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CEO da Amazon promove clube de leitura para inspirar líderes

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Jeff Bezos contou em entrevista à CNBC que usou a estratégia para estimular seu time de executivos e discutir sobre os negócios neste verão

Jeff Bezos: "Foram ótimas conversas deram a todos nós a chance de conhecer uns aos outros melhor", diz sobre clube de leitura / Mario Tama / Getty Images

Jeff Bezos: “Foram ótimas conversas deram a todos nós a chance de conhecer uns aos outros melhor”, diz sobre clube de leitura / Mario Tama / Getty Images

Luísa Melo, na Exame

São Paulo – Uma das estratégias de Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, para inspirar o seu time de executivos é organizar um clube de leitura. Ele revelou a atividade durante uma entrevista à CNBC, nesta quarta-feira, para falar da nova linha de Kindles lançada pela compahia.

No meio da conversa, o repórter Jon Fortt pergunta a Bezos o que ele faz para impulsionar, motivar ou questionar o seu time de liderança quando está junto dele no Lab 126, local onde são desenhados os projetos de hardware da companhia, no Vale do Silício. Bezos então conta: “o que eu fiz neste verão, é que nós tivemos três clubes de leitura. O nosso time de líderes se encontrou e tivemos durante três dias inteiros esses clubes de leitura e bons jantares”.

“Uma das coisas que nós fizemos foi ler esses livros de negócios juntos e falar sobre estrátegia, visão e o contexto. Esses livros realmente viraram ferramentas de trabalho que nós usamos para falar de negócios. Foram ótimas conversas deram a todos nós a chance de conhecer uns aos outros melhor”, avaliou.

Durante a entrevista, o presidente da Amazon não disse quais foram os três livros lidos pelo time de executivos, mas Jon Fort divulgou os títulos em uma postagem em seu perfil no LinkedIn.

São eles: “The Effective Executive”, de Peter Drucker, “The Innovator’s Solution”, do autor Clayton Christensen e “The Goal”, de Eliyahu Goldratt.

Veja o vídeo da entrevista:

dica do Chicco Sal

Jeff Bezos, o bilionário que empacotava livros

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Fundador da Amazon vive em uma mansão perto de Bill Gates, mas chegou a empacotar livros quando criou a Amazon

Publicado na revista Veja

CEO da Amazon, Jeff Bezos, e sua mulher Mackenzie Bezos

Jeff é casado com MacKenzie Bezos, escritora (Kevork Djansezian/Getty Images)

O empresário Jeff Bezos, fundador da Amazon, atraiu todos os holofotes ao anunciar a compra do jornal ‘Washington Post’, um dos mais influentes do mundo, por 250 milhões de reais. Trata-se do negócio mais emblemático fechado pelo empreendedor desde a criação de seu site de comércio eletrônico, em 1995. Com a Amazon, ele não só revolucionou a forma como as pessoas compram produtos pela internet, como também sua maneira de ler livros – a empresa é a responsável pela popularização dos leitores digitais em muitos mercados.

 

Com a aquisição, o bilionário natural de Albuquerque, no Novo México, expande sua influência na mídia americana e mundial. Em abril, ele já havia anunciado um investimento de 5 milhões de dólares no site de notícias financeiras ‘Business Insider’.

Aos 49 anos, Bezos ostenta uma trajetória que poderia ser atribuída a célebres visionários americanos, como Howard Hughes e Henry Ford. Do menino que ajudava o avô a cuidar de um sítio no Texas durante as férias de verão, restou a teimosia – excessiva, por vezes. “Uma das coisas que se aprende com a vida rural é a autossuficiência. As pessoas fazem tudo sozinhas. Meu avô era um grande exemplo pra mim nesse aspecto: ‘se algo está quebrado, vamos consertar’. E para fazer algo novo, é preciso ser teimoso e ter foco até um limite que outras pessoas possam achar irracional”, disse Bezos ao escritor Richard Brandt, autor do livro ‘One Click: Jeff Bezos and the Rise of Amazon.com’.

Foi a teimosia que fez com que, em 1994, aos 30 anos, quando já era vice-presidente de firma D.E. Shaw, Bezos abandonasse a carreira em Nova York e partisse rumo à costa oeste para fazer parte do movimento de startups de internet que pipocavam de São Francisco a Seattle. O empresário, que hoje tem um patrimônio avaliado em 25,2 bilhões de dólares, segundo a Forbes, viveu por vários anos com a esposa, a escritora MacKenzie Bezos, numa casa de três quartos cujo aluguel custava 890 dólares, em um bairro operário de Seattle. A Amazon, que foi inaugurada em 1995 e funcionava num espaço sem mobília de 500 metros quadrados, faturou 61 bilhões de dólares em 2012. Segundo reportagem do Wall Street Journal, durante muitos anos Bezos ajudou a empacotar os livros vendidos pela empresa.

Da casa de aluguel, restam apenas memórias. Hoje, o bilionário vive com sua esposa e quatro filhos (três meninos e uma menina adotada na China) numa mansão em Medina, estado de Washington, não muito longe da casa de Bill Gates. A propriedade possui até mesmo um acesso ao Lago Washington, onde o bilionário costuma velejar. Ele também possui uma mansão em Beverly Hills, avaliada em 30 milhões de dólares, além de três apartamentos interligados em uma das torres do complexo Century Tower, em Manhattan.

Apesar de ter nascido no centro dos Estados Unidos, Bezos passou boa parte da infância em Miami, para onde sua mãe Jacklyn e seu padrasto Mike Bezos se mudaram durante a década de 1970. O pai de Jeff, Ted Jorgensen, abandonou a família quando o bebê tinha apenas um ano. Até os dez anos de idade, Jeff acreditou ser filho biológico de Mike.

Na escola, Bezos ganhou uma competição promovida pela Nasa ao escrever uma tese intitulada “O efeito da gravidade zero no ritmo de envelhecimento da mosca comum”. Como prêmio, ele foi chamado pela agência para conhecer o Centro de Voos Espaciais, setor especializado em foguetes e sistema de propulsão de espaçonaves. Depois de arqueólogo, a segunda opção de carreira para Jeff era ser astronauta. Alguns anos mais tarde, ele começou a desenvolver outra paixão: o interesse por computadores, talento que se revelou quando estudava física na Universidade de Princeton, uma das mais renomadas dos Estados Unidos.

Em 1999, apenas quatro anos após a criação da Amazon, Bezos foi eleito Personalidade do Ano pela revista ‘Time‘.

Negócios excêntricos – O bilionário é conhecido por suas ideias incomuns. Uma delas é a de uma espécie de “airbag para celulares”, objeto capaz de detectar quando o aparelho está caindo e abrir a proteção antes de ele chegar ao chão, reduzindo o impacto. A ideia está patenteada mas o seu criador ainda não terminou de desenvolvê-la. Outro ponto inusitado na vida do empresário é a fundação da Blue Origin, uma empresa que desenvolve projetos de viagens espaciais.

Além disso, ele tem um projeto em andamento para construir um relógio de 70 metros de altura e fazê-lo perdurar por tantos anos quanto a humanidade existir. Para isso, Bezos financia um grupo, a Fundação Long Now, que está construindo o que ele chama de “O relógio de 10 mil anos” no interior de uma montanha em sua propriedade no Texas, próximo ao local onde a Blue Origin lança foguetes. Ele afirma estar construindo o relógio como um símbolo de responsabilidade e respeito ao longo prazo. Até agora, Bezos investiu cerca de 42 milhões de dólares no relógio.

Outras grandes ambições do empresário estão no campo astronômico. No ano passado, ele contratou especialistas para explorar o fundo do mar e encontrar os motores que impulsionaram o foguete Apollo 11 para o espaço. O fundador da Amazon espera encontrar ao menos um dos cinco motores e devolvê-los para a Nasa.

 

Conheça o homem que transformou uma livraria em um conglomerado de tecnologia

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(Foto: Reprodução)

Publicado no Olhar Digital

É difícil imaginar que uma simples livaria online se transformaria em um dos maiores conglomerados de tecnologia do mundo. Foi sob o comando de Jeff Bezos, o maior bilionário do mundo na faixa etária dos 40 aos 49, que a Amazon deixou de ser apenas uma das pioneiras do comércio eletrônico para se tornar uma empresa que desenvolve hardware e provê serviços em nuvem.

Bezos tem hoje um patrimônio estimado em US$ 28,8 bilhões, figurando na 15ª posição do ranking das pessoas mais ricas do mundo. Nascido em 1964, com o nome Jeffrey Preston Jorgensen, no entanto, embora nunca tenha sido pobre, teve uma infância simples e sempre estudou em escolas públicas. Sua família por parte de mãe era dona de um rancho de 100 km² no Texas, aonde Bezos ia durante as férias para visitar seu avô e “trabalhar” como veterinário, vacinando e até mesmo castrando gado e realizando outras tarefas rurais.

Mesmo com esta fascinação pelo campo, nunca deixou de mostrar interesse por tecnologia, tanto que seu diploma, conquistado na respeitada Universidade de Princeton, teve foco em engenharia elétrica e ciência da computação. Após graduar-se, em 1986, assumiu empregos em instituições financeiras, aproveitando a demanda crescente por profissionais de TI. Antes de fundar a Amazon, era vice-presidente de uma empresa de investimentos em Wall Street, a D. E. Shaw.

Vida na Amazon
ReproduçãoFoi apenas em 1994 que Jeff Bezos, percebendo a popularização da internet, decidiu aproveitar o mercado ainda inexplorado e as previsões de crescimento do comércio eletrônico em até 2.300%, e lançou o site Amazon.com. A escolha por livros em vez de quaisquer outros produtos se devia à demanda global por literatura, e pelo baixo custo. O nome foi decidido por representar algo exótico e lembrar a quase infinitude das águas do rio Amazonas, além do fato de que a letra “A” o colocaria no topo dos sites de busca por causa dos resultados em ordem alfabética. Antes, porém, Bezos havia pensado no nome “Cadabra.com”, descartado após o fundador perceber a semelhança da palavra com “cadáver”.

A implantação de sua ideia foi impecável. Após dois meses, o site já arrecadava US$ 20 mil por semana, mas, mesmo assim, o plano de negócios era de longo prazo. Bezos não previa lucros nos primeiros anos da empresa, o que gerava desconfiança por parte de possíveis investidores. O site só avançaria no último trimestre fiscal de 2001, acumulando receita de US$ 1 bilhão, mas com lucro de apenas US$ 5 milhões.

Mesmo com a lentidão na apresentação de resultados positivos, o otimismo em torno do negócio era grande, tanto que em 1999 o criador da Amazon foi escolhido como o homem do ano pela revista Time. Após a oferta pública inicial, o valor das ações da empresa rapidamente aumentou 40 vezes, aproveitando o embalo da bolha “pontocom”, elevando a fortuna de Bezos para a casa dos US$ 12 bilhões. Após o estouro da bolha, no início dos anos 2000, e falência de inúmeras empresas de internet, houve uma desvalorização brusca e o patrimônio do CEO caiu para US$ 2 bilhões.

ReproduçãoDesde então, Bezos investiu na diversificação das atividades de sua empresa. Desde 2000 não são vendidos apenas livros. A Amazon se tornou uma plataforma para outros lojistas e vendedores individuais anunciarem seus produtos, aproveitando seus serviços de gerenciamento de dados. Em 2006, a companhia passou a apostar no oferecimento de serviços de computação em nuvem por meio da Amazon Web Services (AWS).

Em 2007, a Amazon criou o produto que hoje é o mais vendido de seu site: o leitor de e-books Kindle, inovação que marca a primeira empreitada da companhia no ramo de hardware. Já em 2011, a empresa decidiu entrar de vez na briga de dispositivos ao lançar o tablet Kindle Fire e se colocou em disputa com gigantes como a Apple.

Bezos possui atualmente 19% das ações da Amazon, que são sua principal fonte de dinheiro. Desde sua fundação, já vendeu cerca de US$ 2 bilhões em papéis da companhia.

Outras atividades
Como Sergey Brin, cofundador do Google, Jeff Bezos também é um entusiasta da exploração espacial. Tanto é que, em 2000, fundou a Blue Origin, que tenta promover o turismo espacial com um custo relativamente baixo.

O fundador da Amazon também observa o mercado para novas oportunidades de investimento. Ele foi um dos primeiros investidores do Google, quando o negócio ainda não tinha a proporção atual, e também colocou seu dinheiro na Airbnb, rede social criada em 2008 para facilitar o aluguel de apartamentos ou quartos para viajantes.

Ele ainda é um apoiador da liberação do casamento de homossexuais, mesmo não sendo gay. Junto com sua esposa, Mackenzie Bezos, doou cerca de US$ 2,5 milhões para a realização de um referendo para a legalização do casamento gay no estado de Washington, nos EUA, onde mora com seus quatro filhos.

Os livros que inspiraram as pessoas mais influentes no mundo da tecnologia

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Publicado no Yahoo

Quais são os livros que influenciaram Steve Jobs, Jeff Bezos, Elon Musk, Bill Gates e outros executivos? O site Business Insider listou os títulos favoritos de 10 pessoas importantes para o avanço da tecnologia nos dias de hoje. Confira:

Jeff Bezos O CEO da Amazon gosta bastante de ler e afirma que já compra cerca de dez livros por mês. Porém, entre os seus livros favoritos estão o livro de negócios “Built to Last” (Feitas Para Durar, em português), de Jim Collins e Jerry Porras, e o romance de ficção “The Remains of the Day” (Os Vestígios do Dia), de Kazuo Ishiguro.

Tony Hsieh O CEO da Zappo é fã de “Tribal Leadership: Leveraging Natural Groups to Build a Thriving Organization” (O Executivo e sua Tribo), de Dave Logan, John King e Halee Fischer-Wright; “Peak: How Great Companies Get Their Mojo from Maslow” (Pico: como as grandes empresas obtêm seu Mojo de Maslow), de Chip Conley; e “The Happiness Hypothesis: Finding Modern truth in Ancient Wisdom” (A feliz hipótese: encontrando a verdade moderna na saberiria antiga), de Jonathan Haidt.

Bill Gates O fundador da Microsoft afirma que seu livro favorito é “The Better Angels of Our Nature: Why Violence Has Declined” (Os melhores anjos da nossa natureza: porque a violência diminui), de Steven Pinker. Outro título que ele gosta é “The Catcher in the Rye” (O Apanhador no Campo de Centeio), de J.D. Salinger.

Mark Zuckerberg O fundados do Facebook, lista em seu perfil o “Ender’s games” (O Jogo do Exterminador), de Orson Scott Card, como o seu único livro favorito. Porém, em uma entrevista, Zuckerberg afirmou que o livro que ele gosta é “The Aeneid” (Eneida), de Virgílio.

Michael Bloomberg O prefeito de Nova Yorque e fundador da Bloomberg, lista os romances de espionagem de John Le Carre, como os seus favoritos. Porém, entre todos, “The Honourable Schoolboy” (Quase um Colegial).

(mais…)

Amazon fecha acordo com editoras e chega ao Brasil até dezembro

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Consumidor brasileiro finalmente terá acesso ao leitor de ebooks mais bem conceituado do mundo Reuters

Publicado originalmente no O Globo

Fontes do mercado editorial confirmam a iminência do fechamento do acordo entre a Amazon.com com a distribuidora de livros digitais DLD, que engloba as editoras Rocco, Sextante, Objetiva e Record.

O acordo, que vem sendo costurado há mais de um ano entre as editoras e a maior varejista on-line do mundo, deverá ser assinado em breve — ainda este mês — e prevê a estreia da operação da Amazon no Brasil entre o final de novembro e a primeira quinzena de dezembro.

A princípio, a livraria fundada por Jeff Bezos venderá no Brasil seu leitor Kindle e títulos de ebooks. A Amazon anuncia em seu site oficial que está abrindo 15 vagas de trabalho em São Paulo.

Segundo a Reuters apurou há alguns meses, a potência americana do e-commerce deve oferecer um catálogo de dez mil livros digitais em português para o Kindle. A estratégia 100% digital permitiria à varejista minimizar custos no país.

— O Brasil seria o primeiro país em que a Amazon entra apenas com produtos digitais, e essa decisão foi tomada por motivos logísticos e dificuldades tributárias — disse então à agência uma fonte da indústria.

A Amazon é a mais recente empresa americana a buscar uma fatia do mercado de e-commerce brasileiro de US$ 10,5 bilhões. Espera-se que o segmento cresça 25% neste ano, impulsionado pelo aumento da classe média do país. Essa seria a mais recente incursão da Amazon em mercados emergentes, após seu ingresso na China, em 2004, e na Índia, neste ano.

Para adquirir fatia de mercado rapidamente no Brasil, a Amazon provavelmente venderá o Kindle a um preço subsidiado de R$ 500 (US$ 239) — três vezes mais caro que nos Estados Unidos, mas abaixo de produtos rivais no mercado brasileiro, disse a agência.

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