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10 bibliotecas públicas inusitadas e belas

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Carlos Willian Leite, na Revista Bula

Durante 18 anos o fotógrafo Robert Dawson percorreu o Estados Unidos fotografando bibliotecas públicas em 47 Estados, do Alasca à Flórida, da Nova Inglaterra a Califórnia as fotografias mostram que, mais do que uma casa de livros e leitura, as bibliotecas públicas funcionam como verdadeiros centros comunitários que oferecem cursos, acesso gratuito à internet, assistência na busca de um emprego ou apenas um lugar quente para se abrigar.

O resultado do projeto é o livro, “Public Library: A Photographic Essay” (Princeton Architectural Press, 29 euros), lançado no mês de maio, que celebra a importância das bibliotecas públicas na vida das pessoas; mas, também traz uma triste constatação: apesar de ainda existirem 17 mil bibliotecas públicas nos Estados Unidos, elas estão em extinção. Eram 40 mil na década de 1980.

O jornal britânico “The Telegraph” fez uma compilação com dez registros primorosos do livro de Robert Dawson.

Allensworth, California

Allensworth, California

Longmeadow, Massachusetts

Longmeadow, Massachusetts

Roscoe, South Dakota

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Austin, Texas

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Death Valley National Park, California

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McLeansboro, Illinois

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Springdale, Utah

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Shepherdstown, West Virginia

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Caliente, Nevada

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Hudson, Wisconsin

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O Profile de Dorian Gray

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Leonne Castro, no Literatortura

As relações contemporâneas entre imagem e realidade na internet.

A imagem do cão morderá no futuro. Ao menos foi assim que o filósofo Vilém Flusser predisse por meio de um ensaio no ano de 1983, referente ao futuro da cultura. Trinta anos se passaram e o futuro é agora, mas e quanto à imagem do cão, morde? Morde, claro!

Essa metáfora foi usada para ilustrar uma teoria simples, mas deveras pertinente. Toda imagem, seja vídeo ou foto, significa a cena que nela está contida. Não é senão representação simbólica do objeto capturado. Ou seja, a foto de um cão significa um cão, mas não tem pretensão de sê-lo. Quem olha uma fotografia interpreta os sinais visuais e enxerga o que ali está ilustrado, buscando construir um sentindo. Neste caso, então, a foto é o significante e o que ela representa o significado. Porém, o que se tem notado é uma subversão dessa lógica.

Em uma época de constantes transformações nos veículos de informaçãoe comunicação, percebe-se que aquilo que era imagem perde gradativamente o caráter representativo e passa a ganhar força como campo das essências. A foto de uma cena de guerra, por exemplo, deixa de significar a guerra e passa a sê-la, para aqueles que não a presenciaram, mas que, por sua vez, só tomam conhecimento através do jornal que folheiam. Nas palavras de Vilém “para o receptor da imagem o vetor de significação se inverteu, e o universo das imagens passa a ser a ‘realidade’.”

Da mesma forma funcionam nossos perfis nas redes sociais. Pense: lá consta foto, nome, idade, preferências, escolhas culturais e até uma linha do tempo, traçando o comportamento do usuário ao longo dos dias. Tudo é tão plausível e verossimilhante que chega a confundir. Trata-se de uma imagem que montamos de nós mesmos e que passa a ser o que somos para um número significativo de pessoas. Quando não se teve a oportunidade de conhecer alguém com mais afinco, é com base na internet que formamos nosso [pré]conceito – prática comum inclusive em empresas, que buscam informações de funcionários e candidatos em processo de seleção. É como se fôssemos, cada um de nós, eternos Dorian Gray’s, com nosso retrato intacto aos olhos do mundo, sem se preocupar com os bastidores da alma.

Escrito por Oscar Wilde no final do século XX, o Retrato de Dorian Gray conta a história de um homem que, ao receber uma herança, passa a frequentar a alta sociedade inglesa e ser influenciado por ela através de Lorde Henry Wotton. Ao ter seu retrato pintado, Dorian deseja permanecer eternamente jovem e belo e, por força sobrenatural não explicada, obtém sucesso. A partir de então, todas as consequências físicas de seus atos e de sua vida hedonista, boemia e errante acontece diretamente à pintura e não ao seu corpo. Tal acontecimento, aliado à influência direta de seu amigo, torna o rapaz de eterna beleza um homem insensível e imoral, capaz de cometer as maiores atrocidades sem qualquer lampejo de remorso permanente. Assim como um Dorian Gray, escondemos nossa alma, corrompida em maior ou menor grau, em algum lugar longe da vista dos desavisados e mostramos na capa somente o melhor de nós.

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada”, diria o Pessoa na figura de Álvaro de Campos. Ou então, por isso mesmo, foi Álvaro quem disse? Pois bem, se o poeta hoje vivo estivesse, provavelmente diria: eu nunca conheci quem tivesse defeitos na internet. Percebamos a ironia, todos nós temos falhas, seja dentro ou fora das redes sociais. Porém é muito mais fácil suprimi-las quando temos tempo para pensar antes de responder a discussões; dezenas de possibilidades de estampar sorrisos na foto do perfil; ou centenas de filósofos para citar sem ter lido a obra. Fica tudo um tanto mais belo – e outro tanto mais falso, talvez. Não cabe aqui fazer um julgamento precipitado sobre os benefícios ou malefícios das redes sociais e afins. A proposição é unicamente reflexiva, pois, se pensarmos, fazendo as necessárias analogias, na vida real não agimos de forma tão diferente, certo?

Oh! Dorian Gray, como deves estar com inveja de mim agora! Se tu que és nobre e rico, para seres eternamente belo e jovem precisaste desejar de todo coração. Tu que já com a angústia daqueles que encaram a finitude da vida e a efemeridade do belo pela primeira vez, precisaste esconder o teu eu verdadeiro num sótão escuro.Se chegaste a beira do pranto e corrompeste toda tua alma como consequência, eu rio de ti. Pois eu, pífio plebeu, para ter a imagem preservada e ser para sempre como quero parecer, precisei somente estar de acordo com os termos de uso do Facebook.

E eu nem li o contrato.

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“que coisa, não?”

Universidade do Sul da Flórida disponibiliza drones para os alunos

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Ricardo Couto, no TecMundo

Os estudantes da Universidade do Sul da Flórida agora são capazes de pegar emprestado algo um pouco mais avançado tecnologicamente do que livros na biblioteca da faculdade: drones quadricópteros.

Após uma reforma recente, a universidade agora disponibiliza dois drones que os alunos podem pegar emprestado para voos supervisionados. Os dispositivos, que são controlados remotamente, são disponibilizados na biblioteca.

Os pequenos drones brancos se assemelham muito ao Phantom 2 Vision+ e vêm equipados com câmera de vídeo que gera imagens de até 1080p. A universidade disse à ABC Action News que eles serão úteis para os alunos que estudam uma variedade de disciplinas.

Nancy Cunningham, que trabalha no departamento de serviços acadêmicos da universidade, descreve como os drones poderiam ser úteis para os alunos. Ela sugere que estudantes de arquitetura poderiam usar os drones para observar as estruturas do céu, em vez de confiar em planos ou modelos em 2D.

O aumento no uso de drones provocou preocupações com a privacidade, mas Cunningham minimiza os temores no campus. Os alunos têm de completar um curso de operação de drones para ter acesso aos dispositivos, e seu uso deve ser monitorado pelos chefes da equipe.

Modelo faz strip-tease em biblioteca para ‘testar’ concentração dos alunos

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Mulher tirou a roupa diante de estudantes de universidade na Holanda.
Gravação faz parte de ‘pegadinha-comercial’ de marca de leite.

Publicado por G1

Uma marca de leite fez uma “pegadinha-comercial” em uma universidade na Holanda para testar a atenção dos alunos que estudavam para uma prova, colocando uma modelo para fazer strip-tease na biblioteca (veja o vídeo).

Mulher fez strip-tease em biblioteca para 'testar' atenção dos alunos na Holanda (Foto: Reprodução/YouTube/Vifit FrieslandCampina)

Mulher fez strip-tease em biblioteca para ‘testar’ atenção dos alunos na Holanda (Foto: Reprodução/YouTube/Vifit FrieslandCampina)

Com oito câmeras escondidas, que filmavam o ambiente, as imagens mostram a modelo tirando as peças de roupa enquanto os jovens olham surpresos diante da cena, a não ser por um rapaz, que continua concentrado em seus trabalhos.

A brincadeira do vídeo incita que apenas o rapaz que bebia o leite da marca conseguiria manter a concentração em seus trabalhos diante do “show”.

O vídeo da empresa “Vifit” virou sensação na web, e foi assistido mais de 1,3 milhão de vezes.

Crianças voluntárias leem para gatos abandonados em abrigo nos EUA

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Objetivo do programa é incentivar leitura entre os pequenos, além do auxílio aos bichinhos sem donos; imagens causam comoção na web

Publicado na revista Globo Rural

Faz sucesso na web as imagens divulgadas pelo abrigo para gatos “Animal Rescue League of Berks County”, localizado na Pensilvânia, nos Estados Unidos.

O local, em parceria com escolas da região, decidiu lançar um programa de incentivo à leitura, além do auxílio aos bichinhos sem donos.

As crianças interessadas podem visitar o abrigo e dedicar alguns minutos do seu dia à leitura de um texto ou de um pequeno livro aos bichinhos. Muitos dos pequenos voluntários aproveitam para acariciar e brincar com os animais.

Denominada “Book Buddies”, ou “amigos do livro”, na tradução para o português, a iniciativa está agradando aos pequenos, professores, pais e comovendo internautas das mais diversas regiões do mundo. Veja fotos:

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