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Conheça as 10 bibliotecas com os designs mais incríveis pelo mundo

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A biblioteca Joe and Rika Mansueto Library, em Chicago, nos EUA

A biblioteca Joe and Rika Mansueto Library, em Chicago, nos EUA

Publicado no Glamurama

Quando pensamos em bibliotecas famosas, as primeiras que vem à cabeça são as clássicas fachadas dos prédios europeus e outras igualmente sisudas nos Estados Unidos. Mas não é só de passado que se vive: algumas bibliotecas pelo mundo escolheram designs modernos para suas instalações, como a Joe and Rika Mansueto, em Chicago, que tem braços mecânicos que pegam os livros de um estoque subterrâneo. Quer conhecer as 10 bibliotecas com os design mais arrojados do mundo? Vire as páginas da nossa galeria!

A biblioteca The Geisel, em San Diego, na Califórnia, ganhou seu nome em homenagem a Theodore Geisel, criador do personagem Dr. Seuss

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Vários nichos suspensos garantem um ar modernista para a Bishan Public Library em Cingapura

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A Library of Birmingham, na Inglaterra, tem um fachada feita de metal que parece um trabalho de filigrana

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A biblioteca Stadtbibliothek, em Stuttgart, Alemanha, tem várias escadarias em níveis desencontrados que parecem ter saído de um filme do Harry Potter

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A entrada da biblioteca Méjanes, em Aix-en-Provence, na França, é guardada por três grandes clássicos da literatura francesa

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A Biblioteca Central de Seattle, nos EUA, fica em um prédio feito de vidro e aço e tem 11 andares. Ela pode comportar até 1,4 milhão de livros e foi inaugurada em 2004

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A biblioteca da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, tem rampas irregulares. Parece um museu com ares modernos

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A Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, tem uma biblioteca com um teto de vidro gigante

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Mais de 6 mil buraquinhos foram feitos na fachada da biblioteca Kanazawa Umimirai, no Japão

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Na biblioteca Joe and Rika Mansueto Library, em Chicago, nos EUA, braços mecânicos retiram livros do sistema de armazenamento subterrâneo

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Adriana Calcanhoto organiza haicai com ícones da literatura; veja

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Publicado por Folha de S.Paulo

“Exalta a brevidade que é típica do nosso tempo”. Assim a cantora e compositora Adriana Calcanhotto define “Haicai do Brasil’ (Edições de Janeiro), livro que foi organizado e ilustrado por ela.

Lançado nesta quinta-feira (31) na Flip, a produção traz 33 poesias de Millôr, Érico Veríssimo, Mário Quintana, Paulo Leminski, Carlos Drummond de Andrade, entre outros.

O haicai nasceu no Japão e é formado por três versos curtos.

A cantora Adriana Calcanhotto passou os últimos meses pesquisando os mais diversos haicais (tradicional forma de poemas em três linhas, de origem japonesa) já produzidos no país. O resultado chega agora às livrarias. Ela lança na Flip a coletânea “Haicai do Brasil”.

O livro traz versos de Carlos Drummond de Andrade, Mario Quintana, Manuel Bandeira, Millôr Fernandes, homenageado da Flip, e até mesmo Erico Verissimo, autor mais conhecido por seus romances.

Calcanhotto lançou no ano passado outro livro, “Antologia Ilustrada da Poesia Brasileira”, voltada ao público infantil. Durante a pesquisa, ficou surpresas com a variedade de haicais produzidos no Brasil.

A cantora Adriana Calcanhotto / Daniel Marenco/Folhapress

A cantora Adriana Calcanhotto / Daniel Marenco/Folhapress

“Eu gosto muito de perceber a influência de um poeta no outro. Durante a pesquisa para o livro anterior, percebi a enorme quantidade de poetas que se dedicaram ao haicai. É interessante, muitos dos poetas mais inquietos se interessaram por uma forma poética tão tradicional.”

Calcanhotto avalia que o haicai é hoje a forma poética mais utilizada, por conta “da brevidade, da rapidez da vida contemporânea e do tom coloquial típico do haicai”.

Como já havia feito em “Antologia Ilustrada da Poesia Brasileira”, a cantora fez todas as ilustrações do livro. A história é pra lá de curiosa. Calcanhotto estava em Lisboa, no quarto de Fernando Pessoa, a convite da fundação dedicada à obra do poeta português, quando fez os desenhos.

“Era meu último dia para enviar os desenhos para a editora. Então abri o caderno na cômoda em que Pessoa escrevia. Fiz quase todos os desenhos ali, naquela cômoda onde foram escritas tantas maravilhas.”

Calcanhotto é uma presença constante na Flip dos últimos anos. Fez na última quinta (31/7) uma mesa na programação paralela da feira literária com o poeta Charles Peixoto. A fila para vê-los era tão grande que muitos ficaram de fora.

“É muito bom esse clima de Paraty, você encontrar os autores na rua. No ano passado, a leitura de poemas de Pessoa com a Maria Bethânia e a professora Cleonice Berardinelli foi muito poderoso.”

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