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Estudo indica que canções em inglês são as mais tristes, português é língua ‘feliz’

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O português foi listado como a segunda língua escrita com mais palavras positivas do mundo, atrás do castelhano, informou o Daily Mail. A mesma investigação concluiu que as letras das músicas em inglês são mais deprimentes do que a literatura russa.

Publicado no Notícias ao Minuto

Um estudo levado a cabo por um grupo de matemáticos da Universidade de Vermont, nos EUA, que se propôs a analisar a ‘felicidade’ das palavras, concluiu que a língua mais triste alguma vez ‘cantada’ é o inglês, reporta o Daily Mail.

A investigação concluiu que as canções em inglês são menos positivas que a literatura russa. Só os romances chineses e as legendas dos filmes coreanos aparecem abaixo das letras de músicas em inglês, como formas mais tristes de escrita.

Na base do estudo estão análises a milhares de milhões de palavras recolhidas através de várias fontes (livros, jornais, redes sociais, páginas de internet, letras de músicas, legendas de filmes e de programas de televisão, etc.).

O mesmo estudo fez também um inquérito junto dos falantes nativos das línguas para que estes classificassem as palavras mais usadas do seu vernáculo (se mais positivas ou mais negativas). Aqui concluiu-se que, para além das pessoas preferirem escrever mais palavras positivas que negativas, o português é a segunda língua mais ‘feliz’ do mundo.

Neste ranking de palavras positivas, o espanhol é quem vence, sendo apontada a língua escrita mais ‘feliz’ do mundo, isto é, a língua em que se escrevem mais palavras classificadas como positivas. A língua de Camões surge em segundo lugar, seguida do inglês.

Indonésio, francês, alemão, árabe, russo, coreano e chinês compõe o resto do ranking de 10 línguas.

Brasileira lidera entrada do app de educação Duolingo em escolas latinas

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Nas aulas de Guatemala e Costa Rica, app chegará a Colômbia e México.
Gina Gotthilf trouxe o Tumblr ao Brasil e ajudou Instagram e Yelp no país.

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Helton Simões, no G1

O melhor aplicativo de educação do mundo começa a ser usado por professores dentro da sala de aula, e a responsável por isso é uma brasileira. Antes de liderar a comunicação e expansão internacional do Duolingo, plataforma de ensino de idiomas que aposta na transformação das aulas em jogos, Gina Gotthilf, de 28 anos, trouxe o Tumblr para o Brasil. Ajudou ainda expoentes da tecnologia como Instagram e Yelp a entender o funcionamento do país e da América Latina. De passagem pelo Brasil, para participar da Campus Party, que ocorre entre os dias 3 e 8 de fevereiro, ela conversou com o G1 sobre os planos da empresa. No horizonte, está o lançamento de um teste para avaliar o domínio do inglês que fornecerá certificados aceitos por algumas das maiores universidades dos Estados Unidos como Harvard e Massachusetts Instituto of Technology (MIT).

Ao longo de quatro anos, o Duolingo atraiu em todo o mundo 70 milhões de usuários, que aprendem idiomas como se estivessem jogando. “Acho que as pessoas subestimam a função da diversão na educação hoje em dia”, afirma. Apple e Google não subestimaram e o apontaram como um dos melhores do mundo, entre 2013 e 2014. A mistura entre games e ensino agradou o brasileiro, que compõe a terceira maior população no app, com 3 milhões de usuários, atrás somente dos norte-americanos (Disponível aqui para Android e aqui para iOS)

Gina conta que falar a língua de um dos países mais entusiasmados com o app atraiu o olhar do Duolingo. Ela dava consultoria à empresa até ser convidada a assumir o posto. Ajudava a entender as peculiaridades do ambiente de negócio do Brasil e dos países latinos. O trabalho foi o mesmo realizado para Instagram e Yelp, em 2013, logo depois que deixou o Tumblr, empresa trazida ao país por ela em 2012.

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Duolingo x sala de aula
É pela América Latina, especialidade da executiva, que o aplicativo começa a entrar no dia a dia das escolas. No fim do ano passado, escolas da Cidade da Guatemala, capital da Guatemala, e de San José, capital da Costa Rica, adotaram a plataforma em um projeto piloto.

A convite dos governos dos dois países, o Duolingo realiza assim os frequentes pedidos de professores. “Tinha um que instalava o Duolingo em iPads, dava aos alunos, passava uma lição e anotava depois o nível de cada um.” Outro abandonou seu plano de aula para adotar o do aplicativo – um estudo da Universidade de Nova York atestou que 34 horas de aulas no sistema equivalem a um semestre estudando em uma escola top dos EUA.

Como foi criado para funcionar em contato direto com os estudantes, o Duolingo não previa o monitoramento por um docente até virar política pública nacional. A partir daí, a empresa criou uma plataforma especial voltada a escolas, lançada no começo de janeiro (Veja aqui). Mesmo quando utilizado em classe, o sistema permanece gratuito e sem propagandas.

Aula particular
Com ela, os mestres têm nas mãos a capacidade de analisar o andamento de todos os estudantes. A partir da análise do desempenho individual, o sistema do Duolingo oferece as próximas lições que os alunos devem fazer. “É muito difícil ensinar para todo mundo de uma forma que cada pessoa possa aprender do mesmo jeito”, explica Gina.

Entender necessidades a partir de tarefas e elaborar o próximo passo para cada aluno só é possível porque a companhia vem apostando na criação de tecnologia de inteligência artificial, processo reforçado há seis meses. “A gente consegue ver se um usuário acertou uma pergunta, mas demorou para responder, o que quer dizer que ele não tinha certeza.” O objetivo é que no futuro o app possa dar uma experiência diferente e única a cada usuário. “A gente vai ter dados muito específicos sobre como cada pessoa aprende.”

Não quero ser ONG
A mescla de educação e games fez investidores como o ator Ashton Kutcher apostarem dinheiro no app, que já recebeu US$ 38 milhões. Sem cobrar dos usuários ou veicular anúncios, o Duolingo possui fontes de receita criativas. “A gente não tem intenção de ter ONG”, brinca Gina.

Uma delas é uma rede de tradutores formada por alunos do app. Colocando em prática o que aprenderam de graça, eles traduzem expressões que compõem textos a serem entregues a clientes. Retribuem assim o serviço prestado pelo Duolingo. Apesar de rentável, essa fonte de receita, diz Gina, faria a tradução dividir espaço com o foco na educação. Por isso, funciona em “stand by”.

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Para melhorar de vida
O Duolingo aposta mesmo é no lançamento de certificados para atestar a proficiência de inglês, à exemplo de Toefl e Ielts. Doze universidades dos EUA já toparam aceitar a prova do app na seleção de seus alunos. Em fase de teste e por enquanto gratuito, o teste será lançado oficialmente até o fim do primeiro trimestre de 2014. Custará US$ 20 e poderá ser feito a cada 48 horas. A título de comparação, cada prova do Toefl custa até US$ 250.

Para evitar fraudes, o app usará câmera, microfone e tela do celular para monitorar as ações do aluno. “Dá para ver se está procurando resposta no Google, se está recebendo resposta por um fone de ouvido, se tem um amigo falando com você, se você não é quem você diz que você é. Dá para ver se as pessoas estão trapaceando”, explica a executiva.

“Tem tudo a ver com a nossa missão, de tirar as barreiras da frente das pessoas que estão tentando melhorar a vida através do aprendizado de idiomas”, diz Gina. A nova empreitada do Duolingo ecoa as dificuldades vividas por um de seus fundadores. Hoje professor da Universidade Carnegie Mellon, o guatemalteco Luís von Ahn teve de viajar a outro país para realizar o Toefl. Ele é o inventor do Captcha e do ReCaptcha, aquelas caixas de texto em que se tem de escrever letras ou números para acessar alguns sites.

“A razão para criar o Duolingo é porque educação é vista como algo que faz as pessoas melhorarem suas vidas”, diz Gina. “Ironicamente, as pessoas que mais precisam de uma segunda língua para melhorar suas vidas são justamente as que não têm acesso a esse tipo de educação.”

Dez destinos preferidos dos brasileiros para estudar inglês

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Cada vez mais brasileiros estão deixando o país para fazer intercâmbio. Confira os destinos mais procurados para quem vai estudar inglês lá fora
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Luana Massuella, na Veja

Cada vez mais brasileiros estão fazendo as malas para estudar no exterior. Em 2013, 175 mil estudantes fizeram intercâmbio – cinco vezes mais do que os 34 mil brasileiros que passaram pela experiência em 2003. Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta), o curso de idiomas é o mais procurado em 63% das agências de intercâmbio.

“A melhor maneira para começar a planejar a experiência no exterior é analisar o seu próprio perfil: quais são seus hobbies, suas preferências, que clima mais te agrada e o que você mais gosta de fazer durante o dia” diz Luíza Vianna, gerente de produtos da Central de Intercâmbio e Viagens (CI).

Cada vez mais brasileiros estão fazendo as malas para estudar no exterior. Em 2013, 175 mil estudantes fizeram intercâmbio – cinco vezes mais do que os 34 mil brasileiros que passaram pela experiência em 2003. Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta), o curso de idiomas é o mais procurado em 63% das agências de intercâmbio.

“A melhor maneira para começar a planejar a experiência no exterior é analisar o seu próprio perfil: quais são seus hobbies, suas preferências, que clima mais te agrada e o que você mais gosta de fazer durante o dia” diz Luíza Vianna, gerente de produtos da Central de Intercâmbio e Viagens (CI).
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Vancouver
Além do clima ameno – Vancouver tem um dos invernos menos rigoroso do Canadá -, a cidade atrai brasileiros pela segurança, população amigável e multicultural, natureza exuberante e qualidade de vida. Segundo a consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS), especializada em ensino superior, Vancouver é a 12ª melhor cidade do mundo para se estudar.

Toronto
No ranking das 50 melhores cidades para estudar, da consultoria Quacquarelli Symonds (QS), a cidade canadense ocupa a 9ª colocação mundial. A intensa vida cultural, baixo custo de vida (1.000 dólares mensais, contra 1.400 dólares em Londres e 1.200 dólares por mês em Nova York), qualidade de transporte público e a possibilidade de voo direto são os principais atrativos da cidade.

Londres
A capital inglesa aparece na 3ª posição no ranking da consultoria QS das melhores cidades do mundo para estudar. Fora da sala de aula, Londres atrai estudantes pela intensa vida cultural, com seus museus, galerias de arte e eventos musicais. Além disso, a junção da qualidade e eficiência do transporte público com a grande disponibilidade de dias e horários de voos diretos facilitam na escolha pela cidade.

San Diego
O clima agradável e as praias de San Diego são os pontos altos da segunda maior cidade da Califórnia. A cidade universitária, com programas noturnos agitados e qualidade de vida atraem, principalmente, o público mais jovem.

Dublin
A capital da Irlanda é muito procurada pelos brasileiros principalmente por ser um dos poucos destinos em que o intercambista pode trabalhar e manter-se com um custo de vida mais baixo (cerca de 1.000 dólares mensais). O estudantes também podem aproveitar a diversidade cultural e as belezas naturais da região.

Nova York
Segundo a CI, Central de Intercâmbio e Viagens, cerca de 10% dos estudantes estrangeiros em Nova York são brasileiros. A principal metrópole americana combina as vantagens de uma vida cultural intensa com a eficiência do transporte público. Segundo a consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS), especializada em ensino superior, Nova York é a 17ª melhor cidade do mundo para se estudar.

San Francisco
No ranking da QS, San Francisco ocupa a 13ª colocação mundial. A cidade é conhecida pela diversidade e pela liberdade às grandes universidades de referência. Segundo a CI, Central de Intercâmbio e Viagens, 5% dos estudantes estrageiros da cidade são brasileiros e o custo de vida mensal médio para o estudante é de 1.000 doláres.

Valletta
Além das belezas naturais da capital de Malta, localizada no Mar Mediterrâneo, Valletta agrada pela localização privilegiada, que permite que os alunos aproveitem a temporada de estudos para conhecer países próximos, como Grécia, Itália e Turquia. O custo de vida baixo em comparação a outras cidades europeias e a facilidade para viajar na Europa via área são atrativos para estudantes brasileiros.

Santa Monica
A segurança e o fácil acesso às famosas praias californianas, como Venice Beach e Malibu, são os principais atrativos de estudantes brasileiros a Santa Monica.

Boston
Sede de instituições renomadas americanas, como Universidade de Harvard e MIT (Instituto Tecnológico de Massachusetts), Boston ainda oferece qualidade de vida e muitas opções de atividades para os estudantes fora da sala de aula: de casas de show, boates e bares para curtir a noite a inúmeros jardins para relaxar ou praticar esportes ao ar livre.

Brasil fica em 38º em ranking mundial de ensino de inglês

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Levantamento foi feito com 750.000 pessoas em 63 nações que não têm o inglês como idioma nativo. No ranking nacional, São Paulo ficou em 1º lugar

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Publicado na Veja

O Brasil ficou na 38º posição no ranking de proficiência em inglês divulgado nesta quarta-feira pela rede de escolas de idiomas EF Education First. O levantamento foi feito em 63 países e territórios que não têm o inglês como língua nativa e considera as habilidades de 750.000 pessoas com o idioma. O ranking é realizado anualmente desde 2011. No ano passado, o Brasil obteve a mesma pontuação deste ano. Já em 2012, ficou na 46ª colocação entre 54 países.

Os níveis de domínio da língua foram definidos por testes de gramática, vocabulário, leitura e compreensão, com pontuação que varia de 0 a 100 pontos. A partir do resultado médio dos participantes, os países foram divididos em cinco grupos: proficiência muito baixa; baixa; moderada; alta e muito alta. O Brasil obteve 49,96 pontos e ficou no grupo de países com baixa proficiência, que tem ainda outras doze nações, entre elas Peru, Equador, Rússia, China, México e Uruguai.

Os dez países com melhor pontuação são europeus, sendo que os países nórdicos se destacam na lista (confira a lista ao lado). A Dinamarca ficou em primeiro lugar no ranking com 69.30 pontos, seguida da Holanda (68,99) e Suécia (67,89). Na última posição, está o Iraque, com 38,02 pontos.

Ainda segundo o levantamento, as mulheres falam inglês melhor do que os homens em quase todos os países pesquisados. De acordo com os organizadores do estudo, a proficiência em inglês é um indicador-chave de competitividade econômica de uma nação. “O inglês é uma plataforma poderosa para o intercâmbio profissional, cultural e econômico”, afirmou em nota Beata Schmid, porta-voz EF Education First.

No âmbito nacional, o sudeste foi a região que teve melhor proficiência na língua. São Paulo, que teve pontuação média de 52,89 pontos, ficou no nível de proficiência moderada, seguido pelo Rio de Janeiro (52.65) e Paraná (52.35). O Mato Grosso teve a menor pontuação: 45,68 pontos.

Criado em lixões, mendigo entra na melhor universidade do mundo

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Ex-mendigo que foi criado em lixões e aterros sanitários conquista vaga em Harvard. Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli e lingala

Justus viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo (Pragmatismo/The New York Times)

Justus viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo (Pragmatismo/The New York Times)

Publicado por Pragmatismo Político

Durante boa parte da sua infância, Justus Uwayesu, viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo. “Não havia chuveiro, e eu não tomava banho”, contou. Ele já chegou a ficar um ano sem tomar banho. As informações são do The New York Times.

Justus nasceu na zona rural do leste de Ruanda e quando tinha 3 anos perdeu seus pais, vítimas de um combate motivado por questões políticas, onde mais de 800.00 pessoas morreram em apenas 100 dias. A Cruz Vermelha conseguiu resgatar um irmão e duas irmãs.

Um casal começou a cuidar das crianças, mas a quantidade de órfãos na região foi crescendo e a família abandonou os quatro.”Foi um momento muito escuro, porque eu não podia ver um futuro. Eu não podia ver como a vida poderia ser melhor ou como eu poderia sair daquela situação de vida”, contou.

Certo dia, a criança viu sua vida mudar completamente. Clare Effiong, fundadora de uma ONG em New Rochelle, Nova York, decidiu no ano 2000, através de viagens pelo país, conhecer histórias de vida para ajudar crianças que se encontravam pelo mundo. Ao encontrar com Justus, perguntou qual seria seu maior desejo. “Eu quero muito ir para a escola”, contou.

Após completar seus estudos, ele conseguiu muito mais. Hoje, Justus Uwayesu, faz parte da maior universidade do mundo, Harvard. Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli (uma das línguas oficiais do Quénia) e lingala (idioma materno na região noroeste da República Democrática do Congo).

Ele começou a estudar e conseguiu vaga em uma escola especializada em ciência. Durante os estudos, trabalhou na caridade e abriu uma escola de culinária para garotas, no campus do próprio orfanato. Em Harvad ele estudou através de uma bolsa integral, matemática, economia e direitos humanos. Atualmente, ele diz ter 22 anos (ainda não se sabe a data exata do seu aniversário) e faz parte de 1.667 alunos da sua área.

dica da Luciana Leitão

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