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Conheça o primeiro museu dedicado à Terra Média de J.R.R.Tolkien!

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museu-Greisinger

Camila Cruz, no Garotas Geek

Um museu inteirinho dedicado às obras do escritor J. R. R. Tolkien?! Existe! E não é ficção! ♥

Numa toca no chão vivia um hobbit. Não uma toca desagradável, suja e úmida, cheia de restos de minhocas e com cheiro de lodo; tampouco uma toca seca, vazia e arenosa, sem nada em que sentar ou o que comer: era a toca de um hobbit, e isso quer dizer conforto.
A toca tinha uma porta perfeitamente redonda como uma escotilha, pintada de verde, com uma maçaneta brilhante de latão amarelo exatamente no centro. A porta se abria para um corredor em forma de tubo, como um túnel…

Agora imagina que dentro dessa toca existem 11 salas repletas das coisas mais fantásticas do universo tolkieniano obtidas ao longo da vida de Bernd Greisinger, um gerente de banco aposentado, que se especializou nas histórias da Terra Média e transformou sua coleção em um museu.

A entrada do Museu Greisinger, o primeiro do mundo dedicado à obra do J. R. R. Tolkien .

A entrada do Museu Greisinger, o primeiro do mundo dedicado à obra do J. R. R. Tolkien .

 

A toca O museu, fica localizado na pacata cidade de Jenins, pertinho de Zurique – Suíça, é considerado pelos especialistas a maior coleção de tesouros da Terra Média, com 3500 livros e 600 obras de arte!!! É o único museu dedicado exclusivamente aos trabalhos de Tolkien e suas adaptações.

Ao chegar no museu o visitante encontra as famosas portas verdes e redondas típicas das tocas Hobbits. A entrada baixinha, de apenas 1,5m, dá acesso a uma sala repleta de móveis rústicos de madeira e uma mesa coberta de mapas da Terra média. Greisinger se preocupou com cada detalhe para que o visitante se sinta em uma toca.

Um Hobbit em sua toca

Um Hobbit em sua toca

 

Guias fantasiados (as vezes até o próprio criador do museu) levam os visitantes através de salas que lembram cenas dos livros. A sala Gondor se estende por dois andares, com direito a uma escada em espiral e pilares de colunas brancas. Já a sala Wilderland oferece estátuas replicando as dos Portões de Argonath e uma instalação de quase 4 metros de altura do temível Balrog enfeita a sala de Moria.

Balrog! RUN, YOU FOOLS

Balrog! RUN, YOU FOOLS

 

No museu é possível encontrar relíquias, tais como livros raríssimos que só podem (mais…)

Encontrado mapa da Terra Média com anotações de J.R.R. Tolkien

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Imagem: Blackwell via The Guardian.

Imagem: Blackwell via The Guardian.

 

Um mapa de Middle-earth (Terra Média) com anotações do próprio J.R.R. Tolkien, foi descoberto no interior de uma cópia de The Lord of the Rings (O Senhor dos Anéis).

Aníbal Mendonça, no IGN Portugal

De acordo com o The Guardian, o mapa foi descoberto numa cópia do livro da ilustradora Pauline Baynes. Baynes referenciava o seu próprio trabalho no mapa para uma edição em 1970 do livro, Tokien corrigiu o nome de alguns locais e ofereceu sugestões a Baynes acerca das plantas e animais no mapa. Fez ainda questão de anotar que Hobbiton “é assumido ser aproximado em latitude a Oxford”, Inglaterra, onde Tolkien era professor.

Tolkien apontou ainda referências a cidades reais para os locais imaginários de Middle-earth, incluindo a inspiração para uma das cidades chave dos livros. A cidade italiana de Ravenna é “a inspiração por detrás de Minas Tirith”, aponta Tolkien.

O mapa está atualmente em exibição em Oxford, podendo ser seu por £60,000. O vendedor de livros Blackwell, que é quem está na posse do mapa, chama-lhe “talvez a melhor peça de Tolkien a emergir nos últimos 20 anos”

“O Hobbit”, de J.R.R. Tolkien, completa 78 anos

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Publicado no Boa Informação

Se você não passou a última década e meia desligado do mundo, é bem provável que já tenha ouvido falar em O Senhor dos Anéis. A história foi levada ao cinema por Peter Jackson e virou uma trilogia de enorme sucesso, renovando o interesse em torno das criações do autor da história original, o sul-africano J.R.R. Tolkien.

Contudo, antes de publicar a obra em que Frodo era incumbido da difícil tarefa de levar o Um Anel até os vulcões de Mordor a fim de destrui-lo, Tolkien fez sucesso com uma outra publicação: O Hobbit, livro que chegou às prateleiras da Grã-Bretanha em 21 de setembro de 1937, há 78 anos.

Sucesso imediato, O Hobbit conquistou o público e a crítica ao contar a história de uma criatura de tamanho diminuto, preguiçosa, comilona, porém muito astuta e valente. O título do livro fazia referência à raça do humanoide, que atendia pelo nome de Bilbo Bolseiro e vivia no Condado.

Há quase oito décadas, Tolkien lançava o livro que começaria a marcar seu nome na história da literatura mundial. Atualmente, sem nunca ter saído de moda, O Hobbit virou trilogia cinematográfica, jogo de videogame, jogo de tabuleiro e ainda continua a conquistar novos fãs.

Ilustração de Tolkien mostra a colina do Condado. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Ilustração de Tolkien mostra a colina do Condado. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

“Num buraco no chão vivia um hobbit”

Todo o universo que serve de pano de fundo para as suas histórias já vinha sendo criado desde 1917. Grande entusiasta de contos de fada e lendas, Tolkien escrevia contos e poemas situados naquele mesmo ambiente. Foi no começo dos anos de 1930, porém, que ele começa a trabalhar na ideia de O Hobbit.

Professor de anglo-saxão na Faculdade de Pembroke, na Universidade de Oxford, certa vez Tolkien teve uma inspiração repentina enquanto analisava documentos de estudantes que tentavam ingressar na instituição. Ao ver uma página em branco, ele escreveu “Em um buraco no chão vivia um hobbit”.

Nos anos seguintes, ele se dedicou à construção da história, que estaria pronta já em 1932. Então, enviou o rascunho para a apreciação de vários amigos, entre eles o também escritor britânico C. S. Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia, que se empolgaram com a leitura e incentivaram a sua publicação.

Sala de entrada da casa de Bilbo. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Sala de entrada da casa de Bilbo. (Foto: Reprodução/Espólio de J.R.R. Tolkien)

Coleção de influências e inspirações

De modo geral, tanto a obra completa do autor quanto O Hobbit, falando de forma mais específica, receberam pesada influência de outras correntes artísticas. O pintor e escritor britânico William Morris e o seu Movimento das Artes e Ofícios, com suas composições de paisagens e abordagens literária, está entre as principais influências.

Falando de forma mais ampla, também não somente O Hobbit, mas toda a obra de Tolkien tem uma influência pesada da antiga literatura anglo-saxã e da cultura nórdica, com seus mitos e lendas. Os compêndios Edda, de poesia e prosa nórdicas, estão presentes na forma em que a história é contada e, além disso, a concepção da fauna e da flora e até mesmo os nomes dos personagens do livro também trazem a mesma fonte de inspiração.

Há quem veja ainda paralelos entre a história de Tolkien e a obra Viagem ao Centro da Terra, do escritor francês Julio Verne — como a questão das mensagens rúnicas e também o próprio conceito de uma longa jornada rumo ao desconhecido em busca de um objetivo.

Além de tudo isso, autores como os Irmãos Grimm, Samuel Rutherford Crockett e George MacDonald’s, bem como textos religiosos do cristianismo, em especial a história do povo hebreu, também são apontados como influências. Até mesmo a experiência pessoal de Tolkien com os eventos da Primeira Guerra Mundial é indicada como inspiração.

Mapas e ilustrações

Tolkien era conhecido por ser perfeccionista — tanto é que é comum ver as explicações de seu filho Christopher a respeito do receio que ele tem de publicar os rascunhos inacabados de seu pai —, então, era de se esperar um grande envolvimento seu nas várias fases de concepção e publicação de uma obra. (mais…)

Ilustrações alternativas para “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”

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Luciana Galastri, na Galileu

Já falamos aqui do lado desenhista de J.R.R. Tolkien, autor de O Senhor dos Anéis e O Hobbit. Mas você sabia que ele também fez capas incríveis para a trilogia das aventuras de Frodo? Confira seus trabalhos abaixo:

A capa de tolkien para  "A Sociedade do Anel" (Foto: reprodução)

A capa de tolkien para “A Sociedade do Anel” (Foto: reprodução)

 

A capa de tolkien para "As duas Torres" (Foto: reprodução')

A capa de tolkien para “As duas Torres” (Foto: reprodução’)

A capa de tolkien para "O retorno do Rei" (Foto: reprodução)

A capa de tolkien para “O retorno do Rei” (Foto: reprodução)

 

Outra versão para as ilustrações de O Hobbit foi feita por Maurice Sendak, autor de Onde vivem os monstros. Nos anos 1960, ele desenhou um projeto de ilustração para a versão comemorativa dos 30 anos da obra. Por várias razões (incluindo um ataque cardíaco sofrido por Sendak), a versão nunca foi publicada. Por sorte, aqui estão os desenhos:

bilbo conversa com gandalf, na versão de "o hobbit" por Sendak (Foto: reprodução)

bilbo conversa com gandalf, na versão de “o hobbit” por Sendak (Foto: reprodução)

A casa de Bilbo (Foto: reprodução)

A casa de Bilbo (Foto: reprodução)

 

Já em 1976, surge essa versão russa de “O Hobbit”, com desenhos em estilo soviético tradicional:

A capa (Foto: reprodução)

A capa (Foto: reprodução)

Gandalf conversa com Bilbo (Foto: reprodução)

Gandalf conversa com Bilbo (Foto: reprodução)

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The Story of Kullervo | Livro de J.R.R. Tolkien ganhará edição em outubro

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História de fantasia nunca finalizada pelo escritor é resgatada com comentários e ensaios

Marcelo Hessel, no Omelete

The Story of Kullervo, um dos primeiros trabalhos do autor de O Senhor dos Anéis e O Hobbit, J.R.R. Tolkien, ganhará uma edição própria, em outubro, pela HarperCollins. Veja a capa do livro nos EUA:

kullervo

Inspirado por poemas épicos finlandeses, o texto em prosa começou a ser escrito quando Tolkien estava na faculdade, em 1914, antes de O Hobbit, e é um dos primeiros manuscritos preservados do escritor. A história de fantasia acompanha Kullervo, escravo que jura vingança contra o mago que matou seu pai, sequestrou sua mãe e tentou três vezes matar Kullervo quando ele ainda era uma criança.

Pelos registros do espólio do escritor, Tolkien nunca terminou de escrever The Story of Kullervo. O manuscrito foi publicado pela primeira vez em 2010, comentado, no volume sete da antologia anual Tolkien Studies. O livro que sairá em outubro contém o mesmo manuscrito comentado, além de anotações e ensaios sobre a obra.

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