Contando e Cantando (Volume 2)

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Veja os livros recomendados pelos professores da Harvard Business School

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Os livros recomendados pelos professores de Harvard (Foto: Reprodução/Na Prática)

 

Publicado na Época Negócios

Em boa parte do hemisfério norte, como nos EUA, junho marca o fim do ano escolar. Alunos e professores aproveitam então as férias de verão, que só terminam em meados de setembro. Anualmente, a Harvard Business School pergunta a alguns de seus acadêmicos quais livros eles escolheram para relaxar. E como mesmo nas férias Harvard ainda é Harvard, não espere um bestseller qualquer.

O Na Prática traduziu a lista, que está disponível a seguir. Alguns dos títulos citados – dos autores Toni Morrison, Paul Theroux e Amartya Sen – estão disponíveis também em português.

1. Elizabeth Alexander, Toni Morrison e Peter Frankopan
“The Light of the World: A Memoir”, de Elizabeth Alexander, é a escolha do professor de marketing Rohit Deshpande. “Gosto muito de sua poesia. O livro é uma história de amor sobre sua vida com seu marido, que era um pintor”, escreve ele.

Em seguida, Deshpande pretende reler “Amada”, inspirado por uma palestra recente da autora Toni Morrison, vencedora do Nobel de Literatura, e terminar com “The Silk Roads: A New History of the World”, de Peter Frankopan, que trata da importância da lendária rota da seda nos dias de hoje.

2. Karl Ove Knausgård, Jon Wertheim & Sam Sommers e Dan Wegner & Kurt Gray
Professor titular de administração de empresas, Michael Norton foi conciso em suas explicações. “São três livros muito diferentes, mas cada um tem insights surpreendentes sobre a psicologia e o comportamento humanos”, diz. As obras são: o quinto volume da série Minha Luta, de Karl Ove Knausgård; This is Your Brain on Sports, de Jon Wertheim e Sam Sommers; e The Mind Club, de Dan Wegner and Kurt Gray.

3. Kim Stanley Robinson e Amartya Sen
Também professor de administração de empresas, Matthew Weinzierl escolheu temas diferenciados. O primeiro é a trilogia “Red Mars/Green Mars/Blue Mars”, de Kim Stanley Robinson. “Para quem está animado com os planos de Elon Musk para a colonização de Marte, são fantasias sofisticadas sobre como isso pode ser a curto e a longo prazo”, diz. Outro autor criativo é Amartya Sen. Seu “A Ideia de Justiça” é descrito por Weinzierl como “uma obra-prima de um das economistas filosóficos mais importantes de todos os tempos”.

4. Parag Khanna e Paul Theroux
John Macomber, professor convidado de administração de empresas, escolheu dois títulos de não-ficção. O primeiro é “Connectography”, de Parag Khanna, um pensador global. “O trabalho desenvolve a premissa de que as conexões físicas, econômicas e culturais entre cidades são mais importantes que as fronteiras nacionais tradicionais – ou as conexões digitais efêmeras”, explica, destacando a apresentação visual de mapas e dados. “Devido ao recente voto do Brexit e às eleições americanas que vem por aí, a ideia que conexões determinam o futuro – e que as fronteiras determinaram o passado – também ajuda a começar uma conversa, pelo menos.”

A outra escolha é “O Safári da Estrela Negra”, do escritor de viagens Paul Theroux. Trata-se de sua jornada de Cairo a Cidade do Cabo, feita por terra e por meio de transporte público. “A rota inclui não só Egito como Somália, Sudão do Sul, a República Democrática do Congo e mais. Esse evocativo relato de fato abre os olhos.”

5. Robert Wachter e Joshua Angrist & Jörn-Steffen Pischke
Ariel Stern, professora de administração de empresas, escolheu “The Digital Doctor: Hope, Hype, and Harm at the Dawn of Medicine’s Computer Age”, de Robert Wachter, que trata da complexidade e do potencial na área de saúde no século 21. Outro título da lista é “Mastering ‘Metrics: The Path from Cause to Effect”, de Joshua Angrist e Jörn-Steffen Pischke.

Matéria orignalmente publicada no portal Na Prática

Livro dá 5 dicas de como usar o dinheiro para comprar a felicidade

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Quem usa o dinheiro para fazer viagens ou presentear pessoas queridas pode ser mais feliz. É o que diz o livro "Happy money: the science of smarter spending" (algo como "Dinheiro feliz: a ciência de como gastar melhor"). Veja, a seguir, as dicas dos autores, a canadense Elizabeth Dunn e o americano Michael Norton / Thinkstock

Quem usa o dinheiro para fazer viagens ou presentear pessoas queridas pode ser mais feliz. É o que diz o livro “Happy money: the science of smarter spending” (algo como “Dinheiro feliz: a ciência de como gastar melhor”). Veja, a seguir, as dicas dos autores, a canadense Elizabeth Dunn e o americano Michael Norton / Thinkstock

Publicado por UOL

A relação entre dinheiro e felicidade tem sido contestada ao redor do mundo. Uma pesquisa britânica concluiu que amigos trazem mais felicidade do que dinheiro. Especialistas em economia comportamental dizem que o que deixa uma pessoa feliz não é ela ganhar bem, e sim ela ganhar melhor do que os vizinhos.

O livro “Happy money: the science of smarter spending” (em tradução livre, “Dinheiro feliz: a ciência de como gastar melhor”), que acaba de ser lançado nos Estados Unidos e ainda não tem versão em português, traz uma teoria diferente sobre o assunto. Segundo os autores, o dinheiro, em qualquer quantidade, pode “comprar” felicidade. Para isso, basta que ele seja bem usado.

O livro foi escrito por Elizabeth Dunn, professora de psicologia na University of British Columbia, no Canadá, e Michael Norton, palestrante da área de marketing na Harvard Business School, nos Estados Unidos.

Os autores dizem que as escolhas que as pessoas fazem sobre seus gastos desencadeiam uma série de efeitos biológicos e emocionais. Fazer viagens, pagar integralmente um produto antes de usá-lo e ajudar os outros são, segundo eles, formas de usar o dinheiro para ser mais feliz.

Gastar menos com a compra de bens, como casas e carros, e mais com a compra de experiências, como viagens, concertos e jantares especiais, é uma das dicas do livro.

Outra orientação é limitar o acesso a coisas das quais gostamos. Isso porque tendemos a dar menos valor para produtos que estão disponíveis sempre.

O dinheiro também pode deixar as pessoas mais felizes se elas o usarem para terceirizar atividades chatas, como a limpeza de casa, por exemplo.

Usar cartão de crédito para fazer compras, adiando a data do pagamento, é uma atitude que pode tirar nossa felicidade. Segundo os autores, o melhor é sempre pagar e depois consumir. “Adiar o consumo faz com que as pessoas tenham o prazer da espera, assim como férias dão mais prazer antes de ocorrerem”, diz o livro. Quem paga antes também tende a exagerar menos nos gastos.

O livro sugere, ainda, que as pessoas gastem menos dinheiro consigo mesmas e mais com os outros. Os benefícios da doação, segundo eles, são percebidos em crianças antes mesmo de elas completarem dois anos.

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COMPRE EXPERIÊNCIAS – Muita gente sonha em ter a casa própria. Mas pesquisas recentes sugerem que coisas materiais trazem menos felicidade do que experiências, como viagens, concertos e jantares / Shutterstock

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LIMITE SEU ACESSO A COISAS DE QUE GOSTA – Muitos moradores de Londres nunca visitaram o Big Ben. A explicação é simples: quando algo está disponível sempre, as pessoas tendem a dar menos valor. Limitar nosso acesso a coisas das quais gostamos nos faz mais felizes / ThinkStock

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COMPRE TEMPO – Terceirizar tarefas que consideramos chatas, como a faxina da casa, é um gasto que pode fazer as pessoas mais felizes. Quando as pessoas focam o tempo e não o dinheiro, elas conseguem fazem escolhas que trazem maior bem-estar / Shutterstock

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PAGUE AGORA, CONSUMA DEPOIS – Financiamentos e cartões de crédito encorajam muita gente a consumir coisas hoje e pagar a conta depois. A sugestão dos autores do livro é que essa lógica seja invertida. Adiar o consumo faz com que as pessoas tenham o prazer da espera. Além disso, tendemos a exagerar menos nos gastos quando pagamos antes / ThinkStock

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INVISTA NOS OUTROS – No Canadá, uma filha presenteia a mãe com um lenço de seda. Em Uganda, uma jovem compra um remédio para tratar a malária de uma amiga. Os dois casos têm algo em comum: a felicidade da pessoa que faz a doação. Segundo os autores do livro, pesquisas mostram que gastar dinheiro com outras pessoas traz mais felicidade do que gastar conosco / Thinkstock/Hemera

dica do Chicco Sal

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