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Posts tagged Hobbit

Google lança mapa interativo da Terra Média

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Página é inspirada no filme ‘O Hobbit: a desolação de Smaug’

Publicado em O Globo

RIO – Os fãs do mundo fantástico criado pela mente de J.R.R. Tolkien podem viajar pelas terras de trolls, elfos e magos no Chrome Experiment “Jornada pela Terra Média”, lançado esta semana pela Google. O mapa interativo é inspirado no filme “O Hobbit: a desolação de Smaug” e traz informações sobre lugares e personagens da história.

Com gráficos 3D, o mapa permite explorar a Mata dos Trolls, a cidade élfica de Valfenda e a fortaleza de Dol Guldur. Em breve, novos locais serão adicionados.

A “Jornada pela Terra Média” foi desenvolvida pela North Kingdom, em parceria com a Warner Bros, New Line Cinema e MGM Pictures. O site está disponível tanto em computadores, como em tablets e smartphones. Para acessar, clique aqui

 

No escurinho de casa

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Cassia Carrenho, no PublishNews

1Filmes e séries recheiam a lista da semana

Apesar de os livros de romance erótico ainda dominarem a lista – são seis na lista geral – o destaque da semana vai para os livros que também estão nas telonas dos cinemas (ou na telinha da TV). Na lista geral são três livros: O lado bom da vida (Intrínseca), As vantagens de ser invisível (Jovens Leitores) e As aventuras de Pi (Nova Fronteira). Na lista de não ficção, temos Lincoln (Record); e na de ficção, O Hobbit (WMF) e a adaptação da série televisiva The walking dead: O caminho para Woodbury (Galera Record). Já não é de hoje que a mistura entre a leitura e as telas combina mais do que pipoca e cinema, ainda mais no mês em que acontece a entrega do famoso Oscar. Aqui, o Oscar está indo para quem acreditou nessa combinação.

A grande surpresa da semana foi o livro Te cuida! (Casa da Palavra/LeYa) que voltou à lista na primeira colocação da categoria de não ficção, vendendo 1.076 exemplares.

No ranking das editoras, a Sextante continua líder, com 16 livros, seguida de um empate entre Intrínseca e Ediouro, com 11 livros. Em 3º lugar, tivemos outra surpresa com a Clio Editora, que emplacou 7 livros, inclusive o estreante A ciência de ficar rico. A Companhia das Letras ficou em 4º lugar, com a ajudinha do lançamento A seleção, primeiro livro do selo Seguinte a entrar na lista.

Autopublicação se multiplica no Brasil, onde best-sellers ainda são exceção

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Raquel Cozer, na Folha de S.Paulo

Um fenômeno interessante perdurou por um ou dois dias em dezembro, quando a Amazon estreou no Brasil.

No primeiro lugar da lista de mais vendidos da loja virtual não estavam “50 Tons” nem “O Hobbit” nem nenhum título vendido a menos de R$ 5. Naquele glorioso período, o topo pertenceu a “Organizando a Vida com o Evernote”, de Vladimir Campos, vendido a cerca de R$ 15.

Pelo tema, um tanto restrito (Evernote é, grosso modo, um programa para guardar anotações on-line), o ocorrido já seria digno de nota, mesmo considerando que as vendas da Amazon não começaram tão expressivas no geral. Mas isso é só parte dessa história.


Eduardo Spohr, 36. Vendeu 4.500 cópias de seu livro de estreia, “A Batalha do Apocalipse”, antes de publicar o mesmo título pela Verus, onde já passou dos 400 mil.
Campos lançou o e-book de forma independente. Formatou-o sozinho, pôs nas lojas virtuais e divulgou na rede. Em um mês e meio, vendeu mais de 1.400 cópias. Esse é um retrato recente de um movimento tradicional que, no mundo todo, vem sendo impulsionado pelas facilidades da internet: o da autopublicação de autores.Mas é também, no que diz respeito ao Brasil, uma exceção. Enquanto nos EUA as listas de best-sellers andam dominadas pelos “self-published” –nomes como E.L. James e Amanda Hocking surgiram assim–, por aqui eles quase nunca passam das dezenas de cópias vendidas.Os números do Clube de Autores, um dos maiores sites de autopublicação do país, dão a dimensão da distância entre a iniciativa de se publicar e a glória literária.

O site foi criado em 2009 como uma plataforma em que, sem precisar pagar nada, qualquer um pode formatar seu livro e colocá-lo à venda, como e-book ou em papel –neste caso, para impressão sob demanda, feita a cada vez que alguém compra o livro.

Em menos de quatro anos, o Clube de Autores lançou 21 mil títulos. É mais de dez vezes o que a Record, a editora que mais publica no país, pôs no mercado no período.

TRANSTORNO

Obras de ficção e poesia são as mais recorrentes no site, mas o best-seller é um estudo do transtorno de personalidade limítrofe, “Sensibilidade à Flor da Pele”. Escrito pela tradutora Helena Polak, 68, vendeu cerca de 1.500 cópias em três anos.

“Meu objetivo nunca foi ganhar dinheiro. Só queria compartilhar o que aprendi, inclusive lendo títulos estrangeiros, depois de conviver com alguém que sofre do transtorno”, diz a autora.

Sites como o Clube de Autores e o mais recente PerSe –que tem cadastrados pouco mais de mil títulos– permitem ao autor escolher o quanto quer ganhar por unidade vendida. Se quiser ganhar R$ 5 a cada venda, por exemplo, o livro custará em torno de R$ 23 na PerSe.

Antes dos sites e da chegada dos livros digitais, quem quisesse bancar uma edição sozinho precisaria desembolsar uns milhares de reais.

Foi o que aconteceu com André Vianco, 38, o autor mais bem-sucedido do país dentre os que começaram como independentes. Em 2000, investiu R$ 8.000 na impressão da fantasia “Os Sete”.

“Precisei visitar cada livraria, convencer cada livreiro. Não existia nem Google direito para vender meu peixe.” Hoje Vianco é publicado por duas editoras, a Novo Século e a Rocco, e seus 13 livros já venderam 935 mil cópias.

O também autor de fantasia –gênero pródigo da autopublicação– Eduardo Spohr, 36, conheceu esse cenário num segundo momento.

Em 2007, depois de dois anos procurando editora para “A Batalha do Apocalipse”, imprimiu uma tiragem pequena por conta própria. Mas naquela época blogs especializados já eram fenômeno, e os leitores que o conheciam do Jovem Nerd garantiram a compra de 4.500 cópias.

A internet foi o caminho para a descoberta –a editora Verus, do grupo Record, logo notou o potencial. Reeditado em 2010, “A Batalha do Apocalipse” já teve 400 mil exemplares vendidos.

Foto: Ana Carolina Fernandes/Folhapress

A moda agora é O Hobbit

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Francine Ramos no Livro & Café

Basta um livro virar filme que uma chuva de tudo quanto é coisa aparecer… para a nossa felicidade, claro! A lista abaixo vem do site BookRiot e você pode comprar os itens no site Etsy.

Para enfeitar as orelhas, o dragão Smaug

brinco-o-hobbit

Para enfeitar o braço

bracelet-o-hobbit

Almofada para a sala

almofada-mapa-o-hobbit (mais…)

‘The Green Dragon’- uma experiência Hobbit!

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Publicado no Snack in Box

 

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Os fãs do J.R.R. Tolkien vão adorar esse post. Agora o ‘The Green Dragon’ é uma realidade, a taverna em que os hobbits se deliciavam com suas cervejas e cantorias agora existe de fato na Nova Zelândia. Servem bebidas e comidinhas!

Esse curioso local foi inaugurado no mês passado. Em sua decoração busca ser bastante fiel aos detalhes para oferecer aos visitantes uma verdadeira experiência de Hobbit!

Veja as fotos abaixo. E aí? Embarcaria nessa aventura?

imagemHobbit01 imagemHobbit02 imagemHobbit03

‘The Green Dragon’

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