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Próximo livro de Game of Thrones pode ser finalmente terminado neste ano

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GOT

Lucas Agrela, na Info

O próximo e aguardado livro da série Game of Thrones pode ser terminado ainda em 2015. A informação vem do próprio George R. R. Martin, que indicou que a obra pode ser finalizada neste ano.

O autor trabalha no livro chamado “The Winds of Winter” desde que terminou “A Dance with Dragons”, em 2011. Esta é a obra na qual se baseia a atual série televisiva da HBO.

“Eu tenho muita coisa pra fazer. Muitas coisas na minha frente. Principalmente ‘Son of Kong'”, segundo Martin, que chama o novo livro pelo codinome, em seu blog.

Visando terminar a obra, Martin não irá à San Diego Comic-Con, que acontece em junho deste ano.

Contudo, em janeiro, a editora Jane Johnson informou que o livro não está programado para ser lançado em 2015. “Não tenho nenhuma informação sobre lançamento próximo”, disse Jane ao site do jornal britânico The Guardian.

“Os livros da série são extremamente complexos e requerem muita concentração para serem escritos. Os fãs deveriam agradecer pela extensão dos volumes, que são equivalentes a dois ou três livros de outros escritores.”

Martin é pressionado tanto pelos fãs quanto pela emissora HBO para finalizar o novo livro.

Segredos da Guerra dos Tronos: GRRM revela detalhes sobre o Mundo de Gelo e Fogo

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George R. R. Martin (foto de Reuters/Denis Balibouse)

George R. R. Martin (foto de Reuters/Denis Balibouse)

Publicado pela Revista Bang

O artigo em baixo reproduzido apresenta spoilers da saga Crónicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin

Aprendi ainda mais sobre a Guerra dos Tronos pelo fascinante livro The World of Ice and Fire do que ao entrevistar o autor.

No domingo tive o enorme prazer de entrevistar o autor George R. Martin ao vivo na New York City’s 92nd Street Y. A ocasião devia-se à publicação do novo livro exuberantemente ilustrado The World of Ice and Fire, sobre as terras fictícias onde decorrem os romances de Martin e a série Guerra dos Tronos da produtora HBO.

1O livro foi escrito por Martin em colaboração com os ‘superfãs’ Elio M. e Garcia Jr. e Linda Antonsson, cujo conhecimento enciclopédico desta saga é semelhante à matéria de que se fazem as lendas.

George tornou-se bastante reservado no que toca a revelar informação que poderia arruinar as tramas dos futuros livros (mais dois romances estão planeados para As Crónicas de Gelo e Fogo). Muito do que ele referiu em 92Y – que a Muralha foi baseada na Muralha de Hadrian (a muralha que divide Inglaterra da Escócia) que George Martin visitou; que o autor imagina a Eyrie como algo semelhante ao Castelo de Neuschwanstein do Rei Ludwig, na Baviera – tal já era conhecido pelos seus fãs mais aguerridos. No entanto, um novo público para esta saga foi criado, sejam leitores mais casuais da saga ou aqueles que apenas estão familiarizados com o programa da HBO, e esse público irá encontrar muitas respostas a perguntas verdadeiramente explosivas das páginas d’As Crónicas de Gelo e Fogo. Eis algumas das mais intrigantes.

As crianças de aspeto bizarro que ajudaram Bran e a maioria do grupo no final da 4ª temporada não são crianças. Na verdade nem sequer são humanos.

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Tal como os gigantes (vistos durante o cerco à Muralha), as criaturas denominadas Filhos da Floresta habitaram Westeros antes da vinda dos Primeiros Homens. Foram os Filhos da Floresta que cravaram e esculpiram os rostos nas árvores coração, como a que se encontra em Winterfell. Apesar de inicialmente serem inimigos dos Primeiros Homens e guerrearem, os dois grupos acabaram por pacificar-se e no Norte, de onde a família Stark é originária, muitos ainda idolatram os deuses antigos dos Filhos da Floresta tal como são representados nos rostos esculpidos das árvores coração. Os sábios e sacerdotes dos Filhos da Floresta eram chamados de videntes verdes e tinham sonhos proféticos, semelhantes aos sonhos de Bran e Jojen. (Aliás, Jojen vem de uma tribo, os cranogmano, da qual existem rumores que se terão cruzado genealogicamente com os Filhos da Floresta; e um dos antepassados de Bran casara com a filha do último rei dos cranogmano). Inicialmente pensava-se que os Filhos da Floresta tinham desaparecido completamente de Westeros.

Westeros é palco de conflitos religiosos.

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Enquanto a Fé dos Sete é a religião dominante nos Sete Reinos, nem sempre fora assim. Foi trazida para Westeros pelos Ândalos, invasores de Essos (o grande continente a leste de Westeros; e onde Daenarys viveu a maior parte da sua vida). A dinastia de Daenarys, os Targaryen, adotaram essa crença quando se viraram contra os Ândalos e se deu o seu êxodo para fora da terra mãe, a sul de Essos. Enquanto os fãs da série televisiva estão familiarizados com uma igreja que é subordinada da família real, nem sempre fora assim tão dócil. Duas ordens, os Filhos Guerreiros e os Pobres Irmãos – conhecidos coletivamente como Fé Militante ou Espada e Estrelas – iraram-se contra o sucessor do primeiro rei Targaryen, uma vez que a Fé abominava a prática dos casamentos incestuosos, comum na dinastia Targaryen. O terceiro rei Targaryen, Maegor o Cruel, reprimiu brutalmente e demitiu os Fé Militante, proibindo ordens religiosas de empunharem armas dali em diante. Este decreto será decerto significativo nas próximas temporadas da série da HBO.

Os Targaryen eram incestuosos por razões estratégicas, ao contrário dos Lannister.

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A prática de casar irmãos e irmãs era comum na pátria dos Targaryen, de Valyria, porque o dom de domesticar dragões era uma herança que se adquiria geneticamente, e o clã pretendia manter esse dom na família. Mas mesmo aqueles que nasciam com esse dom não tinham o trabalho facilitado, como se demonstra pela dificuldade de Daenarys em domar os seus dragões. No 92Y, Martin conta que uma grande amiga sua e colaboradora, a escritora Melinda Snodgrass, tem um cavalo lusitano e pratica equitação – as suas experiências a treinar cavalos mostraram a Martin a dificuldade que seria treinar dragões.

Tywin Lannister nasceu já com o feitio difícil, um “hard ass”.

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Quando o pai de Tyrion e Cersei era um bebé, o avô deles tentou acariciar o cabelo a Tywin, mas o bebé mordeu-lhe. The World of Ice and Fire também oferece a descrição completa do incidente que inspirou a infame canção “As Chuvas de Castamere”, cujo início assinalou o começo da carnificina decorrida no Casamento Vermelho. A Casa Reyne, uma família de fidalgos de classe alta, desafiara as ordens de Tywin e retirara-se com as suas mulheres e crianças para as caves sob o seu castelo, o Castelo de Castamere, enquanto Tywin marchava com as suas tropas até aos portões. Tywin ignorou o pedido de tréguas dos Reyne, selou as caves e inundou-as, queimando de seguida o castelo até só restarem cinzas. As caves continuam seladas até hoje.

Margaery Tyrell descende de uma longa lista de personagens inteligentes.

1Muitas das outras casas nobres de Westeros encaram a Casa Tyrell como “servos ricos”, uma vez que ganharam protagonismo político através da ágil habilidade a conseguir ligações com os monarcas da Campina, Casa Gardener. Os Tyrell eram tão bons nisto que casaram com diversas princesas Gardener. Quando a linhagem Gardener cessou de existir, os métodos prudentes e perspicazes dos Tyrell foram recompensados: Aegon o Conquistador (antepassado de Daenarys) fê-los senhores da região, ignorando as muitas outras casas com linhagens mais nobres. Os Tyrell fizeram com que Jardim de Cima, o seu castelo, se tornasse o centro da cultura, música e belas-artes, assim como o centro do cavalheirismo, um pouco como Provence, no sudeste de França, foi durante a Idade Média.

O povo de Oberyn Martell sabia como combater dragões.

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Dorne, o reino austral arenoso de Westeros, foi aquele que mais tempo resistiu à invasão dos Targaryen. Eles fizeram-no evaporando-se para as zonas rurais sempre que um dos dragões Targaryen aparecia, sem oferecer resistência quando queimaram as casas e quintas. Em vez disso, e liderados pela perspicácia da Princesa Meria, esperaram até os dragões partirem, para depois se tornarem uma legião de guerrilha altamente eficaz contra as forças de ocupação dos invasores (apesar de terem realmente matado um dragão assim como a sua condutora, a irmã do rei). Depois da Princesa Meria morrer, o seu filho e herdeiro enviou uma mensageira a Porto Real a pedir a paz, sob condição de não terem que ser coagidos a considerar Aegon o Conquistador como senhor de Dorne. Aegon estava determinado a recusar quando a mensageira, uma princesa de Dorne, lhe dera uma carta privada do seu pai. “Aegon leu a carta no Trono de Ferro, e dizem que, quando se levantou, a sua mão sangrava tal era a força com que apertava a carta.” Queimou a carta e concordou em agir segundo os termos de Dorne. Ninguém sabe o que continha a carta. Os Targaryen nunca obtiveram sucesso a subjugar os Dornish, e Dorne juntou-se aos Sete Reinos através de uma aliança pacífica e ligações matrimoniais com a casa Real quase dois séculos depois da receção da tal carta por Aegon.

Melisandre vem definitivamente de paragens longínquas.

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Um dos aspetos mais intrigantes de The World of Ice and Fire é o conhecimento comum que subsiste em relação às terras nas fronteiras do “mundo conhecido”. Estas terras incluem locais como as Mil Ilhas, cujos habitantes se assemelham a pescadores de uma história de Lovecraft, ou o império fabuloso de Yi Ti. Melisandre vem de uma das mais remotas e sinistras cidades portuárias estrangeiras, uma antiga cidade austro-oriental conhecida como Asshai. Quando era jovem, Melisandre foi vendida ao Templo Vermelho do deus R’hllor, o Senhor da Luz, idolatrado por uma religião maniqueísta que Martin indica ter sido inspirada no zoroastrismo. R’hllor tem poucos crentes em Westeros no momento em que a história decorre, mas como Martin explicou, o dom que alguns sacerdotes possuem de reavivar os mortos, entre outros poderes mágicos, é “persuasivo”. De acordo com The World of Ice and Fire, Asshai, afamada pelos seus feiticeiros e sacerdotes, é construída inteiramente por uma pedra negra com “uma sensação gordurosa e desagradável”. A luz em Asshai é sempre soturna, mesmo em dias de verão, e as ruas são estranhamente silenciosas, particularmente à noite. Nenhuma criança reside lá.

“Fundação”, de Isaac Asimov, pode virar série da HBO

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Adaptação do clássico de ficção científica estaria sendo desenvolvida por co-autor de “Interestelar”

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Jacqueline Lafloufa, no B9

Considerada um dos clássicos dos livros de ficção científica, a série “Fundação”, de Isaac Asimov, poderá se transformar em uma série da HBO em breve.

Segundo rumores, Jonathan Nolan, irmão de Christopher Nolan e co-autor de “Interestelar”, estaria responsável pela adaptação da trilogia para a TV, que será realizada em parceria com a Warner Bros.

Composta pelos livros “Fundação”, “Fundação e Império” e “Segunda Fundação”, a série de Asimov foi premiada com o Hugo Award de “Melhor série de todos os tempos” em 1966, antes mesmo que Asimov completasse a história com quatro outros títulos – “Prelúdio à Fundação”, “Origens da Fundação”, “Limites da Fundação” e “Fundação e Terra”.

Com uma trama densa, há quem diga que o material pode render uma série longuíssima, mas ainda não foram divulgados detalhes sobre quantas temporadas ou episódios a adaptação para a TV deverá ter.

George R.R. Martin afirma que fãs já descobriram final da saga As crônicas de gelo e fogo

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Escritor teria deixado pistas sobre desfecho da trama nos livros. Foto:Alberto E. Rodriguez/Getty Images

Escritor teria deixado pistas sobre desfecho da trama nos livros. Foto:Alberto E. Rodriguez/Getty Images

Publicado no Boa Informação [ via Diário de Pernambuco]

O escritor George R.R. Martin declarou recentemente que alguns fãs de seu trabalho As crônicas de gelo e fogo, que deu origem à série de TV Game of thrones (HBO), já adivinharam como a trama vai se encerrar, só não perceberam ainda.

“Ao menos um ou dois leitores conseguirem juntar as pistas sutis que deixei em meus livros, e conseguiram chegar a uma solução correta”, afirmou Martin em entrevista recente. O final de Game of thrones é um dos assuntos mais discutidos na internet, grande parte graças a imprevisibilidade da trama, que muitos apontam como um dos grandes méritos da narrativa.

Muitos fãs também apontam que Martin não tem pudor nenhum em alterar totalmente a trama de uma hora pra outra, com resultados quase sempre chocantes. A série, exibida no Brasil pela HBO, volta para sua quinta temporada em 2015.

Autor de ‘Game of Thrones’ rejeita pedido de sexo nos livros

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Fãs sentem falta de cenas mais quentes na série de ‘A Guerra dos Tronos’. George R. R. Martin diz que seu universo criativo ‘não é uma democracia’

O autor de 'Game of Thrones', George R. R. Martin (Reprodução/VEJA)

O autor de ‘Game of Thrones’, George R. R. Martin (Reprodução/VEJA)

Quem conhece Game of Thrones apenas pela TV não imagina que os livros que inspiraram a série, reunidos sob o título de As Crônicas de Gelo e Fogo, são quase pudicos perto dos episódios produzidos e exibidos pela HBO. E assim podem permanecer. Assediado por fãs que querem entender por que seus livros têm menos sexo que a série televisiva que eles inspiraram, e se poderão ter mais, o autor de A Guerra dos Tronos, George R. R. Martin, foi categórico. “Meus livros não são uma democracia”, disse, em conversa com fãs no festival literário de Edimburgo, na Escócia, na noite desta segunda-feira.

De acordo com o autor, a temperatura erótica dos livros só vai subir se a trama assim demandar. Mas é difícil que aconteça porque no papel a história é narrada através do ponto de vista de alguns personagens, o que a torna mais limitada que os personagens da TV. Como nenhum dos personagens cujo ponto de vista é usado na narrativa é gay, por exemplo, não há cenas explícitas de sexo entre homens nos livros. “Este é o jeito como eu gosto de escrever porque é o jeito como experenciamos a vida. Você me vê a partir do seu ponto de vista, e desse ponto de vista você não enxerga o que outros veem”, disse Martin, que contou receber cartas e cartas de fãs — especialmente de mulheres — pedindo cenas de sexo entre homens.

“Mas não posso inserir cenas de sexo simplesmente porque me pendem. Não é uma democracia. Se fosse uma democracia, então Joffrey (o menino rei sádico) teria morrido muito antes do que ele fez”, continuou o escritor, segundo matéria do jornal britânico The Guardian, que cobriu o festival de Edimburgo.

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