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Se você é fã de Harry Potter você precisa ver essas 20 tatuagens inspiradoras

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Vitor Cayres, no Nerd Site

A saga de Harry Potter, criada por J.K. Rowling, criada em 1997, fará 20 anos em setembro desse ano. Desde seu lançamento os livros foram traduzidos para mais de 65 idiomas e teve mais de 600 milhões de cópias vendidas.

Além disso, os livros deram origem a 8 filmes, que juntos arrecadaram mais de 8 bilhões de dólares, se tornando a terceira maior franquia de filmes do mundo. E, recentemente, um novo filme, baseado no universo mágico do bruxo, foi lançado.

Por isso, inspirado na força em que todo esse universo tem, resolvemos trazer 20 tatuagens inspiradas em Harry Potter, que todo fã deveria conhecer. Confira abaixo:

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5 frases inspiradoras do livro “Pai Rico, Pai Pobre”

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publicado na Exame

O livro “Pai Rico, Pai Pobre”, de Robert Kiyosaki, foi lançado em 1997, mas continua fazendo sucesso entre quem busca educação financeira. Ele está em sua 85ª edição e já registra mais de 9 milhões de cópias vendidas no mundo.

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Com linguagem simples, o empresário e investidor mostra os ensinamentos que recebeu de seu pai rico, um empresário que tinha apenas o segundo grau completo. Esses conselhos, segundo o autor, foram o principal impulso para que ele próprio acumulasse sua riqueza.

Além de contestar pensamentos frequentes, como “busque um emprego seguro”, “estude bastante” e “sua casa é o seu maior patrimônio”, Kiyosaki explica como a inteligência financeira é um grande passo no caminho para construir um patrimônio sólido.

 

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Em busca de boas práticas de educação, jovem percorre 58 cidades em 6 meses

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Jovem viajou quase seis meses por 15 Estados brasileiros e o Distrito Federal em busca de práticas educacionais inspiradoras

Caio Dib viajou em busca de experiências educacionais inspiradoras. Entre os lugares que visitou, está o Ceará (foto). Hoje ele dá consultorias e palestras (Foto: Arquivo pessoal)

Caio Dib viajou em busca de experiências educacionais inspiradoras. Entre os lugares que visitou, está o Ceará (foto). Hoje ele dá consultorias e palestras (Foto: Arquivo pessoal)

Marcelle Souza, no UOL

Assim que concluiu a faculdade de jornalismo, Caio Dib, 23 anos, deixou o emprego, pegou a mochila e decidiu partir para uma aventura pessoal e profissional. Não procurava aprender outra língua nem conhecer outro país. Viajou quase seis meses por 15 Estados brasileiros e o Distrito Federal em busca de práticas educacionais inspiradoras.

“Em um momento de minha vida, não via mais sentido em ficar mais tempo dentro do escritório do que conhecendo essas diferentes realidades e conversando com pessoas”, afirma Dib, que atualmente dá consultorias e palestras.

Antes de sair de São Paulo, consultou amigos e usou a sua própria experiência em institutos de educação para mapear mais de 70 cidades. “A ideia inicial era que a viagem durasse três meses, mas, para o desespero da minha mãe, fui ampliando e fiquei seis meses na estrada”, diz.

A lista de escolas mudou muito durante as suas andanças e, no final, o percurso teve 58 municípios. Aos poucos, percebeu que as pessoas que conhecia pelo caminho poderiam indicar experiências tão ou mais interessantes do que as mapeadas no início da viagem. “Fui sozinho, mas pouco tempo eu fiquei sozinho de verdade”, afirma.

“Eu não tinha filtro quando saí daqui. Podia ser escola pública, privada, pré-escola ou educação de jovens e adultos. Eu queria encontrar coisas que vão além do óbvio”.

Deixou de lado os indicadores de qualidade, como o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), e foi atrás de iniciativas que tinham impacto não só na escola, mas também nas famílias e na comunidade. “Eu busco praticas que façam a diferença na vida das pessoas”.

As práticas foram escolhidas de acordo com três critérios: trabalhar de maneira equilibrada com conteúdo e desenvolvimento real para a vida, realizar trabalhos que impactem pessoas dentro da escola e na comunidade e  ter relacionamento com a realidade local.

Histórias viraram um livro

Assim que voltou, Dib montou um site, que tem um mapa com as escolas visitadas, e acaba de publicar o livro “Caindo no Brasil”, que reúne 13 práticas inspiradoras –nove instituições e quatro histórias de pessoas envolvidas com a educação.

“Uma das [práticas] que mais me chamou a atenção foi a Vivendo e Aprendendo, em Brasília. É uma escola associativa de educação infantil que trabalha muito com o aprendizado a partir da vivência e da relação com o outro”, afirma. “É uma escola que desenvolve futuros adultos conscientes e com habilidades e competências que a sociedade demanda, como trabalho em equipe, empatia, responsabilidade, autonomia”.

No caminho, conheceu o Colégio Oficina, em Salvador, que desenvolve atividades para estimular o desenvolvimento da argumentação e do olhar crítico pelos alunos, e a Escola do Sesc no Rio de Janeiro, uma escola-residência que prioriza multiculturalidade e oferece cursos técnicos para estudantes do ensino médio. “Todas as iniciativas têm problemas, o grande negócio é ver as soluções”, afirma.

No livro, Dib conta também histórias de pessoas que conheceu durante a viagem. “A Dayse foi a primeira de sua comunidade a entrar na universidade e mostrou como é importante olhar todos os alunos como pessoas cheias de potencial. O Seu Luiz, analfabeto porque precisaria andar 2 horas para chegar na escola durante a infância, está ajudando a filha a concluir o ensino técnico (um salto educacional enorme em uma geração) e mostrou como os saberes populares e cotidianos são tão importantes quando as letras e números”.

A publicação só foi possível a partir de uma “vaquinha” virtual, em que Dib arrecadou mais de R$ 30 mil com a ajuda de 300 apoiadores. “A viagem foi feita por pessoas. Se não fossem as dicas, os cafés, toda a colaboração on e off-line, não seria como foi. Quis fazer uma campanha de financiamento coletivo justamente para enfatizar que a mudança acontece no plural”.

O dinheiro do financiamento também possibilitou a doação de um livro para cada Estado e o desenvolvimento de uma nova plataforma de mapeamento de boas práticas, que será lançada ainda no segundo semestre. “É preciso olhar para os bons exemplos, aprender com eles e fortificar as redes”, afirma Dib.

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