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Pentágono ameaça processar autor de livro sobre Osama

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O terrorista Osama bin Laden

O terrorista Osama bin Laden (Arquivo/AP)

Publicado originalmente na Veja.com

O Pentágono ameaça processar o ex-integrante dos Seals, grupo de elite da Marinha americana, que escreveu um livro sobre a operação militar que matou o terrorista Osama bin Laden em maio de 2011. Segundo o chefe jurídico do departamento de Defesa, Jeh Johnson, o autor violou o seu compromisso de sigilo sobre a missão e o orgão está avaliando “todas as medidas legais” contra ele e sua editora, a Penguin Putnam.

A ameaça do Pentágono acontece após dias após o departamento de Defesa americano ter requisitado uma cópia da obra para verificar se nenhuma informação sigilosa seria divulgada no livro.

Intitulado No Easy Day: The Firsthand Account of the Mission that Killed Osama Bin Laden (Nenhum Dia é Fácil: Relato em Primeira Mão da Missão que Matou Osama Bin Laden, em tradução livre), o livro joga luz sobre a extraordinária operação que eliminou o líder da rede terrorista Al Qaeda e contradiz a versão oficial do Pentágono sobre a morte de Osama.

Capa do livro 'No Easy Day'

Identidade – O texto foi escrito sob o pseudônimo de Mark Owen por um ex-comandante da Marinha que participou da missão. Ele foi identificado pela rede Fox News como Matt Bissonnette, de 36 anos, um ex-membro do comando de elite Team Six, da Navy Seal. A expressão que dá título ao livro é usada pelos seals como uma espécie de lema e quer dizer que eles vivem sob risco permanente, e os únicos dias fáceis são aqueles que já passaram.

Contradição – Publicações americanas que tiveram acesso ao livro antes do lançamento afirmam que o autor apresenta uma versão surpreendente da morte de Bin Laden: ele estaria desarmado quando foi ferido pelos seals, em seu esconderijo em Abbottabad, no Paquistão. A versão oficial diz que o terrorista resistiu à prisão, estava armado e foi morto pelos comandos enquanto procurava uma arma para atirar contra eles.

Em trechos do livro, citados pela imprensa americana, o autor conta que o chefe de sua equipe viu um homem aparecer rapidamente na porta do quarto onde estaria Bin Laden e disparou. Segundo o autor, o terrorista estava desarmado quando os soldados entraram no quarto. Eles teriam visto mulheres sobre o corpo de Bin Laden – que usava uma camiseta sem mangas branca, calças soltas e uma túnica. “Sangue e pedaços de cérebro se espalhavam para fora do crânio. Ele ainda se contorcia em convulsões”, conta Owen. Só então, ele e outro soldado atiraram no peito de Bin Laden, que ficou inerte no chão.

Devido à grande procura on-line pelo livro, o lançamento, previsto para 11 de setembro, foi antecipado para o dia.

Livros de Amado abriram ‘novo mundo’ para leitores no Leste comunista

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Capa de Dona Flor e seus Dois Maridos em russo

‘Podemos ouvir os sinos radiantes de amor ardente e puro…’ diz o prefácio da edição russa de ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’

Thomas Pappon, na BBC

“Como um tornado tropical, a vida desconhecida e misteriosa de um distante Novo Mundo caiu sobre nós, tirando o nosso fôlego com suas tempestades e paixões”.

Com essas palavras, a filóloga e pesquisadora de literatura latino-americana da antiga União Soviética Vera Kuteishchikova (URSS) saudou, em um artigo no influente semanário de cultura Literaturnaia Gazeta, o 70º aniversário de Jorge Amado, em 1982.

A frase dá uma boa ideia do impacto da obra do escritor baiano – cujo centenário de nascimento está sendo celebrado nesta sexta-feira – não apenas na Rússia, mas também em outros países do Leste Europeu nos tempos do comunismo, um fenômeno pouco conhecido do público brasileiro.
Vários livros de Amado foram traduzidos e publicados nos países comunistas. Na Rússia, segundo informações levantadas pela pesquisadora e tradutora Elena Beliakova, da Universidade Estatal Tcherepovets, o primeiro foi São Jorge de Ilhéus, lançado pela editora Literatura Estrangeira em 1948, cinco anos antes da morte de Stalin.

Mensagem
Em um primeiro momento, como sugere Beliakova no ensaio “Percepções de Jorge Amado na Rússia”, a preocupação dos burocratas que decidiam, em nome do Estado, o que poderia ou não ser distribuído ao ávido público leitor soviético em pleno auge do stalinismo, era com a “mensagem”.

São Jorge de Ilhéus, saga que tem o ciclo do cacau, o coronelismo e a exploração extrativista promovida por empresas internacionais como pano de fundo, se encaixava no espírito de denúncia das mazelas do imperialismo americano, tão difundido pela máquina de propaganda soviética na época.

O fato de o autor baiano ter sido um dos mais proeminentes membros do Partido Comunista Brasileiro certamente ajudou na decisão de permitir sua publicação – e a tornar Amado, ao lado de Pablo Neruda e Gabriel García Márquez, em um dos mais populares escritores latino-americanos de todos os tempos na Rússia.

Mas se o humanismo e o senso de justiça em livros como Seara Vermelha e, notadamente, Os Subterrâneos da Liberdade – a maior empreitada de Amado no estilo do realismo socialista e que teria, segundo Beliakova, sido quase que “encomendado” pelos soviéticos, que ansiavam pela primeira obra de um autor latino-americano neste estilo – encantavam as autoridades, Amado acabou conquistando um lugar cativo nos corações de leitores russos por outra razão, justamente por introduzi-los ao tal “Novo Mundo” a que Kuteishchikova se refere acima.

Este veio com dois livros, Gabriela, Cravo e Canela e Dona Flor e Seus Dois Maridos, publicados na URSS, respectivamente, em 1961 e 1970.

Pablo Neruda, Luis Carlos Prestes e Jorge Amado (Foto: Acervo Zélia Gattai / Fundação Casa de Jorge Amado)

Três comunistas: Pablo Neruda, Luis Carlos Prestes e Jorge Amado (Foto: Acervo Zélia Gattai / Fundação Casa de Jorge Amado)

“Os leitores não queriam apenas ler sobre o amor trágico, não correspondido, não realizado, (temas) que dominavam as obras de autores soviéticos e russos”, diz Beliakova. “Mas também sobre o amor que vence, supera tudo e, o que não é menos importante, sensual.”

“Podemos ouvir os sinos radiantes de amor ardente e puro, que traz inesgotáveis alegrias e regozijo da alma” diz Oleg Volkov, no prefácio de Dona Flor…, que veio a ser o livro mais vendido de Amado na URSS.

A “alegria de viver” na obra de Amado era um a coisa “estranha à literatura russa”, escreve Beliakova em seu ensaio. “Nós russos encaramos a vida muito tragicamente e nos cansamos de nós mesmos nessa tragédia cotidiana. É difícil ser otimista quando se tem diante dos olhos, ao longo de sete meses do ano, uma planície infinita coberta de gelo sob um céu cinzento e sem um único dia de sol.”

“Em situações como essas, os romances de Amado, como uma dose reforçada de vitamina C, regeneram a vida. Nos dão a leveza e harmonia com o mundo de que tanto precisamos.”

Capa de edição alemã de Mar Morto

Capa de edição alemã de ‘Mar Morto’

Alemanha Oriental

As mesmas razões podem explicar o sucesso de Amado na antiga Alemanha Oriental (DDR, na sigla alemã), onde havia um “anseio por lugares distantes e exóticos, aventuras e liberdade” que era projetado na literatura latino-americana, segundo Jens Kirsten, acadêmico e autor do livro Lateinamerikanische Literatur in der DDR (Literatura latino-americana na DDR).

Para Kirsten, Amado e Pablo Neruda eram os principais e mais conhecidos representantes dessa literatura no país.
Em entrevista à BBC Brasil, ele contou que entre 1950 e 1990 – ano da queda do Muro de Berlim – foram lançados 20 livros de Amado.

A exemplo do que ocorreu na URSS, seus livros eram lançados por uma editora estatal dedicada a literatura estrangeira, Volk und Welt (Povo e Mundo), e Amado foi cortejado pelas autoridades.

Se na URSS ele foi agraciado com o prestigioso Prêmio Stalin, em 1951, em Berlim Oriental ele recebeu, no mesmo ano, o não menos ressonante Prêmio Lenin.

Os livros mais populares de Amado na Alemanha Oriental, entretanto, foram obras mais do início de carreira do autor, como Jubiabá e Capitães da Areia.

Segundo Kirsten, o interesse pelos livros de Amado pode ter sofrido um duro baque no país, pois “o interesse por literatura latino-americana praticamente se evaporou da noite para o dia” com o colapso dos sistemas comunistas no Leste Europeu em 1990.

Com a abertura das fronteiras, o sonho de visitar os tão ansiados “lugares distantes e exóticos” deixou de ser impossível, diz Kirsten.

Relembre a trajetória e a obra de Jorge Amado no centenário do autor

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O escritor Jorge Amado no Rio de Janeiro (1984)

O escritor Jorge Amado no Rio de Janeiro (1984)

Guilherme Solari, na UOL.com

O escritor Jorge Amado completaria 100 anos na última sexta-feira (10). A data também lembra a colossal obra do baiano, que se mantém viva e atual até hoje.

Jorge Amado escreveu mais de 30 romances, traduzidos para 49 idiomas. Foi militante comunista até se afastar da ideologia devido às atrocidades stalinistas, porém manteve em sua obra a crítica a desigualdades sociais. Seus livros foram censurados, banidos e até queimados nas ruas e depois aclamados nas salas de aula e na Academia Brasileira de Letras, onde Amado ingressou em 1961.

O escritor colocou em primeiro plano personagens femininas fortes, sensuais e contestadoras. Trouxe uma literatura sensorial – repleta de cheiros e sabores – aliada a um olhar afiado para os costumes regionais. A força de sua obra extrapolou a literatura para se tornarem alguns dos maiores sucessos da cinema e teledramaturgia nacional.

Ele exacerbou em sua obra a miscigenação e o sincretismo religioso, o que ajudou para que em 1959 recebesse um dos mais altos títulos do candomblé. Apesar das inúmeras premiações que recebeu, Jorge Amado dizia que se orgulhava mais das do candomblé.

A Companhia das Letras começou a publicar as obras de Jorge Amado em 2009 e já lançou quase 40 títulos do autor. “Capitães de Areia” acabou se tornando um dos cinco livros mais vendidos da editora, ultrapassando a marca dos 600 mil exemplares.

A editora planeja mais dois lançamentos ainda para agosto deste ano. “Bahia de Todos os Santos” é uma espécie de guia de Salvador pelos olhos de Amado. Escrito originalmente em 1944, ele foi sendo atualizado ao longo dos anos conforme a cidade se modificava até uma última versão em 1986. Já “Toda a Saudade do Mundo” reúne correspondências entre Amado e sua esposa, a escritora Zélia Gattai.

“Humilde e humano”

Se o escritor deixa saudade em milhões impactados por sua obra, quem mais sente falta são os amigos, como o ator e amigo de Jorge Amado Cláudio Cavalcanti, que viveu João Magalhães na adaptação de 1981 de “Terras do Sem-Fim”.

“Como todo homem da minha geração, a paixão com Jorge Amado começou com ‘Capitães da Areia’. Depois li quase todos os livros dele”, disse Cavalcanti ao UOL. “Depois tive o prazer de me tornar amigo dele. Ele era ao mesmo tempo de uma enorme humildade e de uma enorme humanidade”, completou Cavalcanti.

Livro resgatará memória do Playcenter, que fechou em SP em julho

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O Playcenter foi inaugurado em 27 de julho de 1973. (Foto: Celio Jr/ AE)

Leonardo Guandeline, na Agência O Globo

SÃO PAULO – Um livro de memórias, com muitas fotos, algumas delas inéditas, além de curiosidades. É assim que o jornalista Maurício Nunes define sua próxima obra, que será lançada em outubro, no Dia das Crianças, pela editora Zelig. Trata-se de um livro sobre a história de 39 anos do Playcenter, que já foi considerado o maior parque de diversões da América Latina e fechou as portas, em definitivo, no último domingo, em São Paulo.

Aberto em 1973, na Marginal Tietê, na Barra Funda, o local tem inúmeras histórias que serão resgatadas e contadas com bom humor por Nunes. Uma delas diz respeito à visita surpresa do astro pop Michael Jackson, em 1993, noticiada com exclusividade pela TV Globo, na ocasião, a pedido do próprio dono do parque, Marcelo Gutglas. Detalhes íntimos do astro pop, cuja aparição obrigou o parque a fechar antes para o público, estarão na publicação.

Mais grandioso e com mais atrações – principalmente nos áureos tempos, de 1973 a 1995 – o Playcenter está para o paulistano como o Tivoli Parque da Lagoa Rodrigo de Freitas para os cariocas.

Segundo nota divulgada pelo Grupo Playcenter em março deste ano, quando do anúncio do fechamento do parque, na mesma área será feito um investimento na ordem de R$ 40 milhões para a criação de um novo parque “dentro um conceito de diversão inédito no Brasil, projetado sob medida para os pais”. A atração será destinada apenas a crianças. De acordo com o Playcenter, após estudos feitos nos últimos anos, concluiu-se que a cidade tem carência de espaços onde os pais possam brincar e interagir junto com seus filhos.

Nunes, de 40 anos, além de fã, acompanhou boa parte da história do Playcenter como frequentador, desde criança. Além desse trabalho, ele é autor do livro “Sexo, Cinema & Dois Corpos Fumegantes” e da peça “Lolitas”, também publicada em versão graphic novel. Em conversa com o GLOBO, adiantou algumas das histórias contidas no livro sobre o Playcenter.

O GLOBO: Como surgiu a ideia do livro?
Maurício Nunes:
Sempre fui um admirador do parque e passei grande parte da minha infância nos arredores. Ao escrever um texto no meu blog sobre a tristeza de ver o parque fechar as portas, fui surpreendido por um e-mail do Marcelo Gutglas, o presidente do parque, me convidando para um café e aí, tamanha nossa afinidade, surgiu a ideia em conjunto de registrar as memórias destes quase 40 anos do parque em um livro.
O GLOBO: O que poderia nos adiantar sobre a obra?
Maurício: O livro vai conter a história do parque desde os primórdios. São curiosidades, alguns ‘causos’ destas quatro décadas, depoimentos de fãs e de algumas personalidades e muitas fotos históricas desse que foi um dos maiores símbolos de diversão do país. Tem, por exemplo, algumas curiosidades em relação à visita do Michael Jackson, em 1993. Tem a história do (mágico) David Copperfield, que fez uma mágica inesperada em uma das atrações. Há também a história, dentre outras muitas, de uma ação de uma empresa de chocolates com 40 vacas suíças passeando dentro do parque. Tudo contado de forma didática e com bom humor, após uma série de entrevistas com pessoas relacionadas de alguma forma com o parque.

O GLOBO: Você se identifica muito com o Playcenter, é frequentador assíduo desde criança…
Maurício:
Eu sou fã de parques, porque nunca perdi minha veia de menino, talvez pelo diagnóstico da síndrome de Peter Pan. Já fui varias vezes pra Disney e outros parques, mas, contrariando a maioria dos “parqueiros”, assumo que sou medroso e encaro poucas atrações radicais (risos). Tanto que vivi muito dentro do Playcenter nas décadas de 1970 e 1980, mas depois dos (anos) 90, quando o parque começou a focar mais em atrações de adrenalina, confesso que fiquei um bom tempo sem aparecer por lá. Mas só o fato de respirar aquele ar e ver a torre todo dia quando cruzo a Marginal (Tietê), me dá a sensação da minha infância sempre ali presente, me vigiando.

Como apresentar seu livro e despertar interesse das editoras (V)

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Gabriela Nascimento, no blog Gabi Gabiruska

Eu sei que você é modesto. Sei que você não gosta de se gabar e se vangloriar sobre o que realizou. Mas, na seção “Sobre o Autor”da sua proposta de livro, você terá de superar essa sua inclinação natural a ser reticente. Esta é a hora de você vir a público e dizer todas as coisas positivas sobre si mesmo e revelar suas credenciais como um bom escritor, como um agente faria se o estivesse representando.

Faça como “meus meninos”, arrisque-se na sua seção “sobre o autor”, mas lembre-se de falar na 3a. pessoa

Ihhh, isso não faz seu estilo? Não se preocupe, vou lhe dizer um segredo (de bastidor ) todos os autores já publicados se tornam peritos em mostrar o que sabem fazer bem, sem culpa nenhuma (ou arrogância). Dê uma olhada em qualquer sinopse de autor e você entenderá o que quero dizer. Eles sempre escrevem sobre si mesmo na terceira pessoa. Esse é o segredo! Assim, em vez de dizer “eu publiquei um artigo na revista tal e tal”, você diz “[Preencha seu nome aqui] publicou um artigo na revista tal e tal”. Confie em mim, uma vez que você comece se referir a si mesmo na terceira pessoa, vai ficar muito mais fácil e divertido de escrever sua seção “Sobre o Autor”.

Alguns pontos que podem te orientar:

  • Liste suas publicações nacionais, se houver (vale conto, participação em coletâneas, artigos para revistas e sites de boa audiência).
  • Mencione qualquer participação sua em programas de rádio e TV.
  • Fale sobre reportagens de jornais que mencionaram seu trabalho.
  • Mencione sua formação, se for o caso. Médicos, professores, psicólogos, dentistas e outros profissionais devem sempre mencionar sua trajetória educacional, especialmente quando seu livro refere-se ao seu campo de conhecimento.
  • Adicione qualquer outra informação relevante sobre si mesmo.
  • Aponte alguma empresa em que trabalhou que possa completar seu perfil como autor daquele livro.
  • Diga que você está entusiasmado com o livro. As editoras gostam de ouvir isso.

E se eu não tiver credenciais anteriores a minha publicação?

Mesmo que você não tenha créditos editoriais anteriores, ainda assim é possível conseguir um contrato de livro – acredite! Concentre-se em qualquer credencial que possa soar positiva. Por exemplo, se você é um cientista, foque em sua formação e experiência profissional. Se você é um professor, aponte os cursos que você leciona (lecionou) e pesquisas que tenha feito. Se você é uma dona de casa, foque justamente na natureza incomum dessa situação (uma dona de casa, com um olhar para x ou y coisa, alguns episódios vividos em seu cotidiano que fazem do seu olhar de mundo ser mais rico que qualquer outro). Se alguns jornais, revistas e sites já manifestaram interesse em sua história, mencione isso.

Os editores sabem que todo mundo começa por algum lugar e, acredite, se por uma lado eles preferem trabalhar com autores consagrados (que lhes oferecem alguma segurança), por outro, estão MUITO ansiosos para descobrir novos talentos (a coisa mais gostosa para um editor é revelar um novo autor que, se brilhar, será graças – em grande parte – a sua investida e ajuda!).

Edgar Rice Burroughs (escritor norte-americano conhecido pela criação do personagem Tarzan) foi um mestre na publicidade. Mesmo na apresentação de seu primeiro manuscrito, Edgar não hesitou em dizer ao editor que ele era bom. Não precisa exagerar, é claro, mas se você escrever na terceira pessoa você terá o tom certo e garantirá que é a melhor pessoa para escrever este livro.

E aí, já começou a colocar a mão na massa? Conte-me! Comente!

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