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Posts tagged Harlan Coben

Safe | Nova série da Netflix escrita por Harlan Coben

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Bárbara Allen, na Cabana do Leitor

Como se já não bastasse ter conquistado centenas de fãs ao redor do mundo com seus livros de mistérios e problemas não resolvidos, o autor Harlan Coben agora coloca sua assinatura em mais uma série da Netflix, Safe, que foi lançada no último dia 10. Além de Harlan, o enredo da série também foi escrito por Danny Brocklehurst, roteirista britânico conhecido pelo seu trabalho na minissérie The Driver (2014) e pela série The Five (2016), também criada por Harlan Coben.

Safe conta a história de Tom (Michael C. Hall), um cirurgião pediatra, cuja esposa já morreu. Ele cria sozinho duas filhas adolescentes até que a mais velha, Sophie, desaparece depois de uma festa. A partir deste ocorrido, muitos segredos das pessoas envolta da família vêm à tona. A série, possuí oito episódios e marca o retorno de Michael à TV em um papel principal depois do fim de Dexter, em 2013. No elenco também estão Amanda Abbington, Hannah Arterton, Louis Greatorex, Raj Paul e Joplin Sibtain.

Sobre o autor:

Harlan Coben é um famoso autor americano que desde 1990 já lançou 30 livros que foram traduzidos para 43 línguas. Aqui no Brasil uma das editoras que mais publica as histórias do autor é a Editora Arqueiro. Alguns dos seus livros são: Não Conte a Ninguém, O Medo Mais Profundo, Cilada, A Grande Ilusão, entre outros. O seu mais recente livro é Volta para Casa, lançado no mês de abril.

Por que brasileiro não lê autores brasileiros contemporâneos?

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Da esquerda para a direita: André Vianco, Raphael Draccon, Carolina Munhóz e Eduardo Spohr, autores de literatura fantástica brasileira. Imagem: Divulgação

Da esquerda para a direita: André Vianco, Raphael Draccon, Carolina Munhóz e Eduardo Spohr, autores de literatura fantástica brasileira. Imagem: Divulgação

 

Raphael Montes, em O Globo

Semana passada, fui abordado em uma livraria do Leblon por uma moça que queria ajuda na escolha de um livro de suspense ou de aventura. Entre os lançamentos, recomendei livros do André Vianco e do Raphael Draccon. A moça estava bastante entusiasmada com as indicações até ler a biografia dos autores. Sua expressão mudou subitamente e ela largou os livros com um vigoroso “ai, autor brasileiro não, né?”. Perguntei qual era o problema e ela se defendeu, dizendo que o livro não era para ela e que “dar de presente livro nacional pega mal, né?”. Sem muita paciência, me afastei, mas fiquei observando quando ela pescou um Harlan Coben na prateleira e enfiou-se na fila para pagar.

Dias antes, eu havia dado uma palestra ao lado de diversos autores de literatura nacional. O evento estava cheio e o entusiasmo dos leitores em ter contato direto com autores era evidente. Diante de episódios tão díspares, foi inevitável a pergunta: por que o brasileiro não lê brasileiros? Sendo mais específico: por que brasileiro não lê brasileiros contemporâneos?

Quero falar daquelas obras de gênero (policial, fantasia, chicklit, terror) que disputam com os best-sellers e, vez ou outra, conseguem seu espaço no mercado editorial. André Vianco, por exemplo, chegou na marca de um milhão de exemplares com suas histórias de vampiro — tema bastante explorado em obras estrangeiras também. O mesmo vale para Thalita Rebouças e Paula Pimenta, fortíssimas no segmento jovem. Há romances nacionais para os mais variados gostos, sempre trazendo características e paisagens tipicamente brasileiras, o que torna a identificação com a história muito mais eficaz. Por que, então, os livros estrangeiros ainda têm preferência?

A internet deu voz a diversos potenciais contadores de histórias. A facilidade no contato com os leitores e editoras; a praticidade e a eficácia da divulgação, além de outros recursos que o mundo virtual disponibiliza são os motivos que tornaram mais fácil o surgimento de novos autores — em sua maioria jovens — no mercado editorial. Ao passo que o número de escritores cresceu, a publicação também sofreu mudanças. Sua forma tradicional deixou de ser o único meio pelo qual um livro é editado e posto à venda. Abriu-se um leque de alternativas que vão desde a publicação independente até a premiação em concursos literários. Isso é ótimo, pois aumentou a variedade de temas e deu maior destaque à produção nacional. Ao fazer sucesso, um escritor ajuda não só a si, como a todos que produzem aquele tipo de literatura no país.

Por outro lado, com o crescimento da quantidade de textos publicados, a qualidade diminuiu. Buscando realizar o sonho de ter seu livro à venda, muitos escritores não tomam os cuidados devidos na hora de lançar sua obra no mercado: falta paciência, profissionalismo e comprometimento. Daí, alguns romances chegam às prateleiras mal revisados e mal editados, o que denigre a imagem da literatura nacional de gênero — que ainda está em delicada construção.

Muitas vezes apontada como a vilã da história, a editora precisa ser defendida. A maioria das editoras recebe dezenas de originais por semana, o que torna impossível a cuidadosa avaliação de todos eles. Assim, destacam-se na pilha aqueles que prendem logo nas primeiras páginas e que trazem uma proposta bem feita, sem erros graves de gramática etc.

Uma vez editado, o romance brasileiro entra em uma verdadeira selva, disputando atenção e espaço com best-sellers estrangeiros que já chegam ao país com a onda do sucesso. Como todo negócio, as editoras precisam sobreviver financeiramente. Por isso, costumam investir pesado na produção, na distribuição e na divulgação dessas obras internacionais. São títulos que já deram um retorno positivo em outros países e, provavelmente, trarão bons números por aqui também. Vencer esta barreira de marketing para chegar ao leitor brasileiro é um grande desafio ao escritor nacional.

Nesse sentido, os blogs e canais literários são essenciais para a divulgação de um livro. Essas plataformas apresentam lançamentos e resenhas que geram uma repercussão inimaginável junto aos leitores. Quando uma rede de leitores especializados elogia um romance, a propaganda se difunde rapidamente na rede. Além disso, a internet facilita o contato direto entre escritores — principalmente nacionais de gênero — e blogueiros. Há vantagens para os dois lados: para o escritor, que acompanha de perto o retorno sobre sua obra; para o blogueiro, que pode trocar ideias e fazer entrevistas.

Infelizmente, alguns blogs acabam esquecendo que seu principal papel é difundir o gosto pela leitura. Muitos se deixam levar pelo sistema de parcerias (ganham livros de autores e/ou editoras para sortear) e acabam baixando a qualidade ou simplesmente deixando de comprar obras — uma vez que recebem quase todas de graça. A mim, isso parece uma inversão de papéis.

Por fim, claro, os leitores. Como os títulos brasileiros não costumam receber maior atenção da imprensa, o boca a boca acaba sendo responsável pela quebra do preconceito que muitos leitores têm com obras nacionais. Além disso, o leitor é a força maior que leva um escritor a se dedicar ao seu romance. Sem leitores não há escritores. É essencial que todos juntos se dediquem a criar uma literatura brasileira de gênero cada vez mais especializada e bem difundida entre nós. Vamos em frente?

Adaptações de livros de Harlan Coben podem ter Liam Neeson e Hugh Jackman

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Diego Santos, no Literatortura

Os fãs de Harlan Coben têm muito pra comemorar!

De acordo com as últimas notícias, chegou a hora das histórias do escritor policial emplacarem também nos cinemas.

A Universal Pictures, está preparando a adaptação Hollywoodiana da obra “Não Conte a Ninguém” e, segundo informações, pretende incluir ninguém menos que Liam Neeson no elenco.

A adaptação já foi escrita, sob a responsabilidade de Chris Terrio, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Argo. Porém, algumas alterações ainda devem ser feitas, antes que Neeson confirme ou não sua participação no longa.

O livro já foi adaptado em 2006, na França, com direção de Guillaume Canet.

Confira abaixo o trailer:

Além de “Não conte a Ninguém”, uma adaptação do livro Seis Anos Depois será produzido pela Paramount Pictures e conta com Hugh Jackman no elenco.

Os direitos do livro mais recente de Coben, Missing You, também já foram vendidos para o cinema e a adaptação será produzida pela Warner Bros. e RatPac Entertainment.

O escritor Harlan Coben esteve recentemente no Brasil, na Bienal do Livro de São Paulo no mês de agosto, no qual participou de uma divertida entrevista e demonstrou todo o seu carisma atendendo aos fãs, respondendo perguntas e até autografando livros.

Confira no Indique um livro a resenha da obra (fantástica, por sinal) Seis Anos Depois.

‘Vivemos a era de ouro da ficção de crime’, diz Harlan Coben

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Autor americano atraiu centenas de fãs para a Bienal do Livro de São Paulo

O escritor Harlan Coben - Divulgação

O escritor Harlan Coben – Divulgação

Maurício Meireles em O Globo

RIO — Um dos principais best-sellers de mistério da atualidade, o americano Harlan Coben, que atraiu centenas de fãs para a Bienal do Livro de São Paulo no fim de semana, lança seu 16º romance no Brasil, “Seis anos depois”, pela Sextante.

Coben é um gigante literal e metaforicamente. Com quase 2 metros de altura, ele acaba de bater a marca de 1 milhão de livros vendidos no país. As estatísticas viraram gente, na manhã de anteontem, quando ele falou na Bienal para uma pequena multidão sobre a nova obra. Nela, o protagonista vai atrás da mulher que o deixou para casar com outro e descobre que o casamento havia sido uma farsa. Ele vai buscá-la, sem imaginar os perigos do ato. Em entrevista ao GLOBO, Harlan Coben fala da dificuldade de classificar a nova trama, conta por que não gosta de escrever histórias de serial killers e comenta as últimas polêmicas do meio literário.

Embora classificados como policiais, seus livros não têm crimes ou conspirações. Por quê?

Acho que chamam assim porque é preciso classificar o livro. “Seis anos depois” é mais uma história de amor que uma ficção de crime. Não me interesso por conspirações políticas ou serial killers. Prefiro histórias com as quais o leitor possa se identificar.

Com uma tradição tão longa, é possível manter o frescor da ficção policial?

Agatha Christie e Elmore Leonard escrevem ficção de crime e não são nada parecidos. Grandes autores tinham crimes em seus livros: Dostoiévski, Dumas, Dickens, entre outros. Mas acho que vivemos a era de ouro da ficção de crime. Ela nunca foi feita tão bem e com tanta variedade. Há autores homens, mulheres, americanos, britânicos, escandinavos… E temos que trabalhar duro para manter o frescor do gênero. Não pelo que foi escrito no passado, mas porque hoje competimos com outras mídias.

A Amazon e a editora Hachette têm brigado pelas condições comerciais de vendas de livros. Alguns autores se organizaram para apoiar a editora. Qual a sua posição nessa polêmica?

Sentar e esperar. Virei escritor porque não queria ir para um escritório, pensar em negócios, números. Sei que, quanto melhor eu escrever, melhor estarão meus livros (no mercado), porque as pessoas vão lê-los no papel, na tela ou numa tábua de pedra como a de Moisés. Não me sinto qualificado para me meter no assunto.

Hoje há o fenômeno da autopublicação. Você precisa de editor?

É isso que eu não entendo nessa polêmica. Se você quer se autopublicar, faça-o. Se você acha que os escritores estão sendo vilipendiados (pelas editoras), faça-o. Eu gosto de ter editor e não estou tentando convencer ninguém a ir para a minha editora. Não sei por que os outros se importam com quanto eu ou o Nicholas Sparks estamos cobrando pelos nossos livros. Faça seu livro e preocupe-se em como publicá-lo, não como eu publico os meus.

Você passou a escrever livros no gênero “jovens adultos”, que costuma ser criticado por falta de complexidade literária. O que você diria aos críticos?

Não leia. Tem uma resenha de um livro meu na Amazon que diz: “Esse livro deveria estar numa biblioteca de ensino médio”. Sim, deveria!

E sobre as críticas de que falta riqueza narrativa nesses livros?

Isso não faz sentido. Meu livro infantojuvenil é mais curto, mas provavelmente é mais sombrio que qualquer livro adulto que eu tenha escrito.

Você não deve mais precisar vir para eventos como a Bienal para vender livros. Por que vir?

Ajuda a vender o livro. E, se viajar é cansativo, é ótimo encontrar os leitores. Se há escritores que se sentem acima disso, só posso lamentar.

A ficção de mistério exige grande técnica. Você não comete erros?

Em um livro meu, um personagem costuma pentear o cabelo para a direita, no começo do livro, e depois para a esquerda, no fim dele. Com a internet, se você comete algo assim, você será avisado. Não gosto, mas não me preocupo muito.

Mais uma semana de comemoração para a Saraiva

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Selo Caramelo e ação promocional subiram a editora no ranking

Cassia Carrenho, no PublishNews

1Fazia tempo que não se via uma disputa tão apertada pelos primeiros lugares da lista. Com uma diferença de apenas 74 livros, Cinquenta tons de cinza (Intrínseca)- sim, parece que alguém tomou um remedinho azul – ficou a frente do surpreendente Sonho grande (Primeira Pessoa), que pulou do 9º para a 2º lugar na lista geral. A disputa foi tão grande que entre o 1º e 4º lugares a diferença foi de 310 exemplares.

Outro gol de placa foi marcado pelo livro Casagrande e seus demônios (Globo) que assumiu a liderança da tabela na lista de não ficção.

As novidades da semana foram: ficção, mais um thriller de Harlan Coben, Fique Comigo (Arqueiro) e mais um livro de Assassin’s Creed, Revelações (Galera); não ficção, Guia ilustrado Zahar de filosofia (Zahar); infanto juvenil, Brilhe estrelinha, Vai, equipe!, Voe, abelhinha! e Um dia de sol, todos da Caramelo.

No ranking das editoras o destaque continua para a Editora Saraiva, que com 10 livros do selo infantil Caramelo e 1 da Saraiva foi para a vice liderança. A editora se beneficiou também da ação promocional que fechou com a rede de Livrarias Saraiva para os produtos licenciados da Nickelodeon, que saíram pelo selo Caramelo. Acima da Saraiva, só a Sextante, com 16 títulos. Em 3º vem a Intrínseca, seguida da Ediouro e Record, com 8 cada.

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