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Tecnologia ajuda a incentivar hábito de leitura no público infantil

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E-books ajudam a desenvolver hábito de leitura nas crianças (Foto: Reprodução/Agência Conversion)

E-books ajudam a desenvolver hábito de leitura nas crianças (Foto: Reprodução/Agência Conversion)

 

Com acesso a celulares e tablets desde cedo, as crianças podem optar por livros on-line

Publicado em A Tribuna

Desde sempre, através de estudos, pesquisas e outros apontamentos, a leitura é considerada uma prática fundamental para o desenvolvimento humano. Sendo assim, quanto mais cedo, ou seja, ainda na infância, a leitura começar a fazer parte do cotidiano das crianças, as chances de estímulo intelectual, memória, facilidade de comunicação e escrita são maiores.

Hoje, com fácil acesso à tecnologia também desde cedo, é possível conciliar as práticas e fazer da leitura de livros online um facilitador para que o público infantil se interesse cada vez mais cedo por este hábito. A leitura é uma das atividades mais ricas e abrangentes para o melhor e mais frequente estímulo ao cérebro, fazendo com que ele trabalhe determinadas aptidões, como armazenamento de informações, memórias passadas e recentes, criatividade, capacidade de compreensão das mensagens passadas e evolução na forma de interpretar os conteúdos observados.

Aparelhos como smartphones e tablets fazem cada vez mais parte da vida das pessoas – e com as crianças, não é diferente. O que se deve saber é que é completamente possível fazer com que este acesso precoce à tecnologia auxilie o processo de introdução e manutenção do interesse das crianças pela leitura. Os e-books podem apresentar com mais facilidade variados temas de interesse não só do público infantil, como também podem contribuir para a aproximação entre eles e os pais em hábitos como a leitura antes de dormir, por exemplo. A leitura em conjunto estimula, ainda, a socialização e a comunicação das crianças.

O envolvimento dos pais neste processo é fundamental também na escolha do conteúdo e dos gêneros que serão passados para a leitura dos filhos. A internet é um ambiente com uma infinidade de informações. Cabe, de certa forma, aos responsáveis orientar e filtrar por quais caminhos e plataformas as crianças devem seguir, evitando que tenham acesso a conteúdos inadequados.

A interatividade é outro aspecto fundamental da leitura online para atrair as crianças. As inúmeras conexões entre textos, imagens, vídeos e animações fazem com que o interesse do público infantil seja ainda mais alto e significativo. Essa característica auxilia também no aprimoramento e no desenvolvimento da percepção cognitiva, na identificação das mensagens e nos sinais que a compõem.

Festa do Livro da USP começa nesta quarta-feira com desconto mínimo de 50%

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Publicado em UOL

A 17ª edição da Festa do Livro da USP (Universidade de São Paulo) acontece entre hoje (9) e sexta-feira (11), das 9h às 21h, na travessa C da avenida Professor Mello Moraes, entre a Raia Olímpica e praça do Relógio Solar, na Cidade Universitária, na zona oeste de São Paulo. Segundo a organização do evento, os descontos mínimos são de 50%.

Para o evento, foi montada uma estrutura de galpões e tendas, que somam 3.600 m² e comportam as cerca de 150 editoras.

Os livros vendidos durante o evento têm desconto mínimo de 50%. A feira é organizada anualmente pela Edusp (Editora da USP) e tem entrada é gratuita.

Na página do evento, é possível baixar o catálogo das editoras participantes e a localização delas dentro dos prédios.

Confira dicas para aproveitar a Festa do Livro da USP

  • Veja o mapa com a localização das editoras antes de sair de casa: E já faça um roteiro com os lugares em que deseja passar.
  • Leve uma lista com os livros que quer comprar: A maioria das editoras disponibiliza um catálogo com os livros que serão vendidos na feira, assim fica mais fácil decidir e você ainda economiza tempo.
  • Leve a quantia que pretende gastar em dinheiro: Para não cometer excessos, é bom levar a quantidade de dinheiro que você deseja gastar na feira. Sem contar que algumas editoras podem não aceitar cartões no dia.
  • Passe primeiro nas editoras que você tem mais interesse: Elas podem estar mais cheias, mas se você deixar para passar nelas depois, corre o risco de não encontrar mais os livros que procura. Então encare a fila!
  • Vá com roupas e calçados confortáveis: Dependendo do horário, alguns estandes ficam bem cheios – na aglomeração, tênis são bem melhores que salto alto.
  • Leve uma mala ou bolsa para carregar suas compras: Pode parecer exagero, mas mala de rodinha é uma boa pedida para a feira a livro. Fácil, fácil, você sai da USP com mais de dez livros e carregá-los na sacola não é muito agradável.
  • Paciência: Afinal, não é só você que quer aproveitar os descontos. O primeiro dia costuma ser mais cheio, mas os outros dias também são bem movimentados.

5 dicas para aumentar seu interesse pela leitura

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Fonte: Shutterstock

 

Veja como cultivar esse hábito e aproveitar melhor os livros

Publicado no Universia Brasil

Embora seja um hábito muito importante para a construção do conhecimento e a formação pessoal, nem todas as pessoas costumam ler. Para combater a falta de prática e até mesmo o pouco interesse pela leitura, existem algumas orientações que podem ajudar a adquirir esse costume e, principalmente, apreciar as obras ao máximo. Confira algumas dicas preparadas pela Universia Brasil e boa leitura!

1- Encontre seus interesses
Será muito mais fácil – e prazeroso – completar uma leitura se o tema for algo atrativo para você. Por isso, pode ser mais produtivo começar a cultivar o hábito através de obras de ficção, literatura juvenil, ou artigos de revistas e jornais a ir direto para áreas mais complexas, como textos acadêmicos ou literatura clássica, temas que você poderá abordar quando tiver mais experiência.

2- Separe um momento
Com a rotina acelerada, é comum não encontrar tempo para a leitura, o que acaba se tornando uma justificativa. Para evitar que isso impeça seu progresso, determine um período do dia exclusivamente para ler. Não se esqueça, também, de aproveitar os momentos livres, como a ida para o trabalho ou a faculdade para estimular o hábito.

3- Crie metas
É mais fácil se manter produtivo quando há um hábito a ser alcançado, por exemplo, ler um livro por mês. Como incentivo, também é interessante estabelecer uma recompensa, por exemplo, um passeio a cada livro lido. Dessa forma, o cérebro associará a leitura a sensações positivas, o que a tornará cada vez mais agradável.

4- Fique longe das distrações
A leitura também é um exercício de concentração, portanto, o ideal é se desconectar de tudo o que o fazer perder o foco, seja lendo em papel ou por meios digitais. Nesse último caso, a própria tecnologia é uma aliada: existem aplicativos que auxiliam a concentração, bloqueando seus sites favoritos – como redes sociais- por um período de tempo determinado, para que você foque totalmente em atividades mais importantes.

5- Compartilhe a prática
Ter amigos leitores pode ser uma ótima maneira de incentivo. Vocês podem combinar, por exemplo, algumas discussões sobre a obra que te deixarão motivado a continuar com a leitura em dia e compartilhar opiniões. Existem redes sociais exclusivas para leitores, como a Skoob, que podem se tornar uma boa opção para compartilhar suas ideias literárias.

Escritoras acreditam no aumento do interesse dos brasileiros por literatura

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Autora do best-seller 'Histórias íntimas', Mary Del Priore, acredita que a mídia colabora para gerar o interesse do público pelas histórias

Autora do best-seller ‘Histórias íntimas’, Mary Del Priore, acredita que a mídia colabora para gerar o interesse do público pelas histórias

Lya Luft, Mary del Priore e Márcia Tiburi anunciam lançamentos para este ano

Carlos Herculano Lopes no Divirta-se

Se o ano passado foi bom para as mulheres que se dedicam à literatura no Brasil, 2014 promete boas surpresas. Novos projetos não faltam a escritoras consagradas como Lya Luft, Mary Del Priore, Márcia Tiburi e Ana Paula Maia. Que o diga Del Priore, às voltas com um novo tema – o sobrenatural – depois de lançar mais de 20 livros de história, entre eles ‘Condessa de Barral – a paixão do imperador’, ‘O príncipe maldito’ e o best-seller ‘Histórias íntimas’.

“Minha paixão é escrever. Estou sempre envolvida com pesquisas que me levam a novos personagens e a buscar narrativas que tragam informação e prazer para o leitor. Desse ponto de vista, meu próximo livro, que está bastante adiantado, será o melhor que puder fazer, ainda mais com esse fascinante tema”, conta ela.

Coisas “do outro mundo” à parte,  Mary Del Priore diz que o público brasileiro tem se interessado mais por história, principalmente depois de a mídia dar visibilidade para publicações nessa área. Mas ainda falta multiplicar leitores, acredita a professora, que deu aulas na Universidade de São Paulo (USP) e na PUC Rio. Isso só será possível quando o ensino da matéria for menos afeito a enfoques ideológicos, priorizando a paixão e a curiosidade do leitor. Para isso, adverte Mary, é necessário mudar mentalidades.

“Nosso patrimônio histórico não tem verbas para sua salvaguarda; as comunidades não veem seu passado material ou imaterial como prioridade; nas escolas, faltam políticas de educação patrimonial que consolidem um modelo de cidadania cultural. O terceiro setor, que vem se batendo pelo cuidado aos bens culturais, é ignorado pelas autoridades e pela própria sociedade”, afirma Mary.

"Será um tipo muito específico de obra de arte", adianta a filósofa Márcia Tiburi sobre sua próxima publicação

“Será um tipo muito específico de obra de arte”, adianta a filósofa Márcia Tiburi sobre sua próxima publicação

MEDIOCRIDADE

Dizendo-se bastante pessimista em relação ao novo ano, “pois, no Brasil, estamos passando por uma fase de mediocridade generalizada”, Lya Luft prepara o lançamento de ‘O tempo é um rio que corre’ (Record), previsto para março. “Trata-se de um pequeno ensaio sobre o mistério do tempo que passa. Acho que as pessoas vão se divertir com a sua leitura”, acredita a gaúcha, autora do best-seller ‘Perdas & ganhos’.

De acordo com Lya, livros de ficção mais densos têm enfrentado dificuldades no Brasil. As pessoas, constata a escritora, querem leitura mais leve e divertida, sem maiores compromissos. “Não é culpa delas, mas do clima de futilidade geral que tem imperado por aí”, resume.

Gaúcha como Lya Luft e radicada em São Paulo, a romancista e filósofa Márcia Tiburi já está escrevendo novo livro, mas evita detalhá-lo para não atrapalhar seu processo criativo. “Será um tipo muito específico de obra de arte”, adianta. Para ela, a literatura brasileira experimentou bom momento no ano passado, apesar dos problemas econômicos, políticos e culturais enfrentados pelo país. “Estou otimista, espero que 2014 seja melhor em todos os sentidos, inclusive o literário”, diz.

A romancista carioca Ana Paula Maia, autora do celebrado ‘De gados e homens’, constata que o público leitor – principalmente feminino – aumentou bastante. “Elas são mais exigentes. Percebo um crescimento do número de mulheres interessadas nos meus livros, o que é uma grata surpresa, pois não são voltados para elas. Espero que 2014 também seja bom para a literatura”, conclui.

Três perguntas para…Josélia Aguiar, crítica literária e jornalista

O ano que passou foi bom para as escritoras brasileiras?

Não só 2013. Nos últimos anos, temos assistido à estreia ou ao lançamento de livros significativos de autoras de todas as idades, tanto na prosa quanto na poesia. Não só para as mulheres as coisas parecem melhores: a literatura brasileira contemporânea passa por uma revalorização, ao menos em relação ao interesse da imprensa, o que deixa editoras e curadorias mais receptivas a autores nacionais. Como no passado tínhamos menos mulheres na ativa, a impressão pode ser de que as coisas têm sido mais interessantes particularmente para elas. Numericamente, creio que a quantidade de homens na cena literária ainda é maior.

Que livros lançados em 2013 por escritoras você destacaria?
Vou destacar livros de ficção, em ordem alfabética: ‘Hanói’, de Adriana Lisboa; ‘As miniaturas’, de Andréa Del Fuego; ‘Esquilos de Pavlov’, de Laura Erber; e ‘Opisanie Swiata’, de Veronica Stigger.

Quais são os seus projetos literários para 2014?
Além de continuar escrevendo sobre literatura, já que sou especializada na área, estou concluindo uma biografia de Jorge Amado para o selo Três Estrelas.

Compra de livros cresce, mas pequenas livrarias, não

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O consumo de livros pelos brasileiros cresceu 7,2% em 2011 em comparação a 2010 (Foto: Dreamstime/Terra)

Publicado por Terra

Pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgada na Câmara Brasileira do Livro (CBL) aponta que no ano de 2011 foram vendidos 470 milhões de livros no País. Isso representou um crescimento de 7,2% no total de exemplares comercializados em relação ao ano anterior. As editoras atingiram a casa dos R$ 4,837 bilhões em faturamento – um crescimento de 7,36% sobre 2010.

Segundo dados da Associação Nacional das Livrarias (ANL), o Brasil tem cerca de 88,2 milhões de pessoas que leram um livro nos últimos três meses. Os dados mostram que o mercado como um todo está realmente aquecido, mas as livrarias não acompanham o mesmo ritmo. Elas fecharam o ano de 2011 com um aumento de faturamento de 5,26%, o que não chegou a recuperar a inflação do período, que foi de 6,5%. E o crescimento veio principalmente das grandes empresas do setor. As redes com mais de cinco lojas representavam 29,41% do mercado em 2010 e subiram para 34,88% em 2011. “E estão em plena expansão”, conta o presidente da ANL, Ednilson Xavier.

Vera Lúcia Souza, proprietária da Livraria BKS, com duas lojas no centro de São Paulo, acredita que o comercio de livros por grandes redes tem características que dificultam a vida das pequenas empresas. “Eles têm outros produtos, além dos títulos. Podem abaixar os preços e até vender ao valor de custo, embutindo isso em outras coisas, como televisores. E quem vende só livro não pode fazer o mesmo”, afirma.

A livreira, que está há 15 anos no mercado, conta que há sete anos resolveu segmentar o negócio na venda de livros de arquitetura, para competir com as grandes. Há um ano e meio, inaugurou uma loja na Vila Buarque, no centro de São Paulo. Com tudo isso, aumentou seu faturamento em 6% em 2011 em comparação ao ano anterior. “Sendo uma livraria especializada, conseguimos oferecer títulos e exclusividades que as grandes, por serem mais genéricas, não conseguem. É assim que sobrevivemos no mercado”, diz.

Vagner Chimenes, gerente da Capítulo 4, localizada no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, afirma que as grandes são uma ameaça principalmente pela presença nos shopping centers. Para ele, a solução é apostar nas plataformas de comunicação e nas mídias sociais, visando conhecer melhor o público e criar interesse. Eventos, como palestras com autores ou encontros com contadores de histórias infantis, podem fazer das pequenas lojas um espaço mais visitado.

Venda online
Para Alexandre Martins Fontes, diretor e proprietário da Livraria Martins Fontes, que conta com três livrarias em São Paulo, a venda online é uma opção para reforçar a presença física. “Geralmente, o cliente entra no site olha o que lhe agrada, mas vem buscar na loja. Não vejo isso como um grande problema”, conta.

Segundo Alexandre, o que deve preocupar o mercado livreiro não são as novas formas de venda, mas a falta de leitores. “É excelente que o brasileiro esteja lendo mais. Quanto mais gente vendendo e divulgando, melhor. Afinal, o temor deve estar na falta de consumo do nosso produto”, pontua.

E-books
Vera afirma que os e-books ainda têm uma presença muito pequena no País e, por isso, até o momento não os vê como um concorrente forte. “Acredito que eles podem atrair os jovens para a leitura, mas não são uma ameaça aos livros”, diz.

A chegada da Amazon.com ao Brasil, no entanto, deve trazer mais movimentação a esse mercado. A empresa americana deve iniciar as atividades no País ainda neste ano. Vagner acredita que o impacto dos e-books na venda dos livros tradicionais é uma realidade distante. “Em outros países, eles já estão há algum tempo no mercado e não diminuíram as vendas”, avalia.

dica do Jarbas Aragão

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