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Thomas Corley: “Acorde cedo, faça exercícios, leia e fique rico”

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A RECEITA DA FORTUNA Corley, em Minneapolis, no Meio-Oeste dos Estados Unidos. “A razão de você ser rico ou pobre são seus hábitos cotidianos” (Foto: Holly Borrelli/Beehaven Media)

A RECEITA DA FORTUNA
Corley, em Minneapolis, no Meio-Oeste dos Estados Unidos. “A razão de você ser rico ou pobre são seus hábitos cotidianos” (Foto: Holly Borrelli/Beehaven Media)

 

Para o consultor e escritor americano, as atividades do dia a dia influenciam mais nossa situação financeira do que a forma de lidarmos com o dinheiro

José Fucs, na Época

O que separa os ricos dos pobres? É a disciplina para poupar? A disposição para correr riscos? Ou será a sorte pura e simples? Segundo o consultor financeiro americano Thomas Corley, tudo isso tem sua importância, mas não é o que mais influencia nossa situação financeira. O que faz a diferença mesmo, diz Corley, são nossos hábitos cotidianos, como leitura, exercícios aeróbicos e até a hora de acordar. Autor do livro Rich habits: the daily success habits of wealthy individuals (Os hábitos dos ricos: os hábitos diários de sucesso dos indivíduos endinheirados), um dos 100 mais vendidos nos Estados Unidos em 2013 e 2014 e ainda sem tradução no Brasil, ele baseia suas afirmações numa pesquisa realizada ao longo de cinco anos com 233 indivíduos de alta renda (com ganho anual acima de US$ 160 mil e patrimônio de, no mínimo, US$ 3,2 milhões) e 188 de baixa renda (com ganho anual abaixo de US$ 35 mil e patrimônio inferior a US$ 5 mil). Segundo Corley, o estudo revelou, para sua surpresa, que, mesmo naquilo que não depende de ter ou não dinheiro, há uma diferença enorme entre o que ricos e pobres fazem no cotidiano.

ÉPOCA – Os consultores financeiros costumam dizer que, para engordar nosso patrimônio, o que conta é a forma como lidamos com dinheiro, como a disciplina para poupar e a habilidade para tomar riscos. O senhor concorda com eles?
Thomas Corley – Na verdade, não. Os consultores de finanças pessoais e familiares sempre valorizam os hábitos financeiros, mas eles representam apenas uma pequena parte de um todo bem maior. Eles são importantes, mas não a razão principal pela qual você fica rico. Na pesquisa que realizei sobre essa questão, ao longo de cinco anos, o que mais me surpreendeu é que algo tão simples quanto nossos hábitos cotidianos explica por que somos ricos ou pobres. No total, consegui identificar 290 tipos de atividade que nada têm a ver com a acumulação de riqueza, mas têm tudo a ver com a acumulação de riqueza. Ao contrário do que se imagina, são as pequenas coisas que fazemos a cada dia que nos ajudam a crescer como indivíduos e a aumentar nosso patrimônio. Esse é o ponto que acredito ser o mais significativo em meu estudo.

ÉPOCA – A que hábitos exatamente o senhor se refere? Pode dar alguns exemplos?
Corley – São hábitos que, em geral, herdamos de nossos pais, mas também podemos absorvê-los de amigos, do ambiente em que vivemos, de nossos professores. Em meu estudo, observei que 88% dos ricos leem 30 minutos ou mais todos os dias para autoeducação, seja para crescer na carreira ou para desenvolvimento pessoal. Perto de 85% leem dois ou mais livros educacionais ou relacionados com carreira e autodesenvolvimento todo mês, contra apenas 15% dos pobres. Um dos hábitos mais importantes para acumular riqueza, por mais estranho que possa parecer, são os exercícios aeróbicos. Quando descobri isso, fiquei chocado, porque nunca havia imaginado que exercício físico tinha alguma coisa a ver com riqueza. Em meu estudo, observei que os ricos se envolvem (mais…)

4 hábitos de estudo que podem se tornar armadilhas para você

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Publicado no Amo Direito

Existem muitas técnicas estudo disponíveis para os alunos que pretendem melhorar seu desempenho, desde as mais tradicionais até técnicas de leitura dinâmica mais modernas. No entanto, alguns métodos tradicionais podem ser mal interpretados e gerar consequências negativas, prejudicando o estudante.

Um deles, por exemplo, é o hábito de ler sobre a matéria antes da aula. A ideia de que ter conhecimentos sobre determinado assunto ajuda a compreender melhor a nova aula faz sentido, porém, existe um limite para quão efetiva a revisão será. Basicamente, não adianta rever todos os tópicos ensinados até o momento de uma vez porque o cérebro não conseguirá assimilar a enorme quantidade de informação. O ideal é ler a matéria apenas uma vez antes da aula e, antes de começar o novo tópico, testar o quanto você efetivamente aprendeu.

A ideia de estudar em grupo também é bastante difundida e, de fato, tem seus benefícios. Além de aumentar a motivação – afinal, outras pessoas estando te apoiando – existe a troca de conhecimentos, sistema valioso para o aprendizado. No entanto, se tornar dependente do grupo de estudos é um grande erro. De tanto estudar acompanhado, tendo a chance de recorrer à ajuda dos amigos em qualquer necessidade, é fácil se acostumar, no fim das contas, não saber resolver as questões das provas sozinho. O ideal é equilibrar as sessões de estudo individuais e as em grupo, para aproveitar o melhor de cada método.

Porém, tome cuidado com outra armadilha quando for estudar por conta própria: a revisão de anotações. Apenas ler aquilo que você anotou em sala de aula não é suficiente para consolidar a memória. O ideal é passá-las a limpo, criando o próprio sistema de resumos e testar seus conhecimentos refazendo questões para comprovar o que foi assimilado ou não.

Variar o ambiente em que se estuda pode ser também mais benéfico que o velho hábito de estudar sempre no mesmo local, por exemplo, o quarto. Conforme se cria o costume, fica fácil associar o estudo ao ambiente e, dessa maneira, facilitar o esquecimento na hora da prova. Estudar em locais diferentes ajuda também o cérebro a se concentrar com variados níveis de barulho, temperaturas e luminosidade.

Agora que você já sabe como evitar os maus hábitos, renove sua rotina de estudos e consiga ótimas notas!

Fonte: noticias.universia.com.br

Conheça os 3 piores hábitos dos estudantes e saiba como evitá-los

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Fonte: Shutterstock

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Entenda por que esses comportamentos podem sabotar suas notas

Publicado no Universia Brasil

Para que seus estudos sejam eficazes, é preciso não apenas se dedicar, mas fazê-los da forma correta. Nesse sentido, muitas vezes os alunos adotam hábitos que os prejudicam sem mesmo se dar conta. Por isso, acabam tendo um desempenho abaixo do esperado e sentem-se frustrados, como se seu esforço não tivesse valido a pena.

Se identificou com o problema? Então confira abaixo 3 hábitos que são extremamente prejudiciais, mas que a maioria dos estudantes acaba praticando e descubra se esses fatores também estão afetando você:

1 – Utilizar o mesmo método de estudo para todas as provas

Uma das maiores falhas dos estudantes é se apegar a determinado tipo de estudo e acreditar que ele será efetivo em todos os casos. Estudar para um exame como o Enem requer uma dinâmica totalmente diferente da adotada para quem está se preparando para exames dissertativos, por exemplo. Além disso, existem táticas diferentes para analisar questões de múltipla escolha, como a eliminação das alternativas até encontrar a correta, que não se aplicam em respostas por escrito. Por tudo isso, os métodos de estudo devem se adequar a cada tipo de necessidade demandada pela prova, assim como o que funciona melhor para cada matéria, por exemplo, resumos podem ser úteis para aulas de línguas, mas diagramas e tabelas se encaixam mais nas aulas de exatas.

2 – Pensar negativamente

Se depreciar, acreditar que não é capaz ou que jamais irá aprender uma matéria é o primeiro passar para se sair mal no exame. Por isso, não deixe que as dificuldades se tornem um empecilho! Trabalhe para aumentar sua confiança e, dessa maneira, evitar aumento da ansiedade na hora da prova, o que é um fator de desestabilização para qualquer estudante.

3 – Aproveitar a tecnologia de maneira errada

Quem nunca se desconcentrou na hora de estudar por causa da televisão ou do celular? Por mais que a tecnologia seja uma grande aliada para os estudos, fornecendo informações e conteúdo didáticos, se mal utilizada, torna-se um fator de desatenção. Nessa situação, a melhor saída é usar o bom-senso: se precisa do computador ou do celular para pesquisa, por exemplo, uma boa dica é instalar aplicativos que bloqueiam sites que podem desviar a atenção, como as redes sociais. Assim, de maneira programada, você pode evitar que elementos externos ao estudo tirem seu foco. Por outro lado, se a tecnologia não for necessária no momento, opte por desligar os aparelhos e concentrar-se nos livros.

Estudantes: 3 hábitos que você deve incorporar a sua rotina

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Fonte: Shutterstock     Alimentação e boas noites de sono podem te ajudar a ter mais disposição e bem-estar, fatores que aumentam seu foco e motivação para continuar estudando

Fonte: Shutterstock
Alimentação e boas noites de sono podem te ajudar a ter mais disposição e bem-estar, fatores que aumentam seu foco e motivação para continuar estudando

Estas animações podem te convencer a agir de outra maneira este ano e até mesmo potencializar seu aprendizado

Publicado no Universia Brasil

Alimentação e boas noites de sono podem te ajudar a ter mais disposição e bem-estar, fatores que aumentam seu foco e motivação para continuar estudando. Se você não tem o hábito de se preocupar com sua saúde ou até mesmo com o meio ambiente, talvez estas 3 animações possam te convencer a agir diferente em 2015 e, consequentemente, a melhorar seu desempenho acadêmico. Assista-as abaixo:

1 – “How sugar affects your brain”

Ingerir doses muito altas de açúcar costuma causar no corpo uma reação semelhante à metabolização do álcool, já que aumenta o seu nível de dopamina e, consequentemente, faz com que você queira consumi-lo ainda mais. Veja qual é o ponto de vista de Nicole Avena sobre esta questão e entenda como o açúcar pode influenciar seu cérebro.

2 –“ The benefits of a good night’s sleep”

Dormir ou estudar? Muitos alunos já se depararam com este dilema, afinal é normal que o nervosismo dê a sensação de que a pessoa está despreparada e precisa se dedicar ainda mais nestas últimas horas anteriores à avaliação. No entanto, Shai Marcu considera o descanso mais importante. Entenda por que ele pensa assim e perceba como o sono pode beneficiar sua memória.

3 – “Vermicomposting: How worms can reduce our waste”

Embora muitas pessoas queiram ser mais sustentáveis e se alimentar apenas com alimentos orgânicos, estes produtos muitas vezes são caros e difíceis de encontrar. Por isso, descubra qual é a solução proposta por Matthew Ross e pense como você pode aplicá-la na sua casa.

Novas tecnologias, velhos hábitos: smartphones impulsionam a leitura de livros físicos

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pedrosimoes7 | Flickr

pedrosimoes7 | Flickr

Rodolfo Viana, no Brasil Post

Um debate que se arrasta nos últimos anos é sobre a possível “morte” do livro físico — sobretudo dos grandes romances — diante das novas tecnologias. Afinal, com o universo digital tão presente em nossas vidas, somos seduzidos pela distração a ponto de não mais conseguirmos dissociá-la de uma atividade que demande concentração, como a leitura.

O escritor Will Self decretou a morte do romance no Guardian, em artigo de maio de 2014. Ele justifica o óbito: “A marca da nossa cultura contemporânea é uma resistência ativa à dificuldade em todas as suas manifestações estéticas.” Ele tem razão quanto à “resistência ativa à dificuldade”, e um exemplo claro disso foi o caso da escritora Patrícia Secco, que queria simplificar clássicos da nossa literatura. Ler Machado de Assis se tornou algo hercúleo.

Ler não é passar os olhos sobre palavras, mas sim o exercício de criar ligações cognitivas baseando-se nos signos. As palavras em si nada significam: elas ganham alma apenas quando nós conseguimos, a partir delas, criar mundos na mente. Isso demanda um tempo que, hoje, não temos. E não temos porque desperdiçamos mais e mais segundos com meras distrações. O ser humano é basicamente um ser de desperdícios. Temos interesse no acúmulo e queremos mais de tudo; mas, no final das contas, somos apenas um e não temos como consumir tudo. Queremos tudo porque somos finitos. As coisas não acabam; nós, sim.

Mas há uma luz.

A ascensão do digital faz com que mais pessoas busquem livros físicos. Sério. Um relatório da Biblioteca Britânica mostra que o aumento do público no último ano foi de aproximadamente 10%. A visitação cresceu de 1,46 milhão em 2013 para mais de 1,61 mi em 2014.

“Quanto mais as nossas vidas estão ligadas a uma tela, mais percebemos o valor de encontros humanos e artefatos físicos reais: as atividades em cada ambiente alimentam o interesse no outro”, diz o relatório.

Depois da divulgação do documento, Roly Keating, chefe executivo da Biblioteca Britânica, apresentou os dados e disse: “As pessoas me perguntam — talvez mais do que eu poderia esperar —: ‘na era do Google e de grandes ferramentas de busca e de grandes telas, a ideia de uma livraria ainda faz sentido?’ O que nós coletivamente acreditarmos ser o propósito de uma livraria determinará sua sobrevivência nos anos futuros.”

Então talvez seja um pouco cedo para “matar” o livro físico.

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