincar com a linha tênue que fica entre realidade e fantasia não é algo fácil de ser feito, e o autor consegue fazer o leitor embarcar nesse universo sem duvidar (muito) da “veracidade” dos fatos.

Há talvez algo que incomode alguns leitores, mas que se mostrou uma boa solução narrativa: evitar explicações demais, descrições demais no início do livro. As entidades fantásticas são mencionadas como se o leitor tivesse conhecimento prévio de sua existência. Vampiros, lobisomens, fadas, metamorfos e até mesmo exorcistas já fazem parte do imaginário popular. Mas o que dizer de efrites, salvaxes, lúdicos, primais? É preciso descobrir durante a leitura. E ser mergulhado no Entremudos e em São Paul… opsss Libertà tem o efeito de desnortear o leitor e ao mesmo tempo atiçar sua curiosidade. Curiosidade que o impele a continuar a leitura – ao menos até que se forme uma ideia minimamente compreensível do que é cada coisa. Para os que não curtirem essa falta de informação inicial, Novello foi bonzinho e incluiu um pequeno dicionário ao final do livro.

tiago e ori

ilustração: Carola Vigna

A narração é em terceira pessoa, mas nem por isso o narrador é onisciente, pois são os passos e os pensamentos de Boanerges que acompanhamos durante a leitura. Mais um motivo para não haver explicações demais no início. Afinal, um exorcista está totalmente familiarizado com as criaturas fantásticas que vivem em Libertá. Contudo, nas excursões ao Entremundos, é através dos olhos da protegida de Boanarges, Julia, uma exorcista aprendiz por assim dizer. Além disso, se Libertà é uma metrópole, carecendo de descrições muito minuciosas (principalmente para leitores paulistanos), o Entremundos só consegue ganhar contornos mais definidos se forem dados mais detalhes sobre sua aparência. Em alguns momentos, diminui a fluidez da leitura, mas não chega a ser um problema.

“É verdade que o Entremundos une características de todos os reflexos conectados a ele?”

“É o que os visitantes dizem. Eu nunca me afastei dos pontos de conexão com Libertà para saber”, respondeu Tiago. “O importante a se ter em mente é: depois do espelho, nossas leis não valem de nada. Então temos de ficar atentos.”

Vale destacar a quantidade de referências a outras obras de fantasia, principalmente Alice no país das maravilhas e Alice através do espelho. É delicioso ir identificando versões “bizarras” de personagens como o Chapeleiro Louco, a Lebre de Março, o Gato de Cheshire, a Lagarta Azul, até mesmo as rosas vermelhas do jardim da Rainha de Copas. Quem conhece o autor um pouco mais de perto, deve achar familiares os nomes de alguns personagens também. Mas a melhor parte é o retorno do Marafo, um boneco com cara de diabrete que mora – ou permanece preso – em uma garrafa.
(Eric, queremos mascotes colecionáveis! 🙂 )

Amantes de filmes e de literatura noir devem se deliciar com a leitura. Todos os elementos estão ali: caras durões e de raciocínio rápido (não exatamente príncipes encantados), muitos crimes, muitos suspeitos, pistas inconclusivas, falsas suspeitas, momentos de ação quase alucinante, autoridades corruptas e, não poderia faltar, a femme fatale. O clima da narrativa é tão característico desse gênero que é quase possível perceber nuvens encobrindo a cidade todo o tempo ou visualizar Boanerges como um Sam Spade “sobrenatural”, faltando apenas o chapéu fedora e o cigarro no canto da boca. E complementando o clima noir, blues, muito blues. “Blues all over the place”. O leitor que ficar com vontade de montar uma playlist com as músicas que aparecem na história não precisa fazê-lo. A playlist já está pronta no Spotify. Testada e aprovada, simplesmente ótima para acompanhar a leitura: http://open.spotify.com/user/eric_novello/playlist/496UB8fvvb7OJheQ60JTAQ

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