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Livro vai ensinar fãs de ‘Game of thrones’ a falar ”dothraki”, idioma de Daenerys na série

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Idioma de Daenerys (Emilia Clarke) terá vocabulário, gramática e exercícios de fonética

Idioma de Daenerys (Emilia Clarke) terá vocabulário, gramática e exercícios de fonética

Língua imaginária inventada por linguista ganhará método de aprendizado completo

Publicado no Divirta-se

“Khaleesi zheanae” é a expressão em “dothraki” para dizer “a rainha é bonita”: agora os fanáticos pela série ‘Game of thrones’ poderão aprender a língua imaginária falada nos episódios, assim como alguém que aprende inglês ou francês. O idioma inventado pelo linguista David Peterson para a cultuada série da HBO ganhará, a partir de 7 de outubro, um método de aprendizagem com direito a listas de vocabulário, gramática e exercícios de fonética.

Nesta cultura totalmente dedicada aos cavalos, “haja o que houver, nunca chame um guerreiro Dothraki de ‘ifak’ (caminhante): é o pior xingamento, já que implica que a pessoa não pode andar a cavalo”, advertem em comunicado a editora especializada Living Language e a HBO Global Licensing, parceiros na publicação.

O dothraki é falado na série pela bela Daenerys, que luta para conquistar o Trono de Ferro. O método, que estará disponível em livros e CD, aplicativos para celular e cursos on-line, será supervisionado pelo criador da língua – que garante “transformar um ‘arakh’ em ‘zhavvorsa'”, sem adiantar a tradução.

Cenas de estupro em ‘Game of Thrones’ incomodam os espectadores

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Dave Itzkoff, na Folha de S.Paulo

Desde o começo, “Game of Thrones” esteve eivado de brutalidade sexual. A série, concebida como uma sequência de romances de fantasia sobre um mundo feudal sombrio, escritos por George R. R. Martin, passou por momentos tensos, entre eles o de um líder guerreiro consumando o casamento com sua noiva, ainda criança, e de um estupro de uma jovem por “meia centena de homens aos gritos, por trás de um curtume”.

Essas e outras cenas causaram preocupação, mas a discussão ficou confinada aos leitores e críticos de romances de fantasia.

Agora o debate sobre a violência sexual da série se ampliou e ganhou veemência, devido ao sucesso explosivo da adaptação televisiva dos livros pela HBO.

Em sua quarta temporada, “Game of Thrones” tem média de audiência superior a 14 milhões de pessoas nos Estados Unidos, nas noites de domingo, e é a série mais assistida da rede de TV a cabo desde “Família Soprano”.

No mais recente episódio, mulheres prisioneiras em um abrigo gélido são brutalizadas sexualmente. No episódio precedente, altamente controverso, uma aristocrata manipuladora que tem um relacionamento incestuoso com o irmão é forçada a fazer sexo com ele, ainda que grite não.

O ator Jack Gleeson como Joffrey Baratheon em cena da quarta temporada do seriado 'Game of Thrones' - Divulgação/HBO

O ator Jack Gleeson como Joffrey Baratheon em cena da quarta temporada do seriado ‘Game of Thrones’ – Divulgação/HBO

O estupro está presente com frequência nas tramas de programas de TV, com consequências abrangentes e duradouras para os personagens afetados. Mas os críticos de “Game of Thrones” temem que a presença tão forte do estupro no drama o tenha reduzido a um ruído de fundo, uma ocorrência rotineira e sem nada de chocante.

Muitos telespectadores ficaram incomodados com o episódio que mostrava o estupro da aristocrata Cersei Lannister por seu irmão Jaime, e protestaram em blogs, no Facebook e no Twitter. A indignação foi reforçada por comentários do diretor do episódio, que disse ao site Hitfix.com que “a cópula do casal se torna consensual, no fim”.

Isso fez com que a audiência questionasse se os produtores compreendem de fato o que estão retratando. “Não foi isso que vi, e não foi isso que muita gente viu”, diz Maureen Ryan, crítica de televisão do Huffington Post, que definiu a cena como um estupro inequívoco.

Os romances de Martin, conhecidos coletivamente como “Uma Canção de Gelo e Fogo”, têm mais de 31 milhões de cópias em circulação e foram traduzidos para mais de 25 idiomas, de acordo com a Bantam Books, sua editora, uma unidade do grupo Random House. A série da HBO é transmitida para mais de 150 países e é o mais pirateado dos programas de TV do planeta.

Talvez seja também o título de entretenimento mais popular a retratar violência sexual com tanta frequência, tanto nas páginas dos livros quanto na série. A mais recente edição de uma série de quadrinhos de “Game of Thrones” mostra explicitamente um bárbaro se preparando para estuprar uma mulher nua, depois de conquistar sua aldeia.

Em resposta a perguntas encaminhadas por e-mail, Martin escreveu que, como artista, ele tinha a obrigação de dizer a verdade sobre a história e sobre a natureza humana.

“O estupro e a violência sexual foram parte de todas as guerras já travadas, dos sumérios da antiguidade aos nossos dias”, diz Martin, 65, que vive em Santa Fe, Novo México.

“Omiti-los de uma narrativa centrada na guerra e poder teria sido fundamentalmente falso e desonesto”, ele prosseguiu, “e teria solapado um dos temas dos livros: o de que os verdadeiros horrores da história humana não foram cometidos por orcs ou senhores das trevas, mas por nós mesmos”.

David Benioff, e D. B. Weiss, os produtores da série na HBO e responsáveis por suas operações cotidianas, não quiseram conceder entrevistas.

Tyrion Lannister (Peter Dinklage) e sua amante, a ex-prostituta Shae (Sibel Kekilli), em cena da quarta temporada da série 'Game of Thrones', da HBO - Divulgação

Tyrion Lannister (Peter Dinklage) e sua amante, a ex-prostituta Shae (Sibel Kekilli), em cena da quarta temporada da série ‘Game of Thrones’, da HBO – Divulgação

Michael Lombardo, presidente de programação da HBO, afirmou em e-mail que “as escolhas que nossas equipes de criação fazem se baseiam em motivações e sensibilidades que eles acreditam definir seus personagens. Nós apoiamos plenamente a visão e a arte do trabalho excepcional de Dan e David, e sentimos que a obra fala por si”.

Outros programas de TV, como “Downton Abbey” e “Private Practice”, incluíram estupros em suas tramas, mas eram eventos singulares, cujas repercussões foram exploradas pelas duas séries.

“Os melhores retratos não se resumem ao estupro em si como recurso dramático”, disse Scott Berkowitz, presidente da Rape, Abuse and Incest National Network, uma organização norte-americana de combate à violência sexual. “Usam o estupro para contar uma história mais profunda sobre a recuperação e o efeito que isso causa na pessoa”.

Mas “Game of Thrones” não parece estar seguindo esse caminho.

“Ter a violência sexual tratada com tanto descaso, é difícil ver algo assim”, diz Mariah Huehner, escritora e editora de quadrinhos que contribuiu repetidamente para o debate online do tema. “É perturbador demais assistir, e não acho que eu vá aguentar muito tempo mais”.

Quanto aos livros, os leitores dizem que as descrições de estupros por Martin sublinham a dureza de seu mundo, mas há quem questione o que veem como uso exagerado desse tipo de cena, e o tom muitas vezes lúrido que ele adota para escrever sobre assuntos sexuais.

“Esse negócio do ‘não quer dizer sim’ está lá nos livros”, fiz Sady Doyle, ensaísta que escreve frequentemente sobre “Game of Thrones”. “As punições sexualizadas estão lá. São parte do texto e são vitais para o texto. É algo que se repete inúmeras vezes”.

Mas ela acrescenta que “chega o ponto em que você tem a sensação de que não passa um capítulo sem uma cena horrível —envolvendo quase sempre uma mulher como personagem—, quase como se ele estivesse tentando provar que sim, esse é um trabalho de literatura sombrio e assustador”.

Martin diz que sua filosofia como escritor é mostrar e não contar,e fazê-lo requer “detalhes sensórios vívidos”.

“Se a cena em questão é de sexo, alguns leitores podem considerá-la intensamente desconfortável”, ele diz, “e isso é 10 vezes mais verdadeiro para cenas de violência sexual. Mas é preciso que seja assim. O objetivo de algumas cenas é que sejam desconfortáveis, perturbadoras e difíceis de ler”.

Ian McElhinney, Emilia Clarke, Iain Glen e Nathalie Emmanuel em cena da quarta temporada de 'Game of Thrones' - Reprodução/YouTube

Ian McElhinney, Emilia Clarke, Iain Glen e Nathalie Emmanuel em cena da quarta temporada de ‘Game of Thrones’ – Reprodução/YouTube

Com a adaptação dos romances para outras mídias, sequências descritas obliquamente no texto se tornam mais explícitas, mais agressivas e mais problemáticas. Martin diz que as adaptações de “Game of Thrones” para a TV e os quadrinhos “cabem a outras pessoas, que fazem suas escolhas artísticas quanto à abordagem que funcionará melhor em suas respectivas mídias”.

Ryan, do Huffington Post, disse em entrevista que “Game of Thrones” possui “uma incrível capacidade de fazer com que você se importe com pessoas que fizeram coisas realmente terríveis —é algo que acontece repetidamente, e acho que é o ponto forte do trabalho”.

“Agressões sexuais acontecem no mundo”, disse Ryan. “É algo que processamos via cultura popular. As pessoas que produzem esses trabalhos deveriam se esforçar por exibir todos os aspectos da experiência —mostrá-la tanto do ponto de vista de quem sobreviveu ao ataque quanto da pessoa que o perpetrou”.

“É assim que essa experiência passa a ser respeitada”, ela diz. “É assim que ela deixa de ser exploração”.

Livro de JK Rowling vai virar minissérie

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Britain J.K. Rowling

Adaptação da obra para adultos “A Morte Súbita” será produzida pelas redes HBO e BBC

Publicado no Último Segundo

O livro “A Morte Súbita” (2012), de JK Rowling (da saga “Harry Potter”) vai ganhar uma minissérie de 3 horas de duração.

A pequena cidade de Pagford, retratada no livro, será adaptada para a televisão pelas redes HBO e BBC (esta última havia anunciado que faria um programa baseado no livro em 2012). Rowling vai participar do processo como produtora executiva. As informações são do site “The Hollywood Reporter”.

O livro “A Morte Súbita” é o primeiro livro adulto da autora britânica. Apesar de ter recebido críticas variadas, vendeu mais de 6 milhões de cópias pelo mundo e tornou-se um best-seller.

“A Morte Súbita” se passa em uma pacata vila inglesa que, apesar de parecer perfeita, está cercada de conflitos. A série tem aspectos parecidos com outros seriados da HBO, como “True Blood”, “True Detective” e “Game Of Thrones”.

A HBO é parte da Time Warner Inc, companhia que também produziu os oito filmes da franquia “Harry Potter”, que arrecadaram mais de US$ 7,7 bilhões (R$ 17 bilhões) pelo mundo.

A série começará a ser rodada no segundo semestre deste ano na Inglaterra.

Professor ameaça turma barulhenta com spoilers de ‘Game of thrones’

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Robb Stark, um dos personagens principais de ‘Game of thrones’ Divulgação

Robb Stark, um dos personagens principais de ‘Game of thrones’ Divulgação

Quando alunos continuaram conversando, ele escreveu os nomes dos mortos da 3ª temporada

Publicado em O Globo

 

RIO — Um professor francês de matemática criou uma forma tão cruel quanto as histórias de George R.R. Martin para controlar seus alunos: quando a classe começa a ficar barulhenta demais, ele escreve no quadro negro uma morte de “Game of thrones”.

A ideia surgiu num dia em que os alunos estavam conversando demais, de acordo com o jornal belga Nieuwsblad. O professor perguntou quem via a série da HBO e cerca de 3/4 dos alunos levantaram as mãos. Ele então disse: “Bem, eu já li todos os livros. Se vocês fizerem barulho demais, vou escrever os nomes dos mortos no quadro. Tem bastante para o ano inteiro e eu posso até descrever como eles morrem.”

Quando alguns dos alunos do fundo da sala começaram a rir, sem levar a ameaça a sério, ele respondeu: “Já que vocês não acreditam em mim, vou revelar todos os mortos da 3ª temporada, para quem ainda não viu”. E quem viu sabe que a lista é longa e cheia de nomes importantes.

“Cerca de 20 pessoas suspiraram de desgosto e eu posso garantir que houve um silêncio religoso na sala pelo resto da lição”, escreveu um dos alunos num fórum online, num texto em que começa afirmando: “Meu professor de matemática é um gênio”.

A quarta temporada de “Game of thrones” estreia na HBO em 6 de abril e é bom os alunos dessa escola se comportarem, pois há muitos spoilers para o professor revelar.

dica do João Marcos

Autor de ‘Game of thrones’ dá a fã trono que vale US$ 30 mil

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George R.R. Martin (esq.) dá um trono de ferro a um fã de 'Game of thrones' (Foto: Reprodução)

George R.R. Martin (esq.) dá um trono de ferro a um fã de ‘Game of thrones’ (Foto: Reprodução)

Patricia Kogut, em O Globo

Um sortudo de “Game of thrones” saiu de uma convenção de fãs da série com seu próprio trono de ferro, presenteado pelo próprio autor George R.R. Martin.

Martin sorteou o presente logo antes do evento, que exibiu o primeiro episódio da quarta temporada e teve um painel com o elenco, na noite de quinta-feira.

O vencedor da réplica (que a HBO vende por US$ 30 mil) foi Mike Ross, de 37 anos, de acordo com a Reuters.

– Não tenho ideia de onde vou colocá-lo – disse Ross à agência de notícias.

Ironicamente, Ross tinha escolhido não entrar nas filas quilometricas para poder se sentar em um dos quatro tronos que foram colocadas no evento.

Os fãs não têm tido do que reclamar. A série, que estreia sua quarta temporada em 6 de abril, dá sinais de que terá vida longa na HBO. De acordo com a “Entertainment Weekly”, o canal acaba de renovar contrato com os produtores executivos e diretores David Benioff e Dan Weiss por mais duas temporadas.

A história de R.R. Martin é a série mais assistida do canal atualmente e fica atrás apenas de “Família Soprano” na lista das séries mais assistidas de todos os tempos na televisão americana.

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