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No dia das crianças, que tal ler em voz alta uma história infantil?

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Por Sabine, no Blog Folha

A proposta é simples: que tal aproveitar o dia das crianças, comemorado neste domingo (12), para ler em voz alta uma história infantil para os seus filhos, sobrinhos ou para as crianças da sua vizinhança?

A única regra é que o livro não pode ter vínculo com nenhuma religião. E, depois da leitura, a publicação deve permanecer com as crianças, para que elas explorem as imagens, as páginas, as cores.

A leitura de histórias infantis em voz alta ajuda a desenvolver a criatividade e a imaginação das crianças –algo deve ser estimulado justamente nos primeiros anos de vida. Também estreita laços entre a criança e quem está lendo a história infantil. E o mais importante: incentiva a criançada para a literatura e para os livros de maneira geral.

Não é legal?

Trouxe a proposta para o dia das crianças de um projeto de uma cientista molecular da Jordânia, Rana Dajani, que conheci durante a pesquisa que estou fazendo nos Estados Unidos. O projeto se chama “We love reading” (em português, “Nós amamos ler”).

Começou assim: depois de morar um tempo nos EUA e voltar para a Jordânia, Rana se deu conta de que no seu país não há muitas bibliotecas –assim como acontece no Brasil (eu inclusive já escrevi sobre isso). Consequentemente, as crianças da Jordânia não são estimuladas à leitura “por prazer” e acabam associando os livros a provas e exames. Leem pouco ou quase não leem.

Rana viu que na Jordânia quase não há bibliotecas, mas há muitas mesquitas (o país é de maioria muçulmana). Ela, então, decidiu reunir as crianças do seu bairro semanalmente na mesquita mais próxima para ler em voz alta histórias infantis de contexto não religioso. Isso foi em 2006. Adivinhem o que aconteceu? A quantidade de crianças para as sessões começou a aumentar e outros adultos replicaram a proposta em outros bairros.

Hoje, o “We love reading” já se espalhou por outros países árabes e chegou até na África. O projeto virou uma ONG, que já recebeu prêmios no mundo todo –e vai receber o Wise Award daqui uns dias como projeto de destaque em inovação educacional.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Na Jordânia, a iniciativa acabou crescendo mais do que o esperado. Tanto que Rana acabou desenvolvendo uma série de livros infantis sobre temas importantes da atualidade, como mudanças climáticas, para estimular as crianças, por meio da leitura, para as áreas científicas. Não é sensacional?

A cientista me disse que há estudos que mostram que um adulto que cresceu ouvindo histórias encontra nos livros uma espécie de aconchego. É como se, ao ler, sozinho, ele reencontrasse o colo da mãe dele. Trocando em miúdos: a leitura vira um prazer.

Pois então volto à minha proposta: que tal reunir a criançada no dia das crianças para ler uma história? Depois compartilhem aqui no blog a experiência! Quem sabe o hábito de leitura em voz alta acaba virando uma saudável rotina.

 

 

Esse post foi escrito de Chicago, nos Estados Unidos, onde estou fazendo uma pesquisa sobre educação, inovação e empreendedorismo com financiamento da Fundação Eisenhower.

Aulas de xadrez melhoram raciocínio, criatividade e até o boletim

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"Xadrez é mais legal que futebol, porque não cansa. Mas é bem difícil no começo, são muitos movimentos diferentes para decorar", diz Alex Oliveira, 8, que joga há dois anos (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

“Xadrez é mais legal que futebol, porque não cansa. Mas é bem difícil no começo, são muitos movimentos diferentes para decorar”, diz Alex Oliveira, 8, que joga há dois anos (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

Bruno Molinero, na Folha de S.Paulo

“Nunca mais tirei nota vermelha em matemática”, diz Camila Fernandes, 12. “Sinto que estou mais atento às aulas”, fala Guilherme Alves, 12. “Todas as minhas notas subiram”, conta Alex Oliveira, 8. Nos três casos, o motivo para a melhora no desempenho na escola é o mesmo: as aulas de xadrez.

Aposto que muita gente já torceu o nariz, por achar que o jogo é chato ou difícil. Na verdade, o xadrez é como se fosse uma guerra. Cada um dos jogadores tem à disposição um exército, simbolizado nas pecinhas do tabuleiro. O objetivo é usar seus “guerreiros” para matar o rei adversário. Parecido a muito videogame de luta e estratégia, não?

“Para vencer, é preciso usar a mente. Acho que é por isso que o boletim melhora. Você exercita a cabeça”, diz Alex, que joga há dois anos e participou da Final Municipal de Xadrez, que reuniu alunos de escolas públicas de São Paulo, em junho.

Segundo Antonio Carlos Duarte de Carvalho, coordenador do Núcleo de Xadrez da USP, Alex tem razão. “Pesquisas mostram que a prática desenvolve o raciocínio matemático e o pensamento crítico, além de melhorar a imaginação, criatividade e comunicação. Para crianças, é um bom apoio ao desenvolvimento na escola”.

Atualmente, o Brasil ocupa a 35ª posição no ranking da Federação Internacional de Xadrez, atrás dos vizinhos Argentina e Peru, por exemplo. E ainda há preconceito com a modalidade, muitas vezes relacionada a “nerds”. “Nada a ver. Eu e meus amigos jogamos futebol todos os dias na rua e gostamos de xadrez”, diz Guilherme. A não ser que “nerd” seja sinônimo de inteligente. Aí sim.

Ensino de xadrez deve ser obrigatório nas escolas?

A Armênia é um país bem pequeno que fica perto da Rússia e tem pouco mais de 3 milhões de habitantes, mas virou notícia no mundo inteiro ao determinar, em 2011, que todas as crianças tenham aulas de xadrez nas escolas públicas. De acordo com o governo, a prática estimula o desenvolvimento infantil. Não é à toa que o país está entre os cinco melhores do mundo na modalidade (a Rússia é o primeiro colocado).

“O xadrez é subaproveitado nas escolas do Brasil. Ele deveria ser usado nas salas de aula, mas não de maneira obrigatória, como na Armênia. Como não estamos acostumados com o esporte, isso poderia gerar uma resistência ainda maior das crianças”, diz Antônio Carlos Duarte de Carvalho, do Núcleo de Xadrez da USP. O segredo, para ele, é mostrar o jogo de uma maneira divertida.

Mas escolas públicas e particulares do país adotam cada vez mais o tabuleiro. Entre elas, está o Instituto Dom Barreto, no Piauí, que têm aulas de xadrez e até de latim (língua antiga que deu origem ao português). O colégio costuma aparecer entre as melhores notas do Enem (prova do governo) e tem um aluno entre os primeiros brasileiros a receber a medalha de ouro da olimpíada internacional de astronomia.

“É que os benefícios do xadrez são muitos, do desenvolvimento da lógica até o da criatividade”, diz Carvalho.

Crianças com câncer no Distrito Federal usam a literatura para enfrentar o tratamento

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João Vitor, Alexandra e Kayck usaram a literatura para aliviar os efeitos do tratamento contra o câncer

João Vitor, Alexandra e Kayck usaram a literatura para aliviar os efeitos do tratamento contra o câncer

Elas reescreveram a história da Chapeuzinho Vermelho e querem continuar escrevendo

Publicado no R7

Depois de recontarem a história da Chapeuzinho Vermelho usando a criatividade e a imaginação, como elas mesmas definem, três das quatro crianças envolvidas no projeto “Pequenos Escritores”, da Abrace (Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias), e que ainda estão em tratamento no Distrito Federal, têm expectativas e planos para o futuro.

João Vitor Neves de Souza, de dez anos, gostou tanto da experiência que quer escrever a própria história de luta contra o câncer. Ele é otimista e diz que vai não só contar como desenhar as ilustrações de seu livro antes de completar 11 anos.

— O título eu ainda não decidi, mas sei que vou começar com “era uma vez um menino sonhador”.

Natural de Santana, na Bahia, João Vitor cursava o 3º ano do ensino fundamental quando foi diagnosticado com um linfoma. Veio para Brasília, onde está há dois anos, com a mãe. Fez um transplante de medula e ainda continua em tratamento. Nas horas vagas, João Vitor gosta de brincar no parquinho da casa de apoio da Abrace e de assistir a desenhos animados e novelas. Sobre o futuro, João Vitor responde rápido: quer fazer faculdade para se tornar médico-cirurgião.

— Eu vejo tanto médico [ao longo do tratamento] que aí decidi ser médico.

Assim como para a família de João Vitor, o diagnóstico de câncer foi um choque para Daiani Reis, mãe de Kayck Reis dos Santos, de oito anos, também um dos autores do livro Chapeuzinho Vermelho da Abrace. De Boa Vista, em Roraima, Kayck e a mãe estão em Brasília há sete meses. Ela conta que, em setembro de 2013, o filho começou a sentir febre, dores nas pernas, desmaio e a perder muito peso. A princípio, foi diagnosticado com anemia falciforme, mas depois de exames mais detalhados veio a notícia: Kayck Santos estava com leucemia.

— Perdi o chão [quando recebi a notícia] porque ele era uma criança saudável, bem ativa, boa alimentação, praticava esporte. Em julho de 2013, fiz exames e ele estava tudo normal e em setembro descobrimos [o câncer].

Daiani e Kayck vieram para a capital. Desde outubro o filho faz quimioterapia e já está na fase de manutenção. Se tudo caminhar bem da forma como está, afirma a mãe, eles poderão voltar para Boa Vista e depois virão para Brasília esporadicamente para a continuação do tratamento. Quando tem tempo, Kayck Santos gosta de assistir a desenhos animados. Entre os preferidos, está o Pica-Pau. Assim como João Vitor, quer ser médico-cirurgião.

— O sonho dele sempre foi ser jogador de futebol, mas acho que, com a convivência com tantos médicos, isso mudou, afirma a mãe.

Ainda segundo Daiani, o problema de saúde de Kayck mudou a percepção de toda família sobre a vida.

— Com tudo que aconteceu, a gente dá mais valor à família porque vem a distância, a saudade. Você tem medo de perder seu filho porque já houve perdas de outras crianças aqui. É um baque. Então, o que eu penso é dar o melhor para ele [Kayck] e tê-lo mais perto da gente, aproveitar cada segundo.

Tímida e dócil, Alexandra King Henry, de sete anos, diz com orgulho ser ela quem desenhou a Chapeuzinho Vermelho e também ajudou a contar a versão da história. Ela e a mãe, que são de Roraima, estão em Brasília há oito meses para o tratamento de leucemia de Alexandra. Ela cursava o 1º ano do ensino fundamental quando veio para a capital federal. Alexandra gosta de estudar e, quando crescer, quer “ser médica de tirar sangue” e também delegada “para mandar”. Nas horas vagas, na casa de apoio da Abrace, Alexandra gosta de andar de bicicleta e passear pelo local.

De todas as crianças envolvidas no livro, apenas Sidney Gustavo de Andrade não continua em Brasília.

Crianças escreverão sobre a Copa  

A iniciativa do livro da Chapeuzinho Vermelho surgiu “por acaso” em meio às atividades das crianças com voluntários no quadro “Pequenos Escritores”, que faz parte do projeto geral “Aqui Você Aprende”, da Abrace. Segundo a coordenadora do Núcleo de Atenção e Assistência, Cláudia Leite, o resultado ficou tão bonito que a instituição resolveu publicar a obra, em seu site, no dia 1º de maio, quando o Abrace completou 28 anos.

— Elas [crianças em tratamento] ficam longe da família e essa é uma forma de motivá-las a criar a própria história aqui. É um trabalho de grupo para elas estarem ajudando uma a outra.

De acordo com a psicóloga da Abrace, Daina Teixeira Guiga, a casa tem outros projetos para o “Pequenos Escritores”, que existe desde fevereiro. A expectativa, segundo a psicóloga, é de que até o dia 12 de junho, data do início da Copa do Mundo no Brasil, a casa publique outro livro das crianças sobre a percepção de cada uma sobre o campeonato mundial.

— A ideia [do “Pequenos Escritores”] surgiu de uma preocupação que tenho com o desempenho deles porque são crianças que estão muito tempo fora de casa e ficam aqui muito tempo, o dia inteiro. A gente tem que promover atividades que desenvolvam [essas crianças] e que não sejam interrompidas por causa da doença.

Imaginação contaminada

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Filmes que contaminam a imaginação do leitor.

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Carolina Araujo Pinho, no Cheiro de Livro

Sou daquelas que lê o livro e vê o filme, algumas vezes até vê o filme e depois lê o livro. Adoro a experiência de ver ganhar vida o que li, de ver outra interpretação da historia que li. Esse habito me gera dois problemas: o primeiro é a revolta com adaptações medíocres como de “Percy Jackson”, “Um Dia” ou “O Tempo e o Vento“. O segundo é a contaminação da minha imaginação, é a minha incapacidade de imaginar os personagens e os cenários diferentes daqueles criados pelo cinema. Em certos casos essa contaminação é completa, em outras parciais e, em alguns casos, filme e livros transformam-se em experiências únicas.

Os casos de contaminação da imaginação tem dois lados. Tem os livros que li depois de ver os filmes. Em “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis, que li depois de ter visto o universo de Tolkien criado por Peter Jackson, a situação é de contaminação total. Valfenda, o condado, tudo, são aqueles cenários criados por Jackson na Nova Zelândia, não tem jeito. Frodo é Elijah Wood, Galdalf é Ian McKellen, sou incapaz de visualizar algo diferente do que os filmes me apresentaram. É um caso crônico de contaminação, daqueles que não tem solução mesmo.

Tem a situação da contaminação parcial. O caso mais emblemático é o de “E o Vento Levou”. Li o clássico de Margaret Mitchell depois de ter visto muitas vezes a Scarlet O’Hara de Vivian Leigh. Logo nas primeiras páginas ficou claro pra mim que seria impossível imaginar Scarlet diferente de Leigh, a descrição da personagem é exatamente a Scarlet do cinema. Já Clark Gable não é Rhett Buttler, não consigo nem entender como escalaram ele para fazer esse papel. Isso fez com que o casal principal do livro se transformasse em um misto de realidade com imaginação. Uma situação que ocorre comigo em muitos outros livros.

Quando leio o livro antes de ver o filme já vou com os personagens e cenários montados na minha cabeça e é bem mais difícil a contaminação, mas há momentos inevitáveis como em “O Leitor” e em “Foi Apenas um Sonho”, dois livros que li antes de saber das adaptações para o cinema. Porque tem esse tipo de contaminação também, a que você vê os atores escalados e começa a imagina-los nas situações do livro mesmo antes de ver o filme. Voltando a “O Leitor” e “Foi Apenas um Sonho”, talvez seja porque Kate Winslet é uma ótima atriz, não sei, mas o fato é que mesmo tendo imaginado tudo, os personagens, os cenários, as situações, hoje quando lembro do livro penso nas cenas do filme e não no que imaginei.

Esses casos de contaminação pós leitura também pode ser parcial. É o que aconteceu com “Harry Potter”, Daniel Radcliffe e Emma Watson não são os meus Harry e Hermione, mas Snape é, definitivamente, Alan Rickman. Tudo fica um pouco confuso nessas misturas na minha cabeça, mas essa contaminação parcial faz possível uma separação entre a experiência do filme e do livro.

O que deveria acontecer sempre é o que ocorre com a serie de livros e filmes de “Jogos Vorazes”. Quando não tem contaminação alguma entre livro e filme e que gosto dos dois. Li os livros muito antes dos filmes e da escalação do elenco. Jennifer Lawrence é uma ótima Katniss no cinema, só não é a minha Katniss do livro. O filme é uma ótima adaptação, fiel, daquelas para deixar fãs bem felizes. Mesmo assim nada do que vejo na tela é igual ao que imaginei e essa criação não é afetada pelo que vejo. Quando estou falando sobre o filme imagino JLaw e cia, quando falo do livro são outras imagens que surgem e isso não é um problema. Isso faz com que consiga apreciar o livro e o filme de formas independentes e únicas, como deveria ser. Infelizmente isso nem sempre acontece. É meu sonho que isso tenha uma constância maior na minha cabeça, mas está bem difícil de acontecer e eu testo a toda a hora. “Ender`s Game” já está na mão para ser lido antes de ver o filme.

10 fontes de inspiração para quem escreve

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Publicado originalmente no Escrevemos.com

Diz-se que escrever é 90% transpiração e 10% inspiração, mas a verdade é que sem a segunda, a primeira torna-se ainda mais difícil. Para aperfeiçoar o seu talento e arte de escrever, um escritor tem de fazer uma coisa de forma consistente: escrever! Porém, nem sempre isso é tão fácil como parece e a folha branca ou o ecrã vazio que olha para si é prova disso mesmo. Para os momentos em que escrever parece impossível, inspire-se nestas sugestões.

  1. Caderno de escrita: não abdique dele nem por nada e tenha-o sempre por perto para anotar toda e qualquer ideia, conversa ou imagem que tenham suscitado o seu interesse. Lembre-se que as boas ideias nem sempre surgem quando mais precisamos delas, por isso, não há melhor inspiração para escrever do que ter um caderno de escrita recheado de ideias interessantes.
  2. Saia da rotina: a rotina pode ser inimiga da criatividade e da inspiração, por isso, se precisa de uma lufada de ar fresco na sua escrita, altere a rotina diária. Levante-se mais cedo e veja o nascer do sol; escolha um novo caminho para chegar ao trabalho; almoce num restaurante diferente; jante na varanda; em vez de ver televisão à noite, saia ou vá para a cama ler; inscreva-se num curso com um tema desconhecido; ouça um género de música diferente… alterar hábitos ativa o cérebro, que se torna especialmente atento às novidades que lhe está a oferecer. A sua escrita também agradece.
  3. Observar pessoas: esta é uma excelente atividade, não só para abrir a mente quando se está a sofrer de “writer’s block”, por exemplo, mas também como formar de estimular a criatividade. Haverá maior fonte de inspiração do que a humanidade e a forma como as pessoas vivem, de forma distinta e única, o seu dia-a-dia? Sente-se numa esplanada ou no parque da cidade e absorva a vida que o rodeia: vai sentir-se fascinado e inspirado para escrever sobre tudo aquilo que viu!
  4. Ler, ler, ler: para escrever bem e muito, um escritor também tem de ler muito e bem! Se busca inspiração para escrever, refugie-se num bom livro ou na sua revista preferida durante uma hora e deixe-se contagiar por todas as ideias, imagens e histórias que invadirem a sua mente durante essa pausa. Para uma verdadeira lufada de ar fresco, leia um livro sobre um tema completamente novo ou familiarize-se com o trabalho de um escritor que nunca leu.
  5. Veja um filme: os filmes são uma verdadeira fonte de inspiração devido não só à sua história e personagens, mas também graças ao seu estímulo visual e áudio (as bandas sonoras podem ser fabulosas e igualmente inspiradoras). Independentemente de ser um filme digno de um Óscar ou um filme mais light, a próxima vez que precisar de um pouco de inspiração extra para voltar a escrever com vontade, ligue o DVD ou, melhor, vá ao cinema. Histórias inspiram histórias…
  6. Faça exercício físico: algumas das nossas melhores ideias ocorrem não quando estamos a escrever, mas sim quando estamos a fazer outras coisas, como exercício físico, por exemplo. A concentração, a adrenalina e o bem-estar generalizado que advêm da prática de qualquer tipo de exercício físico são ingredientes chave para estimular a mente, a criatividade e uma vontade renovada para escrever. Quer escrever? Mexa-se!
  7. Citações e outras informações relativas à escrita: a inspiração é a força por de trás da criatividade e se precisa de dinamizar aquilo que escreve, inspire-se nos seus colegas, ou seja, noutros escritores. Qualquer escritor adora ouvir e ler o que inspira os seus conterrâneos, por isso, seja citações interessantes ou entrevistas sobre a vida, a rotina, o ato de escrever e onde é que outros escritores procuram inspiração… deixe-se contagiar pela paixão de escrever alheia!
  8. Música: a música é capaz de nos transportar para lugares longínquos, fazer-nos recordar momentos especiais e memórias guardadas, evocar todo o tipo de sentimentos, fazer-nos sonhar e sentir que somos capazes de fazer tudo aquilo que desejamos. Uma excelente fonte de inspiração para um escritor, não acham?
  9. Passear ao ar livre: uma das melhores inspirações no mundo é o contacto com a Mãe Natureza – seja um nascer ou pôr-do-sol, uma caminhada pela floresta, um passeio à beira-mar, andar de bicicleta no campo… para quem escreve, estes são cenários que vão dar-lhe a volta à cabeça da melhor maneira possível… só tem de apreciar ao máximo a beleza que o rodeia.
  10. Internet: nos dias que correm, não haverá maior fonte (para não dizer inesgotável) de inspiração concentrada do que a Internet. As possibilidades são infinitas e há sempre alguma coisa para inspirar todos os gostos: arte, vídeo, crafts, culinária, fotografia, moda, desporto, música, ciência, ficção, não-ficção…a inspiração está em todo o lado, só tem de estar recetiva a ela. A sua escrita agradece…
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