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Posts tagged James Joyce

Cédulas de dinheiro com retratos de grandes escritores

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Pode não parecer, mas os escritores são pessoas importantes. E uma grande prova disso é a quantidade de selos que homenageiam autores, assim como suas obras e personagens. E se hoje em dia a literatura não rende mais o valor que ela merece dentro da sociedade, gostaríamos de lembrar que um dia ela já foi representada na coisa mais valiosa já produzida pelo mercado,… O dinheiro. Não há muitas moedas dedicadas a escritores, no entanto, cédulas em papel já foram usadas para homenagear alguns escritores clássicos de todo o mundo.

Abaixo separamos algumas amostras de notas que retratam grandes autores, e que formam uma coleção bem peculiar e específica de dinheiro.

Miguel de Cervantes

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César Vallejo

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Leopoldo Alas ‘Clarín’

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Carlos Drummond de Andrade

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Charles Dickens

dickens (mais…)

As histórias infantis de James Joyce

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Além de romances celebrados e desafiadores para o leitor adulto, o escritor irlandês escreveu para crianças – textos cheios de ironia, jogos de palavras e felinos

Ruan de Sousa Gabriel, na Época

Stephen tinha 4 anos e morava com os pais em Villers-sur-­Mer, na França, quando recebeu uma carta do avô, um irlandês que morava em Paris. Ele vivera alguns anos na Itália, preferia ser chamado de Nonno e gostava de nomes italianos (seus filhos, o pai e a tia de Stephen, chamavam-se Giorgio e Lucia). Na carta, enviada em 10 de agosto de 1936, o avô contava a história do gato de Beaugency, uma cidade francesa às margens do Rio Loire que precisava desesperadamente de uma ponte. O diabo faz um trato com o prefeito: construiria a ponte, mas com um preço – a alma do primeiro que a atravessasse. E o primeiro a caminhar pela ponte foi um gato. Nonno gostava dos felinos, por ter sido atacado por um cachorro na infância. Já havia presenteado o neto com um gatinho de brinquedo recheado de doces, uma espécie de cavalo de Troia para despistar os adultos. O nome do vovô brincalhão e contador de histórias era James Joyce (1882-1941), um dos maiores expoentes da literatura em todos os tempos.

NO COLO DO VOVÔ James Joyce e seu neto Stephen em 1932. Gatinhos são os protagonistas das histórias infantis que o irlandês escrevia (Foto: Bettmann/Corbis)

NO COLO DO VOVÔ
James Joyce e seu neto Stephen em 1932. Gatinhos são os protagonistas das histórias infantis que o irlandês escrevia (Foto: Bettmann/Corbis)

Semanas depois, Joyce enviou outra história ao neto, inspirada em sua viagem à Dinamarca, uma terra que ele considerou cheia de policiais preguiçosos e escassa em gatos. As duas histórias, O gato e o diabo e Os gatos de Copenhagen, estão reunidas num livro (40 páginas, R$ 38) com lançamento marcado para 22 de outubro pela Lumme. A pequena editora de Bauru, interior de São Paulo, é responsável por uma nova leva de traduções da obra de Joyce – incluindo os livros adultos. A equipe de tradutores, liderada por Eclair Antonio Almeida Filho, professor da Universidade de Brasília (UnB), só não se atreverá a retraduzir Ulysses, a obra-prima do autor.

Joyce publicou Ulysses em 1922, dez anos antes do nascimento de Stephen. A epopeia do judeu Leopold Bloom, um marido traído que vaga pelas ruas tortuosas de Dublin, capital da Irlanda, num dia de junho de 1904, desafia os leitores mais esforçados por sua linguagem elaborada e repleta de referências. Uma das marcas do romance – e de toda a literatura de Joyce – é o fluxo de consciência, uma técnica que procura transcrever o processo de pensamento do personagem misturando raciocínio e impressões subjetivas. O resultado rompe as regras de construção gramatical e a pontuação. Nos contos para o neto, Joyce simplificou a linguagem e encurtou os parágrafos, o que pode reaproximá-lo do leitor que não conseguiu transpor as mais de 1.000 páginas de Ulysses.

Joyce criou histórias sobre gatinhos para agradar às crianças que tinha em casa. A pressão de pequenos leitores levou outros grandes autores a escrever para o público infantil. Clarice Lispector publicou quatro livros para crianças a pedido de seus filhos, Pedro e Paulo. Os filhos de Oscar Wilde se deleitavam com as fábulas que o pai criava (leia no quadro abaixo). Joyce também compôs poemas para sua filha Lucia e reescreveu fábulas do francês Jean de La Fontaine (1621-1695). As versões joyceanas de A raposa e as uvas e A formiga e a cigarra foram incluídas em Finnegans wake, o romance em que ele trabalhava quando escreveu sobre os gatinhos. Apesar da linguagem apropriada para crianças e despida de experimentalismo, outras características marcantes de Joyce aparecem nos contos infantis: a oralidade, os jogos de palavras, a dualidade, a música, a subversão da realidade, o uso de vários idiomas e a ironia. “A oralidade, ligada ao fluxo de pensamento, é uma marca do estilo joyceano, mas se perde em algumas traduções”, afirma Almeida Filho, o tradutor dos continhos. “Há uma tendência de complicar o que não é complicado em Joyce, como se o leitor já esperasse dele uma linguagem difícil”, afirma. Ele agora se debruça sobre Finnegans wake, cuja nova edição brasileira ganhará um título triplo: Vigília/Incelença/Elegia para Finnegan.

(Fotos: Bettmann/Corbis, Corbis, W. & D. Downey/Hulton Archive/Getty Images, Arquivo/Estadão Conteúdo)

Os jogos de palavras repletos de subentendidos e referências também divertem nas histórias felinas. No original, o “senhor prefeito”, que faz negociatas com o cão, é chamado de “lord mayor”. Aos ouvidos ingleses, “lord” remete também ao Senhor Deus, velho inimigo do diabo engenheiro. Joyce, o Nonno, gostava de experimentar com diferentes idiomas e inventou uma língua falada apenas (mais…)

11 coisas (muito malucas) que você não sabia sobre Ernest Hemingway

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EH 8300P  Ernest Hemingway and Carlos Gutierrez aboard Hemingway's boat, the Pilar, 1934. Photograph in the Ernest Hemingway Photograph Collection, John F. Kennedy Presidential Library and Museum, Boston.

Publicado no Brasil Post

Ernest Hemingway tirou a própria vida em 2 de julho de 1961.

Veja abaixo fatos obscuros (e curiosos) sobre a vida do escritor, tiradas de entrevistas e relatos pessoais do romancista.

1. Aparentemente, Hemingway morou, ficou bêbado e dormiu com um urso.
A jornalista da revista New Yorker Lillian Ross escreveu um longo perfil de Hemingway em 1950.

Em uma parte da reportagem em que ela está num bar com o autor, falando sobre os ursos do zoológico do Bronx, Ross inclui uma anedota sobre o bom relacionamento de Hemingway com os animais. “Em Montana, certa vez, ele morou com um urso, e o urso dormia com ele, ficava bêbado com ele e era um ótimo amigo.”

Esse fato ao mesmo tempo parece insano e não aparece em outros lugares. Não está claro se foi uma informação exclusiva descoberta por Ross ou se a história é só uma lenda.

2. F. Scott Fitzgerald pediu que Hemingway olhasse seu pênis para dizer se ele era adequado.

Em Paris é uma Festa – uma coleção de histórias sobre o tempo que Hemingway passou em Paris nos anos 1920 –, há uma longa interação do escritor com o autor de O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald. Na conversa, segundo Hemingway, Fitzgerald confessa que sua mulher, Zelda, disse que seu pênis era pequeno demais, ou: “Ela disse que era uma questão de medidas”.

Hemingway pede que Fitzgerald o acompanhe até o banheiro, e então diz: “‘Não tem nada errado’, eu disse. ‘Está tudo bem com você’. Ele continuou assegurando Fitzgerald de que não havia nenhum problema. ‘Você se olha de cima e parece pequeno. Vá ao Louvre e olhe as pessoas nas estátuas, depois volte para casa e se olhe no espelho de perfil’”.

3. Hemingway disse que não conseguia pensar numa maneira melhor de gastar dinheiro do que com champanhe.

No perfil da New Yorker de 1950, Hemingway se frustra com a companhia de um almoço, achando que eles vão deixar a mesa antes de terminar a champanhe.

“‘A garrafa de champanhe pela metade é inimiga do homem’”, disse Hemingway. Nos sentamos de novo”, escreve Ross.

Enquanto serve mais champanhe, Hemingway diz: “Se tiver dinheiro, não conheço melhor maneira de gastá-lo que com champanhe”.

4. A KGB recrutou Hemingway como espião, e ele aceitou.

Segundo uma reportagem de 2009 do The Guardian, Hemingway tinha o codinome “Argo” enquanto meio que trabalhou para a KGB. O artigo fala sobre a publicação de Spies: The Rise and Fall of the KGB in America (espiões: a ascensão e queda da KGB nos Estados Unidos, em tradução livre), da Yale University Press. O livro afirma que Hemingway foi listado como um operador da KGB nos Estados Unidos nos tempos de Stálin.

Segundo os documentos obtidos pelo livros, Hemingway foi recrutado em 1941 e estava inteiramente disposto a ajudar, mas nunca forneceu informações úteis. Não está claro se Hemingway encarou o trabalho como brincadeira ou se era simplesmente um mau espião.

“O nome é Hemingway, Ernest Hemingway” tem sílabas demais.

5. Nos últimos anos de sua vida, ele era vigiado pelo FBI.

A.E. Hotchner, biógrafo e amigo do autor durante 14 anos, escreveu um artigo de opinião no New York Times em 2011 afirmando que Hemingway passou seus últimos dias incrivelmente paranoico com uma possível vigilância do FBI – e a paranoia era justificada.

“É o pior dos infernos. O inferno mais maldito. Eles grampearam tudo. É por isso que estamos usando o carro de Duke. O meu está grampeado. Tudo está grampeado. Não posso usar o telefone. A correspondência é interceptada”, teria dito Hemingway a Hotchner logo depois de seu 60º aniversário. Hotchner lembra de pensar que Hemingway estava enlouquecendo, pois não parava de falar no grampo dos telefones e na correspondência interceptada.

Hotchner ficou chocado quando o FBI liberou os arquivos relativos a Hemingway, depois de um pedido baseado na Lei da Liberdade de Informações. O órgão admitia que em 1940 Hemingway foi incluído por J. Edgar Hoover numa lista de suspeitos. “Nos anos seguintes, os agentes fizeram relatórios e grampearam o telefone dele.” Hotchner teve de reconciliar suas memórias de um Hemingway enlouquecendo no fim da vida – que levaram a terapias de choques elétricos – com o fato de que o autor estava certo, no fim das contas.

6. Hemingway achava “muito perigoso” não ir a várias lutas por ano.

No mesmo perfil da New Yorker de 1950, Ross descreve o que aconteceu quando ela sugeriu que uma luta tinha sido sem graça:

Hemingway me olhou longamente, com reprovação.

“Filha, você tem de entender que uma luta ruim é melhor que não ver uma luta”, disse ele. Iríamos todos a uma luta quando ele voltasse da Europa, disse ele, porque era absolutamente necessário ir a várias lutas boas por anos. “Se você ficar muito tempo sem ir, você as abandona”, disse ele. “Isso seria muito perigoso.” Ele foi interrompido por um curto acesso de tosse. “No fim”, concluiu ele, “você acaba num quarto e não vai sair de lá.”

7. James Joyce arrumava brigas em bares, e Hemingway batia na pessoa.

Kenneth Schuyler Lynn tem a seguinte frase em seu livro Hemingway, sobre a amizade entre Hemingway e James Joyce:

“Saíamos para um drink”, disse Hemingway para um repórter da Time nos anos 1950, “e Joyce acabava numa briga. Ele não conseguia nem enxergar o homem, e dizia: ‘Cuida dele, Hemingway! Cuida dele!”

8. Segundo Hemingway, suas pálpebras eram muito finas, o que o fazia acordar todos os dias com o nascer do sol.

Essa também vem do perfil da New Yorker, no qual Ross escreve: “Ele sempre acorda com o nascer do sol, explicou, porque suas pálpebras são especialmente finas, e seus olhos, especialmente sensíveis à luz”.

Na reportagem, Hemingway diz: “Vi o sol nascer todos os dias (mais…)

Afinal, Harry Potter é literatura?

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Cristine, no Cafeína Literária

Segundo Ruth Rocha, não. emoji

A autora, com mais de 120 livros infantis publicados, em entrevista ao portal iG há uma semana (27/04/2015), afirmou categoricamente:

“Não acho errado ‘Harry Potter’ fazer sucesso, mas não acho que seja literatura.”

Como assim?!

Há algum tempo, escrevi sobre uma declaração que Paulo Coelho fez a respeito de Ulisses, de James Joyce (leia aqui). Não faz diferença a opinião dele ou de outra pessoa sobre a obra, se gostou ou não gostou é algo pessoal. O que incomodou na declaração dele, entre outras coisas, foi o subtexto do tipo “não li e não gostei”. Se foi por autopromoção ou não, é difícil entender que um escritor – por mais raso que seja o que ele escreve – emita uma “não-opinião” feito essa.

Não é por gostar de Harry Potter que eu estou me pronunciando a respeito. Não li Ulisses – na verdade, já comecei três vezes – e ainda assim me senti compelida a contestar as afirmações feitas por PC. E, por mais rasos e clichês que sejam os textos dele – que me desculpem seus fãs -, eles são literatura. Não necessariamente excelente literatura mas, ainda assim, literatura. E, mesmo não gostando, não é por isso que sairei falando por aí que não é literatura.

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O GLOBO (EXCLUSIVO) SÃO PAULO 02.06.2009 – PROSA E VERSO – RUTH ROCHA FOTO:SERGIO BARZAGHI/DIARIO

Voltemos a Ruth Rocha. É isso que ela parece estar dando a entender com suas declarações: que leu, não gostou e que por isso não é literatura. Em certo ponto, inclusive afirma “eu sei que não é bom.”

“Isto não é literatura, isto é uma bobagem. É moda, vai passar. Criança deve ler tudo, o que tem vontade, o que gosta, mas eu sei que não é bom.”

E continua:

“O que eu acho que é literatura é uma expressão do autor, da sua alma, das suas crenças, e cria uma coisa nova. Esta literatura com bruxas é artificial, para seguir o modismo. Acho que o Harry Potter fez sucesso e está todo mundo indo atrás.”

Percebam o quanto essas frases soam contraditórias. Ao mesmo tempo em que a autora afirma que ‘criança deve ler de tudo’, cria uma barreira a uma parte desse tudo, já que pela sua lógica Harry Potter não deve ser lido pois não é literatura.

E mais contraditória ainda é sua resposta quanto a não gostar de Harry Potter:

“Não acho errado os livros fazerem sucesso. Eu gosto porque acho que as crianças leem, mas eu não gosto de ler “Harry Potter”, não acho que é literatura.”

E aí, gosta ou não gosta? Criança pode ler tudo, mas não deve ler Harry Potter? Mas, afinal, Harry Potter é ou não é literatura?

Comecemos pela definição de literatura feita pela própria autora:

“Literatura é uma expressão do autor, da sua alma, das suas crenças, e cria uma coisa nova.”

  • Harry Potter é uma expressão do autor?
  • Harry Potter é uma expressão da alma do autor?
  • Harry Potter é uma expressão das crenças do autor?
  • No caso de J.K.Rowling, basta assistir a qualquer entrevista com a autora para saber que a resposta a essas três perguntas é “Sim!”.

  • Harry Potter cria uma coisa nova?
  • Por mais que a história do bruxinho pareça familiar, por mais que seja impossível escapar da jornada do herói, não há dúvida que a forma de contar a história e a concepção do universo de Hogwarts são uma coisa nova. “Sim” também para essa questão.

    Então, pela própria definição de Ruth Rocha, Harry Potter é, sim, literatura.

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E podemos confirmar isso não apenas tomando como base suas declarações. O conceito de Literatura já foi descrito e discutido por vários estudiosos. Vejamos o que escreve Massaud Moisés, professor titular da Universidade de São Paulo, autor de vários livros sobre Teoria Literária:

“A literatura é a expressão de conteúdos da ficção ou da imaginação por meio de palavras de sentido múltiplo e pessoal.

Vale lembrar que para ser um texto literário, deve-se preencher alguns requisitos: a questão de valor já é outra história. Desde um soneto comum escrito por um adolescente sonhador, publicado num jornal acadêmico, até a Divina Comédia, tudo é Literatura. Pode ser que o soneto necessite de valor artístico ou de qualidade, mas irá satisfazer aquelas condições implícitas ou explícitas nas considerações feitas até agora.

(…) podemos concluir que somente a poesia, o conto, a novela e o romance pertencem à Literatura, por satisfazerem àquele requisito básico: Literatura é ficção expressa por palavras polivalentes.”
MOISES, Massaud. A análise literária. 17.ed. São Paulo: Editora Cultrix, 2005

Então, a menos que eu esteja redondamente equivocada, Harry Potter encaixa-se perfeitamente no conceito de Literatura descrito acima. Além de tudo, literatura é arte. E arte não é algo estanque, imutável, binário, é ou não é. A arte transborda, trespassa, sensibiliza.

Eu poderia dar muitas outras referências e outros exemplos e todos desmentiriam a afirmação inicial de Ruth Rocha. E ela poderia simplesmente ter dado sua opinião, afinal gosto não se discute. Poderia inclusive ter exposto argumentos baseados em teoria literária que (talvez) demonstrassem que Harry Potter não é tão boa literatura quanto a maioria dos leitores considera.

É possível que ela tenha se referido ao embate antigo entre literatura de entretenimento e literatura “de verdade” e que, no seu entender, Harry Potter não se encaixa na segunda classificação. Mas existe mesmo essa distinção? Muitas obras hoje consideradas clássicos, foram literatura de entretenimento na época em que foram inicialmente publicadas. Shakespeare, por exemplo. Será que Ruth Rocha diria que Shakespeare não é literatura “de verdade”? Bom, mas isso é assunto para outro post.

Enfim, a autora de inúmeros livros que embalaram tardes de leitura durante minha infância pisou na bola. #xatiada

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Conheça a casa de escritores clássicos pelo Google Street View (PARTE 2)

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Se você já acessou a primeira parte desta postagem em que visitamos as casas de escritores clássicos pelo Google Street View, vai gostar de saber que desta vez demos saltos mais longos e fomos até o velho continente, mais precisamente na Grã-Bretanha, para conhecer o lar de alguns grandes autores que viveram por lá.
Mas veja bem, a intenção aqui não é ‘stalkear’ um ídolo, até porque todos os autores listados já estão mortos, mas tentar canalizar um pouco daquela inspiração que embalou a obra desses escritores.

Agatha Christie
Agatha Christie
Localização: 58 Sheffield Terrace, Holland Park, W8 7NA

Bram Stoker

Bram Stoker
Localização: 18 St Leonard’s Terrace, Chelsea, SW3 4QG

CS Lewis

CS Lewis
Localização: The Kilns, Lewis Close, Oxford OX3 8JD

Charles Dickens

Charles Dickens
Localização: 48 Doughty Street, Holborn, WC1N 2LX

George Orwell

George Orwell
Localização: 50 Lawford Road, Kentish Town, NW5 2LN

Ian Fleming

Ian Fleming
Localização: 22 Ebury Street, Belgravia, SW1W 8LW

JRR Tolkien

JRR Tolkien
Localização: 20 Northmoor Road, Oxford

James Joyce

James Joyce
Localização: 28 Campden Grove, Holland Park, W8 4JQ

Jane Austen

Jane Austen
Localização: Chawton, Alton, Hampshire GU34 1SD

Thomas Hardy

Thomas Hardy
Localização: 172 Trinity Road, Tooting, SW17 7HT

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