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Posts tagged incentivo à leitura

Saraiva espalha histórias de amor pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro

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Ação faz parte do #LerFazBem, plataforma de incentivo à leitura da rede, em comemoração ao Dia Dos Namorados

Marina Shimamoto, no Investimentos e Notícias

Saraiva promove ação especial em comemoração ao Dia dos Namorados. Como parte da campanha de Dia dos Namorados, a rede vai espalhar pelos Ninhos de Livros – pequenas bibliotecas colaborativas –, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, diversas obras que abordam o universo romântico e autores do gênero. Com a ação, os leitores poderão retirar gratuitamente títulos para leitura e deixar também um livro para outra pessoa e, assim, continuar esse ciclo de trocas.

Nos mais de 40 ninhos espalhados pelas capitais paulista e carioca, o público poderá escolher diferentes títulos para conhecer e se emocionar. Entre os livros que podem ser encontrados nos ninhos estão: A história de nós dois, Você entendeu tudo errado, Geek Love: O manual do amor nerd, Ligeiramente casados, entre outros. A ação conta com a parceria das editoras Gente, Arqueiro e Planeta.

Além disso, a campanha de Dia Dos Namorados da Saraiva conta com diversas iniciativas nas redes sociais e no site de e-commerce voltadas para os casais que querem presentear seus parceiros. Com o selo #LivroDePresente, reforça o conceito do livro como o melhor presente para despertar sentimentos e emoções. Durante a campanha, itens de diversas categorias, como livros, filmes e música, papelaria, games e acessórios estarão em promoção. Alguns produtos chegam a ter até 50% de desconto, como é o caso dos filmes e séries. Já na categoria de livros os descontos vão até 30%. A relação de itens e muito mais, pode ser encontrada tanto nas mais de cem lojas da rede em 17 estados brasileiros e no Distrito Federal quanto no hotsite.

Projeto Ninho de Livro
Projeto nascido no Rio de Janeiro, por meio da agência de benfeitorias Satrápia, os ninhos de livros integram o #LerFazBem, plataforma de incentivo à leitura da rede, levando cultura para toda a cidade. Não é a primeira vez que a Saraiva promove uma ação semelhante. No Dia Internacional da Mulher, a rede espalhou pelas capitais paulistana e fluminense obras sobre mulheres inspiradoras e/ou escritas por autoras renomadas. No Dia Nacional do Livro Infantil, obras de literatura infantil e em comemoração ao Dia do Orgulho Nerd, foram diversos títulos relacionados ao universo geek. Quer saber mais e onde encontrar o ninho mais próximo? Acesse aqui.

Esta biblioteca comunitária de Nova Iguaçu está formando pequenos grandes leitores

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A Paulo Freire recebe cerca de 370 crianças por mês. A foto da leitora destaque Lauriene viralizou <3

Ana Beatriz Rosa, no HuffpostBrasil

“Quem lê, viaja.” Esse é o lema da biblioteca comunitária Paulo Freire, localizada no bairro de Rancho Fundo em Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, e a frase nunca fez tanto sentido quanto para as crianças da região.

Distante do centro da cidade em que estão localizados outros aparelhos de lazer, os jovens e os adultos de Rancho Fundo fizeram da biblioteca Paulo Freire um espaço compartilhado de histórias, de aprendizados e de atividades.

O espaço faz parte da rede Baixada Literária que contempla outras 6 bibliotecas mantidas por instituições sociais e culturais no município carioca.

O movimento surgiu da necessidade de ampliar a possibilidade de se ter cada vez mais leitores nas zonas periféricas das grandes cidades e, apenas na Paulo Freire, são 345 leitores cadastrados.

Mas quem dá vida ao espaço são realmente os pequenos. Cerca de 370 crianças frequentam mensalmente o espaço compartilhado e podem usufruir dos livros, computadores e atividades organizadas no local.

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Foi a história de uma pequena grande leitora que chamou a atenção da internet. Lauriane, de apenas 7 anos, foi eleita como a “leitora do mês” da biblioteca, já que finalizou 23 títulos. A sua foto com a plaquinha-prêmio toda orgulhosa viralizou.

De acordo com Jane Faro, mediadora de leitura da instituição, a ideia não era fazer “propaganda” da pequena, mas sim incentivar as outras crianças.

“A foto era para servir como um incentivo para ela e para as outras crianças. A ideia era fazer com que os outros também quisessem se tornar leitores de destaque e assim ampliar o contato deles com os livros. Nós adoramos a repercussão, mas ficamos surpresos!”

Segundo a mediadora, o principal público da Paulo Freire são os jovens de 6 a 18 anos. Por estar localizada em uma região pobre e carente de infraestrutura, a biblioteca possui um papel social importante na comunidade.

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“Nós procuramos fazer atividades semanais aqui. Temos as rodas de leitura, os jogos e os laboratórios sobre o uso seguro da internet, nos quais até os pais participam. Mas o foco é sempre no manuseio dos livros. Adaptamos brincadeiras do cotidiano para o universo literário. Por exemplo, fazemos a batalha naval das obras e assim as crianças aprendem sobre os gêneros, os autores as ilustrações. Quando eles chegam aqui e não tem alguma atividade programada, eles cobram da gente. Então é realmente uma biblioteca diferente. Aqui o silêncio dá espaço para a vida dessas crianças.”

Entre os títulos favoritos, as histórias em quadrinhos, principalmente os gibis da Turma da Mônica, fazem sucesso entre a garotada. Jane confessa que é díficil escolher o preferido das crianças, mas disse que vai fazer uma pesquisa para conhecer melhor o gosto literário de cada um.

A biblioteca nasceu para atender a necessidade de alunos e professores das escolas públicas do bairro. Além de um acervo para adultos e crianças, o espaço também tem um acervo focado em pesquisas escolares.

De acordo com Jane Faro, atualmente são emprestados cerca de 450 títulos por mês, entre materiais didáticos e livros.

A disposição da comunidade em fazer as histórias acontecerem está transformando a região e a biblioteca Paulo Freire.

A literatura na sala de aula: como incentivar seus alunos a lerem mais

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Trazer o tema para o cotidiano é uma forma de despertar a vontade de ler  |  Fonte: Shutterstock

Trazer o tema para o cotidiano é uma forma de despertar a vontade de ler | Fonte: Shutterstock

 

Algumas dicas simples podem fazer os estudantes se interessarem mais pela leitura

Publicado no Universia Brasil

É verdade que, às vezes, fazer com que os alunos leiam alguma obra – em especial da literatura clássica – se mostra uma tarefa bastante difícil. Alguns reclamam, outros não leem por completo e muitas vezes as aulas acabam rendendo menos do que o professor gostaria. Nós reunimos algumas dicas de como atrair os alunos para os livros:

Trabalhar em grupo tende a fazer com que os estudantes se sintam mais animados sobre trabalhos em geral. Com a leitura é a mesma coisa. Sempre que possível, separe a turma e ofereça opções de obras para eles escolherem.

Outro recurso interessante que pode ajudar na memorização – e também no aumento do interesse – é fazer com que os alunos marquem os trechos que mais acharam importantes. Um livro cujo o aluno pode retirar alguma frase que irá se relacionar com a sua vida com certeza marcará mais na memória do que outro em que isso não seja possível.

Muitos jovens acabam por ter seu interesse pela leitura despertado após ver a obra adaptada para o cinema. Incentive os alunos a conhecerem filmes relacionados ao livro em questão. Você mesmo pode passar trechos de alguns durante a aula. As imagens tendem a captar a atenção e instigar o espectador a conhecer mais sobre a história.

Uma das principais dificuldades que os alunos têm na hora de se relacionar coma história de um clássico é a distância no tempo. Traga o tema do livro para a atualidade e incentive os estudantes a buscarem no dia a dia fatos atuais que se relacionem com algo vivido por determinado personagem.

Quando o personagem se torna próximo do leitor, o interesse pela história aumenta. Que tal propor aos alunos a criação de perfis para os personagens principais? Rosto, características, personalidade. Peça-os para construir essa pessoa a partir do que eles sentem sobre ela enquanto leem.

Varie o tema. Busque mesclar obras fundamentais com obras contemporâneas, que atraiam o gosto dos alunos de acordo com a faixa etária. Após uma obra mais densa, estude outra que esteja mais presente no cotidiano dos estudantes. Fazer essas trocas ajuda na hora de incentivar e faz com que eles anseiem para chegar ao livro escolhido pela turma logo.

Iniciativa estimula a leitura em táxis na Tunísia

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Adesivo diz que o táxi tem livro (Foto: Yalla Read)

Adesivo diz que o táxi tem livro (Foto: Yalla Read)

 

Uma plataforma de empréstimo de livros, chamada Yalla Read, está em parceria com um aplicativo de táxi, chamado E-Taxi

Publicado no Opinião e Notícia

Uma iniciativa na Tunísia está estimulando as pessoas a ler. Uma plataforma de empréstimo de livros, chamada Yalla Read, está em parceria com um aplicativo de táxi, chamado E-Taxi. Os táxis selecionados têm um adesivo na porta do carro, dizendo: este táxi tem um livro. Ou seja, o passageiro pode aproveitar o tempo perdido no trânsito para ler alguns parágrafos do livro.

Antes de desembarcar, os passageiros são incentivados por anúncios ou até pelo próprio motorista a visitar o site da Yalla Read, onde é possível encontrar o livro que estava lendo e continuar a história.

Apesar de um histórico literário rico, o hábito da leitura na Tunísia é baixo, segundo a Emrhod Consulting, um instituto de pesquisa sobre leitura. Mais de 80% dos adultos são alfabetizados e muitos tunisianos são fluentes em árabe e francês. No entanto, 75% dos domicílios não têm material de leitura além de jornais e do livro sagrado. Apenas 18% dos tunisianos compraram um livro no último ano.

Para o cofundador da Yalla Read, Ahmed Hadhri, os tunisianos estão trocando os livros pela internet, porque é uma opção mais barata. Os livros na Tunísia são bem caros. Além disso, é difícil encontrar muitos livros em livrarias do país.

A Yalla Read disponibiliza livros em árabe, francês e inglês. A única regra é que não haja livro religioso. A plataforma está procurando patrocínio e doações de livros para disponibilizar livros em todos os táxis.

Pela plataforma, você adiciona os livros que têm em casa, procura o que quer ler, fala com o dono do livro indicando o período que quer emprestado, troca o livro e depois devolve.

O que Paula Pimenta pode nos ensinar sobre arrebatar leitores adolescentes

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Clara pegando autógrafo de Paula Pimenta. Fonte: Instagram Clara Almeida

Clara pegando autógrafo de Paula Pimenta. Fonte: Instagram Clara Almeida

 

Marcia Lira, no Menos 1 na Estante

Na Fenelivro 2016, tive a oportunidade de mediar um bate-papo com a Paula Pimenta, autora frisson entre os adolescentes, principalmente entre as meninas. E embora eu não seja o público-alvo dos seus livros, fiquei feliz de testemunhar a relação massa que a escritora tem com seus fãs.

Rachel Motta e eu mediamos o bate-papo na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

Rachel Motta e eu mediamos o bate-papo na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

 

Em tempos de adolescentes com smartphones grudados na cara, é muito inspirador ver um monte deles reunidos, todos com seus livros de mais de 400 páginas nas mãos, os olhos brilhando diante da escritora preferida. E aquela ânsia pelo momento do encontro com direito a abraço, selfie para o snapchat e autógrafo.

Sério, é bonito de ver.

Pra entender porque a Paula Pimenta é tão bem-sucedida no desafio de conquistar leitores adolescentes, além de conversar com qualquer menina que tenha entre 11 e 16 anos, pode ler esses motivos que listei:

1. Ela é super simpática, atenciosa e paciente com seus fãs e as pessoas ao redor

Paula Pimenta vendeu mais de 1 milhão de cópias de livros, só na editora Gutenberg. A revista Época a colocou entre os 100 brasileiros mais influentes, em 2102. São 16 livros publicados no Brasil e traduções em Portugal, Espanha, Itália e países da América Latina, com destaque para as séries Fazendo Meu Filme (4 volumes) e Minha Vida Fora de Série (3 volumes até agora).

Fãs de Paula Pimenta a postos na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

Fãs de Paula Pimenta a postos na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

 

Tem gente bem metida por aí com muito menos que isso, concorda?

Mas ela não. Atendeu um a um, uma centena de adolescentes com o mesmo sorriso no rosto e toda a paciência, deixando todo mundo feliz. Nos bastidores, foi atenciosa e simpática do mesmo jeito. Sem falar na dedicação de interagir muito pelas redes sociais.

2. Defende que toda a literatura é válida para formar um leitor.

“Quando você descobre que ler é gostoso, você quer ler tudo, você quer ler o máximo de todo tipo de livro.” Essa é uma das frases legais da Paula Pimenta nesse vídeo do bate-papo, em que ela basicamente fala sobre como é importante deixar a criança começar lendo o que interessa a ela, porque isso abre as portas para o universo dos livros.

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Foi uma resposta a um professor, que contou ter adotado os livros dela para seus alunos, e isso fez com que a turma dele fosse a mais leitora da escola.

4. Ela não tem medo em ser o que é.

Como disse a Veja nessa matéria, Paula Pimenta é uma menina grande mesmo tendo mais de 40 anos. No fim do ano passado, casou na Disney com direito à valsa com o Mickey e fotos pelo parque com vestido de noiva.

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Conta que uma de suas autoras favoritas e inspiração literária é a Meg Cabot, e carrega um monte de canetinhas coloridas para dar autógrafo. E daí? Certamente o mundo precisa de mais gente assim, que se banque e essa honestidade é uma boa inspiração para os nossos jovens.

5. A escritora tem feito muitos adolescentes se jogarem na leitura.

No encontro, vi várias crianças e adolescentes que leram toda a obra dela, e estão querendo mais. Insaciáveis. Devoradores de livros. Quem sabe não são eles que vão mudar a dura realidade de que 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro, como apontou a última pesquisa Retratos da Leituras.

6. Ela curte Agatha Christhie <3

Perguntei à Paula Pimenta, na época em que ela era novinha, quem autor arrebatava o coração dela: quem foi a sua “Paula Pimenta”? E ela contou que não tinha esses tipos de romances naquele tempo, e que então uma das paixões dela foi Agatha Christie, pois ela curtia bastante o estilo da autora. Dei muito valor.

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