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Posts tagged humanos

Na Romênia, você pode viajar de graça se estiver lendo livros durante a viagem

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Fernando, no Fique Sabendo

Hoje, a tecnologia é quase tudo na vida da maioria dos seres humanos. Vivemos sobre o que acontece ao redor do nosso telefone e não levamos em conta que muitas respostas só podem ser encontradas em livros.

Pensando nisso, um jovem chamado Victor Miron, um cidadão romeno, teve a brilhante ideia de promover uma campanha impressionante em uma cidade romena. Como mencionado, Victor acredita que muitas outras campanhas que promovem a leitura devem ser anunciadas.

Uma excelente maneira é recompensar os leitores, mas você se perguntará de que maneira. A sugestão de Victor é que todos aqueles que viajam em um transporte público e estão lendo um livro, não precisam pagar sua passagem.

Uma ideia brilhante que o jovem apresentou ao prefeito da cidade, Cluj Napoca, que publicou no Facebook e não demorou muito para dar a volta ao mundo recebendo muitas respostas positivas.

É evidente que a leitura enriquece os seres humanos, nos enche de imaginação e nos faz refletir, disseram as autoridades.

Esta não é a primeira campanha proposta pelo jovem Victor Miron, ele também criou um projeto chamado “Bookface“, onde os usuários do Facebook que têm um livro em seu perfil, podem obter grandes descontos em diferentes tipos de lojas, como livrarias, salões Beleza e muito mais.

Autores contam o segredo para ter mais tempo livre – sem desperdícios

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Jake Knapp e John Zeratsky ensinam como ter mais tempo para você em novo livro. (Ilustração: Davi Augusto //VOCÊ S/A)

Para os autores Jake Knapp e John Zeratsky, deveríamos nos preocupar menos em ser produtivos e mais em reservar tempo para o que é realmente importante

Barbara Nór, na Exame

Ter mais tempo, sim, mas não necessariamente executar mais tarefas. É isso o que defendem Jake Knapp e John Zeratsky no livro Faça Tempo (Intrínseca, 44,90 reais). Os autores, que por anos trabalharam em empresas de tecnologia, ganharam fama com sua primeira obra, Sprint, que revelava o método desenvolvido por eles para testar e criar inovações em pouco tempo no Google.

De lá para cá, eles vêm trabalhando para encontrar novas formas de gerir o tempo — e descobriram que nem sempre é melhor fazer mais coisas mais rápido.

O importante, eles defendem, é que nossa rotina não seja apenas reação automática às demandas dos outros e de distrações como o celular. Só assim é possível, de fato, usar nosso tempo para as coisas que importam, tanto na carreira quanto em nossa vida pessoal.

No livro eles reúnem as táticas que encontraram para retomar o controle e ter mais energia, como cortar redes sociais, dizer “não” mais vezes e otimizar os momentos em que tomavam café ou faziam exercícios — além de escolher ao menos uma tarefa por dia para se concentrar por pelo menos 1 hora. Para os autores, o ideal é que cada um teste as dicas e encontre o que funciona melhor para si mesmo.

Vocês defendem que há uma diferença entre ter tempo e ser mais produtivo. Por que nem sempre fazer muita coisa é melhor?

Jake Knapp: Acho que a palavra “produtivo” é uma falha da língua. Nós a usamos o tempo todo para descrever a ação de completar tarefas e progredir, mas na verdade o que isso realmente significa é que você está produzindo o máximo possível, o mais rápido possível. Esse é um ótimo objetivo para uma fábrica, mas não acho que é assim que deveríamos medir a nós mesmos e a nossos dias.

No lugar disso, preferimos a ideia de ser “proposital” com seu tempo. Isso significa saber o que é importante para você — não apenas o que é importante para seus colegas ou amigos — e fazer com que você tenha tempo para atuar nessa prioridade.

No livro, há a sugestão de que a cada dia reservemos ao menos 1 hora para um projeto ou tarefa que podemos escolher livremente, chamado de “Destaque”. Por que essa rotina é importante?

John Zeratsky: Muitos de nós sentimos que passamos tempo demais em nosso celular, respondendo a e-mails, assistindo à televisão, sentados em reuniões etc. Aí pensamos: “Eu deveria passar menos tempo no Instagram, deveria comer de forma mais saudável, deveria me exercitar”.

Mas os seres humanos são muito ruins em fazer coisas só porque devem fazê-las. O “Destaque” é uma forma prática de identificar para o que você está guardando tempo. Isso faz muita diferença na capacidade de reduzir distrações e a se sentir mais satisfeito em como gasta seu tempo. Quando você encontra tempo para o seu “Destaque”, sente que o dia foi um sucesso.

Uma das críticas que vocês fazem é sobre a lista de tarefas. Qual o problema desse método?

John: Elas são enganosas e sedutoras. Quando pensamos em algo que temos de fazer, colocamos na lista. Quando temos tempo para trabalhar, riscamos um item da lista. Bum! É perfeito.

Mas as listas são um campo minado de maus comportamentos. Colocamos itens sem realmente pensar a respeito e escolhemos as coisas mais rápidas ou fáceis de fazer, não as mais importantes.

Os grandes projetos parecem intimidadores ali parados, então deixamos para depois, e aí nos sentimos mal por nunca ter tempo para eles. Enquanto isso, há muita coisa importante — como passar tempo com a família, fazer o jantar ou se exercitar — que nunca aparece na lista.

Como saber se as listas estão nos ajudando ou atrapalhando?

John: Se você nunca completa os itens de uma lista, pode ser que ela esteja o distraindo do que você realmente quer fazer, em vez de ajudar a ganhar tempo. Isso é o que funciona para mim: se quero fazer algo, coloco isso em minha agenda. Se penso em algo que talvez eu faça, tenho uma lista específica para isso.

No livro vocês falam sobre as Piscinas Infinitas — TV, redes sociais e internet — que nos distraem. A sensação é que não sabemos mais lidar com o tempo livre nem com o tédio.

John: Não sei se já soubemos o que fazer com tempo livre e tédio. Mas, no passado, se ficávamos entediados porque não tínhamos estímulos ou distrações, isso não era uma escolha, era apenas algo que acontecia. Por milhares de anos, humanos evoluíram para prosperar com o tédio e com o silêncio. É por isso que temos ideias no chuveiro, por exemplo, quando nosso cérebro tem uma pausa de todos os ruídos e demandas do mundo.

Quais são as consequências de fugirmos do ócio?

John: Perdemos inspiração, reflexões e descanso se não temos tempo livre. Estamos tão obcecados com produtividade que, quando temos 1 minuto de calma, pensamos “o que posso fazer para usar bem esse tempo?”.

Mas, às vezes, a gente deve desperdiçar tempo. Precisamos sair para uma caminhada ou só olhar pela janela. Felizmente, podemos usar nossas ferramentas tecnológicas, nossas agendas e nossas rotinas diárias para introduzir de volta esse tempo livre em nossa vida.

Good Omens | Série sobre livro de Neil Gaiman ganha data de estreia

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Reprodução/Amazon

Renan lelis, no Poltrona Nerd

A Amazon Prime definiu a data de estreia de Good Omens, série que adapta o romance de 1990 escrito por Neil Gaiman e Terry Pratchett. A série de comédia dividida em seis partes estreia em 31 de maio.

O roteiro é do próprio Gaiman, além de assumir a função de showrunner. BBC Studios co-produz a adaptação.

A trama acompanha o nascimento do filho de Satanás, a vinda do Fim dos Tempos e as tentativas do anjo Aziraphale (Michael Sheen) e do demônio Crowley (David Tennant) de impedir, se acostumando a uma vida de confortos vivendo entre os humanos.

Jon Hamm será o Arcanjo Gabriel. Frances McDormand será a voz de Deus. E Benedict Cumberbatch foi confirmado como Satã.

Good Omens será lançada globalmente no Prime Video, plataforma de streaming da Amazon.

No Brasil, o livro foi lançado sob o título de Belas Maldições pela editora Bertrand.

Livros de direitos humanos são rasgados na biblioteca da UnB

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Livros de direitos humanos da Biblioteca Central da UnB são encontrados rasgados — Foto: Arquivo pessoal/divulgação

Ao todo, sete publicações foram danificadas em páginas que falam sobre o ‘fim da ditadura’ e a ‘luta por direitos’. Servidores vão levar caso à Polícia Federal.

Marília Marques e Letícia Carvalho, no G1

Livros que contam a história da “luta por direitos humanos” no Brasil foram rasgados na biblioteca central da Universidade de Brasília (UnB). Segundo um servidor do departamento, ao todo, sete obras foram danificadas. O material será levado para a Polícia Federal.

O bibliotecário responsável pela reposição do estoque de livros afirmou, nesta quinta-feira (4) ao G1, que os danos “são muito característicos” e foram identificados em, pelo menos, sete exemplares. O funcionário preferiu manter a identidade em sigilo “por medo de ameaças”.

A temática dos livros danificados também chamou a atenção dos servidores. Foram quatro edições da área de direitos humanos, um sobre a história do movimento pagão na Europa e, os demais, da seção de belas artes, sobre o renascimento.

Em nota, a administração da UnB afirmou que vai pedir a abertura de uma investigação para apurar as circunstâncias dos danos e identificar os responsáveis. O comunicado diz que a universidade “repudia quaisquer atos de vandalismo”.

Detalhe de livro de direitos humanos da Biblioteca Cenntral da UnB que foi encontrado rasgado — Foto: Arquivo pessoal/Divulgação

Pistas

Mesmo com a situação tendo sido percebida desde o início do ano, os servidores da biblioteca disseram que só passaram a suspeitar da semelhança entre os casos a partir da reincidência dos danos. A maioria em livros específicos sobre direitos humanos.

Algumas das páginas rasgadas narram o fim do período da ditadura. Mostram, por exemplo, fotos da trajetória de luta social por mais direitos no país.

Os responsáveis pela biblioteca dizem que será difícil identificar o autor. As câmeras de segurança não mostram as estantes de onde foram tirados os livros e também não há cadastro de pessoas que entram ou saem do local.

Apple encomenda série baseada na saga ‘Fundação’, de Isaac Asimov

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O escritor Isaac Asimov (Alex Gotfryd/CORBIS/Getty Images)

A história dos livros se passa em um futuro distante e retrata seres humanos vivendo em diversos planetas da galáxia

Publicado na Veja

A Apple encomendou uma série de dez episódios baseada na saga de ficção científica Fundação, do escritor Isaac Asimov. A história dos livros se passa em um futuro distante e retrata seres humanos vivendo em diversos planetas da galáxia sob o comando do Império Galáctico.

A produção do seriado fica por conta de David S. Goyer, roteirista de filmes como Batman Begins (2005), Cidade das Sombras (1998) e Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016), e Josh Friedman, de Reação em Cadeia (1996), Guerra dos Mundos (2005) e O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor (2008-2009).

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