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Posts tagged J R R Tolkien

Tolkien: 8 coisas que você não sabia sobre o criador de O Senhor dos Anéis

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Lucas Nascimento, no Observatório do Cinema

A cinebiografia Tolkien, sobre o famoso escritor J.R.R. Tolkien, chegou aos cinemas nesta quinta-feira (23), prometendo um vislumbre sobre a vida do criador de O Senhor dos Anéis.

Se o longa com Nicholas Hoult vai se manter fiel aos fatos ainda é algo para se ver, mas separamos aqui 8 curiosidades sobre J.R.R. Tolkien que talvez sejam desconhecidas pela maioria.



Complicada relação com C.S. Lewis

Escritores de fantasia sempre têm suas histórias com outros profissionais da área. Quanto a Tolkien e C.S. Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia, os dois eram muito amigos, mas Tolkien se afastou quando seu amigo passou a se afastar de práticas católicas, especialmente o divórcio. Após a morte de Lewis, Tolkien se arrependeu de não ter retomado contato.



Um verdadeiro poliglota

Tolkien falava muitos, muitos idiomas. Sua mãe o ensinou latim, francês e alemão. Na escola, ele aprendeu grego, inglês, anglo-saxão, espanhol, italiano, gótico, galês moderno e medieval, finlandês e nórdico. Ele também tinha conhecimento de sérvio, russo, sueco, dinamarquês e holandês. Haja conhecimento.

Inventava idiomas para se divertir

Vocês viram no item acima a quantidade de idiomas que J.R.R. Tolkien falava, então é bem evidente que o autor acabaria inventando suas próprias línguas. Não só nos livros de O Senhor dos Anéis, mas puramente como hobby e diversão. As paixões de um linguista.



Veterano da Primeira Guerra Mundial

Um dos grandes temas abordados na cinebiografia com Nicholas Hoult é o período em que Tolkien serviu no exército britânico na Primeira Guerra Mundial. Ele participou da Batalha de Somme, e viu quase todos os seus amigos morrerem. Tolkien foi dispensado após contrair uma febre quase letal em 1917.

Professor em Oxford

Tolkien atuou como professor na Universidade de Oxford de 1925 a 1959, após trabalhar na Universidade de Leeds. Seu contrato em Oxford exigia apenas 36 aulas por ano, mas Tolkien fazia entre 70 e 136 anualmente.

Não achava que seus livros poderiam virar filmes

Tolkien vendeu os direitos de suas obras para adaptações muito antes de sua morte, e infelizmente não chegou a ver o resultado nas telas. Porém, o autor não acreditava que o cinema seria capaz de dar conta de suas obras complexas – afirmando que seria impossível de traduzi-las. Será que ele teria aprovado o trabalho de Peter Jackson?

Achava que seus fãs eram lunáticos

Além de rejeitar adaptações de seu trabalho, Tolkien também tinha uma postura um tanto radical em relação a seus fãs. Ele acreditava que a maioria deles eram lunáticos, e pouco capazes de apreciar e realmente entender seu trabalho. Será que Tolkien iria gostar da Comic Con?

Diversos de seus trabalhos foram publicados após sua morte

Ainda que Tolkien tenha publicado diversos livros em vida, outros de seus trabalhos ganharam a luz do dia de forma póstuma. O Silmarillion é o mais famoso dele, mas seu filho Christopher reuniu e editou diversos de seus manuscritos e anotações, rendendo também A História da Terra Média, Contos Incompletos, As Crianças de Hurin e A Lenda de Sigurd e Gudrún.

Família de Tolkien desaprova cinebiografia com Nicholas Hoult

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Nicholas Hoult em cena de ‘Tolkien’, cinebiografia do autor de ‘O Senhor dos Anéis’ (//Divulgação)

Grupo que administra o legado do autor publicou um comunicado esclarecendo que não participou da produção de nenhuma forma

Publicado na Veja

O filme Tolkien, que contará a história do criador de O Senhor dos Anéis, O Hobbit e de todo o idioma élfico contido nessas obras, não terá o apoio da família do autor, segundo informou o jornal britânico The Guardian.

Na manhã da terça-feira, 23, o Tolkien Estate, grupo que administra o legado e os direitos autorais de J.R.R. Tolkien, divulgou um comunicado informando à imprensa que não participou da elaboração da cinebiografia e que, portanto, não aprova a produção.

“A família de J.R.R. Tolkien e o Tolkien Estate estão cientes do longa-metragem da Fox Searchlight intitulado Tolkien, que será lançado em maio de 2019, e querem deixar claro que não aprovam, autorizam ou tiveram participação na realização desse filme”, diz a nota, reforçando que o grupo “não endossa a obra ou seu conteúdo de nenhuma forma”. Apesar disso, um representante da família informou ao jornal que o órgão não pretende tomar medidas legais.

O longa, previsto para estrear no dia 23 de maio no Brasil, traz Nicholas Hoult (Mad Max: Estrada da Fúria e X-Men: Primeira Classe) no papel principal e narra sua relação com um grupo de amigos, a que chama de “Sociedade” (como os protagonistas do primeiro livro da trilogia O Senhor dos Anéis), mostrando seus estudos no campo de linguística e o eventual envolvimento de todos eles na I Guerra Mundial, evento que marcaria para sempre a vida e a literatura de Tolkien.

Trilogia Cósmica de C.S. Lewis será republicada no Brasil

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Obra surgiu após uma aposta entre o autor e J.R.R. Tolkien

Gabriela Avila, no Omelete

Trilogia Cósmica, a série de livros de ficção científica de C.S. Lewis, ganha nova edição no Brasil. A obra surgiu de uma aposta do autor com J.R.R. Tolkien, responsável pela série Senhor dos Anéis. Segundo estudiosos, os temas foram decididos no cara ou coroa, com o criador da Terra Média ficando com o tema “viagem no tempo” e Lewis com “viagem no espaço”. Apesar de Tolkien não tenha cumprido sua parte, Lewis iniciou uma história que desencadeou na trilogia.

O protagonista da série é o doutor Elwin Ransom, professor e filólogo que foi inspirado na figura de Tolkien, que se aventura pelo espaço em aventuras que se passam em mundos fantásticos. O primeiro livro da série se chama Além do Planeta Silencioso e narra o sequestro do Dr. Ransom por parte do maligno doutor Weston, que o leva ao planeta Malacandra. Perelandra é o segundo livro, onde o herói decide combater o mal em um outro planeta. Por fim, forças malignas que Ransom combateu durante os outros livros se reúnem para atacar a Terra em Aquela Fortaleza Medonha.

A nova versão da série será publicada no Brasil em março pela Thomas Nelson, editora responsável por trazer grande parte da obra de Lewis, que relança a Trilogia em exemplares com capas inéditas e nova tradução.

Novíssimo livro de J.R.R Tolkien será lançado em agosto

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(J.R.R. Tolkien / Alan Lee/Reprodução)

Pâmela Carbonari, na Superinteressante

A editora HarperCollins anunciou que vai publicar o novo livro de J.R.R. Tolkien, “The Fall of Gondolin”, A Queda de Gondolin. A obra foi editada pelo filho do autor, Christopher Tolkien, que tem 93 anos e trabalha com os manuscritos do pai. A previsão é de que o livro sobre a cidade dos elfos seja publicado lá fora no dia 30 de agosto deste ano e que, pela primeira vez na história da franquia literária, o lançamento aconteça na mesma data no Brasil.

O livro está sendo muito aguardado pelos fãs de literatura fantástica, porque encerra uma trilogia sobre o surgimento do universo de Tolkien, a Primeira Era de Arda. Depois de Os Filhos de Húrin (2007) e Beren e Lúthien (2017, ainda sem edição brasileira), a expectativa é de que este terceiro livro sobre os Grandes Contos da Terra-média explique lendas citadas em décadas de publicações – desde os primeiros rascunhos de Tolkien nos anos 1910 até sua produção depois de O Senhor dos Anéis.

O Silmarillion já trazia a Queda de Gondolin. A obra de 1977 é uma coletânea de contos que narra a história antiga dos lugares, personagens e criaturas fantásticas que muitos leitores só vieram a conhecer nas publicações posteriores do escritor. Em uma comparação com a narrativa cristã de criação do mundo, A Queda de Gondolin faria parte do Antigo Testamento e O Hobbit(1937) e O Senhor dos Anéis(1954) fazem parte da narrativa do Novo Testamento.

“Provavelmente não haverá muito material inédito, e sim a comparação de material espalhado por vários livros já publicados. Essa obra é muito importante porque fecha essa “trilogia”. Talvez seja o último livro editado pelo Christopher, infelizmente, mas também achávamos isso de Beren e Lúthien, então o velhinho é duro na queda”, diz Reinaldo José Lopes, doutor em Estudos Linguísticos e Literários com foco no trabalho de J.R.R Tolkien e autor dos livros Os 11 Maiores Mistérios do Universo(2014), Deus: Como Ele Nasceu(2015).

A expectativa é de que a Queda de Gondolin seja uma edição tão enxuta quanto O Hobbit, que não passa das 350 páginas. Como já é possível ver na capa divulgada pela HarperCollins, o livro tem ilustrações de Alan Lee, artista inglês que trabalhou em O Senhor dos Anéis, O Hobbit, Os Filhos de Húrin, Beren e Lúthien e ajudou na criação dos cenários da Terra-Média para a adaptação cinematográfica de O Senhor dos Anéis.

Obras de J. R. R. Tolkien têm nova editora: a HarperCollins Brasil

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Livros inéditos no Brasil do autor de ‘O Senhor dos Anéis’ começam a ser publicados ainda em 2018

Guilherme Sobota, no Estadão

As obras de J.R.R. Tolkien ganham uma nova editora no País: a HarperCollins Brasil vai publicar os trabalhos do autor de O Senhor dos Anéis, a começar por um título inédito no País. Beren e Lúthien deve sair em novembro.

Segundo um comunicado divulgado nesta segunda-feira, 12, a editora pretende reposicionar a obra do autor britânico no mercado brasileiro, com um “trabalho forte de distribuição” e evidência a outros trabalhos além da trilogia original de O Senhor dos Anéis.

The History of Middle-Earth, que numa edição recente nos EUA tem 5,3 mil páginas, também será editado por aqui, pela primeira vez.

J. R. R. Tolkien (1892-1973). Foto: The Granger Collection

“Em outros países, particularmente na Europa e nos Estados Unidos, a obra de Tolkien tem status de literatura canônica. Queremos estender essa percepção ao Brasil, e isso passa por uma revisão dos critérios editoriais, divulgação, marketing e até tradução”, explica, na nota, o diretor editorial da HarperCollins Brasil, Omar de Souza.

Segundo a editora, a negociação com os herdeiros levou mais de um ano.

Samuel Coto, gerente editorial na HarperCollins Brasil, será o responsável pela edição de J.R.R. Tolkien na editora.

“Fui criado lendo a obra de Tolkien, sempre fui fascinado por seu universo mitológico”, diz, no comunicado enviado nesta segunda. “Mais que uma responsabilidade, editar sua obra é uma espécie de realização de um sonho. Como editor, terei a oportunidade de dar ao Legendarium, e a outros títulos além da mitologia principal, o tratamento editorial esperado por fãs como eu.”

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