Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged imagens

Livro reúne gravuras da Biblioteca Nacional

0

Obra apresenta 171 imagens da coleção de mais de 30 mil itens da instituição
Nomes como Rembrandt, Goya, Piranesi e Callot estão na publicação

Le Antichitá Romane, obra do italiano Giovanni Battista Piranesi (1720-1778) Reprodução

Le Antichitá Romane, obra do italiano Giovanni Battista Piranesi (1720-1778) Reprodução

Nani Rubin em O Globo

Quando D. João VI partiu para o Brasil, trazendo, posteriormente, o acervo da Real Biblioteca esquecido no Porto de Lisboa, não foi apenas uma formidável coleção de livros que aportou no Rio de Janeiro. As milhares de caixas transportadas em três navios incluíam, além de partituras, mapoteca e generalidades como moedas e uma rica coleção de gravuras, com exemplares doados ou adquiridos ao longo dos anos pelos monarcas portugueses.

Guardada no setor de iconografia da Biblioteca Nacional, a coleção tem hoje mais de 30 mil exemplares, raramente exibidos ao público — em 2012, nos 200 anos da instituição, houve uma exposição comemorativa no Centro Cultural Correios. Agora, uma parte desse rico acervo ganha um livro, “Mestres da gravura — Coleção Fundação Biblioteca Nacional”, com lançamento nesta quarta-feira, às 18h30m, na Biblioteca Nacional.

Técnica e arte

O volume de 240 páginas, coeditado pela Artepadilla, Caramurê Publicações e Fundação Biblioteca Nacional, foi organizado pela pesquisadora e historiadora da arte Fernanda Terra, que trabalhou fazendo um recorte a partir do núcleo original da coleção, de obras do século XV ao século XVIII.

— Estudei os artistas mais importantes e delimitei em 78 gravadores, divididos em oito coleções. Em cada uma delas, eles aparecem em ordem cronológica. Conseguimos, assim, visualizar as mudanças técnicas da gravura através dos séculos — diz Fernanda.

São 171 gravuras, divididas nas coleções italiana, alemã, holandesa, flamenga, francesa, inglesa, espanhola e portuguesa. Nelas, há nomes importantes como o italiano Piranesi (1720-1778), que aparece com as séries “Le carcere d’invenzione” e “Le Antichità romane”. Albrecht Dürer (1471-1528), com a famosa série do Apocalipse e a bela “Adão e Eva” (1504), com uma imensa variedade de tons e texturas, na qual transparece o interesse do artista pelo estudo das proporções humanas.

Na coleção holandesa, destacam-se Rembrandt (1606-1669), com 12 gravuras, entre as quais quatro autorretratos, e Lucas van Leyden, cujas obras, retratando cenas cotidianas como uma ida ao dentista, são consideradas raríssimas, já que o artista, muito exigente, inutilizava as chapas que apresentassem um mínimo defeito. Na espanhola, há Goya (1746-1828) — o maior pintor do país no século XVIII era um exímio gravador, que deixou 300 peças do gênero. No livro, há nove da série “Os provérbios” e cinco que ilustraram uma edição de “D. Quixote”, de Cervantes. O francês Jacques Callot (1592-1635) surpreende pelo uso da perspectiva, em gravuras que descrevem “as misérias e as tristezas da guerra”.

— É uma coleção fantástica, um material muito valioso — diz Fernanda. — Com ela já no Brasil, foram sendo agregadas novas coleções, como a da oficina Arco do Cego, de Lisboa, e a do Conde da Barca. Já no fim do século XIX, D. Pedro II doou sua coleção particular, a Coleção Thereza Christina Maria, com mais de cem mil itens, que incluía 18.847 estampas.

Coleção no acerto de contas

A historiador Lilia Moritz Schwarcz, que assina um dos cinco textos do livro, observa que a coleção era tão valiosa que, na “famosa conta que o Brasil teve que pagar a Portugal pela sua independência, a biblioteca surgiu em segundo lugar, depois da dívida pública”:

— Dá para se mensurar a importância em dinheiro, mas havia a importância simbólica, de um país tão jovem como era o Brasil com uma biblioteca do tamanho dessa, só comparável, no continente, à dos Estados Unidos. Fazia parte do tecido de uma biblioteca, na época, que ela tivesse um setor de estampas como essa. E a da então Biblioteca Imperial e Pública da Corte tinha uma coleção invejável mesmo de grandes mestres da gravura.

Com estas 10 ideias seu título vai fisgar o leitor

0

1

Alessandro Martins, no Livros e Afins

O título é como aquela pessoa que, quando passa, o trânsito para. As coisas ficam fora de foco e você só a vê caminhando em câmera lenta.

Você só a viu uma vez, mas quer saber tudo sobre ela.

Um bom título é assim. Depois de lê-lo, você quer saber tudo sobre ele e, para isso, acaba lendo o texto inteiro.

Desde que o restante tenha sido tão bem redigido quanto o título. Mas isso é uma outra história.

A seguir, ensino algumas técnicas que podem fazer com que o seu leitor se apaixone por seu título e tenha mais chance de se enamorar perdidamente por seu texto.

Mas de nada adiantam essas técnicas se você não conhecer a fundo as mecânicas que me fizeram chegar a elas.

Por isso, recomendo que leia antes o texto Escreva Títulos Matadores e Seduza a Atenção do Leitor.

1. Use verbos que sugiram ações e imagens.
Alguns verbos – como ser, estar, lançar – são muito neutros. Não causam comoção. Use verbos que sugiram ações dinâmicas. Veja o título deste artigo: a ação é vai fisgar. Todo mundo já fisgou ou já viu como é fisgar um peixe em um filme pelo menos. É violento, é forte, é sugestivo.

2. Prometa algo. Mas cumpra.
Todo mundo gosta de promessas, principalmente das que são cumpridas: “Com estas 7 idéias, você vai conquistar o amor de sua vida”. Mas se você não souber como fazer para conquistar o amor da vida do leitor, não prometa ou vai perdê-lo para sempre. Choro e ranger de dentes pra você.

3. Use a pontuação a seu favor!!!!
No mar de feeds e de títulos por onde o internauta navega atualmente, qualquer diferença gráfica captura o olhar. Uma exclamação, umas reticências, uma interrogação no meio do título funcionam bem: “Devo comprar um iPhone? Não.” As reticências, além disso, são boas porque dão um ar duvidoso ao título e inspiram uma ponta de curiosidade: “Comprei o iPhone… nu”. Não use pontuações diferenciadas em excesso ou elas perdem o efeito.

4. Que tal um 69? Numerais são sexy, baby.
Da mesma forma que a pontuação, numerais chamam mais a atenção do que suas versões por extenso. Um caractere isolado na frase, 6, por exemplo, é um imã para o olho. Além disso, de imediato dá a idéia de uma lista – que todos adoram – e sugere um raciocínio organizado, fácil de entender. Alguns preferem usá-los no meio da frase. Outros no começo. Eu acho que tanto faz, desde que não se abuse deles.

5. Fale com o leitor.
Alguns blogs preferem usar a linguagem neutra dos jornais em seus títulos. O editor de blog está cansado de saber que seus textos não são jornalísticos a não ser que ele queira assim. O quente dos blogs é que eles podem ser pessoais. Pode usar o “você” sem medo. Fale com seu leitor desde o início do relacionamento. E o início é o título. Mas não precisa usar esse recurso sempre.

6. Chame para o desafio.
Assim como promessas – que devem ser cumpridas, não esqueça -, desafios mexem com o brio do leitor. Cutucado por seu título, ele vai querer ler só para provar que você está errado ou que é capaz de realizar aquilo que tão maldosamente você disse que ele não era: “Desista! Este joguinho é impossível de ser completado!” ou “Se você não rir dessa história… é porque perdeu os dentes”.

7. Ouse: seja curto e grosso.
Imagine o impacto que um artigo cujo título seja tão somente “Não!”. Eu nunca tentei, mas dependendo do efeito que se queira causar pode ter resultado. Coisas nesse formato chamam a atenção: “Eu. Você. E uma tuba”. O vazio deixado pelas palavras colocadas secamente na tela, sem verbos e adjetivos, deixa muito espaço para a curiosidade tomar conta da mente do leitor.

8. Confesse algo.
Confessar algo tem dois efeitos principais possíveis. Ou o leitor se identifica com você, por ter cometido o mesmo pecado. Ou ele vai querer rir de sua experiência. Ou alguma coisa do gênero. Em todos os casos, ele será compelido a ler: “Deixei meu iPhone cair na privada”.

9. Vá contra o senso comum
O senso comum, por ser comum, domina a opinião de muitas pessoas. Se você questiona algo assim, inevitavelmente chama a atenção: “Piquet melhor que Senna. Saiba por quê”. Mas atenção: ao ir contra o senso comum, prepare-se para ter tudo muito bem explicadinho e, ainda assim, correr o risco de enfrentar a fúria da turba.

10. Não diga tudo no título…
Se as strippers aparecessem nuas no palco, não chamariam tanta a atenção. Elas tiram a roupa um pouco de cada vez e todo mundo fica louco. O título, via de regra, é o resumo do texto. O supra-sumo. Mas uma boa idéia é não entregar tudo nele. Deixe que o leitor queira descobrir o que vem depois: “Meu iPhone caiu na…”

Lembre-se!
Você pode usar essas idéias, intercalando-as. Também não é preciso usá-las sempre, para não desgastá-las. Nem sempre você quer chamar a atenção em demasia. Às vezes é bom ser discreto. Afinal, se tudo chama a atenção, nada chama a atenção.

Caneta ensina a escrever

0

Publicado no Catraca Livre

Uma caneta promete acabar com o drama para quem comete erros de gramática e ortografia. Toda a vez que a pessoa comete um erro, a caneta vibra. Pelo celular é possível corrigir o erro. Veja as imagens aqui

1

Caneta vibra quando percebe o erro

2

Aparelho vibra e está ligada a wi-fi

Fotos: Divulgação

Personagens de Game of Thrones foram simpsonizados… ou revistos na versão Os Simpsons

0

1

Eduardo Moreira, no SpinOff

Os personagens de Game of Thrones foram simpsonizados. Os homens, mulheres, animais e até s[imbolos de casas da história de George R.R. Martin foram transformadas para o mundo de personagens de pele amarela, graças ao trabalho do artista Adrien Noterdraen (ou ADN).

Não é a primeira vez que Adrien transforma personagens populares em personagens dos Simpsons. Na verdade, o seu tumblr Draw the Simpsons tem exatamente esse objetivo: transformar grandes hits da cultura pop em possíveis personagens dos Simpsons.

Abaixo você tem várias imagens da HBO no formato de desenho animado. Fico imaginando as ideias que Matt Groening pode ter ao ver essa página em sua casa, durante as férias. Ou no período de pré-produção da próxima temporada de The Simpsons.

1

2

3

4

5

6

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Biblioteca Virtual espanhola lança portal dedicado à obra de Machado de Assis

0

Publicado no Portal Imprensa

Título original: Biblioteca lança portal dedicado à obra de Machado de Assis

Nesta quinta-feira (11/7), a Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes lançou um portal dedicado ao escritor brasileiro Machado de Assis. O professor José López Alfonso, da Universidade de Valência, responsável pelo portal, afirma que Machado foi “um dos grandes professores do realismo arcaico” e, “talvez, o primeiro grande contista latino-americano”.
                               Crédito:Reprodução
                                 Site traz material sobre o escritor brasileiro

Segundo a Folha de S.Paulo, Alfonso também disse que o número de estudos sobre a obra de Machado “continua crescendo de maneira impressionante” não somente no Brasil, mas também “no mundo anglo-saxão”.

O professor espera que o site “desperte a curiosidade daqueles que ainda não tiveram a sorte de ler um narrador tão notável […] Sua inteligência profunda e seu humor, terno e cáustico ao mesmo tempo, fazem dele um dos melhores continuadores do legado de Cervantes”.
Também podem ser acessadas no portal imagens de Machado de Assis e da sociedade em que viveu, manuscritos do autor e obras de Machado de Assis (em português) digitalizadas.

 

Go to Top