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Conheça as biografias de maior sucesso no momento

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Publicado no UOL

Biografia é o gênero favorito de muito leitor. É bem interessante ler sobre a vida de alguém que a gente já admira. E, ultimamente, foram lançadas várias biografias interessantes, como a da atriz Fernanda Montenegro e da Irmã Dulce, recentemente canonizada. Fizemos uma seleção das biografias favoritas de quem compra livros pela Amazon. Confira.

Imagem: Amazon

Prólogo, ato, epílogo: Memórias

Neste livro, Fernanda Montenegro narra suas memórias numa prosa afetiva, cheia de inteligência e sensibilidade. Ela coloca no papel a saga de seus antepassados lavradores portugueses, do lado paterno, e pastores sardos, do lado materno.

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Mauricio

Com mais de 80 anos de vida e quase 60 de carreira, Mauricio de Sousa tem uma história tão fascinante quanto os personagens da Turma da Mônica, que seguem encantando gerações de leitores.

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Minha História

Nesta autobiografia, a primeira afro-americana a ocupar a posição de primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, conta sua vida ao lado de seu marido durante os anos em que Obama presidiu os Estados Unidos em alguns dos momentos mais angustiantes da história do país.

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Aprendizados: Minha caminhada para uma vida com mais significado

A caminhada de Gisele Bündchen começou no Rio Grande do Sul, numa casa com cinco irmãs, jogando vôlei e resgatando cães e gatos de rua. Nessa época, a carreira dos sonhos de Gisele estava bem longe das passarelas e mais próxima das quadras de vôlei. Mas, aos 14 anos, numa viagem a São Paulo, o destino colocou um olheiro em seu caminho.

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Minha vida de menina

Da estagnação econômica ao surgimento de inúmeras modalidades de trabalho entre a escravidão e o regime salarial, Helena Morley compõe um painel multicolorido, desabusado e inconformista de um momento histórico singular no Brasil. De lambuja, o leitor é apresentado às inquietações de uma jovem espevitada às vésperas de um novo século.

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Elis e eu: 11 anos, 6 meses e 19 dias com minha mãe

João Marcello Bôscoli resolveu escrever tudo ao alcance da sua memória e compartilhar como se cada leitor ou leitora fosse um amigo ou amiga com quem tem intimidade a tempo. Não houve pesquisa externa, consultas biográficas ou conversas; apenas suas lembranças.

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A elegância do agora

Ao completar 80 anos, a empresária Costanza Pascolato revê sua trajetória associando memórias da sua vida a dicas de elegância e estilo. Sem perder charme e ternura, feminista sem fúria, foi à luta para ocupar espaços, defender suas paixões, ser respeitada e conseguir trabalho.

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Leonardo da Vinci

Com base em milhares de páginas dos impressionantes cadernos que Leonardo manteve ao longo de boa parte da vida e nas mais recentes descobertas sobre sua obra e sua trajetória, Walter Isaacson tece uma narrativa que conecta arte e ciência, revelando faces inéditas da história de Leonardo.

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Uma Autobiografia

Este livro é um retrato contundente das lutas sociais nos estados unidos durante os anos 1960 e 1970 pelo olhar de uma das maiores ativistas de nosso tempo. Angela Davis, à época com 28 anos, narra a sua trajetória, da infância à carreira como professora universitária, interrompida por aquele que seria considerado um dos mais importantes julgamentos do século 20.

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Irmã Dulce, a santa dos pobres

Entre tragédias pessoais e fatos inesperados, a vida de Irmã Dulce (1914-1992) sempre foi definida por reviravoltas: filha de uma família privilegiada, ela descobriu a fé e abandonou o conforto material, deixando as angústias do povo pobre penetrarem em seu coração. Mulher de senso prático, ela fez alianças com políticos e empresários controvertidos para abrigar doentes, construir um hospital e prover teto e educação para crianças abandonadas.

Game of Thrones | George R.R. Martin confirma que não vai terminar o sexto livro neste ano

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Tayná Garcia, no Jovem Nerd

Em um comunicado para a imprensa, George R.R. Martin revelou algo que deixará todos extremamente surpresos: ele não vai finalizar o sexto livro da franquia Game of Thrones neste ano. Então teremos que esperar mais alguns anos (ou décadas) pelo The Winds of Winter.

No entanto o autor diz que devemos olhar para o lado bom, afinal poderemos retornar para Westeros no primeiro volume de Fire & Blood (“Fogo e sangue”, na tradução literal) — um livro “especial”, focado na história da Casa Targaryen.

Confira um trecho do comunicado do escritor:

Não, o inverno não está chegando… pelo menos, não em 2018. Vocês vão ter que continuar esperando pelo The Winds of Winter. Vocês vão poder, no entanto, voltar para Westeros neste ano. Eu quero frisar que Fire & Blood não é um romance. Não é uma narrativa tradicional e nunca teve a intenção de ser… em vez disso, vamos chamá-lo de “história imaginária”. A sua característica essencial é a parte da “história”. Eu adoro ler histórias populares, e era nesse estilo que eu queria escrever. Apesar de ter histórias o bastante aqui para 20 livros. Batalhas, derramamento de sangue, traições, amor, luxúria, terror, guerras religiosos, política, incesto, revisionismo histórico, todas essas coisas divertidas. E agora, estou voltando mais uma vez para escrever o The Winds of Winter.

No texto publicado em seu blog oficial, Martin também frisa que a “enciclopédia” dos Targaryen terá muitos, muitos dragões. Então isso deve amenizar a ansiedade de muitos fãs até o sexto livro chegar.

Você pode conferir o comunicado completo de George R.R. Martin em seu blog oficial.

O primeiro volume de Fire & Blood será lançado no dia 20 de novembro deste ano, nos EUA, e segue sem data para o Brasil. Já The Winds of Winter, sexto volume das Crônicas de Gelo e Fogo, segue sem previsão de lançamento.

Livro conta suposta briga de Raul Seixas com Silvio Santos

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 O Maluco Beleza não tinha preconceito com os programas populares da TV brasileira Foto: Divulgação/Editora Martin Claret / Blog Sala de TV

O Maluco Beleza não tinha preconceito com os programas populares da TV brasileira
Foto: Divulgação/Editora Martin Claret / Blog Sala de TV

 

Autor Tiago Bittencourt relata episódios saborosos da vida pessoal e carreira do Maluco Beleza

Jeff Benício, no Terra

Poucos artistas construíram em torno de si uma aura tão misteriosa como o fez Raul Seixas. O cantor e compositor, morto aos 44 anos em agosto de 1989, incorporava o desafio filosófico da Esfinge a Édipo: ‘decifra-me ou devoro-te’.

Com a intenção de conhecer mais de um artista tão interessante quanto enigmático, o jornalista Tiago Bittencourt escreveu ‘O Raul que me Contaram – A História do Maluco Beleza’, lançamento da Editora Martin Claret.

A ideia da obra partiu da realização de um documentário exibido na TV Brasil a respeito de Raul Seixas.

Em conversa com o blog, o autor do livro revelou detalhes da relação do cantor com a televisão, a imprensa e ícones da comunicação como Silvio Santos – afinal, é verdade ou ‘lenda’ que o intérprete de ‘Metamorfose Ambulante’ brigou com o dono do SBT?

Quando surgiu a ideia do episódio sobre Raul Seixas no programa ‘Caminhos da Reportagem’, da TV Brasil?

Em 2014, nos 25 anos de morte de Raul, quando comecei a trabalhar na emissora. Adiamos o projeto por um ano e o realizamos em 2015, quando ele teria completado 70 anos. Raul Seixas já era presente na minha vida desde a adolescência. Tenho até hoje vários CDs e livros sobre ele, que adquiri ainda menino. Sem saber, fui me preparando para dar essa pequena contribuição à história dele. A equipe da TV conversou com personagens obrigatórios para falar de Raul, como Sylvio Passos (criador do primeiro fã-clube do cantor), Kika (ex-mulher do artista), Vivian Seixas (filha), Tania Menna Barreto (terceira companheira do cantor) e Marcelo Nova (cantor e parceiro musical de Raul), mas falamos também com alguns poucos desconhecidos do público, como o Dr. Luciano Stancka, que atestou o óbito de Raul; Sydney Valle ‘Palhinha’, guitarrista que deixou o trabalho com Raul depois de apanhar de fãs; Aguinaldo Pedroso, amigo que guarda até hoje o cartão bancário do cantor; Isaac Soares e Alexandre Pedrosa, fãs que guardam a cama onde Raul morreu. Após a gravação, tivemos menos de dois meses para analisar o material, escrever o roteiro e editar. A repercussão do programa foi fantástica. Recebi diversas mensagens, até dos próprios entrevistados, pela forma como mostramos desde o lado mais humano até o lado mais cruel da história de Raul Seixas.

Como foi o processo de transformar o especial de TV em livro?

A ideia surgiu logo depois da exibição. Num programa de uma hora de duração, a gente tem uma quantidade bem maior de horas gravadas. Diria que menos de 10% foi aproveitado. Tinha muita história que não podia ser perdida. Por isso a ideia de ter no livro as entrevistas na íntegra e contar como foi a produção, o contato com os entrevistados, a relação que mantive com eles, os percalços. Por exemplo: teve entrevistado que desistiu da gravação dias antes da viagem da equipe. Tudo isso entra no livro, como também depoimentos de profissionais que trabalharam comigo para o programa acontecer. Para escrever o prefácio, tive a felicidade de ter o Cláudio Roberto, amigo de Raul e coautor de diversos clássicos como ‘Maluco Beleza’, ‘Cowboy Fora da Lei’ e ‘Rock das Aranhas’. Em relação às imagens do livro, a maior parte é de frames tirados do que gravamos para a TV, uma forma de aproximar o leitor daquilo que o telespectador viu.

Em seu tempo, Raul Seixas teve o reconhecimento merecido na mídia ou isso só aconteceu postumamente?

Raul apareceu em vários programas populares, porque era exatamente o que ele queria. Não gostava de rótulos, como artista da classe A ou da C. Tinha o objetivo de passar sua mensagem. Por isso cantou nos programas de Chacrinha, Raul Gil, Faustão, Bolinha. Raul foi um cara isolado no meio musical, apesar da sintonia com alguns artistas no discurso contrário à ditadura militar. Já na década de 1980 houve uma rejeição a Raul, mas foi como um todo, de empresários, gravadoras e mídia, porque a dependência química afetava o trabalho dele. Quando morreu, gerou grande comoção. Pela influência que Raul Seixas tem sobre as pessoas até hoje, sua aura mística é mantida pela imprensa.

Ele fez parte de um momento histórico da TV brasileira: o especial ‘Plunct, Plact, Zuuum’, exibido na Globo, em 1983, e lembrado até hoje. Aquele programa teve impacto na carreira de Raul Seixas?

Fez também o ‘Plunct, Plact, Zuuum… 2’, no ano seguinte, com a música ‘A Geração da Luz’. A música conhecida como ‘Plunct, Plact, Zuuum’ na verdade se chama ‘Carimbador Maluco’, uma referência ao fã Sylvio Passos, que tinha mania de carimbar coisas com nome do fã-clube Raul Rock Club. E também foi uma homenagem para a filha, Vivian. A canção caiu no gosto das crianças. Foi uma nova perspectiva para o Raul ali. Na música, ele critica a burocracia dos governos, fazendo referência a um texto do anarquista francês Pierre-Joseph Proudhon, especialmente no trecho ‘tem que ser selado, registrado, carimbado, avaliado, rotulado, se quiser voar’. Esse álbum ganhou disco de ouro e ajudou a alavancar a carreira dele. Naquela época, Raul estava sem fazer show.

Há no livro citação de uma participação de Raul Seixas com Marcelo Nova no Faustão. Como foi?

Aconteceu em 1989. Raul já estava mal de saúde, era visível a debilitação física (nota do blog: o cantor morreu devido a complicações do diabetes e do alcoolismo). Há uma diferença clara na performance dos dois: Marcelo bem ativo e Raul pouco se mexia. Marcelo Nova conta que essa participação foi um pedido de André Midani, diretor da Warner na época, gravadora pela qual eles lançaram o disco ‘A Panela do Diabo’, o último de Raul. Marcelo disse que a apresentação no ‘Domingão do Faustão’ foi uma exceção, porque quando eles começaram a turnê, ninguém da mídia se interessou em dar espaço aos dois.

Existiu mesmo um desentendimento entre Raul e Silvio Santos?

Não posso afirmar que houve, porque não entrevistei Silvio Santos. Ouvi o pesquisador Leonardo Mirio (autor do livro ‘Raul Nosso de Cada Um’) e ele acha essa história suspeita. Dizem que Silvio Santos não gostou de uma participação do Raul em seu programa, porque o cantor teria ‘tomado conta’ do auditório. Leonardo conta outra situação, na qual Raul teria xingado Silvio, dizendo ter sido humilhado por ele. Mas Leonardo questiona tudo isso porque, já no fim da vida, Raul foi ao programa do Jô Soares, no SBT. E em 1981, quando Sylvio Passos ligou para o Raul pela primeira vez para dizer que estava montando um fã-clube, Raul achou que era Silvio Santos e falou que participaria do programa dele. Fica em aberto essa suposta briga.

Raul compôs muitas trilhas para teledramaturgia?

Em 1974, ele e (o hoje escritor) Paulo Coelho produziram pela Som Livre a trilha sonora da novela ‘O Rebu’, da Globo. A canção mais conhecida era ‘Como Vovó Já Dizia’. Quase todas as músicas foram compostas pelos dois. Algumas, Raul canta. Uma composição para a novela, ‘Planos de Papel’, foi gravada por Alcione.

Após pesquisar tanto sobre Raul Seixas, diga o que ele acharia do mundo de hoje. Seria um artista recluso, vivendo do passado, ou integrado ao universo da comunicação digital?

Raul foi um artista popular, midiático e que se reinventou com diversos estilos musicais. Era uma metamorfose ambulante. Seria pretensioso dar uma resposta taxativa. O dom de surpreender é fascinante na história dele. Acho que continuaria surpreendendo as pessoas e a sociedade em geral.

Autor de livros sobre crimes é preso por matar quatro pessoas na China

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Estação de Huzhou, na China - Reprodução/Wikicommons

Estação de Huzhou, na China – Reprodução/Wikicommons

Polícia acredita que Liu Yongbiao inspirou obras em seu histórico homicida

Publicado em O Globo

PEQUIM — Um escritor chinês de livros com temática de crimes foi preso pela morte de quatro pessoas. Na introdução de “O Segredo Culpado”, Liu Yongbiao revela que sua próxima obra seria “A Bela Escritora” — um drama de uma autora que consegue escapar da polícia enquanto comete uma série de assassinatos.

A polícia acredita que o autor misturou ficção e realidade ao inspirar seus livros nos crimes cometidos por ele há 20 anos. Ele é acusado de matar quatro pessoas a golpes de cacetete em 29 de novembro de 1995.

“Eu esperei por vocês todo este tempo”, repetiu o escritor aos policiais quando os viu chegarem à sua casa, no leste da China.

De acordo com o site local “Sixth Tone”, Liu entrou na Associação de Escritores da China em 2013. O primeiro de seus livros chegou a ser transformado em um seriado de televisão. No prefácio da segundo obra, “A Bela Escritora”, ele revelou o desejo de que a nova história também fosse adaptada para a telinha.

Liu é acusado de entrar em uma casa de hóspedes com um cúmplice, em Huzhou, para roubar os clientes. Uma das vítimas, nomeada de Yu, reagiu e foi morta. Depois, para encobrir a morte, a dupla resolveu matar um casal que geria o estabelecimento e seu neto de 13 anos.

Como ler mais e mais rápido

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Crédito: Reprodução

Crédito: Reprodução

 

Maria Confort, no Manual do Homem Moderno

Algumas pessoas conseguem ler mais de 100 livros por ano. Sim, elas existem. Mas como fazem isso? E como elas dizem que as outras pessoas também conseguem fazer se quiserem?

Isso parece impossível pra você? Bom, não é. Eu, por exemplo, costumo ler cerca de 50 livros por ano, e sei que se eu me dedicasse um pouco mais, conseguiria alcançar a meta de 100 livros em 365 dias.

Porém, um especialista em memória e concentração entrevistado pela revista GQ disse que o segredo não é dedicação. Na verdade, é o desprendimento. Como assim? Ele dá dicas infalíveis para você ler mais e mais rápido – um livro por semana, especificamente.

Não leia antes de dormir, leia antes de trabalhar

A maioria das pessoas decide ler antes de dormir. Se você lê à noite, você provavelmente só vai conseguir vencer algumas páginas antes de ficar sonolento. Em vez disso, a recomendação é cair na leitura na parte da manhã. Mesmo se você não é tipo de pessoa que levanta bem mais cedo do que o necessário, use o tempo que você gasta fuçando o Facebook ou no Instagram antes de sair para o trabalho para ler alguns capítulos. Você também pode ler no caminho, se for trabalhar de ônibus, ou durante o café da manhã.

Abuse do transporte público

Além de economizar, ler no transporte público vai te fazer avançar bastante na leitura e te manter mais concentrado na história. Aliás, leve o livro para tudo quanto é canto.

Aliás, é importante levar o livro para tudo quanto é canto: consulta médica, shopping, enfim, qualquer lugar. Ter um livro por perto vai te fazer gastar aqueles minutos que você normalmente gasta no celular, lendo.

Se o livro estiver uma droga, pare

Não se sinta obrigado a terminar um livro porque já começou. Tem livros que não funcionam para determinadas pessoas, histórias que não cativam, tipos de leitura que não prendem. Enfim, se o livro estiver realmente chato ou ruim, largue. Vá ler outra coisa.

As livrarias ainda existem – pegue livros emprestados

Pegar um livro em uma livraria vai te obrigar a ler o livro mais rápido, afinal, você vai precisar devolver em um prazo, certo? Outra dica é pegar livros emprestados e pedir para a pessoa que te emprestou cobrar a devolução.

Leia mais de um livro ao mesmo tempo

Parece loucura, mas é uma boa tática. Leia mais de um livro ao mesmo tempo: um romance, um livro de “não ficção”, um quadrinho…Não importa.

Dessa forma, quando você se sentar para ler, vai sempre encontrar algo que se encaixe com o seu humor do momento. Se você, por exemplo, tiver muito tempo disponível, parta para o romance. Se o seu dia foi chato e cansativo, leia quadrinhos.

Mantenha um histórico do que você leu

Registrar o que você leu em aplicativos específicos ou até mesmo nas suas redes sociais vai te fazer se sentir mais realizado e também incentivado a continuar lendo. Pode apostar.

Dito isso: divirta-se. Ler não deve ser uma obrigação chata, deve ser algo que te dê prazer.

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