Contando e Cantando (Volume 2)

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10 livros para aumentar a motivação na carreira

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Falta motivação na sua carreira? Ler um bom livro pode fazer com que você tenha novas ideias, trace metas e se aproxime cada vez mais do caminho do sucesso.

Lorena Torres, no Portal Trainee

Confira 10 livros que trarão motivação para sua carreira:

1 – Getting Things Done (A Arte de Fazer Acontecer)

Os conselhos do autor ajudam os profissionais a aumentarem a produtividade e diminuírem o estresse. Além disso, o livro ensina práticas de gestão de tempo modernas que auxiliam a redução do estresse.

2 – Desafiando o Talento (Geoff Colvin)

O autor Geoff Colvin é jornalista e editor da revita Fortune. Ele traz á tona um importante confronto: talento inato x trabalho duro.

O livro mostra questões motivadores para quem acredita que, mesmo não sendo dono de um grande talento ou QI, pode seguir pelo caminho do sucesso.

3 – A Estratégia do Oceano Azul (W. Chan Kim e Renéé Mauborgne)

Profissionais que têm uma carreira diferenciada são aqueles que adotam visão estratégica. A obra trabalha com exemplos reais e mostra o que grandes empresas e líderes fazem para manter-se no caminho do crescimento.

Lembre-se: você sempre ‘nadará’ com concorrentes altamente qualificados. Por isso, precisa desenvolver estratégias que te proporcionarão um diferencial diante da competitividade.

4 – O Físico (Noah Gordon)

Segundo especialistas, “O Físico” é um dos melhores livros para profissionais desmotivados. Em 600 páginas, o autor relata os desafios de um médico da Idade Média. A história inspira e faz refletir sobre o quanto somos capazes de enfrentar os obstáculos, esperar e ter determinação para alcançarmos aquilo que de fato queremos!

5 – Construindo um Futuro de Sucesso (Márcia Luz)

O livro traz uma série de relatos de pessoas que batalharam e conseguiram mudar a própria história. Entre eles, alguns empresários de sucesso, Oscar Schmidt e Ana Maria Braga.

“Sucesso não é uma questão de sorte ou azar. Ele é construído passo a passo e definirá seu destino”, relata a autora.

6 – Peixe! Como Motivar e Gerar Resultados (Stephen Lundin)

Uma gestora assume o desafio de conseguir modificar o ambiente de trabalho em uma unidade, onde ela considera o depósito de lixo tóxico da organização. Isso porque, é nesse setor que estão os funcionários mais desmotivados. O livro é uma verdadeira lição de motivação e faz com que você aprenda também sobre a importância de motivar colegas de equipe.

7 – Agora é pra Valer (Márcia Luz)

A autora descreve personagens com características de pessoas do mundo corporativo. O grande objetivo da obra é apresentar o conceito de liderança transformadora.

8 – O que Podem Aprender com os Gansos (Alexandre Rangel)

O livro traz lições que vão da liderança à motivação e passam por ensinamentos sobre (mais…)

O homem que criou um negócio milionário ajudando os amigos nas tarefas da faculdade

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Poliglota, sul-coreano Simon Lee costumava fazer traduções de trabalhos para colegas na universidade; até que viu nisso uma grande oportunidade de negócio.

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Publicado no G1

Desde pequeno, o sul-coreano Simon Lee era viciado em novos idiomas.

Hoje, ele é um empreendedor muito bem-sucedido aos 32 anos de idade. Lee fala seis línguas – coreano, inglês, francês, árabe, mandarim e japonês – e diz que ainda tem planos de estudar outros idiomas no futuro.

Com tal habilidade linguística, o empresário sul-coreano nunca precisou usar nenhum serviço de tradução. Mas depois que seus colegas de sala na Universidade de Seul começaram a lhe pedir ajuda com os trabalhos de inglês na faculdade, viu que ali existia uma grande oportunidade de negócio.

Assim, lançou sua primeira empresa: a Flitto, nascida em setembro de 2012 e hoje com mais de 5 milhões de usuários ao redor do mundo. De lucro, a companhia registra cerca de US$ 2,1 milhões por ano.

Diferente da maioria das empresas do ramo, Lee não emprega tradutores de maneira direta.

Ele convida as pessoas que sabem mais de um idioma a oferecerem seus serviços no site e no aplicativo para celulares da Flitto. São mais de um milhão de tradutores cadastrados em 170 países que podem traduzir até 17 idiomas distintos. Cada um cobra pelo trabalho que faz – e a Flitto fica com uma porcentagem do valor.

Uma vida nômade
Mas vale a pena olhar a história de Lee para entender sua paixão pelas línguas estrangeiras. Por conta do trabalho de seu pai em uma empresa multinacional, Lee passou a maior parte da vida fora da Coreia do Sul.

Ele nasceu no Kuwait, onde passou seus quatro primeiros anos de vida, antes que seus pais decidissem se mudar para o Reino Unido.

Três anos mais tarde, outra mudança, desta vez para os Estados Unidos. E outra, para a Arábia Saudita, um ano depois.

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Sua educação em escolas internacionais fez com que aprendesse muito rápido inglês, francês e árabe, que se somaram ao coreano, a língua materna.

“Conheci pessoas de todos esses países diferentes”, conta.

“Me dei conta que todos nós seres humanos somos iguais, mas a diferença nos idiomas que falamos geram mal-entendidos.”

Depois de sete anos na Arábia Saudita, Lee e sua família voltaram à Coreia do Sul, onde ele terminou a escola e foi estudar na prestigiada universidade coreana.

Mal sabia ele que dali sairia a ideia de seu negócio milionário.

Fonte de inspiração
Nos primeiros meses da faculdade, seus amigos já começaram a pedir ajuda para traduzir trabalhos e tarefas para o inglês, que era parte dos requisitos acadêmicos dos cursos que faziam na universidade. “Meus colegas me diziam: ‘Simon, se você traduzir isso para mim, te pago o jantar.”

“E cada vez mais e mais amigos me pediam ajuda com isso. Aí comecei a ficar sem tempo para ajudar a todos”, disse.

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Foi aí que ele descobriu o potencial dos serviços de tradução e começou a pedir ajuda a outros poliglotas do seu círculo de amizadas.

Seu negócio estava só começando – e ele decidiu mudar da Coreia do Sul para investir nele.

“Queria ir para um lugar diferente, não tinha dinheiro e se ficasse em Seul e me comparasse com meus amigos, iria ficar deprimido por não poder ter acesso ao que eles tinham.”

Foi assim que decidiu se mudar para Londres, um destino muito popular por ser uma cidade multicultural e por apresentar uma pluralidade de idiomas falados nas ruas todos os dias.

Lá, em um escritório compartilhado com várias outras start-ups que precisavam de suporte financeiro, Lee pensou em uma maneira inovadora de atrair atenção para o seu site e aplicativo. Ele precisava conquistar o interesse tanto de potenciais clientes, como de tradutores voluntários.

Famosos
A resposta que achou para divulgar a Flitto foi copiar tuítes de pessoas famosas, como a Lady Gaga, e motivar as pessoas a traduzi-los em diferentes idiomas, oferecendo em troca prêmios de merchandising relacionados com a celebridade em questão.

Funcionou. A ideia de usar nomes de famosos garantiu a ele uma divulgação global.

A Flitto logo começou a crescer, e a marca foi reconhecida com um número crescente de tradutores que mostravam interesse pelo projeto.

Hoje, a empresa de Lee tem sua sede em Seul, com 34 empregados e uma média de 70 mil pedidos de tradução por dia: desde pessoas que precisam de ajuda com alguns parágrafos até empresas que contratam traduções de grandes volumes de texto.

Cada tradutor – mais de um milhão deles – é classificado em um sistema de estrelas, de acordo com o grau de satisfação do cliente com cada trabalho entregue.

Além disso, a Flitto tem sua própria loja com mercadorias da marca, que vão desde uma linha de roupas até capinhas de celulares.

Lee conta que, por não ter tradutores como empregados diretos, sua empresa tem custos reduzidos com relação a outras companhias do mesmo ramo.

Ele diz que não se sente ameaçado pelo crescimento exponencial dos serviços de tradução automática oferecidos na internet porque “eles nunca serão tão precisos como o de uma pessoa.”

Sem descanso
Mas a vida de Lee não teve só ideias bem-sucedidas. Uma tentativa parecida de criar uma empresa de tradução em 2007 fracassou completamente.

“O problema é que não havia smartphone na época”, afirmou, e a tarefa se fazia mais lenta, porque não havia tantas opções na hora de trabalhar.

Lee se define como um “viciado em trabalho” – e foi capaz de ficar sem férias por seis anos.

Foram seus colegas de trabalho que lhe obrigaram a tirar alguns dias.

“Eles me forçaram a tirar férias, eu nunca quis. Me disseram: ‘Simon, você não está bem. Não está saudável. Achamos que você precisa de um tempo para relaxar’.”

“Quando meus empregados me perguntam ‘Simon, você aconselha que eu tenha meu próprio negócio?’. Eu digo: ‘olha, é muito estresse!'”

Ainda assim, Lee reconhece que vale a pena tentar.

“Siga seu sonho e acredite em você mesmo, esse é o meu conselho”, aponta o empreendedor sul-coreano.

5 premiados livros de ficção para se inspirar

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Fonte: Shutterstock

Fonte: Shutterstock

Conheça essas histórias motivadoras e aproveite a oportunidade para desenvolver habilidades de leitura

Publicado no Universia Brasil

Com a rotina agitada de estudantes e profissionais, é comum que as pessoas tenham dificuldade em reservar um tempo para a leitura. Em muitos casos, quando há um pequeno intervalo, ele é rapidamente preenchido com a leitura de e-mails, relatórios e títulos obrigatórios para as aulas na universidade, o que acaba deixando a literatura para segundo plano.

Apesar disso, as obras de ficção são extremamente importantes para a formação sócio-cultural de todos e merecem receber atenção, assim como as obras técnicas. Se você está procurando sugestões de bons títulos ficcionais, confira a seleção de livros premiados que a Universia Brasil compartilha abaixo:

Wolf Hall – Hilary Mantel

Para os amantes de ficção histórica, esse livro é uma ótima pedida. Sua trama se passa no reinado de Henrique VIII, na Inglaterra, e narra as turbulentas disputas por poder dentro da corte, sob a perspectiva de Thomas Cromwell, ambicioso conselheiro do rei.

A Vista Cruel do Tempo – Jennifer Egan

Como o próprio título diz, esse é um romance que trabalha as relações humanas no tempo. A trama em si narra a relação complexa de personagens no mundo da música – em especial, o executivo Bennie Salazar – tendo a tecnologia e a linguagem como nós importantes da história, que começa em 1970 na cidade de São Francisco até chegar em 2020, em Nova York. Neste intervalo tão grande, é possível perceber também as mudanças culturais que ocorreram nos EUA e, principalmente, elaborar uma reflexão sobre o papel do amadurecimento em nossas vidas.

Brooklyn Sem Pai Nem Mãe – Jonathan Lethem

Pertencente ao gênero da ficção policial, esse livro se destaca das tradicionais obras da categoria por seu inusitado personagem principal, Lionel Essrog, um órfão portador da síndrome de Tourette, doença que o faz tocar as pessoas compulsivamente e, ao mesmo tempo, não consegue refrear seus impulsos e acaba dizendo coisas impensadas. Mesmo com todas essas dificuldades, caberá a Lionel desvendar o assassinato de Frank Minna – mafioso que o acolheu e ofereceu trabalho, a única pessoa que o reconhecia como família.

O Amor de Uma Boa Mulher – Alice Munro

Escrito em 1998, este é mais um romance que lida com épocas passadas, porém, desta vez, os contos escritos por Alice Munro se passam nos anos 50 e têm como plano de fundo o universo feminino. A cada história, a autora narra os dilemas de suas personagens, incluindo no contexto o machismo, a libertação da mulher e sua entrada para o mercado de trabalho e muitos outros dilemas enfrentados pelas mulheres. Justamente por retratar uma sociedade tão distinta da atual, o livro revela as semelhanças e os impasses que ainda hoje persistem.

A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao – Junot Diaz

Embora seja ficcional, este livro faz críticas ao contexto atual, abordando a vida dos imigrantes latinos que vivem nos EUA de forma inovadora. O fio condutor da história é a vida de Oscar Wao, jovem escritor apaixonado pela cultura nerd, que vê seu trabalho ser sucessivamente recusado. Para completar, Oscar ainda sofre com o bullying causado por sua obesidade e sonha em se apaixonar, mas é mal sucedido no campo amoroso. Toda essa corrente de azar, em sua opinião, é fruto da maldição que se abateu sobre a família enquanto ainda morava na República Dominicana, o que elabora um quadro interessante de conflito entre as raízes latinas – fortemente marcadas nos imigrantes – e a dificuldade de se adaptar a uma nova realidade.

Aos 10 anos, Ana Cristina publica seu primeiro livro

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Uma sementinha foi plantada e agora os frutos começam a nascer

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Publicado no Cruzeiro do Sul

Desde que a sementinha da leitura foi plantada em Ana Cristina Rodrigues Henrique, de 10 anos, muitas ideias começaram a florescer em sua mente. As palavras das poesias apresentadas a ela pela família e amigos fizeram com que ela se encantasse com aquele mundo de rimas e mensagens bonitas que nos fazem pensar em nossas vidas. Desde então, Ana Cristina libertou sua criatividade e começou a traduzir seus pensamentos no papel.

Em um cantinho montado na sala de sua casa, que conta com uma mesinha rosa e vários brinquedos e livros, a menina se inspira nos seus autores preferidos, que são Vinicius de Moraes e Carlos Drummond de Andrade, para poder escrever suas próprias poesias. Além de gostar de lembrar das palavras desses grandes poetas brasileiros, Ana Cristina também busca inspiração em coisas simples, do seu dia a dia mesmo. “Sempre que acontece alguma coisa no meu cotidiano eu dou um jeito de escrever sobre aquilo”, diz ela.

Com isso, uma formatura no ensino fundamental, o dia dos pais e até o aniversário de uma professora querida já viraram poesias nas mãos de Ana Cristina. “Amor, amizade e família. É quase sempre sobre isso que eu escrevo”, declara.

“Primeiro de muitos!”

Todo o talento de Ana Cristina não se resume à escrita dos poemas. Como demonstrou essa vontade e prazer pelo mundo dos livros, a menina foi convidada por um vizinho para ir até o Cantinho Girassol, um espaço cultural instalado no bairro Wanel Ville que sempre realiza eventos para amantes dos textos, histórias e poesias. “Ele me chamou para declamar alguns poemas de Drummond num sarau do Girassol”, afirma Ana Cristina.

E a timidez passa longe da menina. Ela diz que nunca teve vergonha de nada e aceitou o desafio, declamando vários poemas no microfone na frente de muitas pessoas que estavam no espaço. Desde então ela passou a adotar o Cantinho Girassol como sua segunda casa.

Em um dos saraus que participou, Ana Cristina conheceu um editor de livros de São Paulo. “Ele então me perguntou se eu queria lançar um livro de poesias. Eu aceitei a ideia na hora”, revela a menina, com muita animação.

Com o desafio lançado, Ana Cristina teve de reunir 21 poesias em cerca de dois meses. Então ela colocou o seu talento e criatividade para funcionar e realmente conseguiu! Na noite de ontem Ana Cristina lançou o seu primeiro livro de poesias, chamado Sementes de Ana Cristina.

Mas ela não vai parar por aí não! Seu grande sonho é continuar lançando publicações, para se tornar uma grande escritora no futuro. “Que esse seja o primeiro de muitos!”

Pela dedicação e pelo talento que a menina já apresenta aos 10 anos de idade, certamente esse sonho se tornará realidade!

Conheça 10 Livros prediletos de estrelas do rock

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias [via Literatortura]

Todos sabem que muitos músicos acabam se inspirando na literatura ao compor novas canções.

Talvez, uma boa dose de leitura seja uma das principais fontes de inspiração na composição de uma bela canção.

E é claro, muito além destas composições, muitos músicos tem seus livros de cabeceira que, muito além do trabalho, influenciam suas vidas e seu cotidiano.

Nesta lista você verá alguns livros que inspiram e que não saem da cabeceira de alguns grandes nomes da música!

01 – Vagabundos Iluminados, de Jack Kerouac

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O autor era um dos prediletos do astro Kurt Cobain, sendo que este livro acabou produzindo efeitos interessantes ao longo da vida do roqueiro, inclusive servindo de base para a canção “beans”;

2 – O Livro dos Porquês

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Diz-se que Raul Seixas era fascinado por este livro quando jovem, e vivia trancando lendo-o na biblioteca. Bem, parece ter influenciado bastante o músico, tanto que se tornou um dos maiores questionadores que conhecemos;

03 – O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger

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O livro é um dos mais influentes de todos os tempos, e é um dos preferidos do vocalista do Green Day, Billie Joe Armstrong. Em 1992 a banda inclusive lançou uma música chamada “Who Wrote Holden Caufield?”

4 – Neuromancer, de William Gibson

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O músico Billy Idol curtiu tanto este clássico da Ficção Científica que chegou a declarar que sequer precisaria ter lido o livro, pois o teria absorvido por osmose;

5 – O Mestre e Margarida, de Mikhail Bulgakov

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O livro seria o predileto de ninguém mais, ninguém menos que Mick Jagger comprovando que para suas escolhas literárias ela não dá tanto azar como no futebol. O livro teria inclusive servido de inspiração para “Sympathy For The Devil”;

6 – Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley

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Te dou um doce se vocês descobrirem qual roqueira brasileira tem entre suas leituras preferidas este clássico da Ficção Científica? Moleza essa, não é? O livro é um dos queridinhos da baiana Pitty;

7 – O Estrangeiro, de Albert Camus

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Guitarrista e compositor do The Cure tem neste livro um de seus prediletos, que inspirou a banda inclusive a compor a polêmica música “Killing an arab”

08 – Dia D: A Batalha pela Normandia, de Anthony Beevor

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Nem só de ficção vivem nossos roqueiros. Dinho Ouro Preto, vocalista do Capital Inicial declarou estar entre suas leituras prediletas este livro que fala dos horrores da segunda guerra;

9 – O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway

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Este clássico da literatura está entre os livros prediletos do vocalista do Cold Play Chris Martin, conforme declarado à revista Billboard;

10 – As Vantagens de Ser Invisível, de Stephen Chbosky

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Um livro contemporâneo nesta lista repleta de clássicos. A dica aqui é de Hayley Williams, vocalista da Paramore:

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