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A leitura salva!

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Fernanda Pompeu, no Mente Aberta

Dica única: leia tudo o que puder. O que cair na frente, ao lado, atrás. Ao ler, você melhora sua performance de comunicação. Pois, seja na prova do Enem, seja numa entrevista para estágio ou emprego, sua reserva de leitura será notada.

Interpretar para aonde a questão ou a conversa estão indo é o começo da resolução. Caso contrário, como diz o pessoal da antiga, a gente pode confundir alho com bugalho, tomada com nariz de porco. E, pronto, vamos desafinar.

Ler é também se familiarizar com os diferentes registros de escrita. Quero dizer, você pode complementar o que aprende ou aprendeu na sala de aula com a leitura na internet, com o que seus amigos postam no facebook.

Tornar a leitura um hábito nos salva não apenas da solidão, como também da saia justa de não ter o que dizer quando ouvimos uma pergunta. A salvação acontece porque a leitura aumenta nosso repertório de saberes e, por consequência, de poderes.

É evidente que você não é obrigado a saber tudo. Por sinal, sabemos até bem pouco. Mas o fato de sermos leitores nos ajuda a raciocinar mais rápido e a associar algo que não sabemos com algo que já sabíamos.

Por exemplo, se você compreende o conceito de Rede, pois já leu em vários lugares sobre ele, mesmo não sendo especialista no assunto, você terá duas ou três frases para dizer. Sentirá energia para seguir na conversação.

A leitura sistemática e orgânica aumenta nossa taxa de abstração. Usando a velha e excelente imagem: a abstração nos auxilia a ver a floresta além da árvore. O texto dentro do contexto. O que é fato e o que é interpretação.

Ler é capital sólido. Está certo que nunca o mundo esteve tão líquido. Mas, até por isso mesmo, a leitura nos dá horizonte para voarmos em ambientes turbulentos. Ambientes que exigem criatividade e inovação.

E para atiçar a criatividade e inovar, a gente precisa de muito combustível na cachola. E ninguém ainda inventou um posto de abastecimento de ideias tão prático e barato quanto a leitura.

Imagem: Régine Ferrandis, de Paris.

Nova York oferecerá e-books no metrô

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Trechos de obras digitais estarão disponíveis via tecnologia NFC

O usuário aproxima seu smartphone de um sensor NFC e baixa as primeiras 10 páginas de um livro de sua escolha (Divulgação)

O usuário aproxima seu smartphone de um sensor NFC e baixa as primeiras 10 páginas de um livro de sua escolha (Divulgação)

Publicado em O Globo

RIO – A biblioteca pública de Nova York está desenvolvendo um sistema que oferecerá trechos de livros famosos aos usuários do metrô na cidade.

Desde a popularização da internet, o uso de bibliotecas públicas vem diminuindo consistentemente nos EUA, com tímidas retomadas em 2003 e 2009, mas caindo sem parar desde então, atingindo baixa recorde em 2013. O advento dos dispositivos móveis inteligentes, porém, — smartphones e tablets —, permitiu acesso a informação on-line a partir de quase qualquer lugar. Isso motivou estudantes a criar o projeto.

Mas um obstáculo precisava ser superado: o acesso à internet é errático nos trens do metrô de NY — as operadoras não garantem conectividade ao longo de todo o trajeto nas dezenas de linhas de trens subterrâneos. Assim, para criar um modo de acesso a conteúdo bibliográfico, optou-se pela tecnologia NFC (Near Field Communication), que permite transferir dados apenas aproximando o dispositivo do usuário de um sensor especial.

Com isso, o passageiro munido de um smartphone dotado de NFC só precisaria aproximar seu aparelho de um dos cartazes do metrô, escolher dentre um conjunto de títulos e baixar um pacote de dados contendo as dez primeiras páginas de um dos best sellers disponíveis no acervo da biblioteca — o suficiente para entretê-lo durante a viagem. Ao terminar a leitura, o usuário receberá um lembrete de que pode continuar a leitura gratuitamente indo fisicamente até a biblioteca, com direito a um mapinha indicando a filial mais próxima da instituição.

A ideia do projeto é dos estudantes Max Pilwat, Keri Tan e Ferdi Rodriguez, que lhe deram o nome de “Underground Library”. No entanto, o projeto por ora ainda é uma campanha conceitual, mas os estudantes esperam que seu vídeo convença as autoridades a tocar adiante a ideia.

Fã de leitura e multicampeão, zagueiro Wallace vive boa fase no Flamengo

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Publicado por Yahoo

Em entrevista à TV FLA, o novo titular da zaga rubro-negra revelou objetivo a alcançar no Brasileirão e falou sobre seu lado “cult”

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Wallace no treino do Flamengo (Foto: Site Oficial do Flamengo)

Quatro Estaduais, uma Copa do Nordeste, um Brasileirão, uma Libertadores e um Mundial Interclubes. Esses são os títulos conquistados por Wallace em sua breve, porém muito vitoriosa, carreira. Ele tem apenas 25 anos e o Flamengo é o terceiro clube que defende em sua vida. Antes, passou por Vitória e Corinthians. Jogou as últimas três partidas como titular do time de Dorival Junior e foi fundamental para que Felipe não sofresse gol em nenhuma delas. A cabeça do zagueiro está voltada para o Olaria, adversário do próximo sábado, mas ele não esconde que já pensa em desafios maiores vestindo a camisa rubro-negra.

“Minha pretensão é levar o Flamengo ‘pras cabeças’. Temos que entrar para ser campeões. Acho que o time está em uma crescente, mas temos muito o que melhorar porque a equipe ainda está em construção. Não tenho dúvidas que no Brasileirão vamos brigar para estar entre os quatro ou cinco primeiros”, disse o zagueirão do time da Gávea.

Quando o assunto da entrevista passou a ser o lado de fora do campo, Wallace revelou um hobby pouco comum entre jogadores de futebol: a leitura. Ele passou a ter o hábito de ler quando ainda jogava nas categorias de base do Vitória por influência de um psicólogo do time baiano. O primeiro livro que leu é inesquecível para o zagueiro.

“Foi O Homem que Matou Getúlio Vargas, do Jô Soares. Eu me apaixonei pela história. Acabei indo atrás de outro livro do Jô. Chamava-se O Xangô de Baker Street. Li e gostei. Assim foi crescendo o hábito. Já li muita biografia e houve um período em que lia muito livro de auto-ajuda, mas hoje acho isso uma ‘balela’. De filosofia, já li Schopenhauer e algumas coisas sobre Nietzsche. Mas, meu escritor preferido é George Orwell. Busco todos os livros dele”, revelou Wallace.

dica do Chicco Sal

No escurinho de casa

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Cassia Carrenho, no PublishNews

1Filmes e séries recheiam a lista da semana

Apesar de os livros de romance erótico ainda dominarem a lista – são seis na lista geral – o destaque da semana vai para os livros que também estão nas telonas dos cinemas (ou na telinha da TV). Na lista geral são três livros: O lado bom da vida (Intrínseca), As vantagens de ser invisível (Jovens Leitores) e As aventuras de Pi (Nova Fronteira). Na lista de não ficção, temos Lincoln (Record); e na de ficção, O Hobbit (WMF) e a adaptação da série televisiva The walking dead: O caminho para Woodbury (Galera Record). Já não é de hoje que a mistura entre a leitura e as telas combina mais do que pipoca e cinema, ainda mais no mês em que acontece a entrega do famoso Oscar. Aqui, o Oscar está indo para quem acreditou nessa combinação.

A grande surpresa da semana foi o livro Te cuida! (Casa da Palavra/LeYa) que voltou à lista na primeira colocação da categoria de não ficção, vendendo 1.076 exemplares.

No ranking das editoras, a Sextante continua líder, com 16 livros, seguida de um empate entre Intrínseca e Ediouro, com 11 livros. Em 3º lugar, tivemos outra surpresa com a Clio Editora, que emplacou 7 livros, inclusive o estreante A ciência de ficar rico. A Companhia das Letras ficou em 4º lugar, com a ajudinha do lançamento A seleção, primeiro livro do selo Seguinte a entrar na lista.

Aluna de 14 anos passa em 5° lugar na UFMS e Justiça garante matrícula

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Aos 14 anos, Nathaly Gomes Tenório é a mais jovem estudante da UFMS
Aos 14 anos, Nathaly Gomes Tenório é a mais jovem estudante da UFMS

Celso Bejarano, no UOL

Nascida em 5 de maio de 1998, Nathaly Gomes Tenório, 14, se tornou ontem a mais jovem estudante da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Após conseguir boas notas no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012, ela recorreu à Justiça para ter o direito de se matricular em artes visuais.

Até dezembro passado, Nathaly estudava o primeiro ano do ensino médio e, em fevereiro, ia cursar o segundo ano. Por influência da mãe, Edelária Gomes, 33, advogada, a adolescente resolveu trocar a sala da escola municipal Arlindo Andrade Gomes, em Campo Grande (MS), pela UFMS.

Antes do Enem Nathaly queria estudar moda, mas desistiu da ideia porque sua ambição exigiria a mudança de Estado.

“Não tinha pretensões de entrar logo na universidade, fiz o Enem como treineira. Passei em 5º lugar e minha mãe teve a ideia de entrar na Justiça”.

A matrícula no curso foi feita por meio de liminar. O desfecho da questão judicial de Nathaly deve ser anunciado daqui uns seis meses quando ela tiver completado o primeiro semestre da vida universitária. “Geralmente a decisão confirma a liminar”, aposta a mãe.

Nathaly disse que gosta de artes, mas tem a intenção de cursar também jornalismo, depois direito. “Vou tentar jornalismo no meio do ano, quero fazer as duas [cursos] ao mesmo tempo, depois estudo direito, que é vontade de minha mãe”, disse a garota.

“Quero fazer Artes e Jornalismo porque gosto de lidar com projetos sociais, que envolvam as pessoas, a comunidade”, disse ela.

A caloura disse que a idade não deve influenciar seu desempenho. “Vou continuar fazendo as mesmas coisas, indo ao cinema, curtindo amigos, namorando”, diz.

Desde cedo

Nathaly, segundo a mãe, conhece o mundo acadêmico desde os cinco anos. “Por necessidade, ela seguia comigo para a universidade, onde eu estudava direito. Foram anos juntas”, contou empolgada.

Até a tarde desta terça-feira (22), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul havia concedido doze liminares a estudantes que não haviam completado o ensino médio, mas conseguiram passar em universidades.

Dessas, seis são de estudantes que vão ingressar na UFMS, outras seis para a UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul). As decisões favoreceram alunos de 15 a 17 anos de idade.

Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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