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Livro que faz sátira sobre o paradeiro de Hitler será transformado em filme

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Publicado por Folha de S.Paulo

Um best-seller alemão que conta a história de um suposto retorno de Adolf Hitler 66 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial ganhará uma versão cinematográfica.

O livro “Er ist Wieder Da” (ele voltou, em tradução livre) se tornou um sucesso desde que foi publicado na Alemanha este ano, vendendo mais de 1,3 milhões de cópias impressas e eletrônicas, apesar de tratar de um assunto delicado para muitos alemães.

Na sátira, o líder nazista acorda na Berlim atual e se torna o astro de uma comédia de TV. Uma versão em inglês do livro será lançada em abril do ano que vem, com o título “Look Who’s Back” (olha quem voltou).

A produtora Constantin Film, de Munique, disse esta terça que pretende lançar o filme em 2015. O roteiro será feito pelo próprio autor do livro, Timur Vermes.

O escrito alemão Timur Vermes com seu livro "Er Ist Wieder Da" ("Ele Está de volta Novamente", em tradução livre), sátira sobre Hitler / Christof Stache/AFP

O escrito alemão Timur Vermes com seu livro “Er Ist Wieder Da” (“Ele Está de volta Novamente”, em tradução livre), sátira sobre Hitler / Christof Stache/AFP

‘No Jardim das Feras’ reconstitui o ambiente da ascensão nazista

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Publicado por Folha de S.Paulo

“No Jardim das Feras”, de Erik Larson, narra a crescente tensão em Berlim durante a ascensão nazista. No início, William E. Dodd, que assume a embaixada dos Estados Unidos na Alemanha, e sua família se deslumbram com o país. Aos poucos, passam a testemunhar a crescente perseguição aos judeus e a implantação de leis cada vez mais opressoras.

O livro passou mais de um ano na lista dos best-sellers do jornal “New York Times”. Erik Larson também é autor de “O Demônio na Cidade Branca” e “Fulminado por um Raio”.

Abaixo, leia um trecho do exemplar.

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Erik Larson reconstitui o ambiente cada vez mais opressivo de Berlim (Divulgação)

Erik Larson reconstitui o ambiente cada vez mais opressivo de Berlim (Divulgação)

Das Vorspiel

Era uma vez, na alvorada de uma época muito sombria, dois americanos, pai e filha, que de repente se viram transportados de sua confortável casa em Chicago para o coração da Berlim de Hitler. Ali permaneceram por quatro anos e meio, mas é o primeiro deles que serve de assunto para a história contada a seguir, pois a data coincide com a ascensão de Hitler de chanceler a tirano absoluto, quando tudo era precário e instável, e nada era certo. Aquele primeiro ano foi uma espécie de prólogo, no qual foram apresentados todos os temas da grande epopeia de guerra e assassinatos que estava por vir.

Sempre tive curiosidade de saber o que sentiria um estrangeiro que testemunhasse em primeira mão a formação das trevas do domínio de Hitler. Que aspecto tinha a cidade, o que se ouvia, via e cheirava, e como diplomatas e outros visitantes interpretavam os eventos à sua volta? A visão que se tem hoje é a de que, durante aquele período delicado, o curso da história poderia ter sido facilmente alterado. Por que, então, ninguém o fez? Por que se levou tanto tempo para reconhecer o perigo real representado por Hitler e seu regime?

Como a maioria das pessoas, formei minha ideia inicial daqueles tempos a partir de livros e fotografias que me davam a impressão de que o mundo de então não tinha cor, apenas variações de preto e cinza. Meus dois protagonistas, entretanto, depararam com a realidade em carne e osso, ao mesmo tempo que viviam a rotina das obrigações da vida diária. Todas as manhãs, caminhavam por uma cidade repleta de imensas bandeiras em vermelho, branco e preto; sentavam-se em cafés ao ar livre também frequentados por esguios integrantes das SS em seus uniformes pretos e, de vez em quando, vislumbravam o próprio Hitler, um homem pequeno num grande Mercedes conversível. Mas também passavam todos os dias por casas cujas sacadas exibiam exuberantes gerânios vermelhos; faziam compras nas vastas lojas de departamento da cidade; ofereciam chá aos amigos e respiravam com volúpia as fragrâncias de primavera do Tiergarten, o principal parque de Berlim. Conheceram socialmente Goebbels e Göring, com quem jantavam, dançavam e gracejavam – até que, ao fim do primeiro ano, ocorreu um evento que se mostraria altamente significativo, por revelar o verdadeiro caráter de Hitler e por lançar a pedra fundamental da década seguinte. Para o pai e para a filha, aquilo mudou tudo.

Esta é uma obra de não ficção. Como é de hábito, tudo o que estiver entreaspas provém de carta, diário, texto biográfico ou outro documento histórico. Nestas páginas, não fiz o menor esforço para escrever outra grandiosa história daquela época. Meu objetivo era mais intimista: revelar aquele mundo do passado por meio das experiências e percepções de meus dois personagens principais, pai e filha, que, ao chegarem a Berlim, embarcaram numa viagem de descoberta, de transformação e, finalmente, do mais profundo desgosto.

Não há heróis aqui, pelo menos daquela variedade que figura em A Lista de Schindler, mas há lampejos de heroísmo e pessoas que se comportam com inesperada elegância. Há sempre nuances, embora por vezes tenham natureza perturbadora. Este é o problema da não ficção. É preciso deixar de lado aquilo que todos nós – agora – sabemos ser verdade e tentar seguir meus dois inocentes pelo mundo tal qual o conheceram.

Eram pessoas complicadas, movimentando-se numa época complicada, antes que os monstros revelassem sua verdadeira natureza.

Erik Larson
Seattle

Candidatos dizem no Twitter o que “aprenderam no Enem”

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Movimentação de candidatos antes da realização das provas do primeiro dia do Enem 2012, em Minas Gerais (BH) 

Publicado no UOL

Após a primeira prova do Enem 2012 (Exame Nacional do Ensino Médio), os candidatos usam o microblog Twitter para comentar o exame com humor. Com a hashtag “Aprendi no Enem”, estudantes de todo o país falam sobre as questões que apareceram na prova de ciências humanas ou de ciências da natureza neste sábado (3).

Confira o que os candidatos estão escrevendo no microblog e veja a correção das questões a que se referem as mensagens.

@paulinho_silva_ #AprendiNoEnem que algumas meninas acham que a lâmpada do quarto serve para se bronzear

Confira a correção dessa questão aqui.

@guilhermepeeres #AprendiNoEnem que diabéticos seguram as banhas, que mulheres se bronzeiam com lâmpadas e que quem matou o Hitler foi o Capitão América

Confira a correção aqui.

@fel_baracho #AprendiNoEnem que se eu precisasse de um gráfico pra frear meu carro, eu morreria num acidente.

Confira a correção dessa questão aqui.

@brunoeribeiro  #AprendiNoENEM q dpois da quest. 50 eu vi Hiler se bronzeando com Capitão America numa lâmpada de 40W q ligava/desligava em 2 interruptores.

Confira a correção dessa questão aqui.

@brunojahel #AprendiNoEnem que Marte dá cavalo de pau no céu quando não tem mais nada pra fazer

Confira a correção dessa questão aqui.

@MandyKuran #AprendiNoEnem que o menor tamanduá do mundo tem sempre diversas pretendentes a disposição para namorar!

Confira a correção dessa questão aqui.

@ppmonnerat #AprendiNoENEM q se eu quiser saber se a balança do mercado ta errada, eu n devo medir em outra balança, mas sim colocar 2/3 dos vegetais…

Confira a correção dessa questão aqui.

@MarcilioLA #AprendiNoEnem que plantas deveriam saber sobre invenções que acabam com a fome.

Confira a correção dessa questão aqui.

foto: Gustavo Andrade/Nitro/UOL

Promoção: “O homem que venceu Hitler”

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Dia 1 de novembro, às 23:59h, vamos sortear 3 exemplares de “O homem que venceu Hitler”, um superlançamento da Ed. Gutenberg.

Para participar é só seguir as regras abaixo:

Viu? Facinho! =)

Parabéns aos ganhadores: César dos Anjos, Aluizio Teixeira e Francielly =)

 

 

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