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Jovem mineiro é disputado por Harvard e outras 6 universidades americanas

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Arthur Abrantes aprendeu inglês sozinho e compartilhou com o Estudar Fora a redação que o ajudou a ser aceito nas melhores universidades do mundo.

Arthur Abrantes aprendeu inglês sozinho e compartilhou com o Estudar Fora a redação que o ajudou a ser aceito nas melhores universidades do mundo.

 

Nathalia Bustamante, no Estudar Fora

Embora tenha sido aceito por 7 das melhores universidades norte-americanas, Arthur Abrantes não hesitou nem por um momento: é para Harvard que ele quer ir. “Também por causa da bolsa que eles me ofereceram, que é muito boa, mas principalmente porque me senti muito acolhido pelas pessoas de lá”, explica ele.

Embora os moradores da cidade de Paracatu, na região norte de Minas Gerais, tenham se surpreendido com as notícias, este foi um resultado que não veio da noite para o dia. Durante todo o ano de 2015, o rapaz de 18 anos se preparou incansavelmente para o processo de application – a candidatura para universidades do exterior. “Não fiz nem ENEM, era tudo ou nada”, relembra.

“Minha rotina era estudar a manhã toda para o SAT [a prova unificada que dá acesso às universidades americanas]. Fiz cerca de 40 simulados, duas vezes cada um. Então, quando fui realmente fazer a prova, já estava familiarizado”, conta ele.

Mesmo dedicado aos estudos, Arthur não abriu mão de outras atividades extracurriculares: dava aulas particulares de matemática, física e química e, no projeto que criara em 2014 com amigos, oferecia aulas de inglês para crianças de escolas públicas.

Depois de ter conseguido boas notas no SAT, era a hora de se dedicar às redações. “Sempre escrevia durante a noite. E as ideias me vinham quando não estava pensando nelas. O texto que enviei para Harvard, por exemplo, tive a ideia uma noite quando encostei a cabeça no travesseiro para dormir”, relembra.

Escrever as redações não foi tão difícil para Arthur, que já era fluente em inglês. Mas isto, também, só aconteceu às custas do seu próprio esforço: ele aprendeu, sozinho e estudando em casa.

Quando estava no primeiro ano do Ensino Médio, Arthur ficou sabendo do programa Jovens Embaixadores, promovido pelo governo americano. Ficou encantado, mas não pôde se candidatar porque não falava inglês. “Fiquei decepcionado, mas não poderia deixar que este obstáculo me impedisse de conquistar as coisas que queria”, comenta.

Com o apoio de um aplicativo de celular, Arthur começou a estudar. Com o tempo, passou a ler textos, ver filmes com áudio e legenda em inglês e a aprender as letras das músicas que gostava. “Também conversava sozinho, no espelho ou na rua. As pessoas achavam que eu era louco”, ri.

Na edição seguinte do Jovens Embaixadores, ele foi aceito e passou três semanas nos Estados Unidos com outros 49 estudantes brasileiros, selecionado entre 13500 candidatos. Esta experiência o transformou. “Lá tive certeza que eu queria estudar nos Estados Unidos, e que, sim, era possível.”

O domínio do inglês, além de lhe permitir ir para os Estados Unidos, também lhe abriu outras portas: “Quando eu estudava para prova ou fazia trabalhos na escola, já não pesquisava em português porque sabia que em inglês tinha muito mais material”, explica ele. Foi assim que surgiu o Teach Me, projeto que fundou que dá aula de inglês para as crianças de escolas públicas de Paracatu.

Quando os resultados começaram a sair, Paracatu, cidade de 80 mil habitantes, se surpreendeu. “Eu não contava para as pessoas que estava me preparando, então foi uma surpresa. As pessoas ficaram impressionadas porque isto parece ser muito distante”, explica.

Arthur, que se inspirou a ir estudar no exterior ao ver, na televisão, uma reportagem sobre a bolsista da Fundação Estudar Tábata Amaral, aceita em Harvard em 2012, espera mostrar para outros jovens que as melhores universidades do mundo não estão tão distantes assim. “Algumas pessoas vieram me procurar para tentar também no futuro, porque viram que eu era uma pessoa normal… Espero que, com isso, se forme uma corrente. Porque o fundamental é querer, não tem nenhum segredo”, finaliza.

Let’s Talk: 5 pegadinhas da prova de inglês no vestibular

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Fonte: Shutterstock

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Centro Britânico dá as melhores dicas para estudar inglês para o vestibular e conseguir uma boa nota

Publicado no Universia Brasil

Hoje em dia, as provas de inglês dos vestibulares vão muito além das questões de gramática. Por isso, reunimos 5 pegadinhas que podem atrapalhar na hora de encontrar a resposta correta dos exercícios:

Interpretação de texto em inglês

A maioria das questões de vestibulares estão relacionadas a interpretação de texto. O mais importante nestes casos é compreender a ideia principal do exercício e refletir sobre ela, para chegar à resposta certa. Normalmente ficamos focamos em entender e traduzir palavra por palavra, e este é um grande erro. Além de perder muito tempo, se você não conseguir compreender uma palavra, isto irá fazer você travar todo o resto da leitura.

Na primeira fase da Fuvest 2015, uma questão pedia que o aluno identificasse o foco principal do texto. Nestes casos, leia a primeira vez procurando entender o assunto e o contexto, sem se apegar às palavras que você não conhece. Depois disso, leia a questão e releia o texto, procurando interpretar e encontrar o que está sendo pedido.

Questões e enunciados

Preste muita atenção nas alternativas das questões para não errar por não ter interpretado corretamente as respostas possíveis. Tire um tempo para se concentrar nas diferenças entre elas antes de responder. No caso de respostas discursivas, leia atentamente o enunciado.

É de extrema importância responder o que está sendo pedido, e não apenas fazer um resumo ou opinar sobre o texto. Na segunda fase da Unesp 2016, era pedido ao aluno que respondesse a questão de acordo com o primeiro parágrafo de um texto. Neste caso, o aluno deveria focar-se apenas nesta parte exigida do texto, sem utilizar outros argumentos presentes nas demais partes.

Estudar atualidades para o vestibular

Crie o hábito de ler notícias em sites, jornais e revistas internacionais. Estudar apenas a gramática e vocabulário trazidos em livros de inglês não é suficiente. Conheça as palavras mais utilizadas em textos jornalísticos e saiba quais foram os maiores acontecimentos do ano.

Nas provas de inglês, os assuntos do momento também costumam ser utilizados. Na prova da primeira fase da Fuvest 2016, um dos textos falava sobre a dengue, tema amplamente discutido nos últimos anos. Quanto mais atualizado você estiver, maiores são as chances de êxito!

Questões interdisciplinares com inglês

Encontramos muitas questões interdisciplinares, que testam o conhecimento em outras disciplinas juntamento com o idioma inglês. Pesquise textos na língua inglesa sobre o que você estudou em outras matérias, para começar a se familiarizar com os temas.

Na prova da Unicamp de 2016, por exemplo, o aquecimento global foi abordado em uma charge e os alunos precisavam responder sobre a relação entre o fenômeno e o PH da água. Não se desespere ao encontrar questões assim, o idioma pode não ser o português, mas se você sabe do que se trata a questão, conseguirá respondê-la.

Falsos cognatos

Pelo português ser nossa língua nativa, é impossível não fazer relações com palavras parecidas em inglês. Os falsos cognatos (palavras que se parecem em português e inglês, mas não têm o mesmo significado) são uma grande pegadinha e podem atrapalhar muito a compreensão! Atenção às palavras como actually (na verdade), assume (presumir), college (faculdade), intend (pretender), pretend (fingir).

Estude, pesquise, leia bastante e sobre assuntos variados, saiba o que está acontecendo no mundo e suas chances de atingir uma boa pontuação serão grandes!

Curso grátis de inglês para universitários e pós-graduandos

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Fonte: Shutterstock

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MEC e Capes disponibilizam aulas gratuitas do idioma por meio da plataforma My English Online

Publicado no Universia Brasil

Saber inglês deixou de ser um diferencial do estudante ou profissional e se tornou um pré-requisito para algumas vagas do mercado e também oportunidades de estudos no exterior. Pensando nessa nova necessidade, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) oferece o curso gratuito My English Online.

A iniciativa está disponível para alunos da graduação e pós-graduação de instituições públicas e privadas brasileiras e oferece aulas de inglês gratuitas, que começam com um teste de nivelação do idioma e terminam no módulo avançado, com conteúdos voltados para exames de proficiência, como TOEFL.

Para participar, o aluno interessado deve se cadastrar no site oficial do My English Online e, no caso dos estudantes de universidades privadas, ter obtido uma média de 600 pontos ou mais no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), considerando as edições a partir de 2009. Após a efetivação do cadastro, o aluno tem até 45 dias para iniciar as aulas.

Dividido por níveis de estudo, o curso conta com cinco módulos de aprendizado, sendo que cada um deles deve ser concluído em até 180 dias. Além das aulas, os estudantes poderão consultar uma série de materiais online, como livros, exercícios, atividades para treino oral, dicionários e testes.

Para mais informações sobre o curso ou inscrições, clique aqui.

Manter contato com o idioma mesmo após a aula é fundamental para manter o aprendizado

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Foto: Unsplash / Divulgação

Foto: Unsplash / Divulgação

 

Dica vale tanto para quem estuda no Brasil quanto para quem viaja para um intercâmbio

Publicado no Zero Hora

Não importa se você quer aprender uma nova língua por meio de cursos ou dedicando-se por conta própria. Para todo idioma que se estude, há uma certeza: se a gramática, a fala e a compreensão não forem praticadas com frequência, a tendência é de que o conhecimento vá se diluindo no turbilhão de outras informações que temos de assimilar diariamente.

Manter contato rotineiro com a língua ajuda a desenvolver e manter as habilidades de comunicação. E isso vale tanto para quem estuda no próprio país quanto para os forasteiros que foram se aventurar fora da “pátria amada, idolatrada” – não são raros os exemplos de pessoas que estão em outras nações, mas não aproveitam a oportunidade para interagir com a cultura e os costumes do local que estão visitando.

– Ao usar a língua frequentemente, consegue-se manter a fluência e ampliá-la. O aluno que faz aulas costuma sair da sala e já falar português, por exemplo. O ideal é trazer o idioma que se está estudando para a vida – sugere a coordenadora do Centro de Idiomas da Feevale, Evanize Veiga Spitzer.

Para inserir um idioma estrangeiro no dia a dia, não há mistério, basta planejamento. Dicas simples como fazer a lista de mercado ou configurar as ações do celular em outra língua funcionam bem. Assistir a filmes ou seriados e dedicar um tempo para a leitura de revistas, livros e sites no idioma que se busca fixar também são boas opções.

Mesmo gente que está fora do Brasil deve se esforçar para não deixar a prática de lado. Não são incomuns casos de viajantes que preferem trocar figurinhas com conterrâneos e evitam o contato com nativos ou mesmo estrangeiros de outras nacionalidades.

– Para quem viaja para fora do Brasil com o objetivo de aprender, é importante imergir. É preciso se impor e tentar se informar sobre o lugar visitado – aconselha Evanize.
A professora universitária e pesquisadora Adriana Amaral, 40 anos, é experiente em vivências longe de casa em razão do trabalho acadêmico que desenvolve sobre cultura pop. Entre 2015 e 2016, ela morou temporariamente em Londres por seis meses. Em 2004 e 2005, também viveu um período em Boston, nos Estados Unidos. Por conta dessas experiências, ela reforça a importância de se explorar possibilidades em território gringo.

– A interação com o local se dá nas pequenas coisas: indo ao supermercado, dando uma volta no quarteirão, conversando com as pessoas, pegando metrô ou ônibus. Enfim, situações corriqueiras, para além de aulas, cursos etc. Quando estou no Brasil, procuro ler, ver programas de TV e, por conta do meu trabalho, também tenho muito contato com outros pesquisadores falando via Skype – exemplifica.

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Let’s Talk: 5 hábitos de quem aprende inglês mais rápido

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Fonte: Universia Brasil

Fonte: Universia Brasil

Centro Britânico apresenta formas de acelerar seu processo de aprendizado em inglês

Publicado no Universia Brasil

O que faz afinal com que algumas pessoas aprendam mais rápido outro idioma do que as outras? Seria talento? Facilidade em aprender outros idiomas? Seria algum truque usado que não percebemos?

Na verdade essa chamada facilidade seria nada menos que o hábito, ou seja, algo que é feito regularmente. Ele também pode ser usado por quem quer aprender outro idioma, mais especificamente o inglês, como veremos no decorrer deste artigo.

1 – Praticar o inglês dentro e fora da sala de aula

Alguns dos alunos que demostram grande facilidade para o aprendizado de inglês na escola ou em cursos de idiomas normalmente gostam de fazer pelo menos uma das seguintes coisas: assistir filmes ou séries, ouvir música, ler livros ou jogar videogame. E são esses gostos que normalmente ajudam a aprender inglês mais facilmente. Vamos usar um exemplo muito simples: se você gosta muito de música, está sempre escutando e às vezes se depara com alguma que te fascina e fica mais curioso sobre ela. É nesse ponto em que o aluno que tem mais facilidade em aprender inglês se destaca. Ele vai buscar a música na internet e olhara letra. Às vezes ele pode não entender a música na sua totalidade, então procurará a tradução, sem se fixar somente nela. Há uma tentativa de entender como a língua funciona e o que se diz na música como um todo.

Vamos supor que na aula anterior do seu curso de inglês você aprendeu uma tag question, como aren’t we. Ao observar a letra da música você se depara com essa mesma estrutura e entende melhor qual a função dentro do texto. Na sua próxima aula de inglês você usa o exemplo da música e tem mais facilidade para criar outro, já que entendeu, com um exemplo de fora da sua sala de aula, melhor como essa expressão funciona. É exatamente essa atitude, a de procurar exemplos fora da sala de aula e tentar aplicar isso ao seu dia a dia que faz você ser mais bem sucedido ao aprender uma nova língua. E isso pode ser aplicado aos mais diferentes tipos de atividades que você pratica diariamente.

2 – Motivar-se constantemente

A pessoa que escutou a música no exemplo acima queria entender as letras das músicas que ouvia e não somente aprender inglês por motivações externas, tais como carreira, família, ou outros.

Há pessoas que desejam aprender inglês para poder passar de fase no seu jogo favorito, outros ainda por que desejam ler livros no idioma original ou até mesmo porque não há tradução de determinada obra na sua língua mãe. Outros ainda assistem séries e desejam usar o idioma tão bem como os atores e até mesmo chegam a imitá-los.

De onde vem sua motivação não é importante, o que importa é que você a descubra e ao achá-la para estudar você conseguirá ter excelência e conseguir usufruir mais e melhor do seu aprendizado.

3 – Não ter medo de errar

Normalmente, quando nos deparamos com uma situação diferente e temos que sair da nossa zona de conforto, ficamos com receio de modificar nosso comportamento e não fazemos algo desafiante. É esse ponto que o estudante que aprende melhor inglês faz diferente, já que ele não tem medo de sair da sua zona de conforto, de errar e de não saber.

Você pode utilizar isso ao tentar falar com um estrangeiro nativo no idioma inglês ou até mesmo quando na sala de aula a professora pergunta algo e você acha que sabe a resposta, mesmo não tendo certeza, o importante é que você tentou responder e é dessa maneira que você aprende mais.

4 – Não se prender à “lógica” da língua

Ao aprender uma língua é comum ficar surpreso que algumas regras gramaticais não fazem muito sentido. Um bom exemplo disso é o verbo read (ler) que tem a mesma grafia no passado e no presente, porém são expressados de uma forma bem diferente nesses dois tempos, você pode pensar “ora, isso não faz sentido, por que se escreve igual mas se fala de forma diferente?”.

Quando você conseguir superar esse primeiro obstáculo e não se fixar tanto na lógica da língua, conseguirá aprender melhor, uma vez que entenderá o funcionamento da língua sem se prender no que faz ou não sentido lógico.

5 – Dedicar parte de seu tempo ao estudo do inglês

Dedicação ao aprender uma nova língua é fundamental. Utilizando as dicas acima você provavelmente irá dedicar mais tempo ao estudo do inglês. Você pode fazer isso ouvindo músicas no idioma, assistindo filmes ou séries ou até mesmo jogando. Basta que você, ao se deparar com algo que não sabe, pesquise mais sobre o tema e sobre qual seriam as traduções para as expressões que você não conhece.

Aprender inglês não precisa ser um grande suplício, você pode aprender fazendo o que você gosta.

 

Fonte: Centro Britânico – Paula Rossi (coordenadora pedagógica do Centro Britânico unidade Parque São Domingos / Especial para a Universia Brasil

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