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Star Wars | 7 segredos de Poe Dameron revelados nos livros e HQs

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Publicado no Boa Informação

Poe Dameron tornou-se um dos imprescindíveis personagens da nova trilogia de Star Wars e retorna em Os Últimos Jedi, que estreia essa semana no Brasil. Um dos favoritos dos fãs, o piloto interpretado por Oscar Isaac virou uma potência tão grande que ganhou diversas histórias derivadas em outras mídias além dos cinemas.

Dameron conta com uma HQ solo que se passa pouco antes de O Despertar da Força e, além disso, diversas publicações tanto da Marvel, quanto do Universo Expandido mostraram mais sobre o passado conturbado do piloto.

Confira os segredos revelados de Poe Dameron:

Seus pais lutaram ao lado da Resistência :

Em Shattered Empire é revelado que Shara Bey e Kes Dameron, pais do piloto, eram peças importantes da Aliança na luta contra o Império Galáctico. Ele teve pouco contato com os pais no começo de sua vida, uma vez que a mãe (Shara) era uma pilota de A-Wing Rebelde do Esquadrão Verde e seu pai era um soldado que lutou sob o comando de Han Solo em Endor. Por conta disso, ele passou boa parte da infância sendo criado pelo avô.

Infância em Yavin:

Após a vitória da Aliança Rebelde, os pais de Poe se aposentaram e o futuro piloto cresceu em Yavin 4, base da aliança rebelde no Episódio IV. No livro Antes do Despertar, lançado no Brasil pela Seguinte (Grupo Companhia das Letras), descobrimos que ele aprendeu a pilotar com sua mãe em uma antiga A-Wing RZ-1. Juntos, eles viajavam por selvas do planeta e ele chegou até a voar pelo espaço. Infelizmente, sua mãe nunca o viu se transformar em piloto uma vez que morreu quando ele além disso era um garoto.

Mãe heroína :

Antes do Despertar revela além disso que Poe tornou-se um piloto da Nova República justamente por conta do trabalho de seus pais. Sua mãe nunca havia falado sobre sua época como pilota e Poe só descobre sua importância quando é aceito na academia. Shara chegou a ser comandante, recebeu diversas medalhas de honra por seu valor em combate e pessoas que lutaram ao seu lado explicaram a Poe que ela salvou diversas vidas.

Evolução como Piloto e BB 8:

Não demorou para Poe ganhar a fama como um dos melhores pilotos da tropa. Habilidoso, ele logo virou comandante da Nova República, liderando um grupo de T-85 X-Wings. Foi nessa época que ele conheceu um pequeno droid que se tornaria seu grande companheiro, BB-8.

Poe contra a Primeira Ordem:

além disso em Antes do Despertar, Poe e seu esquadrão encontram uma nave sendo atacada por diversos caças Tie da Primeira Ordem. Ele consegue destruir todas, mas perde um de seus comandados. Após isso, ele tentou convencer seus superiores da ameaça iminente, mas foi ignorado, Eventualmente, ele conheceu a General Leia Organa, que se decepcionou com a República em Legado de Sangue e começou a formar a Resistência – leia mais.

Missão para encontra Luke Skywalker:

Nos quadrinhos, Poe rapidamente se torna um dos homens de confiança da General Leia e recebe diversas missões especiais que visam fortalecer a Resistência. As HQs começam com um arco onde ele precisa libertar Grakkus, o Hutt, de um planeta prisão. Essas edições já foram publicadas no Brasil pela Panini.

Como Poe escapou de Jakku :

Em O Despertar da Força, Poe e Finn escapam da Estrela da Morte de Kylo Ren e a dupla cai em Jakku. Na adaptação literária da produção, descobrimos que Poe fica na nave até ela bater e, como Finn não estava por perto, ele começa uma jornada para encontrar uma nave para voltar à Resistência. Ele encontra em sua jornada Blarina Naka Lit, que se impressiona com Poe e aceita levá-lo até uma cidade próxima onde ele escapa do planeta.

O Livro do Cemitério de Neil Gaiman, adaptado em HQ, chega ao Brasil

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Gabriel Faria, no Torre de Vigilância

Bestseller do The New York Times e premiado com as medalhas Newberry (EUA) e Carnegie (Reino Unido), o romance O Livro do Cemitério, do cultuado escritor Neil Gaiman, ganha versão em quadrinhos adaptada por P. Craig Russell, parceiro de Gaiman em diversos livros, incluindo a versão em HQ de outro clássico do autor, Coraline. Esta adaptação chega ao Brasil em lançamento da Editora Rocco. Confira detalhes abaixo.

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O livro é o primeiro de dois volumes que acompanham a trajetória de Ninguém Owens, ou Nin, um garoto como outro qualquer, exceto pelo fato de morar em um cemitério e ser criado por fantasmas. Cada capítulo nesta adaptação de Russell acompanha dois anos da vida do menino e é ilustrado por um artista diferente, apresentando uma variedade fascinante de estilos que dão ainda mais vida à atmosfera ao mesmo tempo afetuosa e sombria da história.

O livro original contém ilustrações de Dave McKean, outro parceiro de Gaiman há alguns anos. As páginas da adaptação em quadrinhos foram feitas por artistas que também trabalharam com Gaiman em séries de HQs como Sandman e Pequenos Perpétuos.

Assim como fez em Coraline e Os lobos dentro das paredes, Neil Gaiman neste livro cria um mundo fantástico e fascinante, enquanto Ninguém e seus companheiros de cemitério são personagens adoráveis e mesmo os mortos são cheios de vida e alegria como raramente se acha em outros livros.

Marvel vai criar 1ª HQ protagonizada por super-herói chinês

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Foto: AdoroCinema / AdoroCinema

Foto: AdoroCinema

 

Quanto mais diversidade cultural, melhor!

 

Vitória Pratini no Terra

Depois de criar uma versão feminina e negra do Homem de Ferro, uma Thor mulher, uma heroína mexicana inspirada no Chapolim Colorado e uma personagem latina, adolescente e homossexual baseada no clipe de Beyoncé, a Marvel continua a investir em diversidade e vai criar o primeiro super-herói chinês.

A companhia criadora de personagens icônicos como Homem-Aranha, Capitão América, Guardiões da Galáxia e tantos outros assinou um acordo para trabalhar em parceria com a empresa NetEase, de Pequim, para criar o primeiro quadrinho protagonizado por um herói chinês. O objetivo é fazer um personagem moderno, com inspiração na China moderna. Afinal, até então, a Marvel só mostrou personagens chineses nos papéis de coajuvantes, como Wong (Benedict Wong) em Doutor Estranho, e vilões, como o Mandarim nos quadrinhos do Homem de Ferro.

E as HQs são só o começo: Futuramente, a NetEasy e a Disney (como detentora dos direitos da Marvel) planejam colaborar no desenvolvimento de jogos, filmes, livros e outros produtos. Além disso, Marvel ainda autorizou a NetEase a lançar 12 cópias de suas HQs online na China, incluindo as histórias dos Guardiões da Galáxia, Homem-Aranha, Doutor Estranho e Capitão América. O título mais popular é a série “Guerra Civil”.

Até hoje, os filmes inspirados nos quadrinhos da Marvel acumularam mais de 8 bilhões de yuans (cerca de 1,18 bilhões de dólares) nas bilheterias da China. O mais recente longa do Universo Cinematográfico Marvel é Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que está em cartaz nos cinemas.

HQs de 007 vão ganhar um especial dedicado a Moneypenny

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Jody Houser será a primeira mulher a escrever uma HQ relacionada a James Bond

Publicado no Omelete

Além de publicar uma HQ regular do agente 007, a editora Dynamite Entertainment vai criar um especial, em agosto, dedicado a Moneypenny, a assistente do MI-6 que é uma das personagens mais longevas da série de filmes e livros de James Bond. Veja a capa por Tula Lotay:

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ody Houser escreve o especial em edição única; ela será a primeira mulher a escrever uma HQ relacionada ao espião. Na trama, Moneypenny sai para uma missão de rotina mas descobre um plano de assassinato que se assemelha a um ataque terrorista que ela testemunhou na sua infância.

James Bond: Moneypenny sai em 30 de agosto lá fora.

Com cena independente e interesse de editoras, HQs se fortalecem no Brasil

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Veja algumas das HQs nacionais que estão chegando ao mercado Montagem/Divulgação

Veja algumas das HQs nacionais que estão chegando ao mercado Montagem/Divulgação

Rodrigo Casarin, no UOL

“Os quadrinhos estão em alta. Voltou a ser cult, ninguém mais tem vergonha de ser nerd. Hoje temos absolutamente todos os gêneros no mercado, desde Robert Crumb até mangá erótico. Desde super-herói de linha até o nacional fofinho. Mesmo com a crise do mercado editorial brasileiro, as vendas das HQs subiram. Além disso, os artistas independentes estão sabendo aproveitar esse momento.” Quem faz a análise é Sidney Gusman, um dos mais respeitados especialistas em quadrinhos do Brasil, que atua na área desde 1990 e, atualmente, edita o site Universo HQ e é o responsável pelo planejamento editorial da Mauricio de Sousa Produções.

A produção nacional reforça os argumentos de Gusman. Outrora completamente ofuscada pelo que vinha do exterior, ela começa a ocupar um espaço relevante, seja nas livrarias –por meio de editoras consagradas que investem cada vez mais no gênero ou de novos selos que surgem para lidar exclusivamente com HQs–, seja na cena independente, estimulada pala internet e pelos eventos do nicho que acontecem pelo país.

“Há quatro anos, uma editora dava 7% das vendas de um quadrinho já pronto para o seu autor. Hoje, editores precisam ir atrás de muitos caras, pagar para que produzam e dar mais  porcentagem de venda. É pouco ainda, mas as coisas vão acontecendo. Há uma predisposição maior das pessoas em consumir quadrinho nacional”, continua Gusman, cuja opinião encontra bastante eco entre seus pares.

“Vive-se um momento ímpar hoje no país. Há uma diversidade de publicações, de gêneros e formatos nunca antes vista. O volume de tiras e de narrativas mais longas feitas por autores brasileiros também é inédito. Não se compara às vendas em bancas de 50 anos atrás, mas vive-se um período de ebulição inédito”, diz Paulo Ramos, membro do Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos da Escola de Comunicação e Artes (ECA), da USP.

Mesmo ponderando que o ideal seria analisar o momento atual daqui a alguns anos, tendo números consolidados em mãos, e indicando que talvez o ápice do quadrinho nacional tenha sido por volta de 2010, Érico Assis, jornalista e especialista em quadrinhos, também faz sua análise. “Nos últimos dez anos, vimos a seção de quadrinhos nas livrarias crescer ou brotar com espaço considerável, passamos de quase zero a dezenas de ‘graphic novels’ nacionais por ano. Os quadrinistas brasileiros passaram a ser publicados com criações próprias no exterior e ganham prêmios por lá”.

As razões
Mas quais são as razões para esse momento? Ramos indica que, atualmente, os artistas possuem cinco caminhos para que possam publicar suas obras: por meio de editoras, leis de fomento à produção, financiamentos coletivos, com verba própria ou pela internet. Esses caminhos ainda podem se cruzar, possibilitando que frentes diversas sejam unidas a fim de viabilizar um projeto, o que pode se transformar em um atalho para o quadrinista.

Arnaud Vin, editor da Nemo, selo do Grupo Autêntica dedicado às HQs, aponta alguns fatores para que o país viva essa fase que ele define como “de bela exuberância, prolífica, forte e grande”. O primeiro deles seria a qualidade das “graphic novels”, que despertam a atenção de um público cada vez maior. O segundo é o aumento no número de eventos relacionados ao tema, como o FIQ (Festa Internacional de Quadrinhos), em Belo Horizonte. O terceiro, o dinamismo e a qualidade da produção independente no país. E o quarto, o espaço que autores brasileiros galgam no exterior aliado ao respeito que conquistam internamente –lembra, inclusive, que dois quadrinistas, Fábio Moon e Marcelo Quintanilha, fazem parte da delegação que representará o país no Salão do Livro de Paris deste ano, onde o Brasil será homenageado.

A Nemo existe desde 2011, quando surgiu com a proposta de publicar nomes consagrados das HQs e autores brasileiros contemporâneos. Com tiragens médias que ficam entre 2.000 e 3.000 exemplares (mas com pico de impressão de 20 mil volumes de um único livro), lançando entre 25 e 30 novidades por ano e tendo cerca de 85 livros em seu atual catálogo, o selo acompanha o crescimento de todo o grupo ao qual pertence, tendo suas vendas incrementadas em torno de 30% em 2014.

Para este ano, está dentre as novidades da editora uma série com cinco “graphic novels” que abordarão assuntos polêmicos. “São trabalhos assumidamente políticos. Trataremos de temas como o radicalismo islâmico por meio da vida de uma mulher, por exemplo, que já sai em março, ou o regime totalitário do Irã. Desejamos participar de um debate social, mas de maneira assumida”, diz Vin, que ainda vê muito espaço para que o crescimento do setor continue, contornando problemas inerentes a uma boa parte da cadeia editorial nacional, como a distribuição em um país de dimensões continentais e a falta de espaço em livrarias, sejam elas físicas ou virtuais. Muitas sequer possuem uma seção para HQs.

Outras apostas
Outro selo exclusivamente destinado às HQs, que pertence a uma editora já estabelecida e também assume a porção política e crítica de seus trabalhos, é a Barricada, que surgiu em meados de 2014 como um braço da Boitempo. “O nome do selo, inclusive, evoca a vontade de abrir uma frente de resistência e luta, nesse caso, em prol dos temas libertários, necessários ao debate público. Mas quadrinhos são arte, então não estamos limitando demais a nossa temática: para nós, basta que eles sejam capazes de acender o questionamento e instigar a imaginação”, diz Bibiana Leme, a editora responsável pelo Barricada.

Em 2014, o selo colocou no mercado três títulos, sendo dois estrangeiros e um nacional (“Clawn”, de Felipe Bragança). Agora, avalia o retorno para definir os próximos investimentos. “A área dos quadrinhos é mais cara do que a de livros-texto com que costumamos trabalhar, pois envolve novos formatos e, em geral, impressão colorida”, explica Bibiana. “Queremos nos firmar no mercado, conquistar leitores que já consomem quadrinhos e também apresentar essa linguagem para a parte do nosso público habitual que ainda não estiver acostumada a ela”, continua. Em todo caso, ao menos um título já está confirmado para este ano: o segundo volume de “Cânone Gráfico”, organizado por Russ Kick. Mas a editora garante que outros virão, inclusive nacionais, que ainda estão sendo selecionados após indicações do conselho editorial da casa.

E muitas outras editoras vêm apostando na área. Desde a novíssima Mino, que recentemente fez sua estreia no mercado com “L’Amour”, de Luciano Salles, passando por selos de casas consagradas, como Quadrinhos na Cia., da Companhia das Letras, até aquelas que investem parcialmente no segmento, como a Veneta, a 8Inverso e a Draco.

Outra iniciativa recente, com uma proposta bastante arraigada ao virtual, é a editora Supernova Produções. Seu trabalho de estreia, “Anarquia #01”, foi disponibilizado gratuitamente no Google Play e é a primeira de uma leva de HQs que a editora pretende publicar em formato de revista digital com distribuição gratuita, em versões para diversos idiomas, como inglês, espanhol e francês, além do português.

Apostando em histórias seriadas e heróis dos mais diversos gêneros, as pretensões de Emílio Baraçal, roteirista da casa, são altas. “Quero que a Supernova seja uma das maiores empresas de entretenimento do mundo. Quero estabelecer um universo funcional de personagens de ação, aventura e fantasia que quebre o paradigma de que isso não pode ser feito no Brasil. Quero fincar nossos personagens na cultura pop. Quero que eles sejam reconhecidos por um grande número de pessoas. Que saibam sobre eles tanto quanto sabem sobre Superman, Batman, Homem-Aranha, etc. Depois de realizar isso, quero expandir nossos personagens e nosso universo para várias plataformas”, diz, ressaltando que também deseja tratar “autores e artistas com o devido respeito” e, em termos criativos, contar as melhores histórias possíveis.

Indo no sentido oposto aos seus pares, Baraçal não encara o momento das HQs no Brasil de forma tão positiva. “Vejo o mercado como horizontal, ou seja, algo que está expandindo na quantidade de lançamentos e quadrinistas produzindo algo. Isso é bom. O único problema é não termos um crescimento vertical. Tudo que os quadrinistas fazem é vender para as mesmas pessoas nos mesmos lugares, seja uma comic shop, seja um evento. É o mesmo público sempre. E temos as mesmas práticas editoriais de 1995”, opina.

O roteirista acredita que as grandes cifras podem vir de boas histórias continuadas, de periodicidade determinada, publicadas com tempo suficiente para que os personagens se popularizem, como nas séries, podendo se expandir para além das HQs. “E histórias seriadas são tudo que os autores brasileiros não fazem. São poucos os que se arriscam a fazer algo contínuo. Há toneladas de ótimas HQs brasileiras, e o que todas elas têm em comum? A história é publicada e… fica nisso. O único fim dela é vender seus exemplares e preencher a realização artística dos envolvidos. Só. Ninguém explora a marca. Ninguém explora suas próprias criações. HQs são mais do que só boas histórias. Elas também são produtos comerciais e precisam ser monetizadas. Ficar na venda somente de exemplares é estagnação e burrice.”

Consagrados
Em todo caso, se há essa grande movimentação em torno dos quadrinhos, é natural que, ao mesmo tempo em que surgem novos nomes, alguns outros já se estabilizem como grandes referências nacionais. Dentre os artistas da área, excetuando-se Mauricio de Sousa, os quadrinistas de maior destaque que temos são Fábio Moon e Gabriel Bá, autores de “Daytripper”, respeitados internacionalmente e que em breve lançarão uma versão adaptada para “Dois Irmãos”, romance de Milton Hatoum. Outros que merecem destaque são Marcello Quintanilha (que lança neste ano “Talco de Vidro”, pela Veneta) e Eloar Guazzelli. Ambos, segundo Assis, “produzem quadrinhos no mesmo nível artístico do melhor que se faz no mundo”.

Juntando nomes consagrados e que começam a despontar, Gusman faz um raio-X dos artistas nacionais da área e vai ao encontro do que disse Vin, o editor da Nemo. “Criativamente falando, também nunca vi um momento melhor de autores nacionais. Tem muita coisa para melhorar, a maior parte dos bons quadrinhos você só acha em eventos, porque os independentes não têm distribuição, e muito leitor não consegue acompanhar coisas incríveis que estão saindo de maneira independente. É muita gente fazendo quadrinhos de ótima qualidade, que precisariam de mais espaço”.

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