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‘Maior poeta da história do Brasil’ ganha nova tradução para o inglês

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Tradução para “Quadrilha'', de Carlos Drummond de Andrade, no “New York Times''

Tradução para “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade, no “New York Times”

Publicado no Brasilianismo

O Brasil é “um país onde os poetas são levados a sério”, diz um texto publicado no “New York Times” para apresentar de forma muito elogiosa uma nova tradução para o inglês de textos de Carlos Drummond de Andrade, “amplamente considerado o maior poeta da história do Brasil”, segundo o jornal.

Crítica a livro com tradução de poesia de Drummond, no “New York Times''

Crítica a livro com tradução de poesia de Drummond, no “New York Times”

“Multitudinous Heart” (multitudinário coração) foi traduzido por Richard Zenith e reúne quase 400 páginas de versos do poeta brasileiro.

“Conhecemos um poeta sofisticado e cerebral (…) que se alterna entre melancolia e ironia, sentimental e auto-depreciativo, remoto e juvenil”, diz o jornal norte-americano.

A crítica publicada no “New York Times traz ainda trechos de algumas das mais famosas poesias de Drummond traduzidas (como os versos de “Quadrilha”, que vira “Square Dance” e que aparece no topo deste post).

Pais buscam coaching até para crianças de apenas dois anos

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Depois do inglês e do futebol, meninos e meninas agora aprendem a desenvolver liderança, confiança e pensamento crítico desde cedo

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Publicado em Estadão

Além das aulas de inglês, futebol, natação, piano, canto e dança, os pais também estão incluindo na agenda semanal dos filhos as sessões de coaching para desenvolver habilidades sociais e de aprendizado. O treinamento – que nasceu no meio empresarial para melhorar o desempenho de funcionários e gestores – já tem versões até mesmo para crianças de 2 anos.
Treino. Ao buscar aulas de coaching para Henrique e Laura, Ieda Cabral de Lima descobriu que poderia aplicar o aprendizado em casa

A pedagoga Cintia Bozza, de 44 anos, procurava um “estímulo maior” para os filhos Eduardo, de 7 anos, e Maria Eduarda, de 5. Por isso, ela os matriculou há dois anos no curso de coaching da Fastrackids, empresa com método educacional criado nos Estados Unidos e que tem dez franquias no Brasil.

“A mudança maior foi com o Eduardo, que era mais tímido, e começou a ter espírito de liderança e se posicionar mais. A Maria (à época com 3 anos) desde bem pequenininha já se mostrava como líder”, contou Cintia.

Liderança, confiança e pensamento crítico são parte do currículo da empresa, que tem um programa de dois anos para crianças de 2 a 8 anos. “A gente trabalha com essa idade por ser a principal janela de oportunidade cerebral. Por isso, temos um currículo superior ao das escolas, com aulas de astronomia, economia. Porque é preciso tirar a criança da zona de conforto para promover um maior desenvolvimento cerebral”, diz Ana Paula Harley, franqueadora master da rede no Brasil.

Semanal. Com mensalidades de aproximadamente R$ 210, o programa oferece, em geral, uma aula por semana. Segundo Ana Paula, a rede já tem cerca de 3 mil alunos no País.

Cintia, que também tem uma filha de 26 anos, disse que Eduardo e Maria Eduarda já mostram uma independência maior do que a irmã mais velha, que não teve a orientação do coaching. “Ela não tinha a independência e a organização dos dois. Hoje, ela é pesquisadora (faz mestrado em sociologia), mas a muito custo. Ela só foi aprender a se organizar no nível acadêmico, não quando criança”, afirmou.

Objetivos. A coach Tânia Sakuma, especialista em educação infantil, explicou que, para que o treinamento seja efetivo, é preciso haver o comprometimento dos pais para entender quais objetivos podem ser alcançados e em quanto tempo. “Cada fase tem seu desafio, assim como cada criança. Não queremos transformá-la em um prodígio, mas extrair o potencial dela para que desenvolva habilidades para viver melhor.”

A analista de sistemas Ieda Cabral de Lima, de 37 anos, buscou as sessões de coaching com Tânia para os filhos Laura, de 9 anos, e Henrique, de 7, quando percebeu que não conseguiria encontrar sozinha a solução para alguns obstáculos no comportamento das crianças. “O santo de casa não iria fazer milagre”, disse Ieda.

“A Laura se dispersava muito fácil. Já o Henrique se preocupava muito com a irmã, apesar de ele ser o mais novo. As sessões (que eles fazem juntos) ajudaram a equilibrar essas duas situações e eu vi como poderia aplicar isso em casa também”, contou a mãe.

De acordo com a coach da empresa CrerSerMais, Roselake Leiros, um dos principais focos do treinamento é o comportamento dos pais. Segundo a especialista, a maioria das famílias que a procuram tem pais extremamente preocupados com os estímulos das crianças ou pais que deixaram a situação sair de controle e não sabem exatamente como lidar com os filhos.

Perda de tempo destinado a brincadeiras. Para os especialistas, mesmo que o coaching tenha abordagem que pareça leve e divertida para as crianças, é preciso cuidado para que ele não tire parte importante do tempo que deveria ser destinado a brincadeiras.

Ocimar Alavarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), disse que é preciso refletir, a partir de cada caso, se as famílias não estão antecipando etapas do aprendizado e, com isso, reduzindo a infância.

“Não existe certo e errado na educação, mas precisamos refletir que muitas famílias se preocupam em preparar a criança para a vida, com uma crença de que há uma disputa acirrada na sociedade e que é preciso prepará-los para a disputa.”

Telma Pileggi Vinha, professora da Faculdade de Educação da Unicamp, disse que mesmo que as atividades desenvolvidas no coaching pareçam com brincadeiras, elas não dão a liberdade que a criança precisa. “A brincadeira é dirigida, e o adulto é visto como autoridade. Quando são só crianças, elas precisam se entender, resolver conflitos.”

Terceirização. Telma afirmou que o excesso de atividades a que os pais submetem os filhos preocupa por ser uma “terceirização da educação”. “Nenhum pai quer que o filho tenha algum tipo de problema ou dificuldade, mas ele precisa enfrentar, sem passar a responsabilidade para um profissional, uma escola, empresa.”

Para os especialistas, é preciso entender que algumas características fazem parte da personalidade da criança e precisam ser respeitadas.

Renomadas e gratuitas, universidades alemãs atraem cada vez mais alunos estrangeiros

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Instituições de renome não cobram matrículas ou mensalidades; vários cursos de graduação e mestrados são em inglês; para alemães, modelo traz benefícios.

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Publicado no G1

Certa noite, na cozinha de sua casa na zona rural do Estado da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, Hunter Bliss disse à sua mãe, Amy Hall, que pensava em se candidatar a uma vaga em uma universidade na Alemanha.

Hall pensou se tratar de uma brincadeira e riu, dizendo que, se ele fosse admitido, teria seu apoio.

“Quando Hunter foi aceito, comecei a chorar”, conta ela, que é mãe solteira. “Estava feliz por ele, mas tinha medo de deixá-lo ir para tão longe de casa.”

Nesta época do ano, muitos pais americanos veem seus filhos saírem do ninho para dar início aos estudos universitário, mas nunca foram tantos aqueles que têm como destino este país em um outro continente e a mais de 7,7 mil quilômetros de distância.

A razão disso está no acesso a uma educação de qualidade e gratuita, como a oferecida pelas universidades alemãs, uma combinação que atrai cada vez mais jovens americanos e de outros países.

Nos últimos três anos, o número de alunos americanos matriculados em universidades alemãs aumentou 20%, para 4,6 mil.

Enquanto a Alemanha aboliu a cobrança de matrícula para alunos do país e estrangeiros, neste mesmo período, o total das dívidas contraídas por estudantes dos Estados Unidos para pagar pela universidade aumentou para US$ 1,3 bilhões (R$ 4,9 bilhões).

Grande economia
Bliss hoje estuda Física na Universidade Técnica de Munique, uma das mais renomadas da Europa, e, a cada semestre, paga uma taxa de US$ 120.

Este valor inclui um cartão para usar o transporte público gratuitamente na capital da Baviera.

O seguro saúde de estudantes na Alemanha custa cerca de US$ 87 ao mês, bem menos do que sua mãe pagaria por um plano de saúde nos Estados Unidos.

Para cobrir a taxa, o seguro e outros gastos, como alojamento e alimentação, ela envia a Hunter entre US$ 6 mil e US$ 7 mil por ano, o que no seu país não seria suficiente para cobrir o custo da universidade mais próxima de casa, a Universidade da Carolina do Sul.

Mesmo com uma bolsa, o preço de estudar nesta universidade americana não seria menor do que US$ 10 mil ao ano. E o custo de alojamento, livros e outros gastos tornariam esta cifra ainda mais alta.

Por isso, Bliss só precisou de um pouco de ajuda da matemática para convencer sua mãe a deixá-lo ir para a Alemanha.

“Você quer pagar tudo isso ou só isso?”, disse ele para Hall, acrescentando que isso permitiria economizar cerca de US$ 60 mil ao fim de quatro anos.

Diferença notável
Katherine Burlingame também está aproveitando as vantagens financeiras de estudar na Alemanha.

Formada pela Universidade Estatal da Pensilvânia, ela está cursando um mestrado em Cottbus, no leste do país, por menos de US$ 570 por mês, incluindo alojamento, transporte e plano de saúde.

Além disso, recebe uma bolsa mensal do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD, na sigla em alemão) de US$ 815, com a qual cobre seus gastos.

“Fiquei surpresa quando me dei conta de que, assim como os alemães, também podia estudar gratuitamente”, diz Burlingame.

“Os processo de admissão é bem simples, e não cobram matrícula. Quando descobri isso, pensei: ‘que incrível!’.”

Em comparação, no ano acadêmico de 2014-2015, as universidades privadas americanas cobraram de seus alunos mais de US$ 31 mil em matrícula e mensalidades. Em algumas, este custo supera US$ 50 mil.

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Já as universidades públicas cobram US$ 9 mil daqueles que residem em seus Estados, mas quem vem de fora precisa desembolsar US$ 23 mil, segundo o College Board, uma organização sem fins lucrativos.

Enquanto isso, a única coisa que o estudante tem de pagar na Alemanha é uma taxa semestral, que raramente supera US$ 170, para financiar a associação estudantil e outras atividades; com frequência, esse valor inclui o direito a usar o transporte público.

E a barreira imposta pelo idioma não é um problema. Burlingame não precisa, por exemplo, falar alemão para fazer seu mestrado, no qual tem aulas com alunos de 50 nacionalidades. O curso é ministrado inteiramente em inglês.

Hoje, na Alemanha, há mais de 1.150 programas acadêmicos inteiramente em inglês, como resultado da Declaração de Bolonha, de 1999, que estimulou a livre circulação de estudantes da União Europeia e transformou o inglês em língua franca nas universidades dos seus países membros.

No entanto, de acordo com estudantes e especialistas, conhecer o idioma alemão é indispensável para aproveitar ao máximo a experiência. E, em alguns casos, um certificado de domínio desta língua ainda é pré-requisito para alguns cursos ou bolsas.

Quem ganha com isso?
A um custo médio de US$ 14,6 mil por estudante para o país, resta a pergunta: o que a Alemanha ganha com isso?

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Só em Berlim, por exemplo, há 25 mil estudantes estrangeiros, o que gera um custo anual de US$ 364,3 milhões, que é pago pelos contribuintes.

“Mas, para nós, não deixa de se atraente que pessoas de outros países tragam conhecimento e experiências que acabam criando postos de trabalho quando estes estudantes têm ideia para abrir um negócio e ficam em Berlim para concretizá-la”, diz o secretário para assuntos de ciência da cidade, Steffen Krach.

E, segundo Sebastian Fohrbeck, da DAAD, metade dos estudantes estrangeiros decide permanecer na Alemanha.

“Mesmo sem cobrar matrícula, basta que cerca de 40% fiquem por cinco anos, pagando impostos, para recuperarmos os custos. Ou seja, o sistema funciona bem”, explica Fohrbeck, para quem a imigração de pessoas qualificadas é uma boa solução para um país com uma população cada vez maior de aposentados e com cada vez menos jovens entrando no mercado de trabalho.

Fohrbeck vê os estudantes estrangeiros como uma possível solução para o problema demográfico da Alemanha: “Reter estes estudantes é a forma ideal de imigração: eles têm os diplomas necessários, não têm problemas com o idioma e em conhecer a cultura”.

Isso pode durar?
Segundo Krach, os estudantes alemães não têm com o que se preocupar, porque cidades como Berlim ampliaram muito suas vagas em universidades e há espaço para todos.

Wolfgang Hermann, da Universidade Técnica de Munique, acredita ser possível que, no futuro, os estudantes estrangeiros tenham que pagar para garantir que as universidades alemãs possam competir globalmente.

Mas tanto estudantes quanto educadores alertam que a eventual introdução de mensalidades baratas – que Hermann estimou em um valor entre US$ 5,4 mil e US$ 11 mil -, poderia impedir que estudantes talentosos de algumas regiões do mundo estudassem na Alemanha.

E, em Berlim, o governo local garante que, no momento, não planeja passar a cobrar. “Não vamos cobrar mensalidades de estudantes estrangeiros”, assegura Krach.

“Não queremos que a possibilidade de entrar na universidade dependa do status social nem que o intercâmbio entre países dependa unicamente de aspectos financeiros.”

Nos Estados Unidos, a mãe de Bliss se pergunta por que seu país não pode oferecer a seu filho uma educação de qualidade a um preço acessível.

“Sinto que ele tem uma educação maravilhosa, de forma completamente gratuita. Por que não podemos fazer o mesmo aqui?”

Fohrbeck, da DAAD, acredita que os Estados Unidos e outros países podem aprender algo com a experiência alemã.

“Se um país educa bem sua força de trabalho, isso beneficia todo o país.”

Historiador afirma ter encontrado único retrato de Shakespeare em vida

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Dramaturgo inglês que viveu entre 1564 e 1616 seria objeto de gravura em capa de livro botânico

Publicado no Divirta-se

Um historiador botânico britânico disse afirmou nesta terça-feira ter descoberto o único retrato conhecido feito em vida do mais famoso dramaturgo inglês, William Shakespeare (1564-1616) – uma tese recebida com ceticismo por alguns especialistas.

Mark Griffiths diz ter descoberto este retrato na gravura que adorna a capa da primeira edição de um famoso livro botânico do século 16, “The Herbal”, um compêndio de 1.484 páginas do botânico John Gerard (1545-1612).

“Esta é a primeira vez que temos um retrato identificado como sendo de Shakespeare, feito ainda em vida. Os únicos outros dois retratos autênticos de Shakespeare são póstumos”, explicou à AFP Mark Hedges, editor de revista Country Life, onde o artigo de Griffiths será publicado nesta quarta-feira.

“Este é William Shakespeare, aos 33 anos, no auge de sua carreira”, acrescenta Hedge, que o descreveu como um “jovem incrivelmente belo”. O físico de jovem observado na gravura contrasta com os retratos previamente conhecidos dele, onde o ‘bardo’ aparece mais velho.

A gravura contém quatro personagens principais nos quatro cantos, previamente identificados como sendo pessoas imaginárias, mas consideradas reais por Griffiths, graças aos padrões florais em torno deles e vários códigos e enigmas dos quais os contemporâneos de Elizabeth I eram entusiastas.

O historiador-botânico explicou à AFP que ele identificou William Shakespeare através de suas roupas poéticas, a frutilária que ele segura (flor intimamente ligada, de acordo com o pesquisador, à peça Vênus e Adônis) assim como um enigma que, uma vez decodificado, forma o nome do dramaturgo.

Os outros personagens foram identificados como o autor do livro, o célebre botânico flamengo Rembert Dodoens, e o tesoureiro da rainha, Lord Burghley.

“Sou profundamente cético. Eu não vi os argumentos com detalhes, mas Country Life certamente não é a primeira publicação a fazer esse tipo de declaração”, rebateu Michael Dobson, diretor do Instituto Shakespeare na Universidade de Birmingham. Outros especialistas também expressaram ceticismo.

“Eu fiz esta descoberta pela primeira vez há cinco anos e eu sempre tentei refutá-la desde então. E uma equipe de especialistas de universidades como Oxford e Heidelberg”, defende Griffiths.

“Tudo o que eu digo é baseado em provas documentais, históricas e científicas”, garante, citando uma dupla especialização em botânica e literatura inglesa.

Inglês fraco dos estudantes preocupa a faculdade de medicina da USP

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Publicado em Folha de S.Paulo

Estudantes da melhor faculdade de medicina do país têm apresentado uma defasagem na formação básica que pode comprometer seus estudos e seu futuro profissional: a falta de fluência em inglês.

O diagnóstico foi feito pela direção da Faculdade de Medicina da USP, que passou a tomar iniciativas para estimular os alunos a estudarem o idioma, especialmente os termos técnicos da área.

Em julho, a faculdade promoverá a primeira “winter school”, ou escola de inverno, um curso de duas semanas ministrado em inglês.

Dos 60 inscritos, dez são brasileiros. O objetivo é que, inseridos em um ambiente internacional, mesmo os alunos que não participam do curso fiquem em contato com colegas estrangeiros. Precisarão falar em inglês e terão dimensão da necessidade de dominar o idioma.

Essa é a expectativa do professor Aluísio Segurado, coordenador da comissão de internacionalização da faculdade. “Ainda há certa inibição, inércia. Como não são cobrados, os alunos não dedicam tempo a isso”, diz.

Há dois anos, a faculdade passou a oferecer uma oficina optativa de redação de artigos científicos em inglês.

A USP não permite que sejam oferecidos cursos obrigatórios em inglês na graduação, porque, como o domínio da língua não é requisito no ingresso, não pode ser exigido nessa etapa.

Segurado diz, porém, que o treinamento dos alunos é e será cada vez mais inevitável por dois motivos.

O primeiro é o maior ingresso de alunos vindos do ensino público, facilitado por políticas de inclusão adotadas pela USP nos últimos anos, como a concessão de bônus no vestibular.

Docentes citam estudo da Unicamp que apontou desempenho inferior desses alunos em inglês, ainda que não nas demais disciplinas.

O segundo motivo é a oferta de programas de intercâmbio no exterior, amplificada pelo programa Ciência sem Fronteiras, do governo federal. Com cada vez mais alunos querendo e podendo estudar fora, maior a necessidade de se dominar a língua inglesa.

Além disso, é fundamental acompanhar a produção contemporânea. “É difícil imaginar que um médico que não leia inglês consiga se manter atualizado”, afirma Segurado.

O professor Luiz Fernando Silva diz notar que “muitos alunos ficam boiando” em palestras de estrangeiros.

Ele observa o surgimento de empresas que traduzem textos científicos do português para o inglês. O serviço, se usado indiscriminadamente, impede a autonomia, diz.

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