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Museu de Sherlock Holmes, em Londres, dá vida ao detetive mais incrível de todos os tempos

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Publicado por Hypeness

Sentado em frente à janela, com um violino nas mãos e um cachimbo na boca, ele observa o movimento da Baker Street. Sherlock Holmes, o maior detetive de todos os tempos, e Dr. Watson formam a dupla que desafiou os mais astutos bandidos da Londres do século XIX. Embora tenham existido somente nas páginas de ficção de Sir Arthur Conan Doyle, tem gente, até hoje, capaz de jurar que eles viveram de verdade. Para alimentar o mito e satisfazer a curiosidade de fãs, foi criado o Sherlock Holmes Museum, um museu que dá vida ao personagem em seu famoso endereço: a Baker Street, 221b.

Na época em que escreveu as histórias, o autor escolheu a rua por ser uma área residencial comum à classe média inglesa. O número 221b não existia até então, mas foi criado na expansão da rua, após a Segunda Guerra Mundial. A casa pertencia a um banco, o Abbey National, que chegou a contratar uma pessoa especial para responder às milhares de cartas que fãs endereçavam a Sherlock naquele endereço. Mas não é lá que fica o museu. O espaço ocupado pelo Sherlock Holmes Museum fica entre os números 237 e 241, em uma casa vitoriana típica, construída em 1815, que replica com perfeição o que poderia ter sido o lar de Sherlock e Dr. Watson.

O museu é gerenciado por uma organização sem fins lucrativos, que adicionou à atmosfera vitoriana da casa uma série de acessórios que fazem parte das aventuras da dupla. Lá é possível encontrar lupas, tubos de ensaio, livros, anotações, cachimbos, o violino e uma coleção de boinas, conforme descrições presentes nos livros. No museu há ainda alguns bonecos de cera bastante impressionantes que retratam personagens como Dr. Watson e o inimigo Moriarty.

Confira as fotos:

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Todas as fotos © OmneSolum

Filha de Chico Mendes prepara livro com biografia do pai

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Entrevista para documentário inédito serviu de base para Elenira Mendes. Livro faz parte da celebração à memória do líder seringueiro

Eduardo Duarte no G1

Chico Mendes livro (Foto: Arquivo de família)

Chico Mendes e os filhos Elenira e Sandino (Foto: Arquivo de família)

O ano de 2013 marca os 25 anos da morte do líder sindical Chico Mendes. Para celebrar sua memória, a filha do sindicalista, Elenira Mendes, prepara um livro biográfico com base em uma entrevista inédita que Chico Mendes concedeu à documentarista norte-americana, Miranda Smith, meses antes de morrer, em 1988.

O material foi gravado em VHS poucos meses antes do assassinato de Chico Mendes e contém mais de 1 hora de uma conversa informal que, segundo Elenira, conta toda a trajetória do pai, desde a infância até suas expectativas para o futuro. “Ele faz uma retrospectiva de toda sua jornada, de uma forma muito singela, à beira da janela”, diz.

Elenira Mendes (Foto: Arquivo pessoal)Elenira Mendes conta detalhes do livro sobre o pai
(Foto: Arquivo pessoal)

De acordo com Elenira, durante a entrevista, Chico Mendes fala do seu engajamento na luta em defesa da floresta e dos seringueiros e de sua preocupação em dar continuidade ao seu legado. “Ele fala que a luta não devia parar e da responsabilidade que os filhos dele e dos seringueiros deviam ter no futuro”.

Elenira conta ainda que o material cedido por Miranda Smith é o mais completo sobre a vida de Chico Mendes. “Muita coisa existe sobre ele [Chico Mendes]. Uma entrevista aqui, um vídeo e um áudio ali, mas nunca foi produzido algo onde ele pudesse dizer o que realmente queria”, comenta.

O documentário começou a ser produzido após Chico Mendes chamar a atenção da mídia internacional para a causa da defesa da Floresta Amazônica e dos prêmios internacionais que recebeu como o Global 500, da ONU, em 1987.

O livro deverá ser publicado no início de 2014 e com base no material que recebeu de Miranda Smith, Elenira pretende também finalizar o documentário e lançar, posteriormente, o filme com essa entrevista.

O livro está em fase de revisão e faz parte das celebrações à memória de Chico Mendes após os 25 anos de sua morte. “Depois de 25 anos, não podemos perder a essência da mensagem que Chico Mendes deixou para o mundo”, concluiu.

Morte de Chico Mendes
O líder seringueiro e ambientalista Francisco Alves Mendes, conhecido por Chico Mendes, morreu em 22 de dezembro de 1988, ao 44 anos, com um tiro no peito, em sua casa, no município de Xapuri (AC).

Defensor do meio ambiente, Chico Mendes já havia denunciado ameaças de morte em função de sua intensa luta contra o desmatamento e pela preservação da Amazônia.

Em dezembro de 1990, a Justiça condenou os fazendeiros Darly Alves da Silva e Darcy Alves Ferreira (filho de Darly), a 19 anos de prisão, pela morte do seringueiro.

Site permite ler livros online. Conheça!

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Wellington Ferreira, no O vendedor de Livros

1Na minha incansável e incessante pesquisa na internet em busca de novidades e curiosidades literárias, eis que, me deparo, com um site bem interessante e inovador, é o: Hot Free Books. Nele é possível ler o livro on line, sem precisar baixar. Como é isso?

No Hot Free Books você vai ter a oportunidade de pesquisar uma base de livros com mais de 22 mil obras, entre clássicos e livros mais recentes. O sistema de leitura do site permite também mudar o tamanho da letra, a largura da página e até o contraste da página. Todos os livros estão com seus textos completos e todo processo é 100% gratuito.

Ainda é possível, caso não entenda o significado de uma palavra, acessar a sua definição automaticamente, para isso, basta clicar duas vezes sobre ela que uma nova janela se abrirá com o seu sentido. E agora, na minha opinião, a grande sacada do Hot Free Books, nele é possível também marcar a página onde você parou a leitura, e continuar depois, para isso, basta apenas dar um duplo clique sobre a linha que você parou e ao voltar ao site e selecionar o livro, clicar em “Go to last book mark“, que a leitura recomeça de onde você parou, sensacional, né?

Então, se você tá meio quebrado, sem dinheiro para comprar livros e não gosta de ficar baixando arquivos em “PDF” de fontes duvidosas, o Hot Free Books é uma solução atraente e vantajosa para quem busca comodidade e facilidade nas suas leituras, e o melhor, sem gastar nada.

E você amigo leitor, já conhecia o site? Tem o hábito de ler livros no formato digital no computador?

Dê a sua opinião e compartilhe conosco as suas impressões.

Um abraço e boas leituras!!!

dica do Jarbas Aragão

Busca textual revela diferenças nas literaturas de língua inglesa

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Philip Ball, no The New York Times

Se você associa a nova literatura britânica de ficção aos tons frios e distantes de Martin Amis e Julian Barnes, e a literatura americana aos mundos interiores emocionais de Jonathan Franzen ou ao sentimentalismo de John Irving, parece que você tem bons motivos. Uma análise de documentos digitalizados em língua inglesa do último século concluiu que, desde os anos 1980, palavras com conteúdo emocional se tornaram significativamente mais comuns em livros americanos do que em livros ingleses.

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Se você associa a nova literatura britânica de ficção aos tons frios e distantes de Martin Amis e Julian Barnes, e a literatura americana aos mundos interiores emocionais de Jonathan Franzen ou ao sentimentalismo de John Irving, parece que você tem bons motivos. Uma análise de documentos digitalizados em língua inglesa do último século concluiu que, desde os anos 1980, palavras com conteúdo emocional se tornaram significativamente mais comuns em livros americanos do que em livros ingleses.

O estudo feito pelo antropólogo Alberto Acerbi, da Universidade de Bristol, no Reino Unido, tirou proveito da base de dados com mais de cinco milhões de livros publicados ao longo dos últimos séculos e escaneados pelo Google. Esse recurso já havia sido utilizado para examinar a evolução de estilos e tendências nas expressões literárias do individualismo.

A mineração dos dados culturais disponibilizados pelas novas tecnologias é chamada de ‘culturomia’. Seus defensores acreditam que esse tipo de abordagem pode revelar tendências nas opiniões e normas sociais que acabam escondidas por vastas quantidades de dados.

‘O uso da linguagem em livros reflete o que as pessoas estão falando e pensando em um determinado momento, de forma que os livros escaneados pelo Google fornecem uma fascinante janela para o passado’, afirmou o psicólogo Jean Twenge, da Universidade Estadual de San Diego, na Califórnia.

Os resultados mais recentes parecem mostrar que narrativas familiares sobre os ânimos sociais podem ser vistas na literatura (tanto de ficção quanto de não ficção) do século XX. Acerbi e seus colegas descobriram que as palavras que denotam emoções positivas foram mais utilizadas durante os anos 1920 e 1960, enquanto palavras tristes ganharam destaque durante a Segunda Guerra Mundial.

Contudo, também houve surpresas: a Primeira Guerra Mundial não parece revelar nenhum pico, por exemplo. Da mesma forma, a alegria parece estar em ascensão desde os anos 1990, embora seja cedo para saber se a recessão global irá reverter essa tendência, já que a base de dados só chega até 2008.

Tendências históricas

‘É difícil fazer uma relação entre eventos históricos e os ânimos do momento’, admitiu Acerbi, ‘mas por meio de uma análise relativamente limitada das palavras ligadas a emoções, é possível encontrar tendências que corroboram o que a história nos contou’. O pesquisador espera que outras análises venham a revelar, por exemplo, se a literatura está à frente do tempo ou se reflete lentamente as mudanças ocorridas.

‘É fascinante perceber como duas culturas mudaram ao longo do tempo e especialmente como eventos mundiais podem influenciar a expressão das emoções na literatura’, afirmou Twenge.

Em linhas gerais, o uso de palavras ligadas a emoções em livros de língua inglesa caiu durante o século XX. Mas quando foi feita uma distinção entre livros escritos em inglês americano e britânico (cerca de um milhão e 230.000, respectivamente), pudemos perceber outra realidade.

Os autores descobriram que, apesar do declínio, palavras emotivas se tornaram relativamente mais frequentes em textos americanos que em livros britânicos, desde os anos 1980. Entretanto, antes disso havia apenas diferenças mínimas entre os livros escritos em ambos os lados do Atlântico. Tais mudanças não puderam ser encontradas em palavras comuns escolhidas a esmo. ‘Nossos resultados corroboram a noção popular de que os autores americanos expressam mais emoções que os britânicos’, afirmaram.

Mudança de estilos

Uma mudança similar pode ser vista no uso de palavras ‘vazias’, tais como pronomes e preposições (você, nós, sobre, em). Acerbi e seus colegas interpretam isso como uma indicação de que a mudança no paradigma emocional é acompanhada de uma mudança no estilo. Segundo eles, textos americanos estão se tornando cada vez mais prolixos.

‘A correlação entre os termos relacionados a emoções não é surpreendente, uma vez que as construções mais longas fornecem mais oportunidades para a expressão de sentimentos’, explica o biólogo David Krakauer, da Universidade de Wisconsin-Madison, que buscou mudanças nos estilos literários por meio do Google Books.

‘Geralmente, os autores tendem a ler contemporâneos e competidores em relação a suas respectivas culturas’, acrescentou, ‘portanto, podemos esperar que o inglês britânico e o americano sejam um pouco divergentes’.

Essas mudanças implicam que os americanos expressam mais emoções que os britânicos? Embora isso nem sempre seja verdade – a norma literária frequentemente inverte as tendências do dia a dia, ao invés de espelhá-las –, Acerbi acredita que as descobertas ‘podem refletir uma verdadeira mudança cultural, em vista do tamanho do corpus e porque o Google Books não se resume apenas a livros bem sucedidos ou influentes’.

Contudo, Krakauer admite que as diferenças na expressão literária não representam necessariamente diferenças nas perspectivas emocionais sobre as quais se baseiam. ‘É uma questão aberta e intrigante saber por que culturas diferentes expressam os mesmo sentimentos com um volume diferente de palavras’, afirmou.

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